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Investigando o conceito de "cristianismo an nimo em K. Rahner
Hackmann, Geraldo Luiz Borges,Pozzo, Ezequiel Dal
Teocomunica??o , 2007,
Abstract: Diante do pluralismo religioso atual, a reflex o teológica precisa evidenciar a relevancia da revela o de Deus em Jesus Cristo como centralidade intransponível de media o salvífica. A partir disso, este artigo apresenta os pressupostos teóricos da reflex o de Karl Rahner acerca do "cristianismo an nimo". On account of the present religious plurality, the theological reflection must show the importance of God’s Revelation in Jesus Christ as unsurmountable center of mediation to salvation. Starting from this viewpoint, this article presents the theoretical presuppositions of Rahner’s reflection on “anonymous Christianity”.
La religión cristiana durantela época romana: razones del “éxito”
Lázaro Pulido, Manuel
Teocomunica??o , 2009,
Abstract: N o possui resumo em português
Que significa crer em Jesus Cristo hoje? Preambulos para uma fé sensata e responsável
Carlos Palácio
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2009, DOI: 10.5752/405
Abstract: A nossa situa o atual, em termos de fé crist , é muito semelhante à do cego de nascen a de que nos fala o evangelho (Jo 9,1-41). A experiência de vinte séculos de cristianismo n o impede que Jesus mesmo nos dirija também esta pergunta: “Crês no Filho do Homem?” (Jo 9,35). A quest o é saber se teríamos a simplicidade do cego para responder: “Quem é ele, Senhor, para que eu creia?” (Jo 9,36). Porque equivaleria a reconhecer que o conhecemos sem conhecê-lo. E só quando aceitamos isso, pode recome ar o processo de crer. A situa o atual do cristianismo repercute no modo de crer e o condiciona. N o podemos continuar a crer por inércia. Aderir à pessoa de Jesus Cristo deixou de ser algo “evidente”. N o só para as novas gera es ou para os que julgam a fé crist incompatível com o mundo moderno. Também para nós. Queiramos ou n o, somos afetados por essa situa o de desamparo. E o problema n o é só de linguagem. Trata-se de uma experiência, a experiência de uma vida desconcertante mas fascinante, humana como a nossa mas “diferente”. Podem ainda as mesmas e velhas palavras da fé desencadear em nós a experiência que aqueles primeiros seguidores – homens e mulheres – fizeram diante da existência concreta de Jesus de Nazaré? Aderir a essa vida com a mesma significa o que tinha para os primeiros crist os: isso seria crer em Jesus Cristo hoje. Mas para isso teríamos que sentir o mesmo desamparo do cego de nascen a: “Quem é ele, Senhor, para que eu possa crer”? O nosso perigo é sabermos demais. Por isso, para podermos recuperar a “diferen a” crist no que ela tem de verdadeiramente original é necessário aceitar que sejam questionadas as nossas “evidências” e reconhecer que a nossa figura de Jesus foi muitas vezes deformada.
Irradiar a fé crist na sociedade hoje
Wolfang Gruen
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2009, DOI: 10.5752/404
Abstract: Irradiar a fé crist é um anseio legítimo também hoje, se n o resvalar em proselitismo ou manipula o. As motiva es de hoje n o s o as mesmas que levaram a "impor" a fé como único caminho de salva o. Irradiar a fé visa a um enriquecimento mútuo, dos crist os e dos outros, acolhendo as diferen as. O diálogo exige a compreens o do interlocutor e de sua motiva o. Esta varia pela complexidade das situa es socioculturais e pela diversidade das etapas da vida e ainda pela tendência, bem moderna, a sempre experimentar o novo e a refazer o projeto de vida. Irradiar a fé é criar as condi es para que as pessoas fa am uma experiência. Experiência é mais que vivência: é interpretar as vivências, é dar-lhes um sentido último. E s o muitos os desafios: empenho por qualidade evangélica e uma política pastoral de qualidade. As idéias lan adas neste artigo est o mantidas em aberto. Mais importante é o debate que elas podem provocar.
Morte e ressurrei o da Teologia
Raimon Panikkar
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2009, DOI: 10.5752/525
Abstract: Esta aula inaugural, proferida por Raimon Panikkar no Institut Superior de Ciènces Religioses de Vic, em 2002, analisa o problema da irrelevancia a que está condenada a teologia nos dias atuais, a marginaliza o do teólogo e das faculdades de teologia. O texto procura investigar as causas desta lamentável situa o e se pergunta pela possibilidade de mudan a deste quadro. Organizada a reflex o nestes três pontos, o escrito diagnostica um desvio da rota evangélica como uma das possíveis causas da perda de relevancia da teologia. Investigando a interna rela o entre filosofia e teologia, o presente texto desvela os distintos aspectos deste matrim nio. Por um lado, chama-se aten o para a confus o entre os domínios de cada disciplina, por outro, reafirma-se a necessidade de um urgente reenlace entre alma e corpo, filosofia e teologia, respectivamente. Além de abandonar o divórcio com a filosofia, para ressuscitar, a teologia crist , como express o da religi o da Palavra, deve fazer-se cada vez mais ouvinte do Mistério, abrir-se ao símbolo, evitando converter a fé em uma ideologia. Palavras-chave:Teologia; Filosofia; Cristianismo. ABSTRACT The Aula Magna delivered by Raimon Panikkar in the Superior Institute of Religious Science in Vic, in 2002, analyses the problem of irrelevance to which the theology of the present times, the marginalization of the theologian and the faculties of theology are condemned. The text tries to investigate the causes of this lamentable situation and asks about the possibility of changing this state of affairs. Organized as a reflection on these three points, the text diagnoses the straying from the evangelical pathway as one of the possible causes of this loss of relevance of theology. Investigating the internal relationship between philosophy and theology, the present text reveals the distinct aspects of this union. On one side, it calls attention to the confusion of the dominion of each discipline and on the other; it reaffirms the necessity of an urgent reuniting of the body and the soul, philosophy and theology respectively. Besides abandoning the divorce from philosophy, in order to resurrect Christian theology as an expression of the religion of the Word, it must also become increasingly the listener to the Mystery, opening itself to the symbol, avoiding the conversion of faith into ideology. Key words: Theology; Philosophy; Christianity.
THE CHRISTIANITY AVERSION TO NATURE ACCORDING TO FEUERBACH A AVERS O DO CRISTIANISMO à NATUREZA EM FEUERBACH
Eduardo Ferreira Chagas
Philósophos : Revista de Filosofia , 2011, DOI: 10.5216/phi.v15i2.10857
Abstract: Feuerbach clearly states that Christian theology relates negatively in face of nature. Religious disregard or devaluation of nature lead to consequences for the judgement of human nature by theology, for the latter condemns also the natural-sensitive dimension of man’s nature, and, in the face of it, glorifies the spirit. Due to the very fact that nature gives expression to objectivity, necessity, corporality, sensibility, it is the negative, so to speak, a proof for the limits of interiority, religious feelings, that is, a true barricade against illusion of a supernatural existence. From this Christian view point it should, therefore, be cleared, denied. Feuerback argues that God (the almighty, the sublime essence) that was created by religious folly is only a gostly representation by humankind, a subjective konstruktion by man, lacking all nature’s frontiers and restrictions, and the Christian religion assisting man as a tool by means of which he tries do get rid of nature. Feuerbach deixa claro que a teologia crist se relaciona negativamente ante a natureza. A deprecia o ou desvaloriza o religiosa pela natureza tem consequências para o julgamento da natureza humana por parte da teologia, pois esta condena também a dimens o natural-sensível da natureza do homem e, frente a esta, enaltece o espírito. Precisamente porque a natureza expressa objetividade, necessidade, corporeidade, sensibilidade, é ela o negativo, por assim dizer uma prova dos limites da interioridade, do sentimento religioso, isto é, a barreira concreta que se op e à ilus o de uma existência sobrenatural. Deste ponto de vista crist o, ela deve, portanto, ser eliminada, negada. Feuerbach argumenta que Deus (o todo supremo, a essência sublime), o qual a fantasia religiosa criou, é apenas uma representa o fantasmagórica do gênero humano, uma constru o subjetiva do homem, abstraída de todas as fronteiras e restri es da natureza, e a religi o crist serve ao homem como um meio, com o qual ele tenta livrar-se da natureza.
Homossexualidade e Igrejas Crist s no Rio de Janeiro
Maria das Dores Campos Machado,Fernanda Delvalhas Piccolo,Luciana Patrícia Zucco,José Pedro Sim?es Neto
REVER : Revista de Estudos da Religi?o , 2011,
Abstract: Este artigo analisa o debate sobre as distintas express es da sexualidade humana no interior de igrejas crist s situadas na Regi o Metropolitana do Rio de Janeiro. Mais especificamente, examina as opini es de treze lideran as cató-licas, pentecostais e de igrejas evangélicas históricas sobre as homossexualidades e as reivindica es dos movimentos LGBT. A análise desses discursos indica a articula o da perspectiva naturalista da sexualidade com a vis o essencialista e dual de gênero em todas as configura es confessionais. Entretanto, sugere rea- es diferenciadas dos atores religiosos às transforma es em curso na sociedade, com alguns grupos dialogando com os movimentos sociais e os novos discursos sobre as subjetividades dos sujeitos sociais. Outros segmentos, contudo, s o refratários às proposi es das Ciências Sociais que enfatizam a importancia da dimens o cultural nas rela es de gênero e na sexualidade, e essa rea o acaba refletindo no campo de discuss es das identidades sexuais alternativas à heteros-sexual. Observa-se, assim, avan os limitados na negocia o cognitiva em torno das homossexualidades e uma forte tendência de alinhamento dos religiosos na defesa da monogamia e no combate à promiscuidade, mesmo nos discursos mais liberais e afinados com as demandas dos movimentos LGBT.
Los orígenes del cristianismo hispano. Algunas claves sociológicas
Fernández Ubi?a, José
Hispania Sacra : Revista de Historia Eclesiástica , 2007,
Abstract: From the third century on Christianity became rooted in Hispania as a syncretic religion that appealed mainly to urban oligarchy and high social strata. Because they were the main Christian disseminators and leaders, the Spanish churches lived in perfect harmony with their social environment and that made it possible for them to assume, without traumatic breaks, the political role and policy of integration previously played by the Roman religion. The first Christian communities’ fervent and free spirituality was shared in Hispania especially throughout the fourth century, above all among heretic aristocrats who were relentlessly harassed both by the Roman State and the orthodox Church. El cristianismo se implantó en Hispania a partir del siglo III, con contenidos y formas de carácter sincretista y entre las oligarquías y capas altas sociales. Por ser estos sectores sus principales difusores y dirigentes, las iglesias hispanas vivieron en plena armonía con su entorno social y asumieron paulatinamente, sin rupturas traumáticas, el papel integrador y político antes desempe ado por la religión romana. La espiritualidad ferviente y libre de las primeras comunidades cristianas sólo se conoció en el siglo IV, entre aristócratas heréticos, perseguidos y marginados por el Estado romano y por la Iglesia ortodoxa.
O discurso da dissens o e da uni o nas cruzadas no oriente
Jo?o Vicente de Medeiros Publio Dias,André Luiz Bertoli
OPSIS : Revista do Departamento de História e Ciências Sociais , 2011,
Abstract: The Crusades are frequently seen as a shock between two cohesive sides, the Christendom and the Islam, but that vision is far from the truth. Both were divided by political and religious issues. Therefore, even if the Crusades had created a situation for a union in both sides, the encounter of those two civilizations in Palestine did not erase the internal dissensions and that appeared in the discourses. Thus, we will analyze in this article the imaginary and the discourses created from those differences in the Eastern Crusades, as between Christians and Muslims as among Christians themselves. / As Cruzadas s o frequentemente vistas como um embate entre dois lados coesos, Cristandade e Isl , mas isso está longe da verdade. Ambos estavam divididos por quest es políticas e religiosas. Portanto, ainda que as Cruzadas tenham criado um clamor de uni o nos dois lados, o encontro dessas duas civiliza es na Palestina n o apagou as dissens es internas e isso se exprimiu nos discursos. Assim, iremos analisar neste artigo o imaginário e os discursos criados a partir dessas diferen as nas Cruzadas Orientais, tanto entre crist os e mu ulmanos quanto entre os próprios crist os.
MAGIA NATURAL E MAGIA DEMONíACA: O ENTRECRUZAMENTO DE RELIGI O E MAGIA NO PENSAMENTO RENASCENTISTA
Adriana Vidotte,Francisco de Paula Souza de Mendon?a Júnior
Revista Brasileira de História das Religi?es , 2011,
Abstract: O presente artigo busca fazer uma reflex o sobre as principais personagens e vertentes da magia renascentista, além de tentar compreender de que maneira o complexo mágico hermético-cabalista foi apropriado pelo chamado “mago crist o” como ferramenta para se obter a renovatio espiritual, tendo como exemplos Pico della Mirandola, Johannes Trithemius e Cornelius Agrippa. Ideia importante nesse contexto é a de que o Criador teria deixado sinais ocultos de sua presen a na Natureza, e que uma vez desvendados ofertariam uma comunh o direta entre o homem e Deus. A magia seria a ferramenta perfeita para descobrir essa gramática oculta no Livro da Natureza, de acordo com o magus christianus.
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