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ISSN: 2333-9721

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Esclerose de pequenos vasos venosos com corrente elétrica galvanica ponteada, em orelhas de coelhos
Santiago Sergio,Taha Murched Omar,Fagundes Djalma José
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Foi idealizado e construido um aparelho que utiliza a corrente elétrica galvanica em baixa amperagem (100m A ,200m A, 300m A) com o propósito de causar esclerose em vasos venosos de pequeno calibre, utilizando a veia marginal da orelha direita do coelho. O presente estudo buscou verificar em modelo experimental, o efeito da corrente elétrica galvanica em baixa amperagem. Foram utilizados 45 coelhos Nova Zelandia, distribuídos em 3 grupos de 15 animais , sendo utilizada a orelha esquerda como controle e a orelha direita como experimento. No grupo experimento os animais do grupo I foram submetidos à corrente elétrica galvanica de 100m A , no grupo II à 200m A, e no grupo III à 300m . No grupo controle, os animais foram submetidos somente ao procedimento mecanico de aplica o da agulha ao longo da veia marginal da orelha esquerda, sendo realizado uma, duas e três aplica es com intervalo de sete dias entre cada aplica o. Todos os animais foram avaliados quatorze dias após a última aplica o, em aspectos macro e microscópicos. Os resultados mostraram que, tanto a corrente elétrica galvanica em baixa amperagem, quanto o simples trauma mecanico da agulha, n o s o capazes de produzir esclerose na veia marginal da orelha do coelho que seja estatisticamente significante.
Inje o percutanea de etanol no tratamento de nódulos tiroidianos sólidos, císticos e aut nomos
Bianchini Elizabeth X.,Ikejiri Elza S.,Mamone Maria Concei??o,Paiva Elias R.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: A inje o percutanea de etanol (IPE) guiada por ultra-som tem sido utilizada para o tratamento de nódulos tiroidianos aut nomos, sólidos e císticos. Apresentamos nossa experiência em 50 pacientes tratados, sendo 26 portadores de nódulos sólidos, 17 de nódulos císticos e 7 de nódulos aut nomos (NA). Avaliamos os pacientes 1 semana, 1 mês, 3 meses, 6 meses e 1 ano após a IPE. Após 1 ano, os nódulos sólidos reduziram a 74% do volume inicial, os císticos diminuíram 92% sem apresentar recidivas. Um ano após o tratamento dos nódulos aut nomos, 5 pacientes estavam em eutiroidismo clínico e laboratorial e 2 em eutiroidismo mas com TSH subnormal. N o houve recorrência da tirotoxicose e a redu o nodular foi de 66%. O procedimento foi bem tolerado por todos. Os resultados confirmam que a IPE é uma boa alternativa terapêutica para redu o dos nódulos tiroidianos císticos e sólidos e no tratamento dos nódulos aut nomos.
Efeitos do etil-cianoacrilato na parede venosa, de c es
Maia Celso Costa,Cruz Filho Milton,Abrah?o Silvio,Silva José Carlos Costa Baptista
Acta Cirurgica Brasileira , 2002,
Abstract: Substancias químicas têm sido empregadas no tratamento de varizes esofagogástricas na preven o de hemorragia digestiva e no seu tratamento pela esclerose ou oblitera o venosa, como uma alternativa ao tratamento cirúrgico. O adesivo sintético, etil-cianoacrilato, mostrando rápida polimeriza o, baixo custo, disponibilidade comercial e boa fluidez para a inje o intravenosa, é útil neste propósito. OBJETIVO: Estudar os efeitos do etil-cianoacrilato na parede venosa de c es. MéTODOS: Foram utilizados 42 c es, sem ra a definida, adultos, machos, com peso variando entre 10 a 13 kg, distribuídos de modo aleatório, em três grupos: grupo 1, avaliados após 7 dias, grupo 2 , 14 dias e grupo 3 , 21 dias. O procedimento foi realizado em duas fases. A primeira constou da inje o de 1 ml de etil-cianoacrilato, por pun o única, na veia cefálica do membro torácico do c o. A segunda, realizada 7, 14 e 21 dias após, constou da retirada da pe a operatória, contendo o polímero no seu interior e da veia contralateral, sem o mesmo, como controle. Para estudo histológico utilizou-se o método da hematoxilina-eosina. Variáveis estudadas: oblitera o, rea es inflamatórias: aguda e cr nica, tecido de granula o e les o de parede das veias. RESULTADOS: A oblitera o ocorreu em todos c es estudados, nos períodos de 7, 14 e 21 dias. A rea o inflamatória surgiu no período de 7 dias e foi encontrada em todos animais aos 14 e 21 dias. O tecido de granula o após 21 dias. A les o de parede venosa ocorreu em todas veias estudadas. CONCLUS O: O etil-cianoacrilato em contato com a parede interna de veia superficial provoca oblitera o da veia e les o da parede venosa de c es.
Escleroterapia de hemangioma labial
Juliana Seo,Estevam Rubens Utumi,Camila Eduarda Zambon,Irineu Gregnanin Pedron
Odonto , 2009,
Abstract: O hemangioma é um tumor benigno que se caracteriza por prolifera o anormal de vasos sanguíneos. Acomete, na cavidade bucal, mais comumente a regi o de lábios, língua e mucosa jugal. Dentre as op es terapêuticas, a escleroterapia vem sendo utilizada com resultados satisfatórios clínicos e estéticos. O propósito deste trabalho é apresentar o caso de hemangioma labial em paciente do gênero feminino, tratado através de inje es de solu o esclerosante de oleato de monoetanolamina com remiss o total da les o. Neste caso, foi possível promover a involu o da les o com seguran a, através de procedimento n o cirúrgico, favorecendo no pós-operatório, a estética da paciente.
Efeitos do oleato de etanolamina na parede venosa, de c es
Cruz Filho Milton,Maia Celso Costa,Abrah?o Silvio,Silva José Carlos Costa Baptista
Acta Cirurgica Brasileira , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a resposta biológica que o oleato de etanolamina possa desencadear na parede de veias superficiais normais de c es. MéTODOS: Utilizados 39 c es, sem ra a definida, adultos, machos, com peso variando entre 10 a 18 kg, distribuídos de modo aleatório em três grupos: grupo 1, avaliados após 7 dias, grupo 2, 14 dias e grupo 3, 21 dias. O procedimento foi realizado em duas fases. A primeira constou da inje o de 2 ml do oleato de monoetanolamina a 5%, por pun o única na veia cefálica do membro torácico do c o. A segunda, realizada 7, 14 e 21 dias após, constou da retirada da pe a operatória, tendo sido executada em três tempos diferentes, conforme o grupo a que pertencia o animal. As veias contralaterais foram extraídas como controle. Para estudo histológico utilizaram-se os métodos de hematoxilina-eosina e tricr mio de Masson. RESULTADOS: A trombose venosa e a organiza o do trombo ocorreram em todos animais estudados. A recanaliza o do trombo n o foi observada de modo estatisticamente significante, até 21 dias de exame. Encontrou-se les o de túnica média, que n o foi acompanhada de correspondente processo inflamatório. Na túnica adventícia este processo foi visto nos três períodos de tempo estudados. Depósitos de hemossiderina em fagócitos ocorreram aos 14 e 21 dias de experimento. Extravasamento de esclerosante foi observado somente na primeira semana de estudo. Material hialino fibrinóide foi encontrado aos 21 dias de experimento. CONCLUS ES: O oleato de etanolamina em contato com a parede interna da veia superficial produziu trombose venosa, a qual se organizou em todos os casos, n o se observando sua recanaliza o durante o tempo deste ensaio. Houve les o da túnica média venosa em todos animais estudados, sem que houvesse processo inflamatório reativo nesse local. Na túnica adventícia venosa surgiu processo inflamatório, além de sinais de extravasamento do esclerosante, da presen a de hemossiderina e de material hialino externos à veia.
Alcooliza o de miomas uterinos: uma nova estratégia terapêutica
ávila Lucilo,ávila Mirela,Gurgel Fernando,Amorim Melania
Acta Cirurgica Brasileira , 2002,
Abstract: O estudo avaliou a seguran a, eficácia e resultados da técnica de alcooliza o para tratamento da miomatose uterina. Analisou-se uma série de 20 pacientes (idade variando entre 20 e 40 anos) submetidas a alcooliza o para tratamento de miomatose uterina sintomática. O procedimento foi realizado sob anestesia geral, guiado por ultra-sonografia transvaginal. Realizou-se seguimento clínico e ultra-sonográfico (ultra-sonografia transvaginal e doppler colorido) com um e seis meses depois do tratamento. Analisaram-se os parametros: frequência de sintomas, mapa vascular (doppler) e tamanho da tumora o. Utilizaram-se os testes do qui-quadrado e Mann-Whitney. Significancia p<0,05. N o ocorreram complica es depois do procedimento. Observou-se alívio significativo da dismenorréia com um e seis meses e a frequência de dor pélvica e hipermenorragia reduziu-se significativamente com seis meses. Encontrou-se ainda uma significativa redu o do tamanho tumoral, de 89,3cm3 (volume inicial) para 73,5cm3 e 69,9cm3 (um e seis meses, respectivamente). A frequência de padr o de alto fluxo intra-tumroal foi de 80% antes e 15% e 20% um e seis meses depois do procedimento (p=0,0001). Conclui-se que estes resultados preliminares indicam que a alcooliza o guiada por ultra-sonografia pode constituir uma op o terapêutica efetiva para o tratamento conservador de pacientes com miomas uterinos. O grau de satisfa o das pacientes foi elevado e o procedimento pode vir a se tornar uma op o aceita para o tratamento da miomatose uterina.
Utilización de la escleroterapia con espuma en úlceras varicosas de miembros inferiores Use of foam sclerotherapy in the treatment of varicose ulcers of lower extremities
Manuel Jorge Hernández Rivero,Antonio Suárez Cabrera,Yoandra Mercedes Machado Domínguez,Addis Márquez Furet
Revista Cubana de Medicina General Integral , 2010,
Abstract: La úlcera varicosa es una de las complicaciones más temidas y frecuentes de la insuficiencia venosa crónica, por la sintomatología y discapacidad que provoca en el paciente y los elevados costos que ocasiona. Se presenta un caso de un paciente con antecedentes de de várices en miembros inferiores, y una úlcera varicosa de varios a os de evolución en el miembro inferior izquierdo rebelde a diferentes tratamientos, a la cual se le realiza la técnica escleroterapia con espuma y se logra su cicatrización con una evolución favorable. The varicose ulcer is one of the more frequent and fearsome complications of chronic venous insufficiency due to its symptomatology and disability provoked in a patient with a history of lower extremities varices and the high related costs. This is the case a patient with a background of lower extremities varices and a varicose ulcer of some years of evolution in the left lower limb unmanageable for different treatments being necessary to perform the foam sclerotherapy technique achieving its healing with a favorable course.
Eficacia y seguridad de la esclerosis con espuma de las várices de miembros inferiores Effectiveness and safety of foam esclerosis of varix of lower limbs
A Suárez Cabrera,A Márquez Furet,A Aldama Figueroa
Revista Cubana de Investigaciones Biom??dicas , 2008,
Abstract: Objetivos: documentar los resultados de los primeros 285 pacientes tratados con esclerosis con polidocanol, en forma de espuma y sin el empleo de ultrasonido como guía, por presentar várices de miembros inferiores. Métodos: Se realizó un estudio prospectivo, monocéntrico y controlado que incluyó los primeros 285 pacientes que asistieron a una consulta de flebología por presentar várices tronculares o microvárices y a los cuales se les realizó esclerosis de sus lesiones con polidocanol en forma de espuma sin guía por medio del ultrasonido. Se evaluaron un grupo de variables demográficas y se cuantificó la efectividad, el número y tipo de complicaciones y la satisfacción del paciente a los 30 días de concluido el tratamiento. Resultados: Se logró una efectividad del 82 % con una sola sesión de tratamiento que se elevó al 94 % con dos sesiones. Las principales complicaciones fueron el dolor (33,6 %) y el mapeo (12,9 %) y el 90 % de los pacientes se mostró satisfecho con el tratamiento. Conclusiones: la esclerosis con espuma de los trancos venosos y las microvárices fue efectiva, segura y logró un alto nivel de satisfacción de los pacientes Objetive: To verify results obtained from the first 285 patients presenting with sclerosis and lower limbs varix, treated using Polidocanol in foam way, and without ultrasound guide. Methods: A prospective, monocentric and controlled study was carried out including the first 285 patients seen in Phlebology consulting room presenting with truncus and microvarix underwent sclerosis of their lesions usisng Polidocanol in a foam way without ultrasound guide. We assessed a group of demographic variables and also we quantify effectiveness, number and type of complications as wll as the satisfaction of patient after 30 days of treatment. Results: We achieved a 82% efectiveness with a single session of treatment, which increased to 94% with two sessions. Main complications included pain (33,6%) and mapping (12,9%), and 90% of patients were satisfied with treatment. Conclusions: Sclerosis in a foam way of venous trunks and microvarix was effective, safe and achieves a high level of satisfaction in patients
Endoscopic sclerotherapy of esophageal varices. A case report Escleroterapia endoscópica de várices esofágicas. Presentación de un caso
Pedro Juan Vázquez González,Marcos Félix Osorio Pagola
MediSur , 2010,
Abstract: A case of a patient with liver cirrhosis that had been previously diagnosed in the Department of Gastroenterology of the General University Hospital "Dr. Aldereguía Gustavo Lima" of Cienfuegos is presented. This patient came to the hospital with upper gastrointestinal bleeding as a clinical presentation and an evolution characterized by esophageal varices-related rebleeding. A non-surgical treatment with endoscopic sclerosis has been used. Se presenta el caso de una paciente con cirrosis hepática, diagnosticada con anterioridad en el Servicio de Gastroenterología del Hospital General Universitario “Dr. Gustavo Aldereguía Lima” de Cienfuegos. Esta paciente acudió a consulta con un sangrado digestivo alto como forma de presentación y con una evolución marcada por resangrados originados por várices esofágicas, en la que se utilizó tratamiento no quirúrgico, con esclerosis endoscópica.
Esplenectomia com ligadura da veia gástrica esquerda e desvasculariza o da grande curvatura do est mago no tratamento da esquistossomose hepatoesplênica: é necessária a escleroterapia endoscópica pós-operatória
FERRAZ álvaro Ant?nio Bandeira,LOPES Edmundo Pessoa de Almeida,BARROS Fábio Marinho do Rego,SETTE Marcelo José Antunes
Arquivos de Gastroenterologia , 2001,
Abstract: Objetivo - Com o intuito de avaliar a eficácia e a manuten o da esclerose endoscópica pós-operatória como rotina, em associa o à esplenectomia com ligadura da veia gástrica esquerda e desvasculariza o da grande curvatura do est mago, foi realizado o presente estudo. Método - Entre 1992 e 1998 foram operados 131 pacientes no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE. O seguimento médio foi de 30 meses. Os pacientes foram solicitados a retornar ao ambulatório daquele hospital para realiza o de controle clínico e laboratorial. Dos 111 pacientes que retornaram ao ambulatório, apenas 80 realizaram endoscopia digestiva alta de controle. Destes 80, 36 seguiram a recomenda o e realizaram esclerose endoscópica pós-operatória (grupo 1), enquanto 44 n o a realizaram (grupo 2). Resultados - Observou-se de forma relevante e estatisticamente significativa, a diferen a entre os dois grupos quando se analisou a erradica o das varizes de es fago, com melhor resultado para o grupo 1 (52,7% do grupo 1 versus 18,2% do Grupo 2). Nos demais itens analisados (mortalidade, recidiva hemorrágica, trombose da veia porta, varizes de fundo gástrico e grau de fibrose periportal) n o se observou relevancia estatística. Conclus o - Conclui-se que a associa o da escleroterapia endoscópica pós-operatória à esplenectomia com ligadura de veia gástrica esquerda e desvasculariza o da grande curvatura do est mago, no tratamento da hipertens o portal esquistossomótica com antecedentes de hemorragia digestiva, deve ser mantida.
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