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ANáLISE DO POTENCIAL PARA IMPLANTA O DE ATIVIDADES DE OBSERVA O DE AVES NO CERRADO PAULISTA: PARQUE ESTADUAL DO JUQUERY, CAIEIRAS E FRANCO DA ROCHA, SP.

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A observa o de aves é um segmento do Ecoturismo dentre outros de observa o de fauna existentes no mundo. O Brasil é o segundo país em diversidade de aves. No país, está em franco crescimento e contando com apoio da EMBRATUR e do Ministério do Turismo em algumas iniciativas. Apesar de que muitos locais tem potencial, a atividade ainda é muito pouco explorada. Assim, é importante identificar áreas para a atividade, considerando este potencial e sua viabilidade. Quest es como acesso, infra-estrutura, estado de conserva o e a composi o da avifauna devem ser considerados. O Parque Estadual do Juquery, nos municípios de Caieiras e Franco da Rocha, SP, possui uma biodiversidade representativa de cerrado paulista com 250 espécies catalogadas de plantas e 154 de aves. Esta Unidade de Conserva o é o último fragmento de cerrado da Regi o Metropolitana de S o Paulo (RMSP). Com diferentes fisionomias de vegeta o num mosaico de forma es de cerrado, predominam as formas campestres mais abertas dos tipos campo-sujo, campo-cerrado e campo-limpo. Sua cria o, pelo Decreto Estadual no 36.859/93, teve como objetivo principal proteger esta forma o vegetal numa área total de 2.058,09 ha. Nos grot es, entre os morros e na parte baixa das encostas existem também fragmentos de forma es florestais, além de uma regi o com lagos. Situada entre as coordenadas 23o21'S e 46o42'W, apresenta relevo composto por grandes morros com altitudes por volta de 900m. O objetivo deste trabalho foi analisar o potencial para implanta o de atividades de ecoturismo e educa o ambiental focadas na observa o de aves nesta área de cerrado. Foi realizada pesquisa bibliográfica e webgráfica, levantamento local - entre mar o de 2009 a dezembro de 2010 - através de registros fotográficos, observa o e anota es de campo compostas também de relato de técnicos do Parque. O acesso a área é bastante fácil e a infra-estrutura para visitantes está centralizada numa pequena instala o onde funciona o núcleo de Educa o Ambiental com auditório para 60 pessoas, multimídia, museu com moldes de pegadas, animais taxidermizados, vitrine com cerrado reconstituifo e painéis explicativos sobre a fauna, flora, história e o tráfico de animais. As trilhas possuem placas indicativas com informa es como nome da trilha, grau de difuldade, total do percusso e tempo estimado. N o apresentam regras de visita o e nem informa es sobre características ambientais locais. As trilhas percorridas s o trilhas curtas e circulares onde volta-se ao ponto inicial sem repetir o percurso de retorno e com sentido único para que o v

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