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Emergência de Aedes albopictus em recipientes artificiais

Keywords: Aedes , Reservatórios de doen as , Dengue/transmiss o , Insetos vetores , Recipientes artificiais , Criadouros , Aedes aegypti , Aedes albobictus

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OBJETIVO: Estimar o potencial de emergência média diária de adultos fêmeas de Aedes albopictus, espécie que, embora n o tenha sido incriminada, até o momento, como vetora de dengue no Brasil, é muito próxima de Aedes aegypti. MéTODOS: As observa es foram realizadas quinzenalmente e de maneira ininterrupta na localidade de Pedrinhas, Estado de S o Paulo, no período de 1996 a 2000. Para estimar a produtividade dos criadouros, mediu-se o índice de emergência (E). Foram utilizados dois reservatórios grandes e permanentes com mais de 10 litros de água, para que o líquido faltante fosse reposto a cada coleta. Os demais reservatórios (seis) foram representados por cubas com capacidade de 1 litro, sendo que, a cada cuba, foi adicionado 1 litro de água destilada. Posteriormente, a cada coleta, o volume de água foi reposto independentemente da pluviosidade. As associa es foram estudadas pelo índice de correla o de Pearson. RESULTADOS: A emergência (E) do reservatório mantido descoberto foi de 66,5, maior do que a emergência da caixa d'água coberta, que foi de 12,2. Ambos os criadouros tiveram o caráter de "permanente" assegurado pela reposi o do líquido, caso o volume diminuísse ao longo do tempo de observa o. N o houve associa o importante com as condi es de pluviosidade e de temperatura. Os recipientes menores foram representados por cubas, em número de seis. Algumas delas mostraram associa o com as condi es meteorológicas e os índices de emergência (E), indicando os meses de menor pluviosidade como menos produtivos. Esses meses, de junho a novembro, seriam o lapso de tempo mais propício para realizar a opera o de remo o mecanica de recipientes. CONCLUS O: As diferen as encontradas na produtividade dos dois reservatórios permanentes poder o, ao menos parcialmente, ser explicadas pela presen a de matéria organica que serviria para a alimenta o larval. Quanto aos recipientes transitórios, sup e-se que a época de menor pluviosidade seria a mais propícia para executar a limpeza dos quintais domésticos. Com isso, seria mais eficaz a diminui o da prolifera o de mosquitos na esta o seguinte. A presen a de matéria organica na água dos criadouros poderá, se vegetal ou animal, trazer subsídios à separa o das popula es de Aedes aegypti e de Ae. albopictus.

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