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Habermas lendo Peirce Habermas reading Peirce

Keywords: Virada pragmática , Semiose , Intersubjetividade , Cosmologia , Pragmatic turn , Semiosis , Inter-Subjectivity , Cosmology

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Abstract:

Entre as várias referências feitas ao pensamento de Peirce, ao longo de sua carreira filosófica, dois textos foram tomados como exemplares da leitura que Jürgen Habermas faz do pensamento de Peirce e, ao lado das diferen as encontradas entre os dois textos, dois itens muito importantes se conservam: a verdadeira admira o pela virada pragmática promovida por aquele filósofo e cientista, que será seguida por seu leitor, e a séria restri o feita à progressiva tendência do pensamento de abandonar a intersubjetividade como garantia da objetividade da semiose, dando preferência a uma fundamenta o cosmológica para todo conhecimento. Embora esta última restri o pudesse ser criticada em sua pertinência, tanto a admira o manifesta à contribui o feita por Peirce ao pensamento filosófico com sua proposta pragmática, quanto a restri o a um suposto abandono das rela es pessoais na base da semiose, sem dúvida, manifestam o viés filosófico de Habermas lendo um autor que ele admira, mas que n o pretende seguir como um exegeta. Among several references made to Peirce's thought during Jürgen Habermas' philosophical career, two texts are exemplars of the reading Habermas makes of Peirce's thought. Despite the differences found between the two texts, two very important items are conserved: a true admiration for the pragmatic turn promoted Peirce (and followed by Habermas), and serious restrictions with regard to the progressive tendency in Peirce's thought toward abandoning intersubjectivity as the warrant of the objectivity of semiosis and giving preference to a cosmological foundation to all kinds of knowledge. Although this last restriction could be criticized as to its pertinence, both the admiration manifested by Habermas for Peirce's contribution to philosophical thought in his pragmatic proposal, as well as Habermas's restrictions regarding a supposed abandonment of personal relations on the basis of semiosis, undoubtedly manifest the philosophical bias of Habermas' reading of an author he admires but does not intend to follow as an exegete.

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