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PERI  2012 

Liberdade de consciência e ordem civil em John Locke

Keywords: Liberdade , consciência , lei natural , tolerancia.

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Abstract:

Um dos grandes problemas do liberalismo político é administrar a pluralidade de opini es, de doutrinas religiosas e morais que se formam no interior da sociedade civil. Uma teoria liberal n o pode ter como princípio a instaura o de um único ponto de vista como o verdadeiro. Ao contrário, trata-se de manter a coexistência pacífica daquela diversidade de pensamentos e a es, até mesmo porque o liberalismo busca reconhecer a pluralidade de opini es como o resultado natural do exercício livre da raz o humana. Tal pluralidade tem sua origem na liberdade de consciência individual. Cada indivíduo, adotando esta ou aquela cren a, age em conformidade com ela, e, na medida em que a mesma cren a é admitida por um grupo e repudiada por outro, surgem os conflitos que podem aumentar em intensidade até se tornarem violência física e moral, violência que o liberalismo procura combater e eliminar da sociedade civil. A quest o ent o é como estabelecer e assegurar os direitos da consciência individual, delineando seus limites e sua esfera de atua o, para que, sem que a liberdade de consciência seja negada, a ordem civil seja mantida. Este artigo procura examinar o modo como esta quest o foi tratada e desenvolvida no pensamento de John Locke, um dos pais do liberalismo.

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