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Valor nutritivo da vegeta o herbácea de caatinga enriquecida e pastejada por ovinos e caprinos Nutritive value of herbaceous vegetation of caatinga enriched and grazed by sheep and goats

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Objetivou-se avaliar a composi o química, digestibilidade e o consumo da vegeta o herbácea de uma Caatinga raleada e enriquecida com capim buffel (Cenchrus ciliaris L.) pastejada por ovinos e caprinos. Foram utilizados 12 caprinos F1 (B er x SRD) e 12 ovinos Santa Inês com peso vivo médio de 15kg. Os dados da vegeta o foram analisados através de delineamento inteiramente casualizado com observa es repetidas no tempo, e os de consumo dos animais foram em delineamento inteiramente casualizado com dois tratamentos e 12 repeti es. O pastejo n o afetou a composi o química e a digestibilidade in vitro da vegeta o herbácea. Em avalia o do dia 01 de junho os três componentes florísticos apresentaram os menores percentuais de matéria seca e os maiores de teores de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria seca. Entretanto ocorreu o inverso em 01 de agosto, que diferiu até mesmo do observado em 01 de setembro e 01 de outubro. Os caprinos apresentaram consumo de 437,47g de matéria seca, superior aos 331,78g de matéria seca ingerida pelos ovinos. Embora a matéria seca disponível da Caatinga raleada e enriquecida com capim buffel apresentasse baixos teores de proteína bruta e de digestibilidade in vitro da matéria seca, os caprinos conseguiram selecionar uma dieta capaz de permitir um consumo superior a 2% do peso vivo. The objective of this word was to evaluate the chemical composition, digestibility and intake of herbaceous vegetation in a thinned and enriched with buffel grass (Cenchrus ciliaris L.) Caatinga grazed by sheeps and goats. 12 goats F1 (Boer x SRD) and 12 Santa Inês sheeps with live weight of 15,00kg were used. The vegetation data were analyzed using a completely randomized design with repeated observations over time, and the animals intake of was also a completely randomized design with two treatments and twelve repetitions. Grazing did not affect the chemical composition and in vitro digestibility of herbaceous vegetation. On the evaluation on june 1st the three floristic components had the lowest percentage of dry matter and the higherest percentages of crude protein and in vitro digestibility of dry matter, while the opposite occurred in august 1st, differing even from that observed in september 1st and october 1st. The goats intake was 437.47 of dry matter, compared to 331.78g of dry matter intake by sheep. Although the available dry matter from thinned and enriched caatinga with buffel grass presented low levels of crude protein and in vitro digestibility of dry matter, the goats were able to select a diet that allowed intake

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