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Insensatos afetos: homossexualidade e homofobia na telenovela brasileira
Fabio Scorsolini-Comin,Manoel Ant?nio dos Santos
Barbarói , 2012,
Abstract: Este estudo investiga o modo como a temática homossexual tem sido retratada na telenovela brasileira Insensato Cora o, veiculada em 2011. Por meio de um núcleo constituído por personagens gays, os autores da trama descrevem a diversidade das quest es homoafetivas, desde o processo de reconhecimento da homossexualidade pelo sujeito, a “saída do armário”, passando pelo preconceito, pela homofobia e busca do reconhecimento dos direitos civis. Fato inédito na teledramaturgia brasileira, os personagens com orienta o divergente da heteronormatividade n o apenas s o destaques na arquitetura da trama, como os seus dramas acabam sendo expressos de modo a explicitar uma visibilidade anteriormente negligenciada ou interdita. Para além desse movimento diferenciado de inclus o da temática homoafetiva na telenovela, destacam-se os efeitos formadores de opini o pública da televis o, como mecanismo de comunica o de massa. Embora alguns personagens ainda retratem movimentos que em nada contribuam efetivamente para a mudan a de posicionamentos, favorecendo vis es unívocas dos homossexuais como pessoas libertinas e em risco psicossocial, identificamos outros movimentos, que trazem para o domínio familiar dramas anteriormente escamoteados pela teledramaturgia. Abstract This study investigates how the theme of homosexuality has been portrayed in the Brazilian soap opera Foolish Heart, aired in 2011. Through a core made up of gay characters, the authors describe the plot homosexual the diversity of issues, from the recognition process by the subject of homosexuality, the "coming out", through prejudice, homophobia and demanding the recognition of rights civilians. Unprecedented in Brazilian soap operas, the characters with divergent orientation of heteronormativity, are not only highlights the architecture of the plot, as his plays end up being expressed in order to explain a previously neglected or forbidden visibility. In addition to this movement for the inclusion of different thematic homosexual in the soap opera, the highlights are the shapers of public opinion effects of television, as a means of mass communication. While some characters will portray movements at all contribute effectively to the changing positions, favoring unambiguous views of homosexuals as people libertine and psychosocial risk, identify other movements they bring to the area earlier family dramas unsuccessful.
Os termos relativos ao segmento GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) no contexto das Linguagens Documentárias Los termos relactivos al segmento GLBT (gays, lesbianas, bisexuales y transgéneros) en el contexto de los lenguajes documentários
Claudio Roberto da Silva,Marilda Lopes Ginez de Lara
Informa??o & Informa??o , 2004, DOI: 10.5433/1981-8920.2004v9n0p
Abstract: Este artigo sintetiza uma monografia de conclus o de curso que investiga a importancia das palavras relativas à experiência de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. A reflex o tem início com estudos sobre a forma o da linguagem e de sua importancia para a integra o humana à cultura, diferenciando a linguagem natural da linguagem documentária através da compreens o sobre o processo de forma o das LDs e do reconhecimento de seu poder ideológico. Na seqüência, dedica-se a recuperar o uso de termos relacionados a sexo e gênero no decorrer da história e à apresenta o dos sistemas organizados por Dewey e Cutter (CDD e LCSH). Neste ponto, é feita uma análise sobre como esses sistemas sustentavam discursos produzidos pela autoridade científica, no primeiro caso, e, no segundo, pela imposi o de padr es culturais relativos ao público majoritário e cujas características incapacitaram esses sistemas de atender a segmentos sociais mais específicos. Finalmente, a reflex o destaca as mudan as provocadas por sujeitos políticos que, aliados aos bibliotecários, ganharam espa o nos anos sessenta e que reconheceram a importancia da guarda de materiais, de centros de documenta o, como a necessidade de novas linguagens para atender ao público GLBT, dando origem a um novo campo de estudos sobre a análise da documenta o.
A violência contra gays em ambiente escolar
Joao Bosco Gois,Thiago Soliva
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract:
Homossexualidade e Igrejas Crist s no Rio de Janeiro
Maria das Dores Campos Machado,Fernanda Delvalhas Piccolo,Luciana Patrícia Zucco,José Pedro Sim?es Neto
REVER : Revista de Estudos da Religi?o , 2011,
Abstract: Este artigo analisa o debate sobre as distintas express es da sexualidade humana no interior de igrejas crist s situadas na Regi o Metropolitana do Rio de Janeiro. Mais especificamente, examina as opini es de treze lideran as cató-licas, pentecostais e de igrejas evangélicas históricas sobre as homossexualidades e as reivindica es dos movimentos LGBT. A análise desses discursos indica a articula o da perspectiva naturalista da sexualidade com a vis o essencialista e dual de gênero em todas as configura es confessionais. Entretanto, sugere rea- es diferenciadas dos atores religiosos às transforma es em curso na sociedade, com alguns grupos dialogando com os movimentos sociais e os novos discursos sobre as subjetividades dos sujeitos sociais. Outros segmentos, contudo, s o refratários às proposi es das Ciências Sociais que enfatizam a importancia da dimens o cultural nas rela es de gênero e na sexualidade, e essa rea o acaba refletindo no campo de discuss es das identidades sexuais alternativas à heteros-sexual. Observa-se, assim, avan os limitados na negocia o cognitiva em torno das homossexualidades e uma forte tendência de alinhamento dos religiosos na defesa da monogamia e no combate à promiscuidade, mesmo nos discursos mais liberais e afinados com as demandas dos movimentos LGBT.
O idoso homossexual e a gênese do direito ao afeto
Anna Cruz de Araújo Pereira da Silva
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2007,
Abstract: Este artigo analisa de que forma o impedimento legal de forma o de entidades familiares formais homoafetivas é fator que contribui para a vulnerabilidade social e a fragilidade pessoal de idosos homossexuais, refletindo no padr o de convivialidade e na identidade deste grupo, e em que medida essa veda o se contrap e ao ideal de direitos humanos e às legisla es nacional e internacional.
Igreja e modelos alternativos de família: uma abordagem discursiva de base sistêmico-funcional à luz do subsistema atitude da teoria da avaliatividade
Alex Luis dos SANTOS,Narjara Rhayssa Ferreira DUARTE
Entrepalavras : Revista de Linguística do Departamento de Letras Vernáculas da UFC , 2012,
Abstract: O estudo da avaliatividade — uma abordagem para explorar, descrever e explicar a forma como a linguagem é usada para avaliar, adotar posturas, construir personas textuais e gerenciar posicionamentos interpessoais e relacionamentos — possibilita a compreens o crítica do complexo de valores, costumes, cren as e práticas que constituem o modo de vida de um grupo específico. Destarte, este artigo apresenta uma análise, com base nesse estudo, do discurso do cardeal Joseph Ratzinger — o papa Bento XVI — que oficializa a posi o da Igreja Católica em rela o aos modelos alternativos de família. Objetiva-se, ent o, elaborar uma crítica sobre as implica es decorrentes das escolhas linguísticas que apontam a avalia o do pontífice. A despeito de uma reavalia o da postura ético-teológica a ser adotada em rela o à homossexualidade, que alguns estudos têm apontado, o que se percebe por meio principalmente de julgamentos é a resistência a qualquer inclina o para o reconhecimento social das formas alternativas de família.
Coes o e adaptabilidade conjugal em homens e mulheres hetero e homossexuais
Clarisse Pereira Mosmann,Eduardo Lomando,Adriana Wagner
Barbarói , 2010,
Abstract: A diversidade nas configura es conjugais é um fen meno em expans o que vem dando visibilidade a arranjos tais como os casais de gays e lésbicas. Esse panorama traz diversos questionamentos quanto à forma como esses casais lidam com suas rela es amorosas, especificamente em compara o aos casais heterossexuais. A fim de entender melhor esses aspectos, comparamos um grupo de heterossexuais (149 homens e 149 mulheres) com outro de homossexuais (77 homens gays e 34 mulheres lésbicas), sendo que todos estavam num relacionamento amoroso, a partir do instrumento FACES III, que mede as dimens es de coes o e adaptabilidade conjugal. Comparamos os grupos como um todo, em rela o ao sexo – homens heterossexuais com homens gays, mulheres heterossexuais com mulheres lésbicas – assim como os homens gays com as mulheres lésbicas. As médias de coes o e adaptabilidade dos homossexuais foram significativamente maiores quando comparadas às dos heterossexuais, mas n o houve diferen a significativa quanto à compara o entre gays e lésbicas. Os dados possivelmente apontam para as diferen as entre as configura es conjugais. Fatores como filhos e a institui o do casamento podem contribuir para diminuir os níveis de qualidade conjugal, assim como, por outro lado, a maior flexibilidade dos papéis de gênero e o afeto como funda o da rela o conjugal também podem estar associados aos maiores níveis de coes o e adaptabilidade dos casais do mesmo sexo. Abstract The diversity of marital relations is an expansion phenomenon that has been making visible different configurations such as gays and lesbian couples. This scenery opens several questions in relation to the way these couples deal with their relationships and what are the differences and similarities between them and heterosexual couples. In order to better understand these aspects, we compared a heterosexual group (149 men and 149 women) with a homosexual group (77 gays men and 34 lesbian women), all of them in a couple relationship, using the FACES III instrument, which measures couple cohesion and adaptability. We compared the groups taking into account the sex of the participants – heterosexual men with gays men, heterosexual women with lesbian women – and gays men with lesbian woman. The data reveals differences between the couple’s configurations. The cohesion and adaptability averages within the homosexual group were significantly higher than the heterosexual group. Aspects such as children and marriage as an institution may contribute to reduce the level of marital quality. On the other hand, the higher gender role
Sexo, gênero e homossexualidade: o que diz o povo-de-santo paulista?
Milton Silva dos Santos
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2009, DOI: 10.5752/444
Abstract: Resumo "O candomblé aceita o homossexualismo porque é uma religi o que n o tem pecado. N o interessa se você seja homem, mulher ou gay. N o importa a op o sexual. (...) Você pode ver. é uma religi o de homossexuais". é assim que um filho-de-santo responde a uma pergunta sobre a notável presen a de homossexuais iniciados na religi o dos orixás. Se comparadas a outras denomina es hostis e indiferentes às orienta es n o-heterossexuais, o candomblé e outras devo es afro-brasileiras s o, de fato, mais tolerantes à participa o de homossexuais, permitindo-lhes ocupar todos os postos previstos na hierarquia ritual. Embora estejam entre as express es religiosas que menos discriminam o indivíduo por raz es de preferência sexual, percebemos por meio da literatura especializada e de uma pesquisa de campo, realizada na regi o metropolitana de S o Paulo, que os candomblecistas também empregam em seus discursos argumentos ou narrativas míticas, certos princípios e valores seculares articulados à moralidade crist e que d o sustenta o à hierarquia de sexo/gênero - conforme alguns sacerdotes, as categorias homem/mulher e masculino/feminino devem corresponder às expectativas sociais esperadas para cada ser sexuado. Em virtude disso, tratar de homossexualidade nas comunidades-terreiro, ao contrário do que possa parecer, é um tema delicado, restrito e rodeado de tabus. Palavras-chave: Candomblé; Gênero; Sexualidade; Homossexualidade. Abstract "Candomblé accepts homosexualism because it is a religion where sin does not exist. It does not matter whether you are a man, a woman or gay. Your sexual choice does not matter. [...] You can see it. It is a religion of homosexuals." This is how a filho-de-santo answers a question about the remarkable presence of homosexuals initiated into the orixás' religion. If compared to other denominations, hostile or indifferent to nonheterosexual orientations, candomblé and other Afro-Brazilian religions are indeed more tolerant to the participation of homosexuals, allowing them to hold all positions in the ritual hierarchy. However, based on the literature and on a field research carried out in the S o Paulo metropolitan region, we realized that those affiliated to candomblé, although following one of the religions with the lowest degree of prejudice against individuals due to their sexual preference, also employ in their discourse arguments or mythical narratives, secular principles and values articulated with Christian morality, which support the sex/gender hierarchy: according to some priests, man/woman and male/female catego
Um estudo sobre as formas de preconceito contra homossexuais na perspectiva das representa es sociais
Lacerda Marcos,Pereira Cícero,Camino Leoncio
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2002,
Abstract: Este artigo analisa, na perspectiva das representa es sociais, as formas como estudantes universitários expressam o preconceito contra homossexuais e a rela o desse preconceito com as explica es da homossexualidade. Para tanto, aplicaram-se questionários a 220 alunos de uma universidade pública da cidade de Jo o Pessoa. Os resultados permitiram classificar os estudantes em uma tipologia composta por três grupos de indivíduos: preconceituosos flagrantes, preconceituosos sutis e n o preconceituosos. A análise da ancoragem social do tipo de preconceito apresentado pelos estudantes mostrou que os preconceituosos flagrantes se opuseram às explica es psicossociais (próprias das mulheres e dos estudantes de psicologia) e aderiram mais fortemente às explica es ético-morais e religiosas (próprias dos estudantes de engenharia). Os n o preconceituosos estudam psicologia e aderem às explica es psicossociológicas. Já os preconceituosos sutis explicaram a homossexualidade a partir de causas biológicas e psicológicas, próprias dos estudantes de medicina e das mulheres.
Parcerias e práticas sexuais de jovens homossexuais no Rio de Janeiro
Rios Luís Felipe
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo aborda aspectos da organiza o das vidas eróticas de homens jovens com práticas homossexuais. As reflex es apresentadas s o embasadas em pesquisa etnográfica, que envolveu observa es em espa os de homossociabilidade e entrevistas com jovens com práticas homossexuais do Rio de Janeiro. Por meio da apresenta o de cenas eróticas próprias a um circuito homoerótico e pelo resgate das trajetórias sexuais de jovens com práticas homossexuais, este artigo busca apontar implica es dos roteiros eróticos e padr es de parcerias sexuais identificados para a saúde sexual desses mesmos jovens. O texto chama especial aten o para relatos sobre o surgimento de intera es eróticas na infancia, em parcerias interetárias e intergeracionais que se prolongam até a idade adulta, em uma crescente tendência a ir se invertendo (busca por parceiros mais novos em termos etários). O artigo sugere que tais fen menos necessitam ser mais bem entendidos por possuírem sérias implica es para o planejamento de a es em saúde sexual para jovens (e crian as) com práticas homossexuais.
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