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Distribui o da sacarose-fosfato sintase e sacarose sintase em bananas durante o amadurecimento
BASSINELLO Priscila Z.,FIORAVANTE Ana Paula,NASCIMENTO Jo?o R. O. do,CORDENUNSI Beatriz R.
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 1999,
Abstract: A hidrólise do amido e a síntese de a úcares durante o amadurecimento da banana s o transforma es bioquímicas importantes, havendo evidências de que ocorrem de forma homogênea no fruto. Para confirmar este fato, amostras de banana nanic o (Musa spp.) colhidas aos 110 dias pós-antese, foram coletadas no decorrer do amadurecimento e foram determinados os teores de amido, hexoses e sacarose e a atividade das enzimas sacarose-fosfato sintase (SPS) e sacarose sintase (SS) em diferentes partes do fruto. Observou-se que na banana verde, existe mais amido na por o periférica (18%) do que na central (13%). Porém, a sua velocidade de degrada o durante o amadurecimento é a mesma, o que resulta em teores diferenciados de amido residual na banana madura. Também o aparecimento e acúmulo de sacarose foi simultaneo nas duas regi es e coincidente com os valores máximos de atividade da SPS. Utilizando-se de técnica de identifica o por anticorpos específicos para SS e SPS em tecidos verde e maduro, observou-se uma distribui o homogênea das enzimas e aparente correla o entre a cor desenvolvida e a varia o de atividade.
Compara o entre os teores de carboidratos totais solúveis presentes em distintas fra es da levedura Saccharomyces cerevisiae Meyen
MENDES-COSTA M.C.,MORAES W. B. C.
Revista Brasileira de Biologia , 1999,
Abstract: Linhagens de Saccharomyces cerevisiae foram quantitativamente comparadas quanto ao teor de carboidratos totais solúveis presentes em dois tipos de fra o: o "lavado" e o "lisado", com o objetivo de identificar a fra o mais rica para ser utilizada em programas de indu o de prote o em plantas. Os teores de a úcares encontrados na fra o "lavado" foram relacionados com os resíduos do meio de cultura e n o com os componentes extracelulares. Testes preliminares determinaram a criotritura o como método adequado de lise celular. Observa o relevante foi a grande variabilidade do teor de carboidratos presente no lisado de diferentes linhagens.
QUANTIFICA O DE LACTOSE EM QUEIJOS MINAS FRESCAL
Caruso E.C.,Oliveira A.J. de
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: O principal objetivo deste trabalho foi verificar a aplicabilidade do método de Acton na determina o de lactose em queijo tipo Minas Frescal e, para isso estudou-se a porcentagem de recupera o de lactose adicionada a amostras dos queijos, em diferentes situa es. As recupera es variam de 99,1% e 103,7% , e os melhores resultados em torno de 100%, obtidos para as amostras preparadas contendo até 40 mg de lactose / ml. Os queijos tipo Minas Frescal, de três lotes diferentes com três queijos por lote, foram adquiridos no comércio de Piracicaba, SP aos dois dias de fabrica o e nesse mesmo dia, analisados para o teor de lactose. Os resultados variaram de 2,36% a 2,47% no lote 1; 2,68% a 3,03% no lote 2 e 2,19% a 2,48% no lote 3, mostrando, assim, boa uniformidade dentro dos lotes e pequena varia o entre estes, mas, todos os valores apresentaram-se dentro das faixas comumente encontradas para este tipo de queijo.
Altera es na atividade da peroxidase e do conteúdo de carboidratos em mandioca cultivada in vitro sob estresse salino
LIMA G.P.P.,FERNANDES A.A.H.,CAT?NEO A.C.,CEREDA M.P.
Scientia Agricola , 1998,
Abstract: A influência de estresse induzido por cloreto de sódio (75 e 150 mM) sobre o conteúdo de carboidratos solúveis e atividade da peroxidase, foi estudada em plantulas de mandioca cultivadas in vitro. Os resultados mostraram que a atividade da peroxidase diminuiu gradualmente durante o crescimento de plantulas em todos os tratamentos. O conteúdo de a úcares redutores foi menor em plantulas submetidas a 75 mM de NaCl, nas fases mais adiantadas do desenvolvimento, em compara o com a dose mais elevada do sal (150 mM de NaCl) ou sua omiss o. Os resultados obtidos indicaram que o NaCl alterou o metabolismo de carboidratos, atividade da peroxidase e o crescimento de plantulas cultivadas in vitro.
Amido resistente: características físico-químicas, propriedades fisiológicas e metodologias de quantifica o
Walter Melissa,Silva Leila Picolli da,Emanuelli Tatiana
Ciência Rural , 2005,
Abstract: Encontrado em diversos alimentos, o amido é a mais importante fonte de carboidratos da dieta. Potencialmente digerível pelas enzimas no trato gastrintestinal, é absorvido na forma de glicose no intestino delgado. Apesar disso, quantidade significativa de amido pode escapar a esta digest o, alcan ando o cólon, onde é fermentado pela flora bacteriana. Esta fra o, conhecida como amido resistente, tem sido intensamente estudada nos últimos anos devido aos potenciais benefícios à saúde humana. Vários métodos s o utilizados para a determina o do amido resistente. Porém, nenhum é de aceita o unanime, uma vez que apresentam diferen as importantes nos protocolos e nos resultados obtidos. Neste contexto, o presente trabalho visa fornecer subsídios para um melhor entendimento sobre as características físico-químicas, propriedades metabólicas e fisiológicas, bem como, sobre as varia es nas metodologias existentes para a determina o do amido resistente.
Análise das recomenda es internacionais sobre o consumo de a úcares publicadas entre 1961 e 1991
Freire Maria do Carmo M.,Cannon Geoffrey,Sheiham Aubrey
Revista de Saúde Pública , 1994,
Abstract: Realizou-se levantamento das recomenda es nutricionais sobre o consumo de a úcares contidas nas publica es especializadas em todo o mundo, nos últimos 30 anos. Objetivou-se investigar as recomenda es sobre o consumo de a úcares e identificar qual orienta o deveria ser dada ao público e autoridades competentes sobre os níveis ideais de a úcares na dieta compatíveis com uma boa saúde. As informa es foram obtidas de 116 publica es elaboradas por comitês de especialistas de 37 diferentes países e regi es do mundo, incluindo principalmente países desenvolvidos, mas também aqueles em desenvolvimento. Os resultados permitiram concluir que a grande maioria (84,5% das publica es analisadas) fazem recomenda es sobre o consumo de a úcares extrínsecos ou livres, havendo consenso de que estes a úcares, principalmente a sacarose, devem ser reduzidos da dieta. A recomenda o mais freqüente é 10% de calorias a partir dos a úcares extrínsecos como um nível máximo. Tais recomenda es s o geralmente dirigidas à toda a popula o com a finalidade de manter a saúde geral, mas sobretudo prevenir a cárie dental e a obesidade. Concluiu-se que as recomenda es sobre o consumo de a úcares contidas nas publica es editadas nas últimas três décadas s o coerentes com a evidência científica da rela o entre os a úcares e as doen as cr nicas e, portanto, deveriam ser integradas às políticas de alimenta o e saúde.
Silagem de sorgo de porte baixo com diferentes teores de tanino e de umidade no colmo. II - Altera es nos carboidratos durante a fermenta o
Borges A.L.C.C.,Gon?alves L.C.,Nogueira F.S.,Rodriguez N.M.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 1999,
Abstract: Foram estudadas silagens de quatro híbridos de sorgo, com diferentes teores de umidade no colmo combinados com teor alto ou baixo de tanino, feitas em silos de laboratório de tubos "PVC", lacrados com fita crepe e dotados de uma válvula tipo "Bunsen". Usaram-se 24 tratamentos com quatro repeti es cada, sendo quatro híbridos (T1=colmo suculento e baixo tanino, T2=colmo seco e baixo tanino, T3=colmo seco e alto tanino, T4= colmo suculento e alto tanino) combinados com seis tempos para abertura do silo, sendo o primeiro tempo antes de ensilar (P1), seguido de 1, 7, 14, 28 e 56 dias de ensilagem. Foram determinados os teores de carboidratos solúveis em álcool, de amido e de carboidratos estruturais. Adotou-se um esquema fatorial 4×6 e utilizou-se o teste de Tukey para compara o entre médias. A maior parte dos carboidratos solúveis foi consumida até P3. Foi verificada queda nos valores de amido ao longo da fermenta o, assim como de FDN e hemicelulose. Os híbridos de colmo suculento apresentaram maiores teores de FDA. Os híbridos com alto tanino apresentaram maiores concentra es de lignina.
Effect of different carbon sources on the in vitro multiplication of Annona sp. Efeito da fonte de carbono na multiplica o in vitro de Annona sp.
José Raniere Ferreira de Santana,Renato Paiva,Ana Valéria de Souza,Lenaldo Muniz de Oliveira
Ciência e Agrotecnologia , 2011,
Abstract: The Annonaceae family comprises approximately 2.300 species, some with significant commercial value. Although commercial plantations have suffered due to problems related to seedling production. As micropropagation is a viable technique for seedling production, the present work evaluated the effects of different carbon sources on in vitro bud induction in five Annonaceae species. Nodal segments obtained from plants of the Annona glabra, A. cauliflora, A. coriacea, A. bahiensis and Rollinia silvatica species were inoculated into solid WPM culture medium with 8.87 μM BAP, 0.86 mM of benomyl, and 87.64 mM of the following carbon sources: glucose, sucrose, fructose, galactose, sorbitol and maltose. We evaluated the buds number, the length and weight of the largest bud, the number of expanded leaves per bud, the length of the largest leaf and the dry matter of the buds. No significant difference was observed among the different carbon sources used in terms of the number of produced buds; however, the length of the largest bud, the number of expanded leaves, the length of the largest leaf, and dry weight of the buds presented significant difference according to the studied speciesas well as the carbon sources used, with the lowest value being obtained with sorbitol. The results obtained here indicated that, except for sorbitol, any of the carbohydrates tested could be used in the in vitro multiplication protocols for A. bahiensis, A. cauliflora, A. coriacea, A. glabra and R. silvatica. A família Annonaceae compreende, aproximadamente, mais de 2.300 espécies, algumas com ampla aceita o no mercado nacional. No entanto, o plantio comercial tem sido prejudicado, em raz o das quest es relacionadas à produ o de mudas. Considerando que a micropropaga o é uma técnica viável nesse contexto, conduziu-se este trabalho, com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes fontes de carbono na indu o de brota es in vitro em cinco espécies de anonáceas. Segmentos nodais obtidos de plantas de Annona glabra, A. cauliflora, A. coriacea, A. bahiensis e Rollinia silvatica, foram inoculados em meio à cultura WPM sólido + 8,87 μM de BAP, 0,86 mM de benomil e 87,64 mM das seguintes fontes de carbono: glucose, sucrose, fructose, galactose, sorbitol e maltose. Avaliou-se o número de brota es, o comprimento e o peso da maior brota o, o número de folhas expandidas por brota o, o comprimento da maior folha e a matéria seca das brota es. N o houve diferen a significativa entre as fontes de carbono para o número de brota es. Mas, para as variáveis comprimento das brota es, número
Características agron micas e composi o química de oito híbridos de sorgo [Sorghum bicolor (L.) Moench]
Pedreira Márcio dos Santos,Reis Ricardo Andrade,Berchielli Telma Teresinha,Moreira Andréia Luciane
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar as características agron micas, composi o química das fra es e da planta inteira de oito híbridos de sorgo, semeados em mar o de 2000, no sentido de contribuir para os programas de sele o de germoplamas resistentes aos efeitos das estiagens prolongadas e, ao mesmo tempo, apropriados ao processo de ensilagem. Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso com oito tratamentos e três repeti es, para avaliar os híbridos AG-2005, BR-700, MASSA-03, 498111, 65E3, 698005, 698007 e 699005. N o houve diferen as significativas entre produ o de matéria seca (PMS) e propor o de folhas dos híbridos avaliados. A maior propor o de colmo (41,3%) foi observada no 498111 e a menor no MASSA-03 (28,9%). O híbrido 65E3 apresentou a maior propor o de panícula (43,2%) e o 498111 a menor (28,9%). Quanto à composi o química da planta inteira, n o foram observadas diferen as significativas entre os híbridos quanto aos teores de matéria seca, matéria mineral, hemicelulose, nitrogênio insolúvel em detergente neutro, nitrogênio insolúvel em detergente ácido e nutrientes digestíveis totais (NDT). Os teores de proteína bruta variaram de 6,5 a 8,8%, fibra em detergente neutro de 57,0 a 70,3%, fibra em detergente ácido de 29,8 a 36,2%, celulose de 25,3 a 31,2% e lignina de 3,6 a 5,5%, sendo estatisticamente diferentes entre os híbridos. O 699005 apresentou o maior teor de carboidratos solúveis (14,5%), diferindo estatisticamente apenas do híbrido 698007 (9,6%). Os híbridos também mostraram diferen as na composi o química das fra es folhas, colmo e panícula. De forma geral, todos os híbridos apresentaram teores de matéria seca e carboidratos solúveis adequados ao processo de ensilagem. As produ es médias de matéria seca dos híbridos (6,2 t/ha), foram altas considerando-se a baixa precipita o ocorrida durante o período experimental. A análise de Cluster sugeriu o agrupamento dos híbridos de maior PMS e menores porcentagens de panícula e NDT e híbridos de menor PMS, porém com maiores porcentagens de panícula e NDT.
Fra es Nitrogenadas, Glicídicas e Am nia Liberada pela Cama de Frangos de Corte em Diferentes Densidades e Tempos de Confinamento
Hernandes Renata,Cazetta Jairo Osvaldo,Moraes Vera Maria Barbosa de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O presente trabalho foi conduzido com o objetivo de estudar a libera o de am nia pela cama de frangos de corte, bem como o teor de umidade e de compostos glicídicos (carboidratos redutores) e nitrogenados (nitrogênio total, nitrogênio solúvel total e nitrato) presentes na mesma, em fun o da densidade populacional, tempo de confinamento e sexo das aves. Realizou-se o experimento em delineamento inteiramente casualizado. A cama de frango foi submetida às densidades de 10; 14; 18 e 22 aves/m2 de piso, para ambos os sexos, e analisada em três épocas diferentes (24, 38 e 42 dias de idade das aves), utilizando-se de esquema fatorial 4x2x3 (densidades x sexos x épocas). De modo geral, observou-se que o sexo n o influenciou o comportamento das variáveis estudadas. O aumento da densidade e o avan o da época de amostragem induziram a aumentos da quantidade de am nia liberada, do teor de umidade e dos teores de nitrogênio total e de nitrogênio solúvel, bem como diminui o do teor de carboidratos redutores. Estes resultados sugerem a necessidade de um controle rigoroso da am nia no ar dos galp es, principalmente em densidades elevadas e no período final de cria o.
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