oalib

Publish in OALib Journal

ISSN: 2333-9721

APC: Only $99

Submit

Any time

2016 ( 1 )

2013 ( 245 )

2012 ( 741 )

2011 ( 486 )

Custom range...

Search Results: 1 - 10 of 5363 matches for " Violência "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /5363
Display every page Item
Um olhar da saúde sobre a violência
Paula Borges Jacques,Querubina Bringel Olinda
Revista Brasileira em Promo??o da Saúde , 2012,
Abstract: Violência é o uso intencional da for a física ou do poder, real ou em amea a, contra si mesmo, outra pessoa, ou contra um grupo ou comunidade, que resulte ou tenha uma alta probabilidade de resultar em les o, morte, dano psicológico, mau desenvolvimento ou priva o(1).No Brasil e no mundo, muito se fala sobre violência, a qual está presente de variadas formas no cotidiano das pessoas, quer seja no campo ou na área urbana. As cidades cresceram sem o devido planejamento, o povo migrou e gerou demandas sociais insatisfeitas nos grandes centros, a televis o invadiu os lares e modificou em larga escala o pensar das pessoas, as famílias relaxaram nas normas morais, os governos n o oferecem bons exemplos...Assim, a violência se inseriu em todos os aspectos da vida, manifestando-se na economia (explora o do homem pelo homem, coa o do Estado, dependência material, discrimina o do trabalho da mulher, trabalho infantil, imposi es injustas etc.), na política (domínio de um ou vários partidos, totalitarismo, exclus o de cidad os na tomada de decis es, revolu o, guerra e luta armada etc.), na ideologia (implanta o de critérios oficiais, proibi o do livre pensamento, censura, manipula o da opini o pública, propagandas e matérias de cunho violento), na religi o (submiss o aos interesses clericais, controle severo do pensamento, proibi o de outras cren as e persegui o de “hereges” etc.), na família (explora o da mulher e dos filhos etc.), no ensino (autoritarismo de professores e diretores etc.), no exército (obediência cega aos comandantes etc.), na cultura (exclus o de correntes inovadoras, proibi o de edi o de obras, burocracias etc.)...(2)Cabe à saúde o trabalho com as pessoas atingidas pela violência, física ou psicológica, em hospitais, ambulatórios, consultórios... E às pesquisas em saúde tabularem os dados estatísticos. Em 2002, a Organiza o Mundial de Saúde (OMS) lan ou o primeiro relatório sobre violência e saúde, que realizou uma revis o global sobre o problema da violência (o que é, quem afeta e o como enfrentar), trazendo um olhar aprofundado sobre o tema, que assombra governos de todos os países(3). Desde ent o, a violência avan ou da esfera governamental-social, para sua intersec o com a saúde, seja na resultante representada pelos índices de mortalidade e morbidade ou nos custos que origina a rede pública de cuidado psicológico-médico-hospitalar aos vitimados pela violência, ou ainda, na colabora o de estratégias preventivas.O certo é que a sociedade vem perdendo um referencial e está, ao mesmo tempo, recebendo uma avalanche de informa es
La abierta competencia entre el reconocimiento jurídico y la valoración social: el caso de la violencia de pareja = The open competition between legal recognition and social assessment: the case of partner violence
Agoff, María Carolina
Civitas , 2009,
Abstract: Este artículo analiza el proceso de apropiación subjetiva de derechos de parte de las mujeres en el marco de las nuevas legislaciones que promueven la igualdad de género y el derecho a una vida libre de violencia en México. Si bien se observa una incipiente transformación de una cultura de las virtudes femeninas tradicionales en una cultura de derechos emancipatoria, existen aún muchos obstáculos para una tal apropiación. Se trata del conflicto entre normatividades, en particular, las normas sociales que guían el ejercicio de rol de género y, vinculado al mismo, la valoración social a nivel intersubjetivo y, por otro lado, las normas jurídicas que regulan el derecho a una vida libre de violencia, como una prerrogativa individual.
A VIOLêNCIA DOMéSTICA CONTRA A MULHER
Malila Natascha da Costa Pereira,Maria Zuleide da Costa Pereira
Revista Espa?o do Currículo , 2011,
Abstract: Um problema que se expressa em nível mundial e perpassa todas as fronteiras e culturas é a violência. Como sabido, a participa o das mulheres nos espa os públicos de decis o política já obteve êxito em alguns países e apresenta um cenário de ascens o com o passar dos anos. Mas, esta melhora, infelizmente, n o tem ocorrido quando falamos de violência, que em muitos lugares tem se intensificado, principalmente devido aos efeitos culturais da globaliza o e da diminui o da submiss o feminina.
Violência como morte da Alteridade
Renato Nunes Bittencourt
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: A presente resenha se prop e a analisar a quest o da violência como supress o da experiência ética da alteridade tal como apresentada de maneira precisa e pertinente pelos autores do livro
Imagens da violência e violência das imagens: considera es em torno do documentário Jardim ngela
Cristiane da Silveira Lima
Ciberlegenda , 2007,
Abstract: Este trabalho discute a rela o entre imagens e violência, n oapenas a partir do seu conteúdo, mas sobretudo a partir domodo pelo qual elas solicitam um engajamento do olhar.Para tanto, comparamos algumas idéias de Marie-JoséMondzain, Jean-Luc Nancy e Jean-Louis Comolli. Emseguida, discorremos brevemente sobre o filme Jardim ngela, de Evaldo Mocarzel. Por fim, nos interrogamossobre o tipo de experiência da violência que o filmeproporciona ao espectador.
Intimate partner violence during pregnancy: a prevalence study in the 2nd health district of the city of Recife Violência por parceiro íntimo durante a gravidez: um estudo de prevalência no Distrito Sanitário II da cidade do Recife
Alcieros Martins da Paz
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc3(12)372
Abstract: A violência de gênero é um problema persistente que afeta a vida de muitas mulheres e suas famílias. Violência por parceiro íntimo (VPI) refere-se a episódios de violência física, sexual ou psicológica cometida por parceiros. Este trabalho teve como objetivo investigar a prevalência de VPI e seus fatores associados em mulheres grávidas com idades entre 18 e 49 anos acompanhadas pelo Programa de Saúde da Família do Distrito Sanitário II da Cidade do Recife. Foram entrevistadas 400 mulheres que se encontravam a partir da trigésima primeira semana de gesta o. Encontrou-se uma prevalência de 28,5% para todas as formas de violência durante a gravidez. As violências psicológica, física e sexual sozinhas tiveram prevalências de 26,7%; 11,5% e 4,0%; respectivamente. A prevalência de violência antes da gravidez foi de 28,8%, e do total dessas mulheres 66,6% continuaram a ser agredidas durante a gesta o, sendo esta um forte indicador de abuso subseqüente. A violência foi maior entre as mulheres mais jovens, sem relacionamento estável, de ra a n o branca, com menos de cinco anos de estudo, desempregadas, sem renda própria e que possuíam em suas residências menos de quatro bens duráveis. Os parceiros com maior probabilidade de cometer violência foram aqueles mais jovens, com menos de cinco anos de estudo e que consumiam álcool e outras drogas. A alta prevalência das várias formas de violência encontrada em mulheres acompanhadas por um programa da aten o básica refor a a necessidade dos profissionais de saúde investigarem o agravo e instituírem estratégias de preven o do mesmo.
Acoso escolar - medidas de prevención y actuación =Harrassment at school – measures of prevention and performance
Gómez, Juana María Rodríguez
Educa??o , 2009,
Abstract: N o possui resumo em português
Midiatiza o da violência: os labirintos da constru o do consenso
Freire, Silene de Moraes,Carvalho, Andreia de Souza de
Textos & Contextos (Porto Alegre) , 2008,
Abstract: O presente artigo apresenta algumas reflex es preliminares sobre a análise do discurso da mídia, em especial da imprensa escrita, ao tratar o fen meno da violência como uma guerra, procurando identificar nessas falas a produ o de modos hegem nicos de ser e de existir no mundo. Partimos da premissa que na atualidade n o é possível entender a produ o de sentidos e significados, que reproduzem os esquemas de domina o, sem compreender a media o dos meios de comunica o na interpreta o da realidade contemporanea.
A violência como efeito da cristaliza o da fantasia de onipotência
Guerra Alba Gomes,Carvalho Glória
Psicologia em Estudo , 2004,
Abstract: Tomando-se como ilustra o alguns fragmentos de uma história-crime, colocou-se em discuss o o tema da violência, tendo como referência teórica idéias lacanianas. Foi destacado, sobretudo, o confronto entre desejo e lei, a partir da fun o paterna/simbólica, como elemento interditor da fantasia de onipotência. Os efeitos da onipotência dessa fantasia, em seu caráter de transgress o, foram discutidos como uma cristaliza o da ilus o de onipotência, tanto no sujeito investigador quanto no sujeito investigado. Seguindo esse percurso procurou-se real ar o lugar da subjetividade no movimento interpretativo.
Dispositivos de controle e gest o de violências na contemporaneidade
Bonamigo, Irme Salete et al.
Psico , 2009,
Abstract: Este artigo discute o controle e a gest o de violências na contemporaneidade a partir das políticas sociais de seguran a Programa Tolerancia Zero e Polícia Comunitária, emergentes em Chapecó (SC) nesta década, analisando discursos e práticas implicados e efeitos decorrentes. A pesquisa articulou princípios da postura etnográfica com fundamentos da Teoria Ator-Rede. Foram realizadas 80 entrevistas com moradores e pessoas de diversas entidades locais, pesquisa documental, pesquisa hemerográfica e observa o participante com registro em diário de campo. Apesar de as políticas sociais se sustentarem em lógicas diferenciadas, constatou-se a predominancia de práticas e discursos de puni o e repress o, mostrando a presen a do Estado Penal, discutido por Lo c Wacquant, mais preocupado com a seguran a criminal do que com a seguran a social. Evidenciou-se a necessidade de desnaturaliza o desses dispositivos de controle e de cria o de estratégias participativas na defini o e acompanhamento das a es de seguran a, podendo a psicologia contribuir nesse processo com estudos e interven es.
Page 1 /5363
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.