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Fatores associados às interna es hospitalares no Brasil
Castro M?nica Silva Monteiro de,Travassos Cláudia,Carvalho Marília Sá
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: O objetivo foi identificar fatores associados às admiss es hospitalares no Brasil, analisando se essa utiliza o é eqüitativa e identificando características associadas aos grandes usuários. A PNAD/1998 foi analisada, utilizando regress o logística e regress o logística multinomial, com pesos normalizados e técnicas estatísticas para corre o do efeito de desenho. O modelo teórico utilizado foi o Comportamental de Andersen. No modelo ajustado por necessidade de saúde e fatores capacitantes, pessoas com menor renda apresentaram maior chance de se internar; o contrário ocorreu no modelo ajustado somente por necessidade de saúde. Todas as variáveis de necessidade mostraram-se menos relacionadas ao uso nas pessoas com duas interna es, em compara o com aquelas com mais do que duas interna es. N o houve associa o entre variáveis sociais e ocorrência de duas interna es, mas essa associa o ocorreu para três ou mais interna es. A redu o das desigualdades sociais nos aspectos que "capacitam" ao uso de admiss es hospitalares reduziria as desigualdades neste uso. Um sistema de saúde que ofere a um "servi o de uso regular", além de baixo ou nenhum pagamento no ato do consumo, seriam medidas de impacto positivo na eqüidade do consumo de servi os hospitalares no Brasil.
Características das vítimas por acidentes de transporte terrestre em município da Regi o Sul do Brasil
Andrade Selma Maffei de,Jorge Maria Helena P de Mello
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a magnitude da morbimortalidade por acidentes de transporte terrestre e as características das vítimas. MéTODOS: Foram estudadas 3.643 vítimas de acidentes de transporte terrestre ocorridos em Londrina, Paraná, no primeiro semestre de 1996, abrangendo as registradas pela Polícia Militar, as que morreram no local do evento ou no trajeto para o hospital, além das atendidas em servi os de pronto-socorro ou internadas pelo Sistema único de Saúde. Foi observado um prazo de 180 dias para verificar ocorrência de óbito. RESULTADOS: Os coeficientes de incidência de agravos e de mortalidade médios por acidentes de transporte terrestre foram de 1582,2 e 29,0 por 100.000 habitantes, respectivamente. Esses coeficientes, entretanto, mostraram grande variabilidade em rela o a diversas características (local de residência, sexo, idade e categoria da vítima). Motociclistas representaram o principal tipo de vítima, seguidos por ciclistas e pedestres, perfazendo, juntos, 76,9% do total de vítimas e 81,5% das que morreram. CONCLUS ES: Os resultados revelam que os acidentes de transporte terrestre constituem-se importante causa de morbimortalidade e sugerem a necessidade de estratégias específicas de preven o com vistas a reduzir esses eventos, principalmente os que envolvem os usuários mais vulneráveis da via pública.
Utiliza??o dos servi?os de saúde no Brasil: gênero, características familiares e condi??o social
Travassos,Cláudia; Viacava,Francisco; Pinheiro,Rejane; Brito,Alexandre;
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002, DOI: 10.1590/S1020-49892002000500011
Abstract: objective. to investigate the pattern of utilization of health care services by men and by women in brazil. methods. we used data from the brazilian national household sample survey (pesquisa nacional por amostra de domicílios) carried out in 1998. logistic regression models were developed to analyze information concerning men and women who had and who did not have restrictions in their routine activities due to health problems during the 15 days before the survey. the individual variables considered were: labor market position (type of employment), amount of schooling completed, and race. also analyzed were family-related variables: per capita family income, size of the family, and, for the head of the family, the amount of schooling and labor market position. the two-level models (with family and individual variables) showed an effect from family characteristics, but the variables analyzed did not explain that effect. results. women used health services more often than did men, even after controlling for restrictions in routine activities due to health reasons. the use of health services by men and women was dependent on family income and on the social status of the individual, indicating a pattern of social inequality. in both the group with restrictions in their activities and in the group without such restrictions, the men and women differed from each other in their utilization of health care services. family variables were more important in explaining the utilization of health services among people without restrictions in their activities. conclusions. policies aimed at reducing inequalities in access to health care services must take into consideration the differences between women and men as well as the importance of family characteristics. it is also important to stress the need to include the dimensions of gender and family in the design of health service utilization models.
Utiliza o dos servi os de saúde no Brasil: gênero, características familiares e condi o social
Travassos Cláudia,Viacava Francisco,Pinheiro Rejane,Brito Alexandre
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002,
Abstract: Objetivo. Investigar o perfil de utiliza o de servi os de saúde por homens e mulheres no Brasil. Métodos. Utilizaram-se os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios realizada em 1998. Foram desenvolvidos modelos de regress o logística para analisar as informa es relativas a homens e mulheres com e sem restri o de atividades por motivos de saúde nos 15 dias que antecederam a pesquisa. As variáveis individuais foram: posi o no mercado de trabalho, escolaridade e ra a. Também foram analisadas variáveis relativas à família: renda familiar per capita, tamanho da família e escolaridade e posi o do chefe da família no mercado de trabalho. Nos modelos em dois níveis (variáveis individuais e familiares) evidenciou-se um efeito de família que, entretanto, n o foi captado pelas variáveis analisadas. Resultados. As mulheres utilizaram mais os servi os de saúde, mesmo quando controlado o efeito da restri o de atividades por motivo de saúde. O uso de servi os de saúde por homens e mulheres dependeu do poder aquisitivo das famílias e das características sociais do próprio indivíduo, definindo um perfil de desigualdades sociais. Observaram-se diferen as no perfil de desigualdade nos gêneros entre pessoas que referiram e n o referiram restri o de atividades. As variáveis familiares tiveram maior importancia na explica o do consumo de servi os por pessoas sem restri o de atividade. Conclus es. A formula o de políticas voltadas para a redu o das desigualdades no consumo de servi os de saúde deve considerar as diferen as entre mulheres e homens, além da importancia das características familiares. Ressalta-se a necessidade de incluir as dimens es gênero e família na especifica o dos modelos de uso de servi os de saúde.
Desigualdades na utiliza o e no acesso a servi os odontológicos: uma avalia o em nível nacional
Barros Aluísio J. D.,Bertoldi Andréa D.
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: Para avaliar a situa o de utiliza o e acesso aos servi os de odontologia no Brasil e estudar diferenciais entre os estratos socioecon micos, utilizaram-se dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) de 1998, realizada pelo IBGE. A análise, que levou em conta o desenho amostral, indicou um nível baixo de utiliza o de servi os odontológicos. Setenta e sete por cento das crian as de 0-6 anos e 4% dos adultos de 20-49 anos nunca haviam consultado um dentista. Entre estes adultos, comparando-se os 20% mais pobres com os 20% mais ricos, observou-se que o número de desassistidos era 16 vezes maior entre os primeiros. No grupo de 0-6 anos, as crian as ricas consultaram o dentista cinco vezes mais do que as pobres no ano anterior à entrevista. Cerca de 4% dos que procuraram atendimento odontológico n o o obtiveram, 8% dos quais entre os mais pobres e 1% entre os mais ricos. A maioria (68%) dos atendimentos do grupo mais pobre foi financiada pelo SUS, enquanto 63% deles foram pagos pelos mais ricos. As maiores desigualdades no acesso e na utiliza o de servi os odontológicos foram encontradas, exatamente, nos grupos de menor acesso ou utiliza o. A participa o do SUS nos atendimentos odontológicos é muito mais baixa do que na aten o médica.
Morbidade referida e utiliza o de servi os de saúde em localidades urbanas brasileiras: metodologia
Cesar Chester L. G.,Figueiredo Gerusa Maria,Westphal Márcia F.,Cardoso Maria Regina A.
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: A reformula o do sistema de saúde, que vem ocorrendo em nível nacional e particularmente no Estado de S o Paulo, tem motivado revis es do processo de planejamento, criando novas necessidades na área de informa es. A cria o do Sistema único de Saúde e o processo de municipaliza o retomaram as propostas de integra o das atividades curativas e preventivas, bem como a estrutura o de sistemas de saúde regionalizados e hierarquizados. Nesse contexto, surgem como áreas de conhecimento, de particular interesse, o perfil de morbidade populacional e o padr o de utiliza o de servi os de saúde. As respostas a essas necessidades podem ser dadas por inquéritos domiciliares de saúde. Descreve-se a metodologia utilizada em um inquérito domiciliar realizado em municípios da regi o sudoeste da área Metropolitana de S o Paulo, SP, Brasil, no período de julho de 1989 a junho de 1990. Esse inquérito apresenta algumas características metodológicas específicas, entre elas o processo amostral utilizado, que definiu domínios para a amostra que permitiram análise de grupos pouco representados na popula o, como os menores de um ano de idade e a popula o idosa, bem como o ajuste da amostra a partir dos dados censitários de 1991.
O Sistema de Informa o Hospitalar e sua aplica o na saúde coletiva
Bittencourt Sonia Azevedo,Camacho Luiz Antonio Bastos,Leal Maria do Carmo
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O trabalho teve como objetivo levantar a produ o científica das aplica es dos dados do Sistema de Informa o Hospitalar do SUS (SIH/SUS) em análises de quest es relevantes de Saúde Coletiva. Para a busca de artigos publicados em revistas científicas no período de 1984 a 2003, foram consultadas bases de dados e sites de institui es que oferecem pós-gradua o stricto sensu em saúde pública para a busca de disserta es e teses. Foram encontradas 76 publica es, que foram classificadas em cinco categorias com diferentes vertentes de análise. Embora o SIH/SUS tenha cobertura incompleta e incertezas quanto à confiabilidade de suas informa es, a variedade de estudos aliada a resultados que mostraram consistência interna e coerência com os conhecimentos atuais, refor a a sua importancia e a necessidade de entender os seus pontos fortes e fracos.
Utiliza o de servi os ambulatoriais em Pelotas: onde a popula o consulta e com que freqüência
Costa Juvenal S. Dias da,Facchini Luís Augusto
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: OBJETIVO: Estabelecer a utiliza o de servi os médicos ambulatoriais na Cidade de Pelotas, RS, Brasil. METODOLOGIA: Foi feito estudo transversal amostral com base populacional. Foram entrevistados 1.657 adultos, durante os meses de mar o e junho de 1992. As perdas amostrais totalizaram 9,7%. Durante a análise utilizou-se duas variáveis dependentes: o tipo de servi o de saúde classificado quanto à natureza do lucro e a freqüência de consultas durante o último ano. RESULTADOS: Na análise verificou-se que o tipo de servi o estava associado com variáveis sociais tais como classe social, propriamente dita, escolaridade e local de residência. A variável freqüência de consultas relacionou-se com sexo feminino, fatores de risco e motivos de consultas. CONCLUS O: Concluiu-se que a escolha do tipo de servi o de saúde dependia de fatores ligados à classe social antes do que variáveis associadas à gravidade dos problemas de saúde.
Gênero, morbidade, acesso e utiliza o de servi os de saúde no Brasil
Pinheiro Rejane Sobrino,Viacava Francisco,Travassos Cláudia,Brito Alexandre dos Santos
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho é analisar o perfil de morbidade referida, acesso e uso de servi os de saúde em homens e mulheres no Brasil, segundo idade e regi o urbana e rural. Os dados da PNAD/98 mostram que as diferen as de gênero na morbidade variam com a idade: desfavoráveis aos meninos até os 10 anos e desfavoráveis às mulheres a partir dos 15 anos, aumentando até os 64 anos e reduzindo após esta idade. A alta prevalência de atendimento indica que as barreiras de acesso dos que procuram servi os de saúde s o pequenas. No entanto, o elevado percentual de n o procura face às necessidades percebidas sugere que as barreiras de acesso s o anteriores e dependem da oferta. A cobertura por planos de saúde é bem maior na regi o urbana, mas n o há diferen as de gênero significantes nas regi es. As diferen as entre homens e mulheres nas taxas de uso curativo s o pequenas, se comparadas com as de uso preventivo, maiores para as mulheres, assim como as taxas de interna o, mesmo excluindo os partos. O financiamento das interna es n o foi diferente entre homens e mulheres, ao contrário do financiamento de outros tipos de atendimento: maior cobertura por planos para mulheres na regi o urbana; na regi o rural, maior uso do SUS para as mulheres e maior desembolso de recursos próprios para os homens.
Perfis de utiliza o de servi os de saúde no Brasil
Sawyer Diana Oya,Leite Iúri da Costa,Alexandrino Ricardo
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: Servi os de saúde devem responder às demandas populacionais que resultam da conjuga o de fatores sociais, individuais e culturais. Para isso, faz-se necessário o conhecimento do padr o de consumo de servi os de saúde. Neste artigo, quatro perfis de consumo de saúde foram gerados a partir da aplica o da técnica do Grade of Membership (GoM). O modelo teórico de utiliza o de servi os de saúde proposto por Andersen serviu como marco de referência da análise, permitindo que estimativas da demanda por servi os de saúde fossem feitas segundo níveis altos e baixos de capacita o, necessidade e predisposi o para o consumo. Ressalta-se que especial aten o deve ser dada ao grupo de alta necessidade e predisposi o, e baixa capacita o, que representa 14% da popula o brasileira acima de 14 anos de idade (exceto a regi o Norte) e é composto, predominantemente, por idosos que moram sozinhos e têm alta necessidade de servi os especializados.
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