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Peso para recupera??o da atividade ovariana luteal cíclica em vacas leiteiras mesti?as em anestro
Ferreira, Ademir de Moraes;Torres, Ciro Alexandre Alves;Silva, José Fernando Coelho da;
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 1999, DOI: 10.1590/S0100-204X1999000300021
Abstract: a study was carried out to determine the weight gain and the minimal weight needed to reestablish the ovarian luteal cyclic activity (olca) in dry crossbred holstein-zebu cows, thin and with the ovaries inactive, an overall condition of anestrus caused by prolonged period of feed restriction. eighteen animals were allocated into two groups: 1) six animals, with average body weight of 322.0 ± 27.0 kg, receiving maintenance diet specific for the low body weight (group i); 2) twelve animals with average body weight of 315.0 ± 29.4 kg, being fed for weight gain until olca reestablishment (group ii). blood for progesterone ria and body weight were taken weekly. the olca was evaluated by the progesterone level, rectal examination of the ovaries at 12-day intervals and by visual observation three times a day. an averaged body weight of 392.7 ± 29.4 kg was needed for the reestablishment of the olca. the total mean weight gain was 77.7 ± 11.2 kg, corresponding to 24.7 ± 4.5% of the anestrus animal's weight, or 37.7% of 206.2 kg lost in the restricted phase in order to undergo anestrus. six animals of control group (1) were in anestrus. the results showed the influence of feed level on the luteal ovarian function and the need of weight gain in order to reestablish the estrus cycle in dry cross bred dairy cows, thin and in anestrus.
Folículo Dominante e Resposta Superovulatória em Novilhas da Ra a Nelore
Santiago Luciene Lomas,Torres Ciro Alexandre Alves,Nogueira Eduardo Terra,Costa Eduardo Paulino da
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Dezessete novilhas da ra a Nelore foram superovuladas a partir do nono dia do ciclo estral, sendo oito novilhas com 250 UI (T1) e nove com 500 UI (T2) de FSH, em oito doses decescentes. Os animais foram monitorados por meio de ultra-sonografia durante o período superovulatório e no dia da coleta de embri es. N o houve diferen a na taxa de recupera o e qualidade das estruturas coletadas entre os animais dos dois tratamentos. Foram coletados 4,16 embri es viáveis/doadora nos animais do T1 e 3,15 embri es viáveis/doadora nos animais do T2. A presen a do folículo dominante no início do tratamento superovulatório n o interferiu na resposta superovulatória. O diametro do maior e do segundo maior folículo e número de folículos subordinados entre os animais dos tratamentos durante a superovula o n o diferiram. O diametro do maior folículo e do segundo maior e o número de folículos subordinados foram de 11,36 mm, 8,91 mm e 16,93 e de 11,59 mm, 9,42 mm e 17,44 para os tratamentos com 250 e 500 UI de FSH, respectivamente.
Criopreserva o de ovócitos de bovinos imaturos desnudados ou n o, utilizando o etilenoglicol pelo método da vitrifica o
Costa Eduardo Paulino da,Guimar?es José Domingos,Torres Ciro Alexandre Alves,Fagundes Letícia Martins
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Objetivou-se avaliar os efeitos da vitrifica o em ovócitos de bovinos após o cultivo in vitro, utilizando o etilenoglicol como crioprotetor. Ovócitos obtidos de ovários de vacas abatidas em matadouro foram distribuídos aleatoriamente em três tratamentos. Tratamento 0 (testemunha): ovócitos n o-desnudados e n o-congelados. Tratamento 1: vitrifica o de ovócitos imaturos n o desnudados, desidratados previamente por cinco minutos em três solu es contendo 20, 20 e 40% de etilenoglicol, acrescidas de 0,3 mol L-1 de trehalose e 20% de PVP, em meio de Talp Hepes. Tratamento 2: vitrifica o de ovócitos imaturos desnudados, conforme o Tratamento 1. Após o descongelamento (imers o em banho-maria a 30oC por 20 segundos), os ovócitos foram reidratados gradativamente, mantendo-os por 6 minutos em cada uma das solu es a seguir, sucessivamente: meio Talp Hepes com 20% de etilenoglicol + 0,3 mol L-1 de trehalose + 10% de PVP e meio Talp Hepes sem etilenoglicol, trehalose e PVP, onde foram lavados três vezes. Posteriormente, os ovócitos foram cultivados a 38,5oC, com 95% de umidade e atmosfera de 5% de CO2 por 24 horas. Após o cultivo, os ovócitos foram fecundados e os embri es cultivados in vitro por sete dias. Foi encontrada uma taxa de matura o nuclear de 81 (68/84), 19 (7/36) e 0% (0/31), nos Tratamentos 0, 1 e 2, respectivamente. As taxas de clivagem e de desenvolvimento embrionário foram de 56,4 (102/181) e 54,9% (56/102), 1,7 (1/60) e 0,0% (1/60), 0,0 (0/71) e 0,0% (0/71), nos Tratamentos 0, 1 e 2, respectivamente. Esses resultados indicam que o procedimento de vitrifica o, segundo os protocolos utilizados, n o é indicado para a criopreserva o de ovócitos de bovinos.
Concentra es Plasmáticas de Progesterona e Metabólitos Lipídicos em Novilhas Mesti as Tratadas ou N o com Horm nio de Crescimento e Superovuladas
Borges álan Maia,Torres Ciro Alexandre Alves,Ruas José Reinaldo Mendes,Rocha Júnior Vicente Ribeiro
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: O objetivo do experimento foi estudar as concentra es plasmáticas de progesterona em novilhas mesti as, correlacionando-as com as concentra es de metabólitos lipídicos. Utilizaram-se 26 fêmeas divididas em dois tratamentos: T1 = aplica o de 500 mg de sometribove zinco (somatotropina bovina recombinante) no terceiro dia do ciclo estral superovulado e T2 = controle. As coletas de sangue foram feitas durante dois ciclos estrais: normal e superovulado, e as análises de progesterona e dos metabólitos foram realizadas por radioimunoensaio e pelo método enzimático, respectivamente. O período experimental do ciclo estral superovulado foi dividido em três fases: P1 = do estro à insemina o artificial (0 ao 15degrees dia); P2 = da insemina o artificial até a coleta de embri es (15degrees ao 21degrees dia) e P3 = da coleta de embri es até o final do período (21o ao 27degrees dia). Houve diferen a nas concentra es de progesterona entre os animais dos dois tratamentos durante o P1, porém n o diferiram nos P2 e P3. As concentra es plasmáticas de progesterona alcan aram valores superiores a 60 ng/mL após a superovula o. Os valores de colesterol total e de HDL foram diferentes entre os dois tratamentos, durante os períodos P2 e P3. N o houve correla es entre as concentra es plasmáticas dos metabólitos lipídicos e de progesterona durante os ciclos estrais estudados.
Produ o e composi o do leite, metabólitos sangüíneos e concentra o hormonal de cabras lactantes da ra a Toggenburg tratadas com somatotropina bovina recombinante
Amorim Elenice Andrade Moraes e,Torres Ciro Alexandre Alves,Bruschi José Henrique,Fonseca Jefferson Ferreira da
Revista Brasileira de Zootecnia , 2006,
Abstract: Estudou-se a influência da aplica o de somatotropina bovina recombinante sobre a produ o e composi o do leite, os metabólicos sangüíneos e a concentra o hormonal em cabras no ter o médio da lacta o. Foram utilizadas 24 cabras da ra a Toggenburg, divididas em dois tratamentos: T1 (n=12): aplica o de 250 mg de r-bST a cada 14 dias, em um total de quatro aplica es; e T2 (n=12): aplica o de solu o salina (controle). O tratamento com r-bST n o aumentou a produ o de leite e n o influenciou os teores de gordura, proteína e extrato seco. A porcentagem de lactose no leite foi maior (4,47 ? 0,2 para T1 versus 4,34 ? 0,2% para T2) e a contagem de células somáticas menor nos animais tratados em rela o aos controle (681,1 ? 689,9 para T1 versus 1.001,84 ? 610,9 [x103 células/mL] para T2). A administra o de r-bST aumentou as concentra es séricas de ácidos graxos n o-esterificados de T2 (309,67 ? 169,62 x 247,34 ? 126,38 mEq/L, para T1 e T2, respectivamente) e reduziu as concentra es de uréia (86,84 ? 33,81 x 121,16 ? 42,57 mg/dL, para T1 e T2 respectivamente). A r-bST reduziu as concentra es de colesterol total e HDL (82,46 ? 19,25 x 89,29 ? 23,66 mg/dL e 155,95 ? 19,67 x 177,67 ? 32,79 mg/dL, para T1 e T2 respectivamente), enquanto as concentra es de albumina, glicose, proteínas totais, beta-hidroxibutirato e tiroxina n o foram influenciadas pela r-bST, que também n o influenciou o peso e o escore corporal dos animais. A r-bST aumentou os teores de lactose, reduziu a contagem de células somáticas e promoveu altera es nos metabólicos sangüíneos e no leite de cabras lactantes.
Resposta superovulatória de novilhas mesti as holandês-zebu tratadas com somatotropina bovina recombinante (rbST)
Borges álan Maia,Torres Ciro Alexandre Alves,Ruas José Reinaldo Mendes,Rocha Júnior Vicente Ribeiro
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: O objetivo do experimento foi estudar o efeito do pré-tratamento com 500 mg de sometribove (rbST) sobre a resposta superovulatória, o número e a qualidade dos embri es coletados de 26 novilhas mesti as holandês-zebu, divididas em dois tratamentos: T1 = tratadas com rbST (n=13) e T2 = controle (n=13). Foram feitas 13 superovula es entre o mês de setembro e o início de dezembro de 1997 (período 1) e 13 superovula es entre o final do mês dezembro de 1997 e fevereiro de 1998 (período 2), sendo que, para cada período, sete animais receberam 500 mg de rbST (T1) por via subcutanea, no terceiro dia do ciclo estral, e seis animais (T2) n o receberam medica o. Os animais foram superovulados com FSH a partir do 10o dia do ciclo estral, e as coletas foram realizadas entre os dias 7 e 8 após a insemina o artificial. A resposta superovulatória, o número total de estruturas, o número de embri es viáveis, de n o-viáveis e de ovócitos n o foram afetados pelo tratamento com somatotropina bovina. Foram coletadas médias de 15,3 ± 9,5 e 17,4 ± 10,9 estruturas totais, 8,5 ±8,3 e 11,5 ± 10,0 embri es viáveis, 4,6 ± 4,7 e 3,4 ± 1,3 embri es n o-viáveis, 2,2 ± 2,8 e 2,8 ± 4,0 ovócitos por coleta dos tratamentos 1 e 2, respectivamente. As mórulas e os blastocistos jovens foram os estádios de desenvolvimento coletados em maior percentagem, entre o sétimo e oitavo dia após a insemina o artificial.
Características da dinamica folicular e regress o luteal de vacas das ra as Gir e Nelore após tratamento com cloprostenol sódico
Borges álan Maia,Torres Ciro Alexandre Alves,Ruas José Reinaldo Mendes,Rocha Júnior Vicente Ribeiro
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract:
Dinamica folicular ovariana de vacas leiteiras no pós-parto após tratamentos com buserelina (GnRH) e cloprostenol (PGF2a)
Figueiredo Margarida Maria Nascimento,Fonseca Francisco Aloizio,Torres Ciro Alexandre Alves,Galimberti Ant?nio Marcos
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi verificar os efeitos da administra o de 10 mig de buserelina (GnRH), mediante a presen a de um folículo ovariano com diametro 3 10 mm, associada a uma dose de 500 mig de cloprostenol seis dias após, ou de duas doses de 500 mig de cloprostenol (PGF2alfa) no 12o 26o dia após o parto, sobre a dinamica folicular e o restabelecimento da atividade ovariana cíclica em 15 vacas mesti as holandês-zebu, eqüitativamente e aleatoriamente distribuídas em três grupos de tratamento. Realizou-se a ultra-sonografia em dias alternados do 14o ao 26o dia pós-parto e em dias consecutivos até o final do segundo ciclo estral e coletaram-se amostras de sangue, duas vezes por semana, para determina o das concentra es de progesterona, pelo método de radioimunoensaio. Observou-se que, independente do tratamento hormonal, os segundos ciclos estrais pós-parto apresentam como padr o duas ondas de crescimento folicular, em que a emergência da primeira e da segunda onda ocorreu nos dias 0 e 10, respectivamente, e folículos dominantes da primeira onda podem persistir durante todo o intervalo inter-ovulatório, sem influenciar a dinamica folicular. O tratamento com duas doses de PGF2a reduziu em 20 dias o período de servi o e tendeu a melhorar o índice de concep o ao primeiro servi o, o que sugere possível efeito deste horm nio no eixo hipotalamico-hipofisário-ovariano de vacas pós-parto.
Concentra o sérica de testosterona em touros Zebu
Santos Marcelo Diniz,Torres Ciro Alexandre Alves,Ruas José Reinaldo Mendes,Machado Galeno Valente
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Os objetivos deste estudo foram avaliar o efeito de dois níveis de concentrado e lipídeo nas dietas sobre as concentra es séricas de testosterona de touros zebu, bem como o comportamento cíclico diurno-noturno do referido horm nio. Dezesseis touros zebu foram distribuídos em quatro tratamentos, durante 90 dias de período experimental: T1 (alto concentrado e alto lipídeo), T2 (alto concentrado e baixo lipídeo), T3 (baixo concentrado e alto lipídeo) e T4 (baixo concentrado e baixo lipídeo). As dietas foram formuladas para serem isoprotéicas e a rela o volumoso:concentrado foi de 45:55% (T1 e T2) e 80:20% (T3 e T4). Amostras de sangue foram coletadas de 15 em 15 dias, a intervalos fixos de quatro horas, durante 24 horas, para dosagem sérica de testosterona. O consumo de matéria seca, extrato etéreo e proteína bruta foi maior para animais alimentados com dietas contendo alto nível de concentrado e menor para os animais que receberam dietas com baixo nível de concentrado. Observou-se maior consumo de fibra em detergente neutro e extrato etéreo pelos animais que receberam dietas com baixo nível de concentrado e alto nível de lipídeo, respectivamente. A concentra o sérica de testosterona n o foi influenciada pelos diferentes níveis de concentrado e lipídeos das dietas, tendo variado de 0,1 a 9,0 ng/mL, com média de 1,24 ng/mL. Houve diferen a da concentra o sérica de testosterona dos animais em rela o aos horários de coleta observados. Os horários de coleta de 16h30 e 00h30h apresentaram maior concentra o de testosterona, em rela o às 4h30 e 12h30, e n o diferiram dos demais horários de coleta, porém n o se caracterizaram como picos.
Desenvolvimento luteal e concentra es plasmáticas de progesterona em vacas das ra as Gir e Nelore
Borges álan Maia,Torres Ciro Alexandre Alves,Ruas José Reinaldo Mendes,Rocha Júnior Vicente Ribeiro
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: A dinamica folicular e a regress o luteal foram avaliadas em 12 vacas da ra a Gir e em sete da ra a Nelore tratadas com cloprostenol sódico entre os dias 10 e 12 do ciclo estral. A porcentagem de sincroniza o foi superior a 92% para as duas ra as, e a ovula o do folículo dominante da segunda onda foi verificada em 72,7% da ra a Gir e em todas as vacas Nelore. O diametro do folículo ovulatório na ra a Nelore foi inferior (11,0 ± 0,9 mm) ao da ra a Gir (13,0 ± 1,7 mm). O intervalo médio da aplica o do luteolítico ao estro, à ovula o e o momento de ovula o após o início do estro foram de 88,7 e 91,6h, 119 e 113h, 26,5 e 24,3h para as ra as Nelore e Gir, respectivamente.
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