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Colecistectomía laparoscópica en Zimbabwe: Presentación de los primeros 100 casos
S Dakovic,S Murphree,B Mauchaza,S Saburi
Revista Cubana de Cirugía , 1995,
Abstract: Se informa que la colecistectomía laparoscópica se ha convertido en el modo preferido de extirpar la vesícula biliar en la mayoría de los países desarrollados. Se está introduciendo lentamente en los países en desarrollo y en ese aspecto Zimbabwe está entre los primeros países africanos en adoptar esta nueva técnica. Se comenzaron a realizar colecistectomías laparoscópicas en Zimbabwe en marzo de 1992. Se presenta una experiencia inicial en mayo de 1993 al informar los primeros 20 casos. Este trabajo muestra los resultados de los primeros 100 pacientes consecutivos. Estos resultados son comparables con el de otros informes: mortalidad 0, morbilidad 2 %, promedio de estancia hospitalaria 2,9 días y todos los pacientes se incorporaron a sus actividades normales aproximadamente 7 días después del alta. Se discuten los problemas que se han confrontado al introducir esta nueva técnica y el promedio relativamente alto del 15 % que se ha tenido de conversión a la colecistectomía abierta
Tratamento Cirúrgico Conservador da Hidrossalpinge: Laparoscopia ou Microcirurgia?
Ribeiro Sérgio Conti,Silva Alessandra de Araujo,Izzo Carlos Roberto,Santos Nelson da Cruz
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivos: analisar as taxas de gravidez após realiza o de corre o laparoscópica e microcirúrgica de hidrossalpinge. Métodos: no período de julho de 1996 a maio de 1999, foram tratadas 39 pacientes com hidrossalpinge, segundo protocolo de pesquisa previamente aprovado. As pacientes foram distribuídas, por sorteio, em dois grupos, de acordo com o tipo de acesso cirúrgico a ser utilizado: salpingostomia laparoscópica ou por laparotomia. Para análise dos resultados, as pacientes foram estratificadas de acordo com o grau de les o tubária e as taxas de gesta o nos dois grupos foram anotadas durante um intervalo de 24 meses. Resultados: as taxas de gravidez foram de 35,3 e 33,3%, respectivamente, após laparoscopia e microcirurgia. Em rela o à gravidade da les o tubária, 66,7% das pacientes com les es leves e 21,7% das pacientes com les es moderadas obtiveram sucesso na concep o. As taxas cumulativas de gravidez em um e dois anos, respectivamente, foram de 25,0 e 34,4%. Houve um caso de gesta o ectópica, correspondendo a 9,1% de todas as gesta es. Conclus es: pacientes com les o tubária leve ou moderada podem ser tratadas inicialmente por cirurgia e o sucesso na concep o é inversamente proporcional ao grau de acometimento tubário.
Modelo experimental de sutura manual em colon de c o por vídeo-laparoscopia
Regadas Sthela Maria Murad,Regadas Francisco Sérgio P.,Rodrigues Lusmar Veras,Carvalho Mauricio C.G.S.
Acta Cirurgica Brasileira , 2005,
Abstract: OBJETIVO: Desenvolver um modelo experimental de endo-sutura manual laparoscópica em cólon destinado principalmente ao treinamento de cirurgi es. MéTODOS: Foram operados 40 c es mesti os, machos, com peso entre 15 e 20 kg, provenientes do laboratório da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará. Foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos de 20 animais cada: GI-sec o e hemostasia do colon com bisturi elétrico e GII-sec o do colon com tesoura. Cada grupo foi subdividido em dois subgrupos com 10 animais cada, conforme o acesso abdominal utilizado - A-acesso laparot mico e B-laparoscópico. Sob anestesia geral endovenosa, foi realizada incis o transversal no cólon sigmóide, numa extens o de 50% da circunferência, distando 15 cm da reflex o peritoneal, sendo em seguida suturada em plano único, extra-mucoso, com pontos separados de fio de polidioxanona 000 (PDS ). Os animais foram avaliados quanto à evolu o clínica, análise macroscópica, teste de tens o da sutura e estudo histológico qualitativo. Foram sacrificados no 7o dia de pós-operatório. Para analise estatística, foram utilizados os testes Qui-quadrado corrigido de Yates e o teste exato de Fisher. RESULTADOS: Todos os animais cuja colotomia foi realizada com tesoura (GIIA IIB) e 9 operados com bísturi elétrico (GI), sendo 5 (50,0%) operados pelo acesso laparot mico (GIA) e 4 (40,0%) pelo laparoscópico (GIB), apresentaram evolu o clínica satisfatória, deambulando e aceitando bem a dieta oral a partir do primeiro dia de pós-operatório. A primeira evacua o ocorreu entre 48 a 72 horas de pós-operatório. N o apresentaram diarréia nem v mitos. Onze animais do grupo GI, sendo 5 (50%) do subgrupo IA e 6 (60,0%) do IB n o aceitaram bem a dieta oral, apresentando diarréia (3 a 5 evacua es líquidas por dia) e v mitos (1 a 3 episódios por dia) evoluindo para óbito entre o quarto e o sétimo dia do pós-operatório. Comparando os grupos GI com GII, foi observada diferen a significante (p<0,005), sem no entanto observar-se diferen a quando comparados os subgrupos IA e IB. A sutura permaneceu íntegra em todos (100,0 %) os animais GII e em 5 GI, demonstrando portanto diferen a estatisticamente significante (p<0,005). Desses, 3 (30,0%) eram do subgrupo IA e 2 (20,0%) do IB. Foi evidenciada sutura bloqueada com epíplon em quatro animais, sendo dois (20%) do subgrupo IA e dois (20%) do IB. Houve deiscência da sutura com peritonite em 11 (55%) animais do grupo I (p<0,005), sendo 5 (50%) do subgrupo IA e 6 (60%) do IB (p>0,005). Todos evoluíram para óbito entre o quarto e o sétimo d.p.o. O teste de t
Efeitos da tela de polipropileno no testículo, epidídimo e ducto deferente de c es
Goldenberg Alberto,Matone Jacques,Marcondes Wagner,Focchi Gustavo
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Objetivo: Investigar os efeitos da tela sintética sobre o testículo, epidídimo e ducto deferente de c es. Métodos: Foram utilizados 10 c es, machos, adultos, pesando entre 9 e 12 kg. Os animais, após realizada anestesia, foram submetidos à laparoscopia com forma o de pneumoperit nio por incis o em linha mediana. Era ent o fixada tela de polipropileno, de dimens es 2,5X3,5 cm2 na regi o inguinal esquerda do c o em contato direto com o funículo espermático, com o uso de grampos metálicos, sem dissecar a regi o. O lado direito, sem coloca o de tela, serviu de controle. O procedimento tinha dura o de 15 minutos. Após observa o pós-operatória de 30 dias, os animais eram novamente anestesiados e reoperados sendo o testículo e ducto deferente retirados e enviados para análise histológica. Análise estatística foi realizada com os dados obtidos desta análise. Resultados: No lado esquerdo, as sec es histológicas de testículo revelaram focalmente, diminui o da espermatogênese e processo degenerativo em 20% dos animais. No epidídimo, observou-se inflama o cr nica e dilata o dos túbulos seminíferos em 70%. No ducto deferente foi observado processo inflamatório cr nico em 60% dos c es. N o foram verificadas altera es histológicas no lado contralateral. Conclus o: A tela de polipropileno em contato com o funículo espermático de c es provoca altera es histológicas com discreta redu o da espermatogênese.
Eletrocirurgia: sistemas mono e bipolar em cirurgia videolaparoscópica
Trindade Manoel Roberto Maciel,Grazziotin Rodrigo Ughini,Grazziotin Rossano Ughini
Acta Cirurgica Brasileira , 1998,
Abstract: O conhecimento das leis físicas e dos mecanismos de funcionamento da eletrocirurgia s o de grande importancia para o cirurgi o. Les es por eletrocirurgia em laparoscopia têm sido observadas, e est o associadas ao uso do eletrodo monopolar, com freqüência de 1 a 2 les es a cada 1000 procedimentos.Com rela o ao desenvolvimento de les o, existem vários fatores que influenciam: densidade da corrente; o tipo de onda e de coagula o usadas, com suas respectivas voltagens; as condi es de isolamento dos dispositivos; a ocorrência do fen meno de capacitancia; e os riscos oferecidos pelo uso em pacientes com marcapasso. No sistema bipolar, a densidade de corrente encontrada ao redor de seus eletrodos é bem menor, levando a menos les es e, ainda, elimina vários dos outros mecanismos lesivos, como a placa de retorno e os citados acima. Vários estudos demonstram, em colecistectomias, apendicectomias, polipectomias e outros, que o índice de complica es com o eletrodo bipolar é significativamente menor.
Tratamento cirúrgico videolaparoscópico da doen a do refluxo gastroesofagiano: técnica de Nissen modificada - resultados clínicos e funcionais
LOPES L. R.,BRANDALISE N. A.,ANDREOLLO N. A.,LEONARDI L. S.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2001,
Abstract: A doen a do refluxo gastroesofagiano é muito freqüente na popula o e o tratamento cirúrgico é indicado em um número respeitável de pacientes. A escolha da via de acesso é a laparoscopia. Várias técnicas anti-refluxo podem ser empregadas e preferimos a técnica de Nissen modificada. OBJETIVO: Analisar os parametros clínicos e funcionais pré-operatórios comparados com os mesmos parametros pós-operatórios com a técnica empregada. MéTODOS: Um grupo de 59 pacientes foi submetido a tratamento cirúrgico pela técnica de Nissen modificada videolaparoscópica. O diagnóstico pré-operatório foi feito por exame radiográfico contrastado e endoscopia digestiva alta em todos os pacientes. A manometria do es fago realizada em 35 e a cintilografia em 15. Esofagite complicada ocorreu em 54,2% sendo 21 pacientes (35,6%) com epitélio de Barrett. A técnica cirúrgica laparoscópica foi concluída em todos os pacientes. O tempo médio de cirurgia foi de 123,9 minutos. RESULTADOS: N o ocorreram complica es intra-operatórias. A alta se deu em média com 47,6 horas. Sintomas de disfagia, dor, epigastralgia, regurgita o e flatulência até o 30° dia ocorreram em 48,1% dos pacientes. Ocorreu uma reopera o por recurrência da doen a e um óbito por necrose do fundo gástrico. O seguimento médio foi de 20,8 meses. Os exames pós-operatórios radiográficos, endoscópicos, manométricos e de cintilografia mostraram melhora significativa, bem como a avalia o clínica, que mostrou excelentes e bom resultados em 93,1% dos pacientes. CONCLUS O: A cirurgia de Nissen modificada videolaparoscópica corrigiu a doen a do refluxo gastroesofagiano na maioria dos doentes acompanhados, associada à baixa morbimortalidade.
Relación entre el consumo de anticonceptivos orales y la endometriosis en pacientes sometidas a laparoscopia. Profamilia, Medellín, 1998-1999
José De Los Ríos,Juan Ochoa,Beatriz Preciado,Luis Serna
Iatreia , 2001,
Abstract: Determinar la relación entre el consumo de anticonceptivos orales y la prevalencia y severidad de la endometriosis en pacientes sometidas a laparoscopia por cualquier causa en Profamilia Medellín, entre julio de 1998 y abril de 1999. El 24.8% del grupo que recibió anticonceptivos tenía endometriosis comparado con el 44.5% del grupo que no los recibió. No hubo asociación entre el consumo de anticonceptivos y el grado, tipo o localización de las lesiones. Tampoco se encontró asociación entre tiempo de uso, dosis y tiempo de suspensión de los anticonceptivos con la prevalencia de endometriosis.
Sexagem cirúrgica em aves silvestres
Raso T.F.,Werther K.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2004,
Abstract: Relata-se a utiliza o da laparoscopia na sexagem de 349 aves silvestres nacionais e exóticas, pertencentes a 61 espécies, de 11 famílias e seis ordens. Foram sexadas aves com idades entre quatro meses e 42 anos e peso corpóreo entre 55g e 3,4kg. Com essa técnica foi possível visualizar as g nadas, avaliar seu estágio de desenvolvimento e observar os órg os adjacentes. A técnica cirúrgica utilizando endoscópio rígido para sexagem de aves silvestres foi considerada rápida e segura. Nenhum óbito foi verificado durante ou em conseqüência do procedimento cirúrgico.
Tratamento Videolaparoscópico de Endometriomas Ovarianos
Lopez Adriana C.S.,Santos Luciano L.R.,Ramos José Francisco Dória,Yatabe Salete
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000,
Abstract: Objetivo: avaliar os resultados do tratamento videolaparoscópico de 32 pacientes com endometrioma ovariano. Métodos: estudo retrospectivo que incluiu trinta e duas pacientes encaminhadas ao setor de Endoscopia Ginecológica do Servi o de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital do Servidor Público Estadual "Francisco Morato de Oliveira" - S o Paulo, as quais tinham diagnóstico clínico e ultra-sonográfico de endometrioma ovariano e foram tratadas por videolaparoscopia. Onze pacientes com endometriomas com diametro menor que 3 cm foram submetidas à drenagem do endometrioma e exérese da cápsula na primeira laparoscopia. Vinte e uma pacientes com endometriomas com diametros maior que 3 cm foram submetidas à drenagem do endometrioma e lavagem do cisto na primeira laparoscopia. A seguir, utilizaram análogo do GnRH por quatro meses (1 ampola mensal) e ent o foram submetidas à segunda laparoscopia para retirada da cápsula do endometrioma. O exame histopatológico do material obtido na cirurgia foi realizado em todos os casos. Avaliou-se o resultado imediato do procedimento e a freqüência de recidivas. Resultados: n o se registraram intercorrências cirúrgicas ou complica es pós-operatórias. Ocorreram três recidivas em um período de seis a doze meses, todas no grupo de 21 pacientes com endometriomas com o diametro maior que 3 cm. Conclus o: o tratamento videolaparoscópico dos endometriomas ovarianos com retirada da cápsula apresenta bons resultados e baixo índice de recidiva.
Proposi o de videolaparoscopia em ratos
Goldenberg Alberto,Lobo Edson José,Marcondes Wagner,Louzada Murilo
Acta Cirurgica Brasileira , 1997,
Abstract: Os autores apresentam a possibilidade do uso da videolaparoscopia em ratos. Foram utilizados 10 ratos Wistar. Empregaram um óptica de 3mm, 30 graus, usada em artroscopia. Obtiveram bo visibiliza o dos órg os da cavidade peritoneal. A introdu o de agulhas especiais e instrumentos delicados permitiram realizar os procedimentos operatórios. O modelo experimental proposto tornou-se viável, em ratos.
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