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Análise iterativa das equa es dos três momentos
José Augusto de Queiroz
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 1986, DOI: 10.5433/
Abstract: The present study proposes solutions of "three moments equations" for continuous systems by identifing them as continuous beams by iterative process. No presente estudo prop e-se a solu o das "equa es dos três momentos"para o cálculo de sistemas contínuos a serem identificados como vigas contínuas, por processo iterativo.
Exigências nutricionais de caprinos da ra a Alpina em crescimento: 1. Exigência nutricional de fósforo para manten a: perdas endógenas e abate comparativo
Queiroz Augusto César de,Gouveia Leonardo José de,Pereira José Carlos,Rodrigues Marcelo Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi determinar a exigência dietética de fósforo (P) para manten a de caprinos da ra a Alpina em crescimento pelo método das perdas endógenas e pela técnica do abate comparativo. Foram usados 21 animais, machos, castrados, com idade média de quatro a seis meses e 18 kg PV. Destes, três foram abatidos no início do experimento, como referência, e os 18 restantes, distribuídos em tratamentos com dietas isoenergéticas e isoprotéicas, em um delineamento inteiramente casualizado com arranjo fatorial 3x2 (nível de P na dieta [0,12; 0,21; e 0,29% MN] e forma de fornecimento da dieta [restrito ou à vontade]). O período experimental foi de 37 dias, com 30 dias para adapta o e sete dias para coleta total de fezes e urina. No final do período de coleta, três animais de cada tratamento foram abatidos. As exigências dietéticas de P para manten a foram ent o estimadas por meio das perdas endógenas fecal e urinária (perdas endógenas) e da reten o de P no corpo animal em rela o à sua ingest o e aquele retido nos animais referência (abate comparativo). Os valores médios foram coeficiente de absor o aparente e real de P, -157+30, 98+10, 43+24, e 65+33; 235+09, 145+24%, respectivamente; perda diária endógena fecal e urinária de P, 8,84 e 4,84 mg/kg PV, respectivamente; e balan o de P, 187,62+153,87; 14,0+160,59; 85,96+337,85 mg/d; e -11,42+10,98; 1,04+9,14; -2,33+11,69 mg/kg PV, respectivamente. A exigência líquida diária estimada de P para a manten a foi de 13,68 mg/kg PV. As exigências dietéticas diárias de P para manten a foram estimadas em 72 e 58,46 mg/kg PV, pelo método das perdas endógenas e pelo abate comparativo, respectivamente.
Desempenho reprodutivo, concentra es de progesterona e metabólitos lipídicos no pós-parto de vacas mesti as H/Z, submetidas a uma dieta hiperlipidêmica
Delazari José Antonio,Fonseca Francisco Aloízio,Queiroz Augusto Cézar de,Pereira José Carlos
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Para avaliar o efeito de uma dieta hiperlipidêmica nos níveis séricos de metabólitos lipídicos e progesterona e no desempenho reprodutivo, 42 vacas mesti as foram submetidas a dois tratamentos: T1 (n=21) dieta-controle e T2 (n=21) dieta hiperlipidêmica, tendo como principal fonte de lipídios o gr o de soja integral. Os intervalos médios para a primeira e segunda ovula es pós-parto foram 26,3 e 35,9 dias para os animais do T1 e 21,7 e 37,4 dias para os do T2. Os intervalos médios do parto ao início da atividade luteal, primeiro estro e primeiro ciclo estral normal foram, respectivamente, 29,9; 39,5; e 53,9 dias para T1 e 25,7; 33,3; e 52,3 dias para T2. A dura o média do primeiro ciclo estral foi de 14,7 e 16,9 dias e do segundo de 19,8 e 19,5 dias para T1 e T2, respectivamente. As concentra es de progesterona nos ciclos estrais normais ocorridos durante o período de 90 dias pós-parto variaram de valores mínimos de 0,27 (T1) e 0,31 ng/mL (T2), nos dias 0 e 1 (dia 0 = ovula o), para valores máximos de 6,71 ng/mL (T1), nos dias 10 e 11, e 7,04 ng/mL (T2), nos dias -9 e --8, retornando a níveis basais (<1 ng/mL) nos dias -3 e -2. As concentra es médias de colesterol total e colesterol HDL para T1 e T2 foram, respectivamente, 100,74 e 67,3 mg/dL e 162,25 e 95,8 mg/dL. O efeito de hipercolesterolemia da dieta foi confirmado nesta pesquisa, mas sem nenhum aumento nas concentra es de progesterona e desempenho reprodutivo.
Determina o de resíduos de organoclorados em águas fluviais do município de Vi osa - MG
Chagas Cíntia Maria,Queiroz Maria Eliana Lopes Ribeiro de,Neves Ant?nio Augusto,Queiroz José Humberto de
Química Nova , 1999,
Abstract: In this work the contamination, by organochlorinated, of a drinking water source located in the region of Vi osa, MG, was evaluated. The identification and quantification of the analytes was carried out using a gas-chromatograph equipped with an electron capture detector after liquid-liquid extraction and concentration. Four insecticides, Aldrin, Epoxy heptachloride, Endrin and op'- DDT were detected in concentrations that are higher than the safety limits established in the Brazilian legislation.
Avalia o da divergência nutricional de variedades de cana-de-a úcar (Saccharum spp.)
Azevêdo José Augusto Gomes,Pereira José Carlos,Carneiro Pedro Crescêncio Souza,Queiroz Augusto César de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O objetivo do trabalho foi avaliar a divergência nutricional de variedades de cana-de-a úcar, utilizando a análise de componentes principais, visando identificar três variedades representativas dessa divergência. As variedades de cana-de-a úcar (Saccharum spp.) avaliadas neste estudo foram: RB855113, RB765418, RB855536, SP79-2233, RB845257, SP80-180, RB855453, RB855336, SP80-1842, SP81-1763, SP80-4445, SP79-1011, RB739359, RB867515 e SP80-3280, colhidas aos 426, 487 e 549 dias após o plantio. As variáveis discriminatórias utilizadas foram fibra em detergente neutro (FDN), hemicelulose, lignina, fra o indegradável da FDN e taxa de degrada o da fra o potencialmente degradável da FDN. Houve diferen as para todas as variáveis estudadas, exceto para a fra o indegradável da FDN. A avalia o da divergência nutricional das variedades de cana-de-a úcar baseou-se nos três primeiros componentes principais, explicando 87,8% da varia o total. A FDN e a fra o indegradável da FDN foram as variáveis de menor importancia para explicar a variabilidade nutricional das variedades. A variedade SP80-1842, colhida aos 426 dias após o plantio, e a variedade SP79-1011, colhida aos 549 dias, foram as que apresentaram maior dispers o dos escores nos três primeiros componentes principais, sendo consideradas as mais dissimilares, enquanto a variedade RB845257, colhida aos 487 dias após o plantio, localizou-se em posi o intermediária entre ambas. A análise de componentes principais foi também eficiente em selecionar as variedades com diferentes épocas de colheita.
Composi o químico-bromatológica, fracionamento de carboidratos e cinética da degrada o in vitro da fibra de três variedades de cana-de-a úcar (Saccharum spp.)
Azevêdo José Augusto Gomes,Pereira José Carlos,Queiroz Augusto César de,Carneiro Pedro Crescêncio Souza
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Os objetivos do trabalho foram quantificar a composi o químico-bromatológica; determinar as fra es de carboidratos; e estimar as variáveis de cinética de degrada o dos carboidratos fibrosos (CF) e n o-fibrosos (CNF) de três variedades de cana-de-a úcar divergentes nutricionalmente. As variedades utilizadas foram SP80-1842, SP79-1011 e RB845257. As variedades de ciclo de produ o intermediário apresentaram maiores valores de FDN e FDA comparadas à variedade de ciclo precoce. As rela es FDN/Pol (polariza o do caldo) encontradas foram, respectivamente, 2,7; 2,8; e 2,3 para as variedades SP80-1842, RB845257 e SP79-1011. A variedade SP79-1011 apresentou menor fra o C e maior fra o B2 dos carboidratos (27,8 e 33,3%). Houve diferen as, por meio da técnica gravimétrica, para o tempo de coloniza o e a degradabilidade efetiva da FDN, com superioridade para a variedade SP79-1011, que apresentou valores respectivos de 7,9 h e 10,3%. Houve efeito apenas para o volume máximo de gás dos CNF, com superioridade das variedades de ciclo intermediário SP79-1011 e RB845257. A variedade SP79-1011 foi a que apresentou melhores características produtivas, composi o químico-bromatológica, além de melhores valores das variáveis de cinética de degrada o dos carboidratos fibrosos (CF) e n o-fibrosos (CNF). A técnica de produ o de gás apresentou melhores resultados que aqueles apresentados pela técnica gravimétrica.
Dinamica da Degrada??o Ruminal por Novilhos Mantidos em Pastagem Natural, em Diferentes épocas do Ano
Pereira, José Carlos;Almeida, Marcelo Suzart de;Cecon, Paulo Roberto;Queiroz, Augusto César de;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002, DOI: 10.1590/S1516-35982002000300025
Abstract: this work was carried out to evaluate the ruminal degradation of dry matter, crude protein and neutral detergent fiber and ruminal particles and liquid phase dynamics by steers in natural pasture of the zona da mata, region of minas gerais state, during different seasons of the year. the season 1(s1) corresponded to the months of february/march/april, and the season 2(s2), to the months of august/september/october. five steers with esophageal and rumen fistulae, each one considered as a replicate, were used in a completely randomized design. the effective degradation of the dm, cp and ndf was higher in the s1 than in the s2. the cp degradation rate showed difference between seasons, being of 2.99%/hours in the s1 and 6.01%/hours in s2. the passage rate was higher in the s1 (4.84%/hours) in relation to s2 (3.59%/hour). the higher undegradable fraction of the nutrients could be the main responsible for the highest retention time and for the ruminal repletion of the fibrous fraction in the rumen. therefore, the highest ruminal repletion in the s2 (20.93 hours), in relation to s1 (14.84 hours), was probably due more to the physical effect of passage of the high undegradable fraction content, in that season, as compared to the s1, than the microorganisms fermentation.
Fracionamento e cinética da degrada o in vitro dos carboidratos constituintes da cana-de-a úcar com diferentes ciclos de produ o em três idades de corte
Fernandes Alberto Magno,Queiroz Augusto César de,Pereira José Carlos,Lana Rogério de Paula
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Este trabalho foi conduzido com o objetivo de determinar as fra es e as taxas de degrada o dos carboidratos em cultivares de cana-de-a úcar, com dois ciclos de produ o: precoce e intermediário, em três idades de corte (426, 487 e 549 dias). No fracionamento, foram calculados os carboidratos totais (CT), carboidratos n o-fibrosos (CNF) e as fra es potencialmente degradável (B2) e n o-degradável (C) da fibra em detergente neutro (FDN), corrigida para cinzas e proteína (FDNcp). Os parametros cinéticos dos CNF e fra o B2 foram estimados a partir da técnica da produ o de gás in vitro. Os teores de CT e fra o B2 n o diferiram entre os ciclos de produ o, porém as precoces apresentaram maiores teores da fra o C e menores dos CNF. Estabelecendo uma rela o entre concentra o de lignina obtida e fra o C observada, por meio de ajuste de equa o de regress o linear simples, sem intercepto, obteve-se o valor de 4,38, que diferiu de 2,4, sugerido pelo sistema Cornell. Portanto, para cana-de-a úcar, a fra o C pode ser mais precisamente estimada a partir da lignina multiplicada por 4,38. O avan o da idade de corte causou aumento da fra o C e redu o da B2, sem interagir com a matura o; embora tenha sido linear, o incremento foi pequeno, de apenas 6% da fra o C, quando comparado a outras gramíneas tropicais com a mesma idade de corte. Os parametros cinéticos n o apresentaram diferen as entre variedades; entretanto, as taxas de degrada o dos CNF foram inferiores às sugeridas pelo sistema Cornell. O ajuste da curva de produ o cumulativa de gás (sistema bicompartimental) mostrou-se adequado, pois a cana-de-a úcar tem fra es de carboidratos disponíveis muito distintas quanto à taxa de digest o (CNF e B2). Por apresentar elevado teor de CNF e baixa taxa de degrada o da fra o B2, pesquisas com diferentes fontes de N para suplementar dietas à base de cana-de-a úcar s o necessárias.
Composi o químico-bromatológica do capim-elefante submetido à aduba o química e organica Productive characteristics and chemical-bromatological composition of elephant grass submitted to chemical and organic fertilization
Tadeu Silva de Oliveira,José Carlos Pereira,Claúdio Samara dos Reis,Augusto Cesar de Queiroz
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2011,
Abstract: Objetivou-se avaliar os efeitos da aduba o química e organica sobre a composi o químico-bromatológica do capim elefante, além de estimar a energia líquida do volumoso e os nutrientes digestíveis totais desta forrageira. Foram formadas duas áreas de capineiras e utilizados dois sistemas de aduba o. Utilizou-se delineamento em blocos (seis períodos), casualizados completos e três repeti es por volumoso (aduba o química e aduba o organica) por bloco. Os dados de proteína bruta, fibra em detergente neutro, cinzas, cálcio, magnésio, potássio e fósforo foram avaliados pelo teste F, a 5% de probabilidade. Com base na fibra em detergente neutro, estimou-se a energia líquida do volumoso e os nutrientes digestíveis totais do capim-elefante nos dois sistemas de aduba o. Com base nos resultados, observa-se que o capim-elefante submetido à aduba o organica apresenta maiores valores em sua composi o químico-bromatológica. Foram observados nesta forragem submetida à aduba o organica, maiores teores de proteína bruta (17,26%), cinzas (26%) e fósforo (36,88%) e menores teores de fibra em detergente neutro (3,96%) em rela o ao capim-elefante submetido à aduba o química. A aplica o de esterco de curral na capineira de capim-elefante melhorou o teor de matéria organica no solo, o que propiciou melhoria na composi o químico-bromatológica, além de proporcionar maior flexibiliza o na frequência de utiliza o da capineira em rela o à adubada químicamente. The objectives of this work were to study the effect of chemical and organic fertilization on the forage dry matter chemical composition characteristics of elephant grass and to estimate the total net energy of forage and the total digestible nutrients. Two elephant grass stocking piles were formed and two fertilization systems were used. Soil and plant evaluations (chemical and physical analysis) were performed at field. Was carried out in a completely block (six periods) randomized design and three replicates per forage (chemical and organic fertilization) per block. Data of crude protein, neutral detergent fiber, and ashes, calcium, phosphorus, magnesium and potassium were evaluated by F test, at 5% of probability. Based on the total digestible nutrients contents, the total net energy and total digestible nutrients of the elephant grass from the two fertilization systems were estimated. The elephant grass submitted to fertilization organic showed higher chemical composition values. In this forage, higher contents of crude protein (17.26%), ashes (26%) and phosphorus (36.88%) and smaller of neutral detergent
Características Físicas da Digesta e Resistência de Partículas ao Escape do Rúmen-Retículo em Novilhos Mantidos em Pastagem Natural em Diferentes Esta es do Ano
Pereira José Carlos,Almeida Marcelo Suzart de,Queiroz Augusto César de,Cecon Paulo Roberto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O tamanho médio de partículas (TMP) e módulo de finura (MF) da dieta, da digesta ruminal e das fezes de novilhos, além da resistência relativa (RR) das partículas ao escape do rúmen-retículo, foram estudados em uma pastagem natural da Zona da Mata de Minas Gerais, durante a época 1 (E1), que abrangeu os meses fevereiro/mar o/abril, e época 2 (E2), correspondente aos meses de agosto/setembro/outubro. O TMP e MF da dieta selecionada pelos bovinos n o variaram entre a E1 (1,91mm e 3,62) e E2 (2,10 mm e 3,72). Na E1, o TMP e MF da digesta ruminal decresceram linearmente até o tempo de 24 horas, enquanto na E2 apresentaram comportamento quadrático, aumentando até o máximo de 1,62 mm e 3,31 nos tempos de 13,20 e 12,95 horas, respectivamente, após início da alimenta o. Para o TMP e MF das fezes, n o houve efeito do tempo de coleta, mas foram diferentes entre E1 (0,55 mm e 2,09) e E2 (0,45 mm e 1,90) e nos meses dentro da E1. A redu o do tamanho das partículas na E2 foi um fator limitante regulando a saída da digesta do rúmen, sendo que na E1 favoreceu o escape de partículas de tamanho médio. Ocorreu aumento contínuo na resistência ao escape das partículas do rúmen com o aumento do tamanho das partículas; partículas maiores que 1,19 mm escaparam do rúmen, apesar de enfrentarem resistência, e as partículas menores que este tamanho sofreram diferentes graus de resistência ao escape.
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