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Situa o da filariose bancroftiana na Regi o Metropolitana do Recife: estudo em uma área endêmica no Município de Jaboat o dos Guararapes, Pernambuco, Brasil
Bonfim Cristine,Lessa Fábio,Oliveira Concei??o,Evangelista Maria José
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo apresenta os resultados do inquérito epidemiológico que estudou a ocorrência e a distribui o da filariose bancroftiana no Distrito de Cavaleiro, Município de Jaboat o dos Guararapes, Pernambuco. O desenho de estudo empregado foi o seccional. Foram analisados 9.520 indivíduos da popula o residente nos 12 bairros que comp em o distrito. Deste total, detectou-se 213 microfilarêmicos (2,2%). Cerca de 91,7% dos bairros pesquisados apresentaram casos de infec o filarial, com prevalências variando de 0% a 5,15%. A popula o masculina foi a mais acometida pela infec o, com 64,3% dos casos (p < 0,05). Verificou-se, também, a existência de positividade em todas as faixas etárias examinadas. Esses resultados indicam que a filariose bancroftiana permanece como um problema de saúde pública na regi o, necessitando de medidas de controle e aten o dos administradores e planejadores de saúde.
Morbidade hospitalar em município da regi o Sul do Brasil em 1992
Mathias Thais A. F.,Soboll Maria Lúcia de M. S.
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Com o objetivo de caracterizar a morbidade hospitalar, foi analisada uma amostra constituída por 2.518 internac es de 8 hospitais gerais do Município de Maringá-PR, Brasil, em 1992, segundo as variáveis: diagnóstico, sexo, idade, procedência, fonte de financiamento, tempo de permanência e tipo de saída. Os diagnósticos mais importantes foram: as complicac es da gravidez, parto e puerpério, doen as do aparelho respiratório e doen as do aparelho circulatório. Das internac es, 42,8% foram para pacientes do sexo masculino e, quando ajustadas por ano de idade, se concentraram em crian as de até 4 anos. A maior parte das interna es foi financiada pelo Sistema único de Saúde (SUS) (73,8%) e pelos pacientes procedentes do Município de Maringá (66,4%). A dura o média da interna o foi de 3,6 dias e o coeficiente de mortalidade hospitalar de 2,7 óbitos em cada 100 interna es.
Confiabilidade e viés do informante secundário na pesquisa epidemiológica: análise de questionário para triagem de transtornos mentais
Santana Vilma S.,Almeida Filho Naomar de,Rocha Cristina O. da,Matos Adriana S.
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: OBJETIVOS: Avaliar a confiabilidade e vieses na aplica o do Questionário de Morbidade Psiquiátrica de Adultos (QMPA) a informantes secundários comparando-os com informantes primários. MéTODO: Foram estimados os índices Kappa para as quest es do QMPA em uma amostra de 69 casais selecionados aleatoriamente em uma área da Regi o Metropolitana de Salvador, Bahia, Brasil. Analisaram-se a magnitude e dire o dos vieses com base na varia o proporcional da prevalência. Cada entrevistado foi avaliado como informante primário, quando respondia sobre seus próprios sintomas, e como informante secundário, quando respondia sobre o c njuge. RESULTADOS: O uso de informantes secundários leva a estimativas de morbidade enviesadas, cuja magnitude e dire o dependem do gênero do informante. Embora ambos, esposo e esposa tendam a subinformar a presen a de sintomas do seu c njuge, as esposas produzem informa es mais confiáveis. CONCLUS ES: Frente às limita es no uso de informante primários, as esposas ou donas-de-casa podem ser recomendadas como informantes secundárias na aplica o do QMPA em estudos da comunidade.
Hipertens o arterial em idosos: prevalência, fatores associados e práticas de controle no Município de Campinas, S o Paulo, Brasil
Zaitune Maria Paula do Amaral,Barros Marilisa Berti de Azevedo,César Chester Luiz Galv?o,Carandina Luana
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência da hipertens o arterial referida em idosos de Campinas, S o Paulo, Brasil, identificando os fatores associados, o uso de servi os de saúde e o conhecimento e as práticas quanto às op es do tratamento. Trata-se de estudo transversal, de base populacional, com amostra de conglomerados, estratificada e em múltiplos estágios. A análise dos dados referentes aos 426 indivíduos (sessenta anos e mais) levou em conta o desenho amostral e o efeito do delineamento. A prevalência de hipertens o foi de 51,8% (46,4% nos homens e 55,9% nas mulheres) e mostrou-se mais elevada em idosos: com menor escolaridade (55,9%), migrantes de outros estados (60,2%) e com sobrepeso ou obesidade (57,2%). Os resultados indicam que os servi os de saúde est o garantindo o acesso ao atendimento médico (71,6% visitam o médico regularmente) e aos medicamentos (86,7% tomam medicamento de rotina), sem distin o de nível sócio-econ mico. Persistem, no entanto, desigualdades sociais quanto ao conhecimento e utiliza o de outras práticas de controle da press o arterial, como dieta adequada e atividade física, que s o insuficientemente utilizadas também pelos segmentos socialmente mais favorecidos.
Les es desportivas no atletismo: compara o entre informa es obtidas em prontuários e inquéritos de morbidade referida
Pastre Carlos Marcelo,Carvalho Filho Guaracy,Monteiro Henrique Luiz,Netto Júnior Jayme
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 2004,
Abstract: Para compreender as les es desportivas (LD) é necessário quantificá-las, associando-as a fatores causais particulares ao esporte. Contudo, faltam registros sobre tais agravos nas institui es esportivas, sobretudo no atletismo brasileiro, em que poucos clubes possuem servi os de assistência à saúde. Na ausência de tais registros, estudos na área de saúde pública, utilizam-se de outros recursos epidemiológicos para coletas, tais como os inquéritos de morbidade referida. A partir dessa escassez de informa es e a facilidade de obten o de dados junto aos próprios atletas, objetivou-se, para esta pesquisa, levantar informa es sobre LD referidas por atletas de alto rendimento, retrocedendo em oito meses, e compará-las com os registros de prontuários clínicos. Para tanto, foram tomados 25 atletas de elite, 16 do gênero masculino e nove do feminino, com idade de 25,7 ± 4,4 anos, altura de 1,74 ± 0,10m, peso 70,4 ± 13,15kg e tempo médio de treinamento de 8,38 ± 4,06 anos. Dois fisioterapeutas foram treinados separadamente para coletar informa es sobre LD. Um deles em prontuários e o outro dos próprios atletas, através de entrevista (inquéritos de morbidade referida - IMR). Estudo de concordancia de respostas para as duas formas de coleta foi realizado pelo teste da propor o binomial, estabelecendo-se limites de 95% de confian a para a concordancia. Os resultados mostraram que em todas as variáveis estudadas os valores estavam dentro dos limites de confian a estabelecidos pelos testes estatísticos, sendo: 88,33% para as variáveis tipo de les o ou agravo e mecanismo de les o ou aumento dos sintomas, 90% para a variável qualidade do retorno às atividades desportivas e 91,67% para as variáveis local anat mico e período de treinamento. Concluiu-se que houve elevada taxa de concordancia entre as informa es levantadas, mostrando a eficácia do IMR para a coleta de informa es sobre les es desportivas para a popula o investigada.
Inquéritos de saúde e fonoaudiologia Health surveys and audiology and speech-language science
Mariana Sodário Cruz,Luiz Roberto de Oliveira,Luana Carandina
Revista CEFAC , 2009,
Abstract: TEMA: os inquéritos de saúde constituem uma abordagem eficiente para estudos populacionais, sendo tal metodologia ainda pouco difundida entre os fonoaudiólogos brasileiros. Para a realiza o e análise de um estudo com base em inquéritos de saúde, o profissional deve transcender a vis o clínica fonoaudiológica, partindo para uma abordagem social, demográfica, econ mica e de saúde geral. OBJETIVO: realizar abordagem teórica acerca dos inquéritos de saúde, seus conceitos, histórico e resultados publicados no campo fonoaudiológico, com enfoque em saúde auditiva. CONCLUS O: os inquéritos de saúde constituem-se num método de investiga o importante a ser explorado pelos fonoaudiólogos para que passem a recomendar a es relacionadas à saúde auditiva em sintonia com necessidades da popula o embasadas em dados epidemiológicos fidedignos. BACKGROUND: health surveys make up an efficient approach for population researches, and this methodology is not widely diffused among Brazilian audiologists and speech-language pathologists. In order to carry out a research based on health surveys; the professional should transcend the clinical audiologist and speech-language pathologist view, aiming at a social, demographic and economic view of health. PURPOSE: achieve theoretic approach about health inquiries, their concepts, history and published results in audiology and speech-language science, with emphasis on hearing health. CONCLUSION: health surveys make up an important investigation method to be explored by audiologists and speech-language pathologists, so that they mat recommend actions related to hearing health according with the population needs based on reliable epidemiologic data.
II - Morbidade hospitalar por les es e envenenamentos
Lebr?o Maria Lúcia,Jorge Maria Helena P. de Mello,Laurenti Ruy
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: As Autoriza es de Interna o Hospitalar (AIHs) hoje, no Brazil, representam aproximadamente 80% do total das interna es do País e se tornaram de fácil acesso com a dissemina o das bases de dados através de CD-ROM. Esse fato permite que se tenha um desenho, próximo do real, da morbidade que leva à hospitaliza o. Fazem parte dessa morbidade, as les es e envenenamentos quer pela gravidade ou freqüência. Dada a sua importancia, foram estudadas as interna es de um mês do ano de 1994, por essas causas, segundo algumas características epidemiológicas e de servi o, como dados demográficos, diagnóstico, tempo de permanência e mortalidade. Verificou-se que as les es e envenenamento têm sido responsáveis por 5 a 6% das interna es do País, sendo preponderante no sexo masculino e, entre esses, foi a primeira causa de interna es nos grupos etários de 15 a 29 anos. As mulheres somente os ultrapassam após os 65 anos. Quando analisadas segundo o tipo verifica-se que as fraturas s o as mais freqüentes (37,5%) e dentre elas, as faturas dos membros s o a quase totalidade. Dentre os ferimentos as localiza es mais freqüentes s o m o, antebra o, cabe a e pesco o. Considerando-se a idade e a maior preponderancia no sexo masculino, pressup e-se tratar de acidentes do trabalho ou do transito. Nas queimaduras chama a aten o a grande ocorrência nas crian as menores de 5 anos, o que leva os autores a lamentar a inexistência da informa o sobre as causas desses acidentes, impedindo a possibilidade de a es de preven o desses acontecimentos.
Inquérito sobre a prevalência de bócio endêmico no Brasil em escolares de 6 a 14 anos: 1994 a 1996
Corrêa Filho,Heleno Rodrigues; Vieira,Jo?o Batista Furtado; Silva,Yara Simoni Pereira; Coelho,Giovanini Evelim; Cavalcante,Felicidade dos Anjos Carvalho; Pereira,Maria da Paz Luna;
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002, DOI: 10.1590/S1020-49892002001100005
Abstract: objective. to determine the national and state-level prevalence of endemic goiter associated with iodine deficiency in schoolchildren between 6 and 14 years of age in brazil, based on data from a national survey carried out from 1994 to 1996. materials. thyroid inspection and palpation were performed on 178 774 schoolchildren between 6 and 14 years of age, in all the states of brazil. a subsample was selected to measure the iodine content in their urine as well as the iodine content of the table salt used for cooking in their homes. results. the last survey before this one was carried out in 1975. we found an 86% decrease in the median prevalence of grade 1 and grade 2 goiter, from 12% to 1%. in 21% of the municipalities, the observed prevalence was zero. from the 16 803 urine samples collected for iodine measurement, 7 702 were matched with the corresponding clinical record (a loss of 54%). the median urinary iodine level was 14.0 mg/dl, and without a significant correlation with the clinical data on goiter. the median iodine excretion level for the population in the states of acre, amapá, and tocantins was equal to or below 9.0 mg/dl. in three municipalities, urinary iodine was below 2.5 mg/dl in all the samples: paran? (in the state of tocantins), concei??o (paraíba), and nova roma (goiás). the supplementary iodine found in the salt collected from households (458 samples collected) was below recommended levels, with 50% of them below 20 mg/kg (20 ppm). in 7% of the samples, the level of iodine was below 10 mg/kg of salt, even in salt-producing states such as rio grande do norte. conclusions. there is evidence that endemic goiter is expanding to parts of brazil that more recently have been opened up for agriculture, with children in those areas being exposed to low levels of supplementary iodine in the salt used for cooking. we found an increased risk of goiter in areas with deficient iodine supplementation (< 10 mg/kg) (odds ratio = 1.85; cornfield 95% confidence
Inquérito sobre a prevalência de bócio endêmico no Brasil em escolares de 6 a 14 anos: 1994 a 1996
Corrêa Filho Heleno Rodrigues,Vieira Jo?o Batista Furtado,Silva Yara Simoni Pereira,Coelho Giovanini Evelim
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002,
Abstract: Objetivo. Determinar as prevalências estaduais e nacional do bócio endêmico relacionado com a deficiência de iodo em escolares de 6 a 14 anos, com base em dados obtidos no inquérito nacional realizado de 1994 a 1996 no Brasil. Materiais. Em 428 municípios de todos os estados brasileiros, o exame de inspe o-palpa o foi utilizado para coletar dados de 178 774 escolares de 6 a 14 anos. Uma sub-amostra foi selecionada para determina o do conteúdo de iodo na urina e sal culinário residencial. Resultados. Em compara o com dados de 1975, último inquérito antes deste aqui relatado, constatou-se queda de 86% na prevalência mediana de bócio graus I e II (de 12 para 1%). Em 21% dos municípios, a prevalência observada foi zero. Das 16 803 amostras urinárias para dosagem de iodo foi possível recuperar 7 702 e associá-las às respectivas fichas clínicas individuais (perda de 54%). A mediana de iodo urinário foi de 14,0 mig/dL e n o se verificou correla o significativa com os dados clínicos de bócio. Os estados do Acre, Amapá e Tocantins tiveram mediana populacional de excre o urinária de iodo igual ou abaixo de 9,0 mig/dL. Em três municípios a dosagem urinária de iodo foi gravemente baixa (< 2,5 mig/dL) em todas as amostras: Paran (Tocantins); Concei o (Paraíba); e Nova Roma (Goiás). O sal consumido nas residências (458 amostras coletadas) apresentou sub-dosagem de iodo suplementar, com 50% abaixo de 20 mg/kg ou 20 ppm. Em 7% das amostras, a dosagens de iodo foi menor do que 10 mg/kg de sal, inclusive em estados produtores de sal, como o Rio Grande do Norte. Conclus es. Há evidências de expans o da área endêmica de bócio para as regi es de abertura de fronteira agrícola, com exposi o de crian as a dieta doméstica carente de iodo veiculado pelo sal. Esta carência associou-se com o aumento de risco para bócio (OR = 1,85; 1,68 < OR < 2,03; IC 95% Cornfield) nas áreas onde a ioda o do sal consumido foi deficiente (< 10 mg/kg).
Investigation on morbidity in an admission department in a university hospital Inquérito de morbidade de servi o de primeiro atendimento ambulatorial em hospital universitário
Rita de Cássia N da S Salvio,Maurílio Pereira de Carvalho Salek,Ant?nio Emanuel Goicochea,Rosimere J. Teixeira
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc4(14)191
Abstract: Primary Care is the doorway to the health system but there are barriers, which often block the access. Our goal was to assess the disease profile, the origin and the reasons why patients were sent to Outpatient Primary Care services. 252 patients have answered questionnaires on the following points: age, sex, place of residence, the reason and the cause for having been sent to this kind of treatment, conclusions and diagnostic results (ICPC2). Most of them were women between 45 and 64 years of age, 25% came from other cities. Most of them were sent to this kind of treatment from the Pedro Ernesto University Hospital (33%), but half of the patients did not undergo regular medical treatment. The most common diagnoses were circulatory and endocrinal-metabolic problems, which could have been cared for in the primary and secondary levels of health care. The results suggest disorganization of the health system in our city and state, especially as far as primary care is concerned, and shows the need for actions aimed at reorganizing the system in both, in the city and in the state of Rio de Janeiro. A Aten o Primária à Saúde representa a porta de entrada do sistema de saúde, mas existem barreiras que muitas vezes bloqueiam seu acesso. Nosso objetivo foi analisar o perfil nosológico, a procedência e o motivo dos encaminhamentos dos pacientes atendidos em servi o de Primeiro Atendimento Ambulatorial (PAMI). Foi aplicado questionário a 252 pacientes, sendo avaliados: idade, sexo, local de moradia, motivo e origem do encaminhamento, destino dado e impress o diagnóstica (ICPC2). A maioria eram mulheres, entre 45 e 64 anos, 25% provenientes de outros municípios. Os encaminhamentos eram do HUPE (33%), mas metade dos pacientes n o tinha acompanhamento regular. Os diagnósticos mais comuns foram dos sistemas circulatório e endócrino-metabólico, passíveis de acompanhamento nos níveis primário e secundário de aten o. Os resultados sugerem a desorganiza o do sistema de saúde em nosso município e estado, em particular da APS. Por meio deste trabalho, pode-se ter uma vis o da porta de entrada no município do Rio de Janeiro e, também, do estado do Rio de Janeiro, demonstrando a necessidade de a es visando à reorganiza o da mesma. No nível da rede municipal e estadual de saúde.
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