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Milk production and quality of Holstein cows in function of the season and calving order Produ o e qualidade do leite de vacas da ra a Holandesa em fun o da esta o do ano e ordem de parto
Rodrigo de Souza,Geraldo Tadeu dos Santos,Altair Ant?nio Valloto,Alexandre Leseur dos Santos
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2010,
Abstract: It was aimed to evaluate the effect of the lactation order and calving season on milk production and quality of Holstein’s cows. The lactation order had a significant effect on milk production and score of somatic cells (SSC), without affecting fat and protein content. Cows of 3rd and 4th lactation were more productive due to the complete development of the mammary gland and corporal growth. SSC rose with the increase of the lactation number due to the contact with pathological agents as the animals had a more advanced age. Lactations that begin in the spring presented the smallest milk production (Kg/cow/day) because of the heat stress that these animals suffered in the lactation pick, with damage of milk production of this lactation. SSC, the fat and protein content did not vary in function of the calving season. Lactation order and calving season caused variation in the milk production, being important the use of strategies to minimize the heat stress mainly in the lactation pick. Larger careful should be taken with cows starting from 4th lactation, because these present a higher SSC, and the heat stress can favor the mastitis occurrence. Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito da ordem de lacta o e esta o do ano ao parto sobre a produ o e qualidade do leite de vacas da ra a Holandesa. A ordem de parto teve efeito significativo sobre a produ o de leite e escore de células somáticas (ECS), sem efeito sobre os teores de gordura e proteína. Vacas de 3a e 4a lacta o foram mais produtivas devido ao completo desenvolvimento da glandula mamária e crescimento corporal. O ECS aumentou com a eleva o do número de lacta es devido ao contato com agentes patogênicos à medida que os animais têm uma idade mais avan ada. Lacta es iniciadas na primavera apresentaram a menor produ o de leite (Kg/vaca/dia) por causa do estresse calórico que os animais sofreram no pico de lacta o, de modo a comprometer a produ o de leite dessa lacta o. ECS e teores de gordura e proteína n o variaram em fun o da época de pari o. Ordem de lacta o e esta o do ano ao parto causam varia o na produ o de leite, e é importante o uso de estratégias para minimizar o estresse calórico, principalmente no pico de lacta o. Maiores cuidados devem ser tomados com vacas a partir da 4a lacta o, pois apresentam maior ECS e o estresse calórico pode favorecer a ocorrência de mastite.
Composi o e digestibilidade aparente da silagem de baga o de laranja
ítavo Luís Carlos Vinhas,Santos Geraldo Tadeu dos,Jobim Clóves Cabreira,Voltolini Tadeu Vinhas
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Avaliou-se a silagem de baga o de laranja, com ou sem aditivo enzimático microbiano e ácido fórmico ou acético, com o objetivo de determinar a digestibilidade aparente da matéria seca (MS), matéria organica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), extrato etéreo (EE) e carboidratos n o-estruturais (CNE). O baga o de laranja foi ensilado por 70 dias, em tubos de concreto com capacidade de 700 kg, em um ensaio com ovinos, machos, alojados em gaiolas metabólicas. O alimento fornecido foi feno de aveia (70%) e silagem (30%) com base na MS. N o houve diferen a entre os tratamentos para os coeficientes de digestibilidade da silagem. Os aditivos n o alteraram o valor nutricional do alimento. A silagem demonstrou ter alta digestibilidade aparente.
Avalia o da silagem de baga o de laranja com diferentes aditivos por intermédio dos parametros de fermenta o ruminal de ovinos e contribui o energética dos ácidos graxos voláteis
ítavo Luís Carlos Vinhas,Santos Geraldo Tadeu dos,Jobim Clóves Cabreira,Voltolini Tadeu Vinhas
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O baga o de laranja, com aditivo enzimático microbiano, ácidos fórmico e acético, ensilado por 70 dias, em tubos de concreto com capacidade de 700 kg, foi avaliado por intermédio dos parametros de fermenta o ruminal, em ensaio experimental realizado com ovinos, machos, alojados em gaiolas metabólicas. O alimento fornecido foi feno de aveia (70%) e silagem de baga o de laranja (30%), com base na MS. O fluido ruminal foi coletado por sonda esofagiana nos tempos 2, 5 e 8 horas após o fornecimento do alimento e antes da alimenta o, tomado como tempo zero (0). Foram avaliados pH, N amoniacal, ácidos graxos voláteis (acético, propi nico e butírico) e contribui o energética desses ácidos em kcal. N o houve diferen a entre os tratamentos para os parametros avaliados. As equa es de regress o apresentaram comportamento quadrático para todas as características estudadas e as médias dos parametros foram: pH, 6,97; N amoniacal, 6,78 mg/100 mL de fluido ruminal e dos AGV; e acético, propi nico e butírico, 45,99; 11,16; e 5,50 mM/mL de fluido ruminal, respectivamente. Os aditivos n o alteraram o valor nutricional do alimento, quando avaliados os parametros de fermenta o ruminais. Entretanto, para a produ o de AGV, houve melhor eficiência de transforma o (kcal de AGV/kcal de glicose), 72,92% para o tratamento sem aditivo (controle).
Aditivos na conserva o do baga o de laranja in natura na forma de silagem
ítavo Luís Carlos Vinhas,Santos Geraldo Tadeu dos,Jobim Clóves Cabreira,Voltolini Tadeu Vinhas
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Estudaram-se os efeitos de aditivos na fermenta o e composi o do baga o de laranja, em silos laboratoriais de PVC com capacidade para 15 kg, distribuídos ao acaso com três silos por tratamento: sem aditivo (CT), inoculante enzimático microbiano (IN) e ácidos fórmico (FO), propi nico (PP) e acético (AC). As amostras foram tomadas antes (0) e 2, 8, 16, 32 e 64 dias após a ensilagem. Analisaram-se os teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e detergente ácido (FDA), a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) e da parede celular (DIVPC), o pH, a capacidade tamp o (CATP) e o N amoniacal. A silagem sem aditivo apresentou os menores teores de MS. Os teores de PB, FDN e FDA da silagem tratada com ácido fórmico (FO) foram os menores. As DIVMS e DIVPC foram constantes, com exce o do tratamento com ácido fórmico (FO), que foi linear negativo, em fun o do tempo de ensilado. O comportamento do pH apresentou equa es de regress o cúbicas, com exce o do tratamento com ácido fórmico, que foi linear. A silagem tratada com ácido fórmico apresentou os menores valores de CATP (25,7 a 39,1 mg HCl/100 g MS) e os maiores de N amoniacal (3 a 4% N total). Os aditivos n o melhoraram a qualidade e o valor nutricional da silagem de baga o de laranja
Substitui o da silagem de milho pela silagem do baga o de laranja na alimenta o de vacas leiteiras: Consumo, produ o e qualidade do leite
ítavo Luís Carlos Vinhas,Santos Geraldo Tadeu dos,Jobim Clóves Cabreira,Voltolini Tadeu Vinhas
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Estudaram-se os efeitos da substitui o da silagem de milho pela silagem de baga o de laranja sobre o consumo de nutrientes, a produ o e a qualidade do leite de vacas da ra a holandesa, num experimento em quadrado latino 4 x 4, com quatro níveis de substitui o (0, 25, 50 ou 75% MS) da silagem de milho pela silagem de baga o de laranja, com base na matéria seca, mantendo-se a rela o volumoso:concentrado de 50:50. Os níveis de substitui o n o influenciarram as porcentagens de gordura e proteína do leite, porém o comportamento do consumo de nutrientes e produ o de leite se deu de forma quadrática, em fun o do nível de substitui o. Os resultados sugerem que a silagem de baga o de laranja pode substituir a silagem de milho para vacas em lacta o.
Determina o do consumo, digestibilidade e fra es protéicas e de carboidratos do feno de Tifton 85 em diferentes idades de corte
Gon?alves Geane Dias,Santos Geraldo Tadeu dos,Jobim Clóves Cabreira,Damasceno Júlio Cesar
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Objetivou-se determinar o consumo de matéria seca (MS), a digestibilidade aparente da MS, matéria organica (MO), proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN) e a digestibilidade in vitro da MS (DIVMS) e, também, quantificar as fra es de proteína e carboidratos do feno de Tifton 85, cortado aos 28, 42, 63 e 84 dias de crescimento. O delineamento experimental utilizado para a análise dos dados referentes ao consumo e digestibilidade aparente foi em Quadrado Latino 4 x 4 e, para o fator idade de corte, foi usada regress o. Houve decréscimo linear, à medida que se aumentou a idade de corte para o consumo de MS e para a digestibilidade aparente da MS, MO, PB e FDN. Os valores encontrados para a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) foram bastante próximos aos encontrados para digestibilidade aparente. Para as fra es de proteína e carboidratos, observaram-se aumentos para a fra o C, com o aumento na idade de corte, que variaram de 17,4 a 22,8 e de 10,9 a 14,3%, respectivamente. Da mesma forma, a fra o B3 da proteína aumentou e a B2 apresentou pouca varia o, com o aumento da idade de corte, enquanto as fra es A e B1 dos carboidratos totais diminuíram. Os resultados referentes ao consumo de MS e digestibilidade da MS foram de 2,4, 2,2, 2,1 e 1,1% e de 60,5, 58,8, 56,3 e 53,8%, para as idades de crescimento de 28, 42, 63 e 84 dias, respectivamente.
Farinha de penas hidrolisada em dietas de ovinos
Branco Antonio Ferriani,Coneglian Sabrina Marcantonio,Mouro Gisele Fernanda,Santos Geraldo Tadeu dos
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar a digestibilidade aparente dos nutrientes, o balan o de nitrogênio e a concentra o plasmática da uréia em dietas para ovinos com diferentes níveis de inclus o de farinha de penas hidrolisada. Foram utilizados cinco ovinos machos, castrados, com 50 kg de peso vivo. O delineamento utilizado foi o quadrado latino 5 x 5, em que os tratamentos consistiram em níveis de 0, 25, 50 , 75 e 100% de substitui o do farelo de soja mais uréia pela farinha de penas. O método utilizado para a determina o da digestibilidade e do balan o de nitrogênio foi a colheita total de fezes e urina. A ingest o da proteína bruta sofreu efeito quadrático, enquanto sua digest o sofreu efeito linear negativo, com a substitui o do farelo de soja mais uréia pela farinha de penas hidrolisada. Houve efeito linear positivo na excre o fecal e negativo na digestibilidade de matéria seca (MS), matéria organica (MO), proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN), com a inclus o da farinha de penas. Essa inclus o também influenciou de forma linear decrescente a ingest o de nutrientes digestíveis totais (NDT) e seu valor para as dietas. A inclus o da farinha de penas influenciou todas as variáveis estudadas no balan o de nitrogênio. Houve efeito linear crescente na excre o de nitrogênio nas fezes e na urina e decrescente na digestibilidade da matéria seca e na concentra o de uréia plasmática. Quanto ao nitrogênio consumido e retido houve efeito quadrático dos níveis de substitui o.
Efeito de Estratégia de Suplementa o com Concentrado no Desempenho de Cabras Mesti as Saanen, em Dois Sistemas de Produ o
Macedo Vicente de Paulo,Damasceno Júlio Cesar,Santos Geraldo Tadeu dos,Martins Elias Nunes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O experimento foi conduzido com os objetivos de avaliar o desempenho de cabras leiteiras mesti as Saanen, submetidas a duas estratégias de suplementa o com concentrado (ESC): 30% das exigências diárias em energia líquida (NRC, 1981), supridas pelo concentrado, da 3a semana até o final de lacta o (ESC.1) ou 60% das exigências da 3a à 13a semana de lacta o e 15% da 14a semana até o final da lacta o (ESC.2) e avaliar a resposta dos animais à estratégia de suplementa o com concentrado em sistema de produ o semi-confinamento e em pastagem. Foram utilizados 31 animais em delineamento completamente casualizado. O sistema de produ o teve efeito no consumo total de concentrado e produ o total de leite; no sistema em pastagem, os valores para essas duas variáveis foram superiores. A suplementa o com concentrado afetou o consumo total de concentrado e a rela o produ o de leite/consumo de concentrado. Maior valor para rela o produ o de leite/consumo de concentrado e menor para consumo total de concentrado foram obtidos para ESC.1. O peso corporal foi afetado pelo sistema de produ o, resultando maior valor para o sistema em pastagem. O peso e a condi o corporal apresentaram respostas variadas à suplementa o com concentrado, em fun o do sistema de produ o. No sistema de semi-confinamento, a ESC.2 resultou em maior valor para condi o corporal e o peso corporal n o sofreu efeito. No sistema em pastagem, os maiores valores do peso e condi o corporal foram encontrados para ESC.1. Os parametros reprodutivos n o sofreram efeito da estratégia de suplementa o com concentrado e sistema de produ o.
Consumo voluntário, digestibilidade e balan o de nitrogênio em ovinos recebendo palha de arroz amonizada em diferentes níveis de oferta
Damasceno Júlio Cesar,Santos Geraldo Tadeu dos,Cecato Ulysses,Sakaguti Eduardo Shiguero
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Foi realizado um experimento com o objetivo de estudar os efeitos de níveis de oferta de palha de arroz amonizada com uréia no consumo voluntário (CMS) e na digestibilidade da matéria seca (DMS) e no consumo, na excre o, na digestibilidade e no balan o de N. Foram utilizados 15 ovinos adultos, machos, castrados, com peso médio de 63,8 kg, mantidos individualmente em gaiolas metabólicas. Os níveis de oferta de palha utilizados foram: 1,5; 3,0; 4,5; 6,0; e 7,5% do peso vivo (PV). Um suplemento (200 g/animal/dia de milho) foi utilizado para fornecer energia disponível aos microrganismos do rúmen. N o houve efeito do nível de oferta de palha sobre a DMS, a excre o de N na urina, a digestibilidade do N e o balan o de N, sendo os valores médios de 58,6%, 8,23 g/dia, 44,74% e 0,29 g/dia, respectivamente. Houve efeito linear do nível de oferta no consumo e excre o de N nas fezes. Os consumos de MS e MS digestível (MSD) aumentaram linearmente até os níveis de oferta de 3,0 e 4,3%, respectivamente. Estes níveis de oferta resultaram em 23,9 e 37,4% de sobras, respectivamente. Baseando-se no consumo de MSD acima das exigências de manten a (0,12 energia digestível Mcal/kgPV0,75), para maximizar o desempenho por unidade de palha ofertada, recomenda-se fornecer cerca de 123,05 g/kgPV0,75 de palha de arroz amonizada. Quando o objetivo for apenas atender a manten a dos animais, níveis inferiores a 123,1 g/kgPV0,75 s o aceitos. Níveis superiores n o s o recomendados, pois haverá desperdício de palhas, sem haver incremento na resposta animal.
Comportamento da Curva de Lacta o de Cabras Mesti as Saanen em Fun o da Suplementa o de Concentrado e do Sistema de Produ o
Macedo Vicente de Paulo,Damasceno Júlio Cesar,Santos Geraldo Tadeu dos,Martins Elias Nunes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Estudaram-se o comportamento da curva de lacta o em 31 cabras mesti as Saanen e o efeito de duas estratégias de suplementa o de concentrado: 30% das exigências em energia líquida da 3a semana até o final da lacta o (ESC.1); 60% das exigências em energia líquida diária da 3a à 13a semana, e 15% da 14a semana até o final da lacta o (ESC.2), em sistemas de produ o semi-confinamento e pastagem. Os seguintes modelos foram avaliados: Wood linear e n o-linear, Morant linear e n o-linear, D-set e Grossman. O modelo Wood n o linear foi o que melhor descreveu o comportamento da curva de lacta o. A resposta da estratégia de suplementa o com concentrado variou em fun o do sistema de produ o. A estratégia de suplementa o com concentrado afetou mais intensamente o comportamento da curva de lacta o no sistema de produ o semi-confinamento. A estratégia ESC.2, de suplementa o com concentrado, resultou em mais dias para atingir o pico de produ o, no sistema semi-confinamento, e maior produ o no pico em ambos sistemas.
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