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ISSN: 2333-9721

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O PROJETO PARA O PAVILH O BRASILEIRO NA EXPO’ 92 EM SEVILHA E A CHAMADA “ARQUITETURA PAULISTA” / The project for the Brazil Pavilion in Expo’92 in Seville and the so called “Paulista architecture”
Evandro Fiorin
Proyecto, Progreso, Arquitectura , 2012,
Abstract: RESUMO Este artigo discute a polêmica em torno do projeto vencedor do concurso organizado pelo Ministério das Rela es Exteriores do Brasil para o Pavilh o Brasileiro na Expo’ 92, na cidade de Sevilha, Espanha, as opini es dos críticos de arquitetura proferidas à época da divulga o dos resultados e os seus desdobramentos para a arquitetura brasileira. No início da década de 90, esse concurso foi uma espécie de polarizador de ideias no país, entre os arquitetos que eram favoráveis a uma renova o dos projetos e os que defendiam uma retomada da tradi o arquitet nica nacional, sob a forma de edifícios com grandes v os construídos em concreto armado, oriundos da chamada “arquitetura paulista”, notabilizada pelos trabalhos realizados a partir da década de 60, por importantes arquitetos como Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha. No entanto, as referências modernistas no partido adotado pelo projeto vencedor, de autoria dos arquitetos: ngelo Bucci, álvaro Puntoni e José Oswaldo Vilela, traziam consigo controvérsias, por conta das dificuldades em torno da possibilidade de retomada das li es dos velhos mestres modernos em face dos novos tempos que se descortinavam com o fim da ditadura militar no Brasil e com o processo de abertura dos mercados, ao mesmo tempo em que abriam caminho para um processo de revaloriza o da chamada “arquitetura paulista”.SUMMARY This article discusses the controversy surrounding the winning project of the competition organized by the Brazilian Ministry of Foreign Affairs for the Brazilian pavilion at the Expo’92 in Seville, Spain; the views of architecture critics made at the time of the results, and, their implications for Brazilian architecture. At the beginning of the 90s, this competition was a kind of confrontation of ideas, between the architects who were in favour of a renewal of architecture and those who defended the resumption of national architectural traditions, buildings with large spans, constructed in reinforced concrete. These architects were the heirs of the so called “Paulista architecture”, which was characterised by the work undertaken from the 60’s by important architects such as Vilanova Artigas and Paulo Mendes da Rocha. The modern references adopted by the winning project, from the architects ngelo Bucci, álvaro Puntoni and José Oswaldo Vilela, sparked controversies because of the difficulty of resuming the teachings of the old modern masters when faced with new times. These controversies were related to the end of the military dictatorship in Brazil and the process of opening markets, and by the relev
Língua, discurso e política
Fiorin, José Luiz;
Alea : Estudos Neolatinos , 2009, DOI: 10.1590/S1517-106X2009000100012
Abstract: after discussing the meaning of the word politics, this paper shows that there are four possible approaches to the issue of the relationships between language, discourse and politics: a) the intrinsic political nature of language; b) the relations of power between discourses and their political dimension; c) the relations of power between languages and the political dimension of their usage and; d) linguistic policies. this paper addresses only the first two of these items. languages have an intrinsically political nature because they subject their speakers to their order. the acts of silencing operationalized in discourse manifest a relation of power. the spread of discourses in the social space is also subject to the order of power. the use of language may be the space of pertinence, but is also that of exclusion, separation and even the elimination of the other. therefore, language is not a neutral communication tool, but it is permeated by politics, by power. because of the dislocations that it produces, literature is a form of swindling language, unveiling the powers that are imprinted on it.
Linguagem e interdisciplinaridade
Fiorin, José Luiz;
Alea : Estudos Neolatinos , 2008, DOI: 10.1590/S1517-106X2008000100003
Abstract: since language is multifaceted and heterogeneous, interdisciplinarity is natural to linguistic studies. in this article, after demonstrating that, i present two basic ways of doing science. one is ruled by the principle of exclusion, whereas the other is ruled by the principle of participation. the former leads to specialization, whereas the latter leads to the surpassing of specialization. from that, i discuss the advantages and problems of disciplinarity, and present the reasons why nowadays interdisciplinarity is a positive universal in scientific and pedagogical discourses. also, based on etymology, i discuss the concepts of interdisciplinarity, multidisciplinarity, pluridisciplinarity and transdisciplinarity. finally, i examine the bonds between linguistics and other sciences, by drawing a brief history of the relations between linguistics and literature in brazil.
Sendas e veredas da semiótica narrativa e discursiva
FIORIN, José Luiz;
DELTA: Documenta??o de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada , 1999, DOI: 10.1590/S0102-44501999000100009
Abstract: this work analyses the development of a recent discourse theory, namely french semiotics. it refers to the principles that form the basis of that theory, its progress regarding the establishment of a meaning generative process, the course it has followed towards the complexification of the narrative level through a study of the modalizations of doing and being, ranging from the building up of theory concerned with the pragmatic dimension of the narrative to a theory focused on the cognitive and pathematic dimensions of the narrative. furthermore, this work examines current paths of investigation which seek to analyse not only what underlies but also what goes on beyond discourse. in the first case, by means of the concepts of aesthesis, aspectualization and modulation, the recovering of the signification pre-conditions continuum in discourse is investigated; in the second case the problem of the relationship between the level of content and level of expression is examined.
O projeto hjelmsleviano e a semiótica francesa
José Luiz Fiorin
Galáxia , 2008,
Abstract: Este trabalho analisa o projeto hjelmsleviano de constru o de uma teoria das linguagens, mostrando, de um lado, o espa o discursivo em que se constitui e, de outro, sua coerência interna. Enfatiza a redu o metodológica operada por Hjelmslev, para, em seguida, incorporar, sob os mesmos princí-pios de análise, o que havia sido descartado. Mostra também como a semiótica francesa se constrói com base nesse projeto teórico, expondo o que ela utiliza dele e os aspectos em que ela o altera. Palavras-chave formalismo, rela o, princí-pio da imanência, sistema, processo Abstract This paper analyzes the hjelmslevian project for a semiotic theory. Its objectives are (i) to show the discourse space in which the hjelmslevian theory develops and its internal coherence; (ii) to emphasize the methodological reduction proposed by Hjelmslev, to later incorporate what had been previously discarded under the same principles of analysis; (iii) to show that French semiotics has started and developed within this theoretical framework by accepting some of its aspects and by altering others. Key words formalism, principle of immanence, relation, system, process
Semiótica e comunica o
José Luiz Fiorin
Galáxia , 2008,
Abstract: Alguns pesquisadores do campo da Comunica o têm afirmado que seu objeto s o os meios de comunica o de massa e que esse objeto exige a elabora o de teorias especí-ficas para seu tratamento. Por isso, a Semiótica n o poderia ser usada nos estudos de comunica o. Este trabalho pretende mostrar que apenas uma teoria da significa o pode explicar rigorosamente a quest o do produtor coletivo dos objetos dos meios de comunica o de massas, bem como o papel exercido pelo enunciatário na produ o discursiva das mí-dias. Palavras-chave enuncia o, enunciador, enunciatário, ethos, pathos Abstract Some researchers from the field of communication have stated that their objects of study are the means for mass communication, and purported that those objects demand the elaboration of specific theories for their treatment. Therefore, Semiotics should be banished from that field of studies. In this paper, however, I intend to show that it is only through a theory of signification that we can thoroughly explain: (i) the matter of the collective production of the objects of mass communication, and (ii) the role played by the enunciatee in the mass media's discourse production. Key words enunciation, enunciator; enunciatee, ethos, pathos
O Pathos do enunciatário
José Luiz Fiorin
Alfa : Revista de Linguística , 2004,
Abstract: Este trabalho parte da idéia de que o enunciatário é t o produtor do discurso quanto o enunciador, dado que este produz o texto para uma imagem daquele, que determina as diferentes escolhas enunciativas, conscientes ou inconscientes, presentes no enunciado. Essa imagem do enunciatário é um ator e n o um actante da enuncia o. Este trabalho mostra como é construído esse leitor implícito e o que determina a eficácia de um discurso.
Semiótica das paix es: o ressentimento
José Luiz Fiorin
Alfa : Revista de Linguística , 2007,
Abstract: Este trabalho, depois de mostrar as raz es por que a Semiótica sentiu necessidade de estudar, de maneira rigorosa, as paix es, nota que Greimas distingue o discurso apaixonado do discurso da paix o. Essa diferen a aponta para uma dupla manifesta o dos sentimentos no discurso: na enuncia o e no enunciado. Naquela, cria-se um tom patêmico; neste, os afetos podem ser mencionados ou representados. A Semiótica, ao examinar as paix es, n o perscruta temperamentos ou caracteres. Os efeitos de sentido passionais s o constru es de linguagem, pois derivam de arranjos provisórios, de intersec es e de combina es de modalidades diferentes. Depois de fazer ver que os afetos marcam profundamente a vida na universidade e que, entre eles, o mais importante parece ser o ressentimento, este estudo faz uma descri o dessa paix o e mostra as implica es de sua presen a no convívio acadêmico.
Modaliza o: da língua ao discurso
José Luiz Fiorin
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: A modaliza o tem o papel de exprimir a posi o do enunciador em rela o àquilo que diz. As modalidades s o, ent o, definidas como predicados que sobredeterminam outros predicados. Como o inventário das modalidades nas línguas naturais é bastante confuso, porque os sentidos se superp em, é preciso utilizar um procedimento hipotético-dedutivo, para estabelecer as modalidades de base, aquelas organizadas por procedimentos dedutivos independentemente dos lexemas modais das línguas naturais. Este trabalho, com base na Semiótica francesa, mostra os critérios para estabelecer as modalidades de base, verifica como elas se manifestam em português e analisa a modaliza o como procedimento discursivo, isto é, como o estabelecimento, no texto, de percursos modais, instituídos a partir de compatibilidades e incompatibilidades das modalidades.
A pessoa desdobrada
José Luiz Fiorin
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Greimas afirma que há dois mecanismos com que o enunciador instaura no enunciadopessoas, espa os e tempos: a debreagem e a embreagem. Esses conceitos foram apenas esbo adospelo semioticista francês. Este trabalho, depois de explicitar e exemplificar esses dois procedimentosenunciativos, discute-os, para mostrar que, para explicar a utiliza o dos tempos, das pessoas e dosespa os no texto, é necessário desdobrá-los em dois níveis, o da narra o e o do narrado. Examina,em seguida, mais detidamente os mecanismos de debreagem e embreagem actanciais.
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