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Soja integral processada (fermentada e extrusada) e farelo de soja em substitui o ao leite em pó em dieta de leit es desmamados aos 14 dias de idade
Soares José Luis,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O experimento foi realizado para avaliar o efeito da utiliza o de soja integral fermentada (SIF), soja integral extrusada (SIE) e farelo de soja (FS), em substitui o ao leite em pó (LP) da dieta, sobre desempenho e altera es morfológicas do sistema digestivo de leit es dos 14 aos 35 dias e dos 14 aos 56 dias e o seu efeito residual dos 36 aos 56 dias de idade. Foram utilizados 96 leit es machos, mesti os (Landrace x Large White), desmamados aos 14 dias de idade, em delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamentos, quatro repeti es e seis animais por unidade experimental. A fonte de proteína influenciou o desempenho dos leit es dos 14 aos 35 e dos 14 aos 56 dias de idade. Os animais que receberam dieta com LP apresentaram maior ganho de peso nas três primeiras semanas após o desmame e no período total. No entanto, no período de 36 aos 56 dias, n o se observou influência dos tratamentos sobre o desempenho dos animais. Verificou-se efeito da fonte de proteína na altura de vilosidade (AV), na rela o vilosidade: cripta dos leit es abatidos aos 21 dias de idade e na AV dos animais abatidos com 35 dias de idade. Os animais que receberam dieta com LP apresentaram maior AV que os dos demais tratamentos. Concluiu-se que o LP pode ser substituído pela SIE e pelo FS nas dietas de leit es desmamados aos 14 dias de idade e os altos níveis de fatores antitripsina na SIF comprometeram os resultados.
Fontes e Níveis de Energia Digestível em Ra es para Suínos Machos Inteiros dos 60 aos 100 kg
Mascarenhas Alessandra Gimenez,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract:
Exigência de metionina mais cistina para codornas japonesas em postura
Pinto Rogério,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloízio Soares,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 360 codornas fêmeas, com idade inicial de 45 dias e peso médio de 137,0 g, durante quatro períodos de 28 dias. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com seis rela es metionina mais cistina digestível: lisina digestível (0,60, 0,65, 0,70, 0,75, 0,80 e 0,85) e seis repeti es de 10 animais cada. As variáveis estudadas foram: postura (%), peso do ovo (g), massa de ovos (g de ovos/codorna/dia), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g de ra o/g de ovos e g de ra o/dz de ovos), peso final (g) e porcentagem da casca do ovo (%). Os tratamentos experimentais n o influenciaram a convers o alimentar e o peso final das codornas, apresentando efeito quadrático sobre a taxa de postura, peso dos ovos, massa dos ovos e porcentagem da casca dos ovos e efeito linear para o consumo alimentar. A exigência em metionina mais cistina digestível foi estimada em 0,727%, para consumo diário de 164 mg de metionina mais cistina digestível, e a melhor rela o metionina mais cistina digestível: lisina digestível para as codornas japonesas em postura foi estimada em 0,80.
Níveis de proteína bruta em ra es para suínos machos castrados em fase inicial de crescimento, mantidos em ambiente de baixa temperatura
Saraiva Edilson Paes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract:
Exigência de lisina para codornas japonesas em postura
Pinto Rogério,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Silva Martinho de Almeida e
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 300 codornas fêmeas, com idade de 49 dias e peso médio de 138,0 g, durante quatro períodos experimentais de 28 dias. O delineamento experimental foi o em blocos ao acaso, contendo seis níveis de lisina digestível (0,80, 0,90, 1,00, 1,10, 1,20 e 1,30%) e cinco repeti es, com 10 animais cada. As variáveis estudadas foram: postura (%), peso do ovo (g), massa de ovo (g de ovos/codorna/dia), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g de ra o/g de ovos), peso final (g) e porcentagem da casca do ovo (%).Verificou-se efeito quadrático sobre a taxa de postura, massa de ovos e convers o alimentar, e efeito linear sobre o peso dos ovos e consumo alimentar, n o tendo sido verificado efeito significativo sobre o peso final das codornas. A exigência em lisina digestível, para codornas japonesas em postura, foi estimada em 1,117% da ra o, correspondendo ao consumo diário de 254 mg de lisina.
Efeito de dietas simples e complexas sobre a morfo-fisiologia gastrintestinal de leit es até 35 dias de idade
Teixeira Alexandre de Oliveira,Lopes Darci Clementino,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Um experimento foi realizado com o objetivo de verificar o efeito de dietas simples e complexas sobre a morfo-fisiologia gastrintestinal de leit es, nas fases de maternidade (7 aos 21 dias) e pós-desmame (21 aos 35 dias de idade). Utilizaram-se 96 leit es mesti os (machos e fêmeas), distribuídos em delineamento de blocos casualizados, com quatro tratamentos, seis repeti es e quatro leit es por unidade experimental. As dietas usadas foram: duas simples - uma com 16 e a outra 19% de proteína (PB) - e duas complexas - uma à base de milho, farinha de peixe, leite em pó e glúten de milho, sem o uso de farelo de soja (CSFS), e a outra à base de milho, farinha de peixe, leite em pó, farelo de soja e sem glúten de milho (CCFS), ambas com 19% de PB. Os leit es foram abatidos aos 14, 21, 28 e 35 dias de idade. Houve redu o dos pesos absoluto e relativo do fígado e do peso relativo do pancreas, com a utiliza o da dieta CSFS. O pH da ingesta estomacal e da digesta intestinal n o foi influenciado pelo tipo de dieta. Os animais que consumiram a dieta simples com 16% de PB e complexa CSFS obtiveram maior profundidade de cripta (PC) aos 21 e 35 dias de idade, respectivamente, n o tendo efeito sobre a altura das vilosidades (AV) e rela o vilosidade:cripta (RVC). A PC aumentou linearmente, enquanto a AV e RVC diminuíram quadraticamente até 27 e 30 dias de idade, respectivamente. As dietas simples ou complexa, em raz o da qualidade e quantidade dos ingredientes, afetaram a profundidade das criptas do intestino delgado e o peso dos órg os auxiliares da digest o, mas n o influenciaram o pH do conteúdo estomacal e intestinal de leit es desmamados aos 21 dias de idade.
Exigência de metionina mais cistina para codornas japonesas em crescimento
Pinto Rogério,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 540 codornas fêmeas, com idade inicial de sete dias e peso médio de 21,50 g, durante 35 dias. O delineamento foi em blocos ao acaso, com cinco repeti es e 18 aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de seis rela es metionina mais cistina digestível: lisina digestível (0,48, 0,53, 0,58, 0,63, 0,68 e 0,75). Foram estudadas as variáveis peso final (g), ganho de peso (g), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g/g), empenamento (%), composi o química corporal (matéria seca, água, proteína e extrato etéreo) e deposi o de proteína e gordura corporais. Os tratamentos influenciaram de forma quadrática o consumo alimentar, a convers o alimentar, o empenamento, a composi o química (matéria seca, água, proteína e extrato etéreo) e a deposi o de proteína corporal, e linearmente o peso final e o ganho de peso das codornas. A melhor rela o metionina mais cistina digestível: lisina digestível para as codornas japonesas em crescimento foi de 0,66, sendo a exigência em metionina mais cistina digestível estimada em 0,758%, para consumo de 91,43 mg de metionina mais cistina digestível.
Predi o de curvas de crescimento de tecidos de fêmeas suínas por intermédio da fun o alométrica estendida
Dutra Jr. Wilson Moreira,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Euclydes Ricardo Frederico
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram utilizadas 48 fêmeas suínas para se determinarem as curvas de crescimento de tecidos, após abate e disseca o das carca as dos animais aos 50, 60, 70, 80, 90, 100, 110 e 120 kg. Os cortes realizados nas carca as foram feitos de acordo com aqueles utilizados pela indústria. Em cada corte, separaram-se as quantidades de músculo, gordura, ossos e pele, para o cálculo de rendimento de tecidos. Foi utilizada a fun o alométrica estendida, para estimar e ajustar as curvas de crescimento. A quantidade de músculo na carca a apresentou crescimento variando de 41,9 nos animais de 50 kg, a 44,1%, nos animais de 120 kg. A fun o alométrica estendida ajustou a curva para quantidade de músculo, com R2 = 0,68 e desvio-padr o residual de 1,42. Os valores de R2 para porcentagem de gordura foram de 0,80 e os de desvio-padr o residual, de 6,35, com aumento de 12,7 a 18,3% entre 50 e 120 kg. Quanto às curvas de crescimento para rendimento de cortes comerciais, os valores de R2 foram variáveis, porém com desvios-padr o residuais baixos. Concluiu-se que a fun o alométrica estendida é acurada para estimar curvas de crescimento de tecidos calculados, em porcentagens do peso de suínos vivos abatidos entre 50 e 120 kg de peso corporal; a deposi o de gordura é proporcionalmente maior que a deposi o de tecido muscular; e os suínos depositam, em termos proporcionais, tecido muscular e gordura de forma crescente.
Predi o de características quantitativas de carca as de suínos pela técnica de ultra-sonografia em tempo real
Dutra Jr. Wilson Moreira,Ferreira Aloízio Soares,Urdapilleta Tarouco Jaime,Donzele Juarez Lopes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram utilizadas 48 fêmeas suínas, para se determinar o rendimento de cortes comerciais, após abate e disseca o das carca as dos animais aos 50, 60, 70, 80, 90, 100, 110 e 120 kg. Foram tomadas medidas ultra-s nicas in vivo para área de olho de lombo e espessura de toucinho. Os preditores utilizados para estimar o rendimento de carne magra foram espessura de toucinho e área de olho de lombo, além das medidas feitas nos diferentes cortes, como peso do corte do pernil, peso do músculo do pernil, peso do músculo da paleta, peso do músculo do carré, peso do músculo da copa, e assim por diante, além dos dados de peso de músculo da carca a total, peso da gordura da carca a total, peso de ossos da carca a total e peso de pele da carca a total. Foram desenvolvidas equa es de predi o por meio de regress o linear simples e múltipla, a partir dos dados da disseca o e das medidas in vivo da área de olho de lombo, feitas por ultra-sonografia em tempo real. As equa es de predi o para quantificar os principais componentes dos cortes suínos tiveram ótimo ajuste, com R2 superiores a 0,84 para músculos e desvio-padr o residual de 0,62 a 0,94. A técnica de ultra-sonografia em tempo real apresenta alta correla o com as medidas tomadas nas carca as dos suínos e, por isso, estima a quantidade de carne na carca a e o rendimento dos cortes comerciais com grande precis o. Concluiu-se que a técnica de ultra-sonografia em tempo real é acurada para predizer as principais características das carca as dos suínos medidas in vivo.
Níveis de Proteína e Energia para Codornas Japonesas em Postura
Pinto Rogério,Ferreira Aloízio Soares,Albino Luiz Fernando Teixeira,Gomes Paulo Cezar
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O experimento foi conduzido com o objetivo de determinar os níveis de proteína e energia, para codornas japonesas (Coturnix coturnix japonica) em postura, em quatro períodos experimentais, de 28 dias cada. Foram utilizadas 600 codornas fêmeas, com idade de 45 dias e peso médio de 138,0 g. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, em um esquema fatorial 3x5, com três níveis de energia (2.850, 2.950 e 3.050 kcal de EM/kg) e cinco níveis de proteína (16, 18, 20, 22 e 24% de PB), com quatro repeti es de 10 animais cada. As variáveis estudadas foram: postura (%), peso do ovo (g), massa de ovo (g de ovos/codorna/dia), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g de ra o/g de ovos e g de ra o/dz de ovos), peso final (g), porcentagem da casca do ovo (%), e nível de ácido úrico no soro sangüíneo (mg/dl). As respostas de desempenho das codornas em postura, respeitando o ajuste estatístico obtido por meio dos modelos de regress o quadrática e linear, e a interpreta o biológica, permitem concluir que para se obter a melhor performace produtiva, as ra es das codornas devem conter os níveis de 2.850 kcal de EM/ kg de ra o e 22,42% de PB, correspondendo a um consumo de 6,02g de proteína por ave/dia.
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