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Comprimento do colo uterino de gestantes com rotura prematura pré-termo de membranas avaliado pela ultra-sonografia transvaginal
Spara Patricia,Mauad Filho Francisco,Costa Antonio Gadelha da,Ferreira Adilson Cunha
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: avaliar o comprimento do colo uterino, por meio da ultra-sonografia transvaginal, em gestantes com rotura prematura pré-termo de membranas. PACIENTES E MéTODOS: o grupo de estudo (Ge) foi constituído por 26 grávidas entre a 24a e a 36a semana de gesta o e o grupo controle (Gc) por 49 pacientes clinicamente normais, na mesma idade gestacional. As pacientes foram avaliadas entre a 24a e 28a, 28a e 32a, 32a e 36a semana de gesta o, sendo subdivididas nos subgrupos Ge24-28, Ge28-32, Ge32-36 e Gc24-28, Gc28-32, Gc32-36, conforme pertencessem ao grupo de estudo e controle, respectivamente. O comprimento do colo uterino foi obtido por meio da ultra-sonografia transvaginal, em vista sagital, realizando-se a medida linear da distancia entre os orifícios cervicais interno e externo. RESULTADOS: observamos diferen as significantes das medidas do comprimento do colo uterino entre Ge24-28 e Gc24-28, cujos valores foram 24,3 e 33,0 mm, respectivamente (p=0,04), como também entre Ge32-36 e Gc32-36, cujos valores foram, respectivamente, 20,1 e 28,0 mm (p=0,005). Os períodos de latência dos grupos Ge24-28, Ge28-32 e Ge32-36 foram, respectivamente, sete, cinco e três dias, apresentando correla o positiva com o comprimento do colo uterino (r=0,66) e negativa com a idade gestacional (r=-0,27). CONCLUS O: o comprimento do colo uterino variou de acordo com a idade gestacional em que a rotura prematura pré-termo das membranas foi detectada, sendo menor no grupo de estudo que no grupo controle entre a 24a e a 28a e entre a 32a e a 36a semana. Além disso, demonstrou-se que quanto menor o comprimento do colo, menor é o tempo de latência, e que houve diminui o no período de latência à medida que aumentou a idade gestacional em que se deu a rotura.
Volume uterino em adolescentes avaliado pela ultra-sonografia
Mauad Filho Francisco,Costa Antonio Gadelha da,Spara Patricia,Ferreira Adilson Cunha
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: avaliar o volume uterino de mulheres entre 10 e 40 anos, verificando-se se o volume uterino de adolescentes é menor que o volume uterino de mulheres entre 20 e 40 anos. Procuram-se enfatizar as diferen as entre o volume uterino de adolescentes e mulheres adultas correlacionando-as com a imaturidade do trato genital de adolescentes para a gravidez e o parto. MéTODOS: estudo transversal, no qual 828 pacientes entre 10 e 40 anos foram divididas em dois grupos e avaliadas por meio da ultra-sonografia transabdominal para aferi o do volume uterino. O primeiro grupo (Ad) foi formado por 477 (57,7%) adolescentes e o segundo grupo (Ma) por 351 (42,3%) mulheres adultas entre 20 e 40 anos. No grupo Ad, os exames ultra-sonográficos foram realizados por um único observador e no grupo Ma, por um grupo de médicos que seguiram a mesma metodologia utilizada no grupo Ad. Os aparelhos ultra-sonográficos utilizados foram Image Point HX (Hewlett Packard) e Hitachi 525, com transdutor convexo multifreqüencial. O cálculo do volume uterino foi obtido pelos diametros longitudinal (DL), antero-posterior (DAP) e transverso (DT), multiplicados pela constante 0,45. RESULTADOS: o volume uterino de adolescentes entre 10 e 17 anos foi menor que o volume uterino de mulheres entre 20 e 40 anos (p<0,05). Adolescentes secundíparas apresentaram volume uterino semelhante ao volume uterino de mulheres secundíparas entre 20 e 40 anos (62,6±20,6 e 69,0±22,9) (p>0,05). CONCLUS O: o volume uterino de adolescentes com menos de 18 anos ou primíparas é menor que o volume uterino de mulheres entre 20 e 40 anos. Entretanto, adolescentes com 18 anos ou mais, ou secundíparas, têm volume uterino similar ao volume uterino de mulheres entre 20 e 40 anos.
Modifica es no índice de líquido amniótico estimado pela ultra-sonografia em gestantes submetidas a imers o subtotal em água
Aires Celso Engelberto,Mauad-Filho Francisco,Uilho Adilson Cunha Ferreira,Gomes Antonio
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: estudar as modifica es do índice de líquido amniótico (ILA), mensuradas pela ultra-sonografia, da press o arterial média (PAM) e do pulso em gestantes normais quando submetidas a imers o corporal subtotal em água, por diferentes intervalos de tempo, e padroniza o da técnica. Métodos: foram estudados os valores do ILA, como descrito por Phelan et al.1, de um grupo de 52 gestantes, com idade gestacional igual ou superior a 28 semanas, consideradas clinicamente normais, antes e após a sua imers o subtotal em um tanque com água aquecida entre 32oC e 34oC, por 30, 45 e 60 minutos. Resultados: as médias da PAM, antes e depois da imers o, mostraram diferen as estatisticamente significantes: 87,8 e 87,1 no grupo de 30 minutos, 76,7 e 66,6 no grupo de 45 minutos e 77,4 e 60,7 no grupo de 60 minutos. As médias de pulso também foram diferentes, com valores 74,9 e 78,7 no grupo de 30 minutos, 83,6 e 85,2 no grupo de 45 minutos e 84,9 e 90,6 no grupo de 60 minutos. Quanto ao grupo que foi submetido a imers o por 30 minutos, o valor médio do ILA foi de 11,7 cm antes e de 16,8 cm após imers o. No grupo de 45 minutos, o valor médio do ILA foi de 9,7 cm antes e de 13,8 cm após a imers o. No grupo de 60 minutos, o valor médio do ILA foi de 9,5 cm antes e de 13,6 cm após a imers o. O tempo de imers o de 30 minutos é t o eficaz e suficiente quanto 45 e 60 minutos. Conclus es: a imers o subtotal de gestantes em água é segura, prática e capaz de imobilizar os fluidos durante a gesta o, aumentando o volume de líquido amniótico.
Tumor placentário diagnosticado durante a gravidez: relato de caso
Mauad Filho Francisco,Costa Antonio Gadelha da,Spara Patricia,Ferreira Adilson Cunha
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: O tumor n o trofoblástico placentário encontrado com maior freqüência é o corioangioma, com incidência de aproximadamente 1%. Quando s o pequenos, geralmente n o levam a altera es fetais, mas quando s o grandes, podem levar a restri o de crescimento intra-útero, poliidramnio, trabalho de parto prematuro, insuficiência cardíaca congestiva e morte fetal. Os autores relatam um caso de corioangioma em uma paciente de 28 anos, diagnosticado em exame ultra-sonográfico de rotina, com idade gestacional de 32 semanas. O diagnóstico foi confirmado pelo exame anatomopatológico. As avalia es ultra-sonográficas revelaram a presen a de sofrimento fetal cr nico, que levou à interrup o da gesta o com 36 semanas. Os resultados neonatais foram satisfatórios, com Apgar de 9-10 e peso fetal de 2.460 gramas.
Contribui o da ultra-sonografia abdominal no seguimento de pacientes pós-tratamento de cancer mamário
Ferreira Adilson Cunha,Mauad Filho Francisco,Carrara Hélio,Elias Júnior Jorge
Radiologia Brasileira , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a contribui o da ultra-sonografia abdominal em um grupo de pacientes em seguimento pós-tratamento de cancer primário da mama. MATERIAL E MéTODOS: Foram analisados, retrospectivamente, os resultados dos exames ecográficos abdominais em 100 prontuários de pacientes tratadas de cancer primário da mama, realizados de janeiro a dezembro de 1997, no Setor de Ultra-sonografia da Divis o de Radiologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeir o Preto da Universidade de S o Paulo. Informa es como idade, tipo histológico, estadiamento, número e resultados dos exames ultra-sonográficos foram tabelados e analisados. RESULTADOS: Em 70% dos casos os laudos ecográficos abdominais eram normais. O diagnóstico de metástase hepática foi de 3%. CONCLUS O: O maior porcentual de altera es encontradas n o estava relacionado diretamente como complica o do cancer mamário.
Fatores de risco clínicos e ultra-sonográficos relacionados à litíase vesicular assintomática em mulheres
Ferreira Adilson Cunha,Mauad Filho Francisco,Mauad Fernando Marum,Gadelha Ant?nio
Radiologia Brasileira , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Analisar variáveis clínicas e ultra-sonográficas, como presen a ou ausência de barro biliar, espessura da parede e medida transversal da vesícula biliar, idade, paridade, presen a ou ausência de diabetes mellitus associadas a litíase vesicular assintomática, bem como determinar a sua prevalência em pacientes submetidas ao exame ultra-sonográfico. MATERAIS E MéTODOS: Foram analisadas, em estudo prospectivo, 265 pacientes do sexo feminino, atendidas na Escola de Ultra-sonografia e Reciclagem Médica de Ribeir o Preto, durante o período de janeiro a setembro de 2001. RESULTADOS: Evidenciou-se diferen a estatisticamente significativa relacionada à litíase da vesícula biliar e espessura da parede da vesícula biliar, barro biliar, diametro transverso da vesícula biliar, faixa etária, paridade, passando de 4,1% nas nulíparas para 39,1% nas multíparas e diabéticas. A prevalência de litíase na vesícula biliar em pacientes assintomáticas foi de 14,7%. CONCLUS O: A litíase vesicular assintomática em mulheres ocorre principalmente com o decorrer da idade e da paridade. Os achados ultra-sonográficos mais freqüentemente encontrados foram presen a de barro biliar e de espessamento da parede da vesícula biliar.
Contribui??o da ultra-sonografia abdominal no seguimento de pacientes pós-tratamento de cancer mamário
Ferreira, Adilson Cunha;Mauad Filho, Francisco;Carrara, Hélio;Elias Júnior, Jorge;Barbosa Júnior, Ailton Bento;
Radiologia Brasileira , 2002, DOI: 10.1590/S0100-39842002000600007
Abstract: objective: to evaluate the contribution of abdominal ultrasound in the follow-up of a group of post-treatment breast cancer patients. material and methods: we retrospectively studied the findings of abdominal ultrasound examinations of 100 patients treated for primary breast cancer. these patients were attended from january to december of 1997 at the ultrasound sector, division of radiology of the department of clinical medicine of the "faculdade de medicina de ribeir?o preto da universidade de s?o paulo", sp, brazil. information such as age, histological type, staging, number of examinations and ultrasound findings were rated and analyzed. results: abdominal ultrasound was normal in 70% of the patients whereas liver metastases were diagnosed in 3% of the patients. conclusion: the majority of the abnormalities identified were not directly related to complications of breast cancer.
Papel da ultra-sonografia na avalia??o da efus?o pleural
Ferreira, Adilson Cunha;Mauad Filho, Francisco;Braga, Tatiana;Fanstone, Glenda Downing;Chodraui, Ivan Charbel Bumlai;Onari, Nilton;
Radiologia Brasileira , 2006, DOI: 10.1590/S0100-39842006000200014
Abstract: the pleural effusion, formerly called pleural spill, is an accumulation of fluid in the pleural space, as a consequence of an imbalance between the formation and reabsorption of such fluid, or due to an alteration in the drainage to lymph nodes. the purpose of this bibliographic review is to establish the importance of the use of ultrasound in pleural diffusion diagnosis. the authors discuss the use of ultrasonography in the diagnosis and therapeutic approach of this disease, and stress the importance of ultrasonography in chest diseases diagnosis, its advantages, limitations and disadvantages when compared to the common x-ray, computed tomography and physical examination. the authors also discuss the definition of pleural effusion, its physiopathology, morbidity, mortality, main causes and clinical presentation. the examination technique is systematically approached both by thoracic and abdominal pathways.
Fatores de risco clínicos e ultra-sonográficos relacionados à litíase vesicular assintomática em mulheres
Ferreira, Adilson Cunha;Mauad Filho, Francisco;Mauad, Fernando Marum;Gadelha, Ant?nio;Spara, Patrícia;Jorge Filho, Isac;
Radiologia Brasileira , 2004, DOI: 10.1590/S0100-39842004000200004
Abstract: objective: to evaluate ultrasonographic and clinical variables such as the presence or absence of bile sludge, thickness of the gallbladder wall, transverse measurement of the gallbladder, age, parity, and presence or absence of diabetes mellitus, and to determine the prevalence of asymptomatic gallstones in female patients submitted to ultrasonographic examination. materials and methods: we conducted a prospective study involving 265 female patients attending at the "escola de ultra-sonografia e reciclagem médica de ribeir?o preto", s?o paulo, brazil, during the period from january to september, 2001. results: there was a statistically significant difference in gallstones and gallbladder wall thickness, bile sludge, transverse gallbladder diameter, age, parity, with a 4.1% among nulliparous women and a 39.1% in multiparous women and diabetic women. the prevalence of gallstones in asymptomatic patients was 14.7%. conclusion: asymptomatic gallstones in women were mainly related to age and parity. the most frequently detected ultrasonographic findings were the presence of bile sludge and thickening of the gallbladder wall.
Volume uterino em adolescentes avaliado pela ultra-sonografia
Mauad Filho, Francisco;Costa, Antonio Gadelha da;Spara, Patricia;Ferreira, Adilson Cunha;Pinheiro Filho, Luciano;Mauad, Fernando Marum;Gelonezi, Glauce;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003, DOI: 10.1590/S0100-72032003000900009
Abstract: purpose: to evaluate the uterine volume in women between 10 and 40 years in order to observe if the uterine volume in adolescents is smaller than the uterine volume in women between 20 and 40 years. we intend to emphasize the differences between the uterine volume of adolescents and that of adult women and to correlate with the immaturity of the genital tract of adolescents regarding gestation and delivery. method: a cross-sectional study, which included 828 patients between 10 and 40 years old divided into two groups and examined using abdominal ultrasound to obtain the uterine volume measure. the first group consisted of 477 (57.7%) adolescents, and the second group of 351 (42.3%) adult women between 20 and 40 years old. in the adolescent group, ultrasound examination was performed by a single observer and in the group of adult women ultrasound examination was performed by a group of observers who used the same methodology as that of group 1. image point hx (hewlett packard) and hitachi 525 ultrasound equipment were used with a multiple frequency probe. for the calculation of the uterine volume we used the longitudinal diameter (ld), anteroposterior diameter (apd) and transverse diameter (td) with the (ld x apd x td) x 0.45 formula. results: adolescents aged 10 to 17 years had a smaller uterine volume than women aged 20 to 40 years (p<0.05). adolescents who delivered twice had a uterine volume similar to that of the patients between 20 and 40 years old with respective mean values of 62.6 ± 20.6 and 69.0±22.9 (p>0.05). conclusion: adolescents less than 18 years old or primiparous have a smaller uterine volume than women between 20 to 40 years old. however, adolescents aged 18 years or older, or secundipara, have a uterine volume similar to that of women aged 20 to 40 years.
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