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Situa??o sócio-econ?mica e condi??es de vida: compara??o de duas coortes de base populacional no Sul do Brasil
Tomasi, Elaine;Barros, Fernando C.;Victora, Cesar G.;
Cadernos de Saúde Pública , 1996, DOI: 10.1590/S0102-311X1996000500003
Abstract: socioeconomic and family characteristics of two cohorts of babies born in 1982 and 1993 in pelotas (southern brazil) were compared. there were 6,011 births in 1982 and 5,304 in 1993. in relation to family income, there were fewer poor babies in 1993; 60.8 % of the families earned less than 3 times the monthly minimum wage in 1993, as compared to 69.5% in 1982. sanitary conditions also improved over the decade, and the proportion of families with running water and flush toilets increased by 10%. on the other hand, there were no changes in the proportion of single-parent families or availability of home appliances like radios, stoves, and refrigerators. the mean number of persons per household increased from 3.0 in 1982 to 3.2 in 1993. in general, comparison of the two birth cohorts in this city suggests an improvement in quality of living over the time period for families with newborns. this finding should be taken into account when studying the evolution of health indicators over the course of the decade.
As m?es e suas gesta??es: compara??o de duas coortes de base populacional no Sul do Brasil
Tomasi, Elaine;Barros, Fernando C.;Victora, Cesar G.;
Cadernos de Saúde Pública , 1996, DOI: 10.1590/S0102-311X1996000500004
Abstract: the study of two birth cohorts in pelotas (southern brazil) in the years 1982 and 1993 allowed for a comparison of maternal characteristics, including biological, socioeconomic, demographic, and reproductive variables. all women living in urban pelotas and giving birth in the city maternity hospitals were interviewed with a structured questionnaire. there were 6,011 births in 1982 and 5,304 in 1993. women in the 1993 cohort were of a higher socioeconomic status (as measured by familiy income and years of schooling). they were also significantly taller and heavier than mothers giving birth in 1982. mean parity did not differ for the two groups, but in 1993 there were fewer primiparae and more women with four or more children. the birth interval was also significantly greater in 1993; one possible reason (in addition to more frequent use of contraceptives) was an increase in the number of previous abortions observed in 1993 as compared to 1982.
Aten??o pré-natal em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, 1993
Halpern, Ricardo;Barros, Fernando C.;Victora, Cesar G.;Tomasi, Elaine;
Cadernos de Saúde Pública , 1998, DOI: 10.1590/S0102-311X1998000300004
Abstract: all 5304 births in the hospitals of pelotas, rio grande do sul, brazil in 1993 were studied. neonates were examined and their mothers were interviewed regarding sociodemographic conditions, family income, reproductive health, and medical care during pregnancy. ninety-five per cent of women received prenatal care. the mean number of physician visits during pregnancy was 7 and the majority of the women (84.7%) began visits before the fifth month of pregnancy. women who did not receive prenatal care were from the lowest socioeconomic stratum and were mostly adolescents or over 40 years of age. incidence of low birth weight in this group was 2.5 times that of the group with more than five visits (p>0.001). perinatal mortality rate was 50.6/1000 in the group without prenatal care and 15.8/1000 in the group with more than five visits. with regard to utilization of health care, the study shows that twenty-five per cent of women with high gestational risk received inadequate prenatal care. the rate was less than 10% in the group of women with low gestational risk. these results suggest the need for improvement in the quality of prenatal care with special attention for mothers with high gestational risk.
Incidência e dura o da amamenta o conforme o tipo de parto: estudo longitudinal no Sul do Brasil
Weiderpass Elisabete,Barros Fernando C.,Victora Cesar G.,Tomasi Elaine
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a incidência de amamenta o conforme o tipo de parto. MATERIAL E MéTODO: Estudo de coorte prospectivo de base populacional com 655 crian as brasileiras nascidas no ano de 1993 e acompanhadas durante o primeiro trimestre de vida, através de duas visitas domiciliares. RESULTADOS: A dura o da amamenta o foi similar entre os nascidos por parto vaginal e cesariana emergencial. Os nascidos por cesariana eletiva apresentaram um risco três vezes maior de interromper a lacta o no primeiro mês de vida, após controle de fatores de confus o (raz o de odds=3,09; 95% IC 1,3-7,2). Este aumento de risco n o persitiu até o terceiro mês de vida. CONCLUS ES: Recomenda-se aos servi os de saúde aten o especial a lactantes submetidas a cesarianas eletivas, para que seja promovido o aleitamento desde as primeiras semanas, evitando a interrup o precoce.
Saúde materno-infantil em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil: principais conclus es da compara o dos estudos das coortes de 1982 e 1993
Barros Fernando C.,Victora Cesar G.,Tomasi Elaine,Horta Bernardo
Cadernos de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Este artigo resume os principais achados dos estudos das coortes materno-infantis de Pelotas em 1982 e 1993. Houve uma redu o no número de nascimentos, de 6.011 em 1982 para 5.304 em 1993, fato n o distribuído de forma eqüitativa entre os diferentes grupos de renda familiar, ocorrendo entre as mulheres de baixa renda cerca de 1.000 nascimentos a menos do que em 1982. O grupo com renda mais elevada contribuiu com um aumento de cerca de 300 nascimentos. A situa o nutricional das m es apresentou varia es na década, com um aumento médio de 3,5 cm em estatura e 3,9 kg no peso no início da gesta o. Apesar destas melhoras, a propor o de recém-nascidos de baixo peso aumentou para 9,8% em 1993 (9,0%, 1982). Observou-se um aumento na incidência de nascimentos pré-termo e de retardo de crescimento intra-uterino assim como uma redu o nos coeficientes de mortalidade perinatal - 32,2/1.000 em 1982 e 22,1/1.000 em 1993. A situa o nutricional aos 12 meses de idade apresentou comportamentos distintos, com um discreto aumento do déficit de comprimento/idade em 1993, e uma redu o de quase 50% nos déficits de peso/idade e peso/comprimento. O coeficiente de mortalidade infantil decresceu de 36,4 /1.000 nascidos vivos em 1982 para 21,1/.000 em 1993.
Situa o sócio-econ mica e condi es de vida: compara o de duas coortes de base populacional no Sul do Brasil
Tomasi Elaine,Barros Fernando C.,Victora Cesar G.
Cadernos de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Com base em duas coortes de crian as nascidas na zona urbana de Pelotas, Rio Grande do Sul - 6.011 em 1982 e 5.304 em 1993 -, foi possível comparar alguns indicadores sócio-econ micos e características da habita o de famílias que tiveram filhos nestes anos. Em 1993, nasceram menos crian as pobres: 60,8 % das famílias tinham renda inferior a três salários mínimos por mês comparadas com 69,5% em 1982. O saneamento melhorou bastante, subindo dez pontos percentuais na cobertura de água encanada e de sanitário com descarga. A inser o materna no trabalho remunerado cresceu de 34% para 38%. Por outro lado, n o houve altera o na propor o de famílias com a presen a do pai e na propor o de famílias que dispunham de rádio, fog o e geladeira, embora estes dois itens tenham apresentado importantes varia es conforme a renda familiar. O número médio de pessoas por dormitório aumentou de 3,0 em 1982 para 3,2 em 1993, destoando um pouco da tendência positiva registrada nos demais indicadores. De modo geral, pode-se apontar para uma melhora nas condi es de vida para quem teve filhos em Pelotas nesta última década, o que deve ser levado em conta quando da interpreta o dos demais resultados dos estudos de coorte realizados.
As m es e suas gesta es: compara o de duas coortes de base populacional no Sul do Brasil
Tomasi Elaine,Barros Fernando C.,Victora Cesar G.
Cadernos de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Através de duas coortes de nascimentos ocorridos em Pelotas, Rio Grande do Sul, nos anos de 1982 e 1993, uma série de características maternas foram comparadas, incluindo-se as sócio-econ micas, biológicas e reprodutivas. Todas as mulheres que deram à luz nas maternidades da cidade e que residiam na zona urbana foram entrevistadas ainda no hospital através de questionários padronizados e pré-codificados, totalizando 6.011 em 1982 e 5.304 em 1993. As mulheres que tiveram filhos em 1993 apresentaram um perfil bastante diferenciado das mulheres que tiveram filhos em 1982. As m es em 1993 viviam sob melhor situa o sócio-econ mica, expressa em maior renda familiar e maior escolaridade. Além disso, tinham altura e peso inicial significativamente maiores do que as de 1982. O número médio de filhos tidos n o foi diferente, apesar de ter diminuído a propor o de primíparas e ter aumentado a propor o de mulheres com quatro ou mais filhos. Houve um maior espa amento entre os partos em 1993 e uma possível raz o para esta diferen a, além do maior uso de contraceptivos, foi a maior ocorrência de abortos prévios em 1993 do que em 1982.
Aten o pré-natal em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, 1993
Halpern Ricardo,Barros Fernando C.,Victora Cesar G.,Tomasi Elaine
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: Todos os 5304 nascimentos ocorridos nos hospitais de Pelotas, RS, em 1993, foram estudados. As crian as foram examinadas e suas m es entrevistadas através de um questionário estruturado, onde foram levantadas informa es sobre condi es demográficas, sócio-econ micas, história reprodutiva e assistência pré-natal. Quase a totalidade das mulheres (95%) realizou acompanhamento durante a gesta o. O número médio de consultas foi de 7 e a maioria das mulheres (85%) iniciou o pré-natal antes do quinto mês de gesta o. A ausência ao pré-natal foi maior entre as mulheres mais pobres, na maioria adolescentes ou com idade acima de 40 anos. A incidência de baixo peso ao nascer, no grupo que n o fez pré-natal, foi de 2,5 vezes maior comparado com as m es que realizaram cinco ou mais consultas. Da mesma forma o coeficiente de mortalidade perinatal foi três vezes maior (50,6/1000) entre as m es que n o realizaram pré-natal e aquelas que consultaram 5 ou mais vezes (15,8/1000). Em rela o ao risco gestacional que as m es apresentavam, o estudo mostrou uma invers o nos cuidados, já que um quarto das mulheres de alto risco receberam uma aten o pré-natal considerada adequada, enquanto esta propor o era menos de 10% nas m es de risco gestacional mais baixo. Este estudo sugere a necessidade de modifica es no atendimento pré-natal, com estratégias bem definidas para aquelas pacientes com alto risco gestacional.
Determinantes da desnutri??o infantil em uma popula??o de baixa renda: um modelo de análise hierarquizado
Olinto, Maria Teresa A.;Victora, Cesar G.;Barros, Fernando C.;Tomasi, Elaine;
Cadernos de Saúde Pública , 1993, DOI: 10.1590/S0102-311X1993000500003
Abstract: to investigate the determinants of malnutrition among low-income children, the effects of socioeconomic, environmental, reproductive, morbidity, child care, birthweight and breastfeeding variables on stunting and wasting were studied. all 354 children below two years of age living in two urban slum areas of pelotas, southern brazil, were included. the multivariate analyses took into account the hierarchical structure of the risk factors for each type of deficit. variables selected as significant on a given level of the model were considered as risk factors, even if their statistical significance was subsequently lost when hierarchically inferior variables were included. the final model for stunting included the variables education and presence of the father, maternal education and employment, birthweight and age. for wasting, the variables selected were the number of household appliances, birth interval, housing conditions, borough, birthweight, age, gender and previous hospitalizations.
Epidemiologia do consumo de medicamentos no primeiro trimestre de vida em centro urbanodo Sul do Brasil
Weiderpass,Elisabete; Béria,Jorge U.; Barros,Fernando C.; Victora,Cesar G.; Tomasi,Elaine; Halpern,Ricardo;
Revista de Saúde Pública , 1998, DOI: 10.1590/S0034-89101998000400005
Abstract: introduction: the few studies on the use of medicines in children point to excessive use, and in these studies, physicians are those mainly responsible for the prescription of medicines. in order to get to know the patterns of consumption medicines better, a study was made in children in their first three months of life, according to social biological, food pattern and use of heath services of variables. method: the patterns of the use of medicines during the first three months of life in 655 urban children born in pelotas, brazil, in 1993, were discribed. information on the use of medicines was collected during a two-week period in the first and third month of life. results: the use of medicines was reported by 65% of mothers at the 1st and 69% at the 3rd month of life. seventeen per cent of children consumed three or more different medicines during those periods. fixed combinations of three or more components - which was taken as an indicator of the poor of medicines quality - were consumed by 14% of the children at the 1st and 19% at the 3rd months of life. at the latter age, 20% of children had used a given medicine for one month or more. at the first month follow-up, benzalkonium chloride + normal saline solution (nasal drops), nystatin mixture and dimethicone + homotropine were the most frequently used medicines. at the third month they were, aspirin, benzalkonium chloride + normal saline solution and dimethicone + homatropine. the main reasons for taking medicines were cramps at the first month and colds at the third. at the first month follow-up, children with three or more siblings used 64% less medicines than the older ones. children who were not breast-fed at the end of the first month showed a 75% greater risk of use of medicines. similar results were observed at the third month follow-up. some of the medicines used were not recommendable for children. conclusion: since early age children are submitted to an intense use of medicines for almost every conc
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