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Governan a e regimes internacionais: desafios contemporaneos e enfoques teóricos
Fernanda Sola
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2012,
Abstract:
Desenvolvimento Sustentável em dois atos
Fernanda Sola
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2010,
Abstract:
O ECOTURISMO COMO A O ESTRATéGICA NAS ONGS AMBIENTALISTAS DO BRASIL: O CASO DO INSTITUTO PHYSIS - CULTURA E AMBIENTE
Regiane Avena Faco,Fernanda Sola
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2011,
Abstract: As organiza es s o de fundamental importancia nos diversos setores da vida humana já que a maior parte de tudo que consumimos passou por uma ou mais organiza es durante seu estágio de produ o. Contudo, n o é só em produtos tangíveis que se verifica a extens o da a o das organiza es, estas também se fazem presentes no fornecimento de servi os de todos os tipos. S o inúmeros os tipos de organiza es, privadas, públicas e n o governamentais (ONGs), esta ultima correspondendo ao terceiro setor, foco deste trabalho. Dadas as diferen as estruturais entre as institui es de cada setor, existem fatores em comum, e um deles é a necessidade de administra o. é fundamental que toda e qualquer corpora o que deseje sobreviver no mercado tenha em prática um bom sistema de gest o, e nesse sentido, é indiscutível a importancia da administra o e de todas as suas ferramentas, entre elas, o planejamento estratégico. Assim como as empresas, é essencial que as ONGs planejem suas atividades e tenham objetivos claros. No caso das ONGs ambientalistas, que se encontram em evidencia em raz o do momento no qual se fala muito em desenvolvimento sustentável, aquecimento global entre outros termos, n o é diferente. O turismo como uma importante atividade econ mica, pode inserir-se nesse processo de planejamento, pois consolidada-se com uma ferramenta aos objetivos das ONGs ambientalistas. Assim, o presente trabalho tem como objetivo relatar o processo de planejamento estratégico desenvolvido no Instituto Physis – Cultura & Ambiente (organiza o do terceiro setor, fundada em 15 de maio de 1991, constituída como associa o sem finalidade lucrativa, e qualificada com Organiza o da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP)), propiciando a compreens o de como o ecoturismo, pode vir a ser uma a o estratégica de uma organiza o n o governamental de caráter ambientalista. Dessa forma, para desenvolver a análise proposta foram agendadas diversas oficinas entre os membros da diretoria e da equipe da institui o para que fosse possível, através da análise da situa o presente da organiza o realizar um levantamento do que tem sido feito, quais s o os problemas enfrentados e quais os anseios para o futuro (metodologia conhecida como análise SWOT) para ent o tra ar estratégias para novas a es e objetivos sugeridos no decorrer do processo, resultando na confec o de um mapa estratégico. Com o intuito de orientar as a es levantou-se uma série de fragilidades da gest o do Instituto Physis – Cultura e Ambiente, que agora mediante as a es sugeridas podem ser sanadas. Por fim, constata-
RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL COMO VALOR AGREGADO A SERVI OS DE ECOTURISMO E EDUCA O AMBIENTAL NO TERCEIRO SETOR
Regiane Avena Faco,Fernanda Sola
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2011,
Abstract: A atual preocupa o com a escassez dos recursos naturais num horizonte n o muito distante, despertou na sociedade a busca por alternativas que consigam conciliar desenvolvimento e a conserva o ambiental. Esse novo contexto tem gerado uma série de a es em vários setores da economia, sendo que no ambiente organizacional, pode-se pontuar iniciativas nessa dire o através da chamada, responsabilidade social, e também, especificamente da responsabilidade socioambiental. Como uma forma de compreender o Ecoturismo, faz-se necessário entender, primeiramente, o próprio Turismo e como o seu desenvolvimento desencadeou novas formas de abordagens para que seja possível analisar e compreender as práticas de mercado liberais e as que buscam atingir um consumidor diferenciado. é possível encontrar práticas responsáveis no segmento? O ecoturismo, como segmento do turismo é dependente do oferecimento de um conjunto de servi os, e, assim, demanda para sua execu o a oferta de servi os tais como: hotéis, restaurantes, guias de turismo, transporte, entre outros, quase essencialmente, advindos da iniciativa privada. O que se coloca é se esse segmento do turismo apóia a execu o em preceitos bem distintos tais como: a conserva o ambiental, educa o ambiental e benefícios as comunidades receptoras, por que n o incluir as comunidades tradicionais em processos antes dominados pelos empreendedores de fora? E ainda, por que n o incluir essas comunidades numa atividade responsável e conscientizadora em rela o aos aspectos da conserva o do meio ambiente, garantindo a intera o do ser humano com o meio ambiente, por meio da rela o vivencial e construindo assim uma reflex o sobre o correto uso dos recursos naturais, através da educa o ambiental, devendo ser, portanto, por si próprio uma atividade dotada de um comportamento ético e responsável? O que se observa na pratica é que poucas s o as iniciativas nesse sentido, sendo que o melhor desenvolvimento da atividade, ou o mais próximo do que se espera que ela seja se dá quando realizado através do envolvimento do terceiro setor, representado aqui pelas organiza es n o governamentais, surgidas principalmente do despertar do movimento ambientalista. As organiza es n o governamentais (ONGs) podem ser vistas como grandes atores sociais desse movimento em prol da responsabilidade socioambiental, e acabam hoje, portanto, exercendo grande press o no primeiro setor em busca de uma nova postura organizacional, bem como, atuando junto a algumas empresas nos mais diversos setores da economia, n o sendo diferente com o turismo. Assim, tem
Money Supply and Inflation in Nigeria: Implications for National Development  [PDF]
Olorunfemi Sola, Adeleke Peter
Modern Economy (ME) , 2013, DOI: 10.4236/me.2013.43018
Abstract:

The study examines money supply and inflation rate in Nigeria. Secondary data that ranged between 1970-2008 were sourced from the CBN Statistical Bulletin. The study used Vector Auto Regressive (VAR) model. The stationary properties of the model were also explored. The results revealed that money supply and exchange rate were stationary at the level while oil revenue and interest rate were stationary at the first difference. Results from the causality test indicate that there exists a unidirectional causality between money supply and inflation rate as well as interest rate and inflation rate. The causality test runs from money supply to inflation, from the interest rate to inflation and from interest rate to money supply. The paper concludes that government should use the level of inflation as an operational guide in measuring the effectiveness of its monetary policy.

Dark energy: a quantum fossil from the inflationary Universe?
Sola, Joan
High Energy Physics - Phenomenology , 2007, DOI: 10.1088/1751-8113/41/16/164066
Abstract: The discovery of dark energy (DE) as the physical cause for the accelerated expansion of the Universe is the most remarkable experimental finding of modern cosmology. However, it leads to insurmountable theoretical difficulties from the point of view of fundamental physics. Inflation, on the other hand, constitutes another crucial ingredient, which seems necessary to solve other cosmological conundrums and provides the primeval quantum seeds for structure formation. One may wonder if there is any deep relationship between these two paradigms. In this work, we suggest that the existence of the DE in the present Universe could be linked to the quantum field theoretical mechanism that may have triggered primordial inflation in the early Universe. This mechanism, based on quantum conformal symmetry, induces a logarithmic, asymptotically-free, running of the gravitational coupling. If this evolution persists in the present Universe, and if matter is conserved, the general covariance of Einstein's equations demands the existence of dynamical DE in the form of a running cosmological term whose variation follows a power law of the redshift.
The African Novel and the Integration of Oral Lores: An Evolution of African "Lit-Oral-Ture"
Sola Afolayan
Lumina , 2011,
Abstract: From a study of the African novel, one notices the possibility of establishing some intertextual connections among the extant African narratives. This is because the African novel is a hybrid genre that ineluctably presents contexts that are cut out of certain religio-political and social essences that are peculiarly African. Apart from this, African literature is further made distinctive by the indigenous oral-loric outlook of the African world-view which embellishes the thematic contents for the most African writers whose interest is the reflection of the pre-colonial contexts. It is thus possible to establish inevitable intertextual connectives spreading among some of the existing literary narratives that form the canon of the African novel. This essay thus sets out to evaluate such level of connectedness between the works of two Nigerian novelists Fagunwa and Tutuola - by externalizing their unmistakable reliance on the indigenous oral artefacts which are often found to festoon them. With this commitment, we hope to explicate Tutuola's The Palm Wine Drinkard as an evident recapitulation of the oral artifacts that gave vent to Fagunwa's first two novels. This, we hope, will help us draw unparaphraseable intertextual relationship between the literary topographies of the two authors. By prosecuting what we set as goal in this essay, it is believed that we can successfully establish the skilful interplay of oral features in the African novel.
Review of the literature on radiotherapy for early breast cancer
Antonio Sola
Medwave , 2010,
Abstract:
The Top-Quark Width in the Light of $Z$-Boson Physics
Joan Sola
Physics , 1995,
Abstract: We discuss possible non-standard contributions to the top-quark width, particularly the virtual effects on the standard decay $t\rightarrow W^+\,b$ within the context of the MSSM. We also place a renewed emphasis on the unconventional mode $t\rightarrow H^+\,b$ in the light of recent analyses of $Z$-boson observables. It turns out that in the region of parameter space highlighted by $Z$-boson physics, the charged Higgs mode should exhibite an appreciable branching fraction as compared to the standard decay of the top quark. Remarkably enough, the corresponding quantum effects in this region are also rather large, slowly decoupling, and most likely resolvable in the next generation of experiments at Tevatron and at LHC.
Quantum SUSY signatures in low and high energy processes
Joan Sola
Physics , 1998, DOI: 10.1007/BF02827495
Abstract: In the search for phenomenological evidence of supersymmetry through the indirect method of quantum signatures, it is useful to seek correlations of the non-standard quantum effects in low and high energy proceses, such as those involving on one hand the properties of the B-mesons and on the other hand the physics of the top quark and of the Higgs bosons. There are regions of the MSSM parameter space where the potential quantum SUSY signatures in the two energy regimes are strongly interwoven and therefore the eventual detection of these correlated quantum effects would strongly point towards the existence of underlying supersymmetric dynamics.
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