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A translucência nucal deve ser solicitada na rotina pré-natal?
Brizot Maria de Lourdes,Zugaib Marcelo
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract:
Onfalocele: Prognóstico Fetal em 51 Casos com Diagnóstico Pré-Natal
Mustafá Samir Aldalla,Brizot Maria de Lourdes,Carvalho Mário Henrique Burlacchinite,Okumura Maria
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: avaliar o prognóstico fetal dos casos de onfalocele com diagnóstico pré-natal. Métodos: foram analisados 51 casos de onfalocele com diagnóstico pré-natal e divididos em 3 grupos: grupo 1, onfalocele isolada; grupo 2, onfalocele com malforma es estruturais associadas e cariótipo normal; grupo 3, onfalocele associada à cromossomopatia. As análises foram realizadas em rela o à sobrevida geral e pós-corre o cirúrgica, considerando as malforma es associadas, idade gestacional no parto, peso no nascimento e tamanho da onfalocele. Resultados: o grupo 1 correspondeu a 21% (n = 11), o grupo 2 a 55% (n = 28) e o grupo 3 a 24% (n = 12). Todos os casos do grupo 3 evoluíram para óbito, e a cromossomopatia mais freqüente foi a trissomia do 18. A sobrevida foi de 80% no grupo 1 e de 25% no grupo 2. Dezesseis casos foram submetidos à corre o cirúrgica (10 isoladas e 6 associadas) e 81% sobreviveram (8 isoladas e 5 associadas). A mediana do peso no nascimento dos sobreviventes pós-corre o cirúrgica foi 3.140 g e dos que morreram foi de 2.000 g (p = 0,148) e a idade gestacional do parto foi de 37 e de 36 semanas (p = 0,836), respectivamente. A rela o das circunferências onfalocele/abdominal diminuiu com a idade gestacional, 0,88 entre 25-29 semanas e 0,65 entre 30-35 semanas (p = 0,043). N o foi observada diferen a significativa no tamanho da onfalocele nos 3 grupos (p = 0,988) e influência deste prognóstico pós-corre o cirúrgica (p = 0,553). Conclus o: a sobrevida geral e pós-corre o cirúrgica foi de 25 e 81%, respectivamente. As malforma es associadas representam o principal fator prognóstico das onfaloceles com diagnóstico pré-natal, visto que se associam com prematuridade e baixo peso.
Avalia o do risco para parto prematuro espontaneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez
Carvalho Mário Henrique Burlacchini de,Bittar Roberto Eduardo,Gonzales Midgley,Brizot Maria de Lourdes
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos:avaliar, no primeiro e segundo trimestres da gravidez, a correla o entre o comprimento do colo uterino e a ocorrência de parto prematuro espontaneo. Métodos:em 641 grávidas do pré-natal geral, a medida do comprimento do colo uterino foi realizada em dois momentos: entre a 11a e a 16a e entre a 23a e a 24a semana da gravidez. A avalia o do colo uterino foi feita pela ultra-sonografia transvaginal, com a grávida em posi o ginecológica e tendo realizado previamente esvaziamento da bexiga. O comprimento do colo uterino foi medido linearmente do seu orifício interno ao externo. A medida do comprimento do colo uterino foi correlacionada com a idade gestacional no momento do parto. Para compara o das médias do grupo de grávidas que tiveram parto prematuro e a termo utilizamos o teste t de Student. A sensibilidade, especificidade, taxa de falso-positivos, falso-negativos e acurácia para o parto prematuro foram calculadas para os comprimentos de colo menores ou iguais a 30 mm, 25 mm e 20 mm. Resultados:a medida do comprimento do colo uterino entre a 11a e a 16a semana de gesta o n o apresentou diferen a significativa entre o grupo de parto prematuro e o grupo a termo (40,6 mm e 42,7 mm, respectivamente, p=0,2459). A diferen a entre os grupos, no entanto, foi significativa quando o colo foi medido entre a 23a e a 24a semana de gravidez (37,3 mm para o grupo que evoluiu com parto prematuro e 26,7 mm para o grupo a termo, p=0,0001, teste t de Student). Conclus es:o comprimento do colo uterino entre a 11a e a 16a semana de gravidez n o foi significativamente diferente entre as gestantes com parto prematuro ou a termo. No entanto, na 23a e 24a semana esta diferen a foi significativa, podendo ser um método de predi o da prematuridade.
Selective fetoscopic laser photocoagulation of superficial placental anastomoses for the treatment of severe twin-twin transfusion syndrome
Ruano, Rodrigo;Brizot, Maria de Lourdes;Liao, Adolfo Wenjaw;Zugaib, Marcelo;
Clinics , 2009, DOI: 10.1590/S1807-59322009000200005
Abstract: objective: to report our initial institutional experience with fetoscopic laser photocoagulation of placental anastomoses in severe twin-twin transfusion syndrome using a 1.0 mm endoscope. methods: between july 2006 and june 2008, 19 monochorionic diamniotic twin pregnancies complicated by severe ttts (quintero stages iii and iv) underwent fetoscopic laser therapy. perinatal data were prospectively collected and compared according to the quintero stages. results: nine patients were classified as stage iii and ten as stage iv. the mean gestational ages at diagnosis and procedure were 20 (range: 17-25) and 22.0 (range: 19.0-26.0) weeks, respectively, with no statistical difference between the two groups. preterm premature rupture of the membranes occurred in two cases (10.5%), and spontaneous preterm delivery in eight (42.1%). overall mean gestational age at delivery was 32.1 (range: 26.0-38.0) weeks. prematurity was more severe in stage iv patients (p<0.01). among all cases, the overall survival rate was 52.6%, and the percentages of pregnancies with survival of both babies and at least one twin were 26.3% and 78.9%, respectively. in the case of stage iii patients, the overall survival rate was 61.1%. of the stage iii pregnancies, 33.3% resulted in both babies surviving, and 88.9% of these pregnancies resulted in at least one surviving twin. for stage iv, as the corresponding statistics were 45.0%, 20.0% and 70.0% respectively. conclusions: our initial institutional experience with 1.0 mm fetoscopic laser therapy for severe ttts showed results similar to those reported in the literature for larger endoscopes.
Acurácia da estimativa ultrassonográfica do peso fetal e influência de fatores maternos e fetais
Ricci, Aline Giroto;Brizot, Maria de Lourdes;Liao, Adolfo Wenjaw;Nomura, Roseli Mieko Yamamoto;Zugaib, Marcelo;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2011, DOI: 10.1590/S0100-72032011000900004
Abstract: purpose: to determine the accuracy of ultrasound in fetal weight estimation and to evaluate maternal and/or fetal factors that could interfere in the result. methods: this was a transverse prospective study, involving 106 patients, with 212 fetal weight evaluations, by two observers, within 24 h to delivery. the following parameters were measured: biparietal diameter, head circumference, abdominal circumference, and femoral length. fetal weight was estimated using the hadlock formula and the results were compared to birth weight. the maternal factors examined were: weight, bmi, and skin to uterus distance measured by ultrasound, and the fetal factors were: presentation, position, placental localization and thickness, fetal weight, and amniotic fluid index (afi). results: there was good correlation between estimated fetal weight and birth weight (r=0.97). in 79.2% and in 92.4% of cases the estimated fetal weight was within 10% and 15% of birth weight, respectively. the only maternal factor that presented a positive correlation with percent error in the estimate of fetal weight was the skin to uterus distance (r30.56). fetal weight showed negative correlation with percent error (r>-0.36; p<0.001), with a significant tendency to overestimate fetal weight in the group of very low weight - <1000 g (p<0.05). the afi showed a low negative correlation with percent error (r=-0.21; p<0.001) with no difference between afi groups (p=0.516). conclusion: ultrasound presented good accuracy in the estimation of fetal weight. the error of weight estimate was directly proportional to the skin to uterus distance and inversely proportional to fetal weight. afi did not interfere significantly in the ultrasound prediction of fetal weight.
Gêmeos unidos e autoriza??o judicial para o aborto
Nomura, Roseli Mieko Yamamoto;Brizot, Maria de Lourdes;Liao, Adolfo Wenjaw;Hernandez, Wagner Rodrigues;Zugaib, Marcelo;
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2011, DOI: 10.1590/S0104-42302011000200020
Abstract: objective: to describe pregnancies with conjoined twins according to the request for legal termination of pregnancy. methods: retrospective review of pregnancies with conjoined twins, with no possibility of extrauterine survival or postnatal surgical separation, observed at a tertiary teaching hospital, between 1998 and 2010. results: amongst 30 cases seen during the study period, six (20.0%) couples decided to continue with the pregnancy, termination of pregnancy was not requested due to advanced gestational age (> 25weeks) in 5 cases (16.7%). legal authorization to terminate the pregnancy was requested in 19 (63.3%) cases: permission was granted in 12 (63.2%), denied in five (26.3%) and information was missing in two (10.5%) cases. a successful vaginal delivery was performed in 83.3% of the cases undergoing termination of pregnancy and a cesarean section was performed in all the remaining cases (p < 0.01). conclusion: in pregnancies with conjoined twins and without fetal prognosis, legal termination of the pregnancy is an alternative. moreover, a successful vaginal delivery can be performed in most cases before the third trimester, further reducing maternal risks and parental suffering.
Identifica o Ultra-Sonográfica do Sexo Fetal entre a 11a e a 14a Semana de Gesta o
Schupp Tania Regina,Brizot Maria de Lourdes,Toyama Júlio,Sato Lúcio
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: determinar a viabilidade da identifica o ultra-sonográfica precoce do sexo fetal. Métodos: foram estudados prospectivamente 592 fetos por meio de exame ultra-sonográfico entre 11 e 14 semanas na Clínica Obstétrica da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo. O tubérculo genital foi determinado como horizontal ou vertical através do plano sagital e correlacionado com o sexo ao nascimento ou ao resultado do cariótipo quando este foi realizado. Resultados: o sexo fetal determinado pela avalia o ultra-sonográfica coincidiu com o sexo real em 84% dos casos. O sucesso da identifica o aumenta com o progredir da gesta o, sendo de 72%, 85% e 89% com 11, 12 e 13 semanas, respectivamente. A taxa de acerto também aumenta com o treinamento dos operadores, sendo de 83,5% no início e de 93,6% no final do estudo. Conclus o: por meio da determina o ultra-sonográfica do tubérculo genital podemos predizer o sexo fetal na maior parte dos casos com potencial aplicabilidade na redu o das indica es de procedimentos invasivos para detec o de doen as ligadas ao sexo.
Avalia o do Comprimento do Colo Uterino nas Posi es Ortostática e Decúbito Horizontal nas Gesta es Gemelares
Bernáth Tatiana,Brizot Maria de Lourdes,Liao Adolfo Wenjaw,Cury Luciana
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: avalia o ultra-sonográfica e compara o da medida do comprimento do colo uterino nas gesta es gemelares com as pacientes nas posi es de decúbito dorsal horizontal (DDH) e ortostática. Métodos: 50 gesta es gemelares foram submetidas a avalia es ultra-sonográficas para medida do comprimento do colo uterino no período de maio de 1999 a dezembro de 2000. Os exames foram realizados pela via transvaginal com periodicidade de 4 semanas totalizando 136 avalia es. A cérvice uterina foi avaliada, segundo técnica normatizada, com a paciente nas posi es de decúbito dorsal horizontal e ortostática. Resultados: as medidas do colo uterino nas posi es DDH e ortostática na primeira avalia o apresentaram correla o inversa com a idade gestacional (DDH: r=-0,60; p<0,001; ortostático: r=-0,46; p=0,008). A média da medida do colo uterino em DDH foi de 35,2 mm (DP=9,9mm), e 33,4 mm (DP=9,5mm) na posi o ortostática (p=0,06). Quando a diferen a entre as medidas obtidas nas posi es ortostática e DDH era expressa como percentual da medida na posi o DDH, n o houve correla o significativa com a idade gestacional (p=0,07) e a média das diferen as percentuais foi de -2,9% (p=0,3). Comparando-se todas as avalia es, houve correla o significativa entre as medidas do colo nas posi es DDH e ortostática (r=0,79; p<0,001). A média da medida do colo uterino em DDH foi de 33,5 mm (DP=10,8 mm) e 31,8 mm (DP=9,6mm) na posi o ortostática (p=0,003). A diferen a percentual n o apresentou correla o significativa com a idade gestacional da avalia o (p=0,10) e a média das diferen as percentuais foi de -3,0% (p=0,10). Conclus o: as medidas do comprimento do colo uterino variam inversamente com a idade gestacional. Apesar de haver diferen as significativas entre as medidas absolutas em DDH e ortostática, quando essa diferen a é expressa como percentual da medida do colo em decúbito, ela n o foi significativa. Portanto, a avalia o cervical nas posi es de decúbito e ortostática fornecem informa es semelhantes.
Prognóstico de Gesta es com Amea a de Abortamento entre a 6a e a 13a Semana que Apresentam Embri o/Feto Vivo ao Exame Ultra-sonográfico
Watanabe Luiz Carlos,Brizot Maria de Lourdes,Pereira Pedro Paulo,Mustafá Samir Abdalla
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: comparar resultados entre gesta es com e sem amea a de abortamento que apresentaram embri o/feto vivo ao exame ultra-sonográfico em idade gestacional entre 6 e 13 semanas. Métodos: trata-se de estudo retrospectivo, caso-controle, realizado no período de fevereiro de 1998 a dezembro de 1999. Os critérios de inclus o foram: gesta o tópica e única, atividade cardíaca embrionária/fetal presente no exame ultra-sonográfico, realiza o de exame ultra-sonográfico entre 6 semanas completas e 13 semanas e 6 dias, ausência de altera o morfológica fetal, ausência de tentativa de abortamento por uso de drogas ou manipula o, ausência de doen a materna e resultado conhecido da gesta o. Preencheram os critérios de inclus o 1531 gesta es, sendo 257 casos com amea a de abortamento (grupo estudo) e 1274 sem amea a de abortamento (grupo controle). Estes dois grupos foram comparados quanto à evolu o da gesta o para: abortamento, óbito intra-uterino, prematuridade e crescimento intra-uterino restrito. Resultados: os porcentuais de abortamento (11,7%) e prematuridade (17,8%) foram estatisticamente superiores nas pacientes do grupo estudo (p<0,001 e p=0,026, respectivamente). As taxas de óbito intra-uterino e restri o de crescimento intra-uterino n o diferiram significativamente entre os grupos. Conclus o: As gesta es com amea a de abortamento apresentaram porcentuais significativamente superiores de evolu o para o abortamento e prematuridade.
Gastrosquise: Avalia o Pré-Natal dos Fatores Prognósticos para Sobrevida Pós-Natal
Patroni Liliana,Brizot Maria de Lourdes,Mustafá Samir A.,Carvalho Mário H.B.
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000,
Abstract: Objetivo: avaliar a evolu o de 24 casos de gastrosquise, em rela o aos fatores prognósticos pré-natais que interferiram na sobrevida pós-natal. Pacientes e Métodos: foram avaliados 24 casos de gastrosquise diagnosticados no Setor de Medicina Fetal do Hospital das Clínicas da FMUSP, durante um período de 8 anos. Foram classificados em gastrosquise associada, quando presentes outras malforma es, e isolada. Nos dois grupos foram analisados parametros referentes às al as intestinais dilatadas na avalia o ultra-sonográfica (dilata o >18 mm), complica es obstétricas e resultados pós-natal. Resultados: foram observados 9 casos de gastrosquise associada (37,5%) e 15 casos de gastrosquise isolada (62,5%). Todos os casos de gastrosquise associada foram de prognóstico letal, levando a uma alta taxa de mortalidade geral de 60,8%. Do grupo de gastrosquises isoladas, todos nasceram vivos e foram submetidos a cirurgia, com taxa de sobrevida de 60% e mortalidade pós-natal de 40%. A mediana da idade gestacional foi de 35 semanas e o peso no nascimento de 2.365 gramas no grupo geral. Nas gastrosquises isoladas, o parto prematuro ocorreu em 10 casos, principalmente decorrente de complica es obstétricas. Dois recém-nascidos foram considerados pequenos para a idade gestacional e apenas 3 apresentaram peso no nascimento >2.500 gramas. O oligoidramnio foi um achado comum (46,6%), sendo mais freqüente no grupo que evoluiu para óbito neonatal (66,7%). A avalia o ultra-sonográfica das al as intestinais demonstrou que em 13 de 15 casos (86,6%) as al as eram dilatadas, mas sem rela o significativa com o prognóstico e achados pós-natais. N o houve diferen a significativa em rela o a idade gestacional e peso no nascimento, comparando os grupos de vivos e óbitos neonatais. Conclus es: as gastrosquises isoladas apresentam um melhor prognóstico quando comparadas às associadas, sendo de suma importancia a sua diferencia o pré-natal. As gastrosquises isoladas est o associadas a complica es obstétricas (60%), prematuridade e baixo peso ao nascimento. O diagnóstico pré-natal permite uma melhor monitoriza o das condi es fetais. O parto destas gesta es deve ser no termo, a menos que complica es obstétricas se apresentem.
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