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Avalia o da qualidade de assistência primária à saúde em localidade urbana da regi o sul do Brasil
Halal Iná S.,Sparrenberger Felipe,Bertoni Anete M.,Ciacomet Carla
Revista de Saúde Pública , 1994,
Abstract: Foi estudada transversalmente uma amostra de 10% dos pacientes que consultaram em dois Postos de Assistência Primária à Saúde da Cidade de Pelotas (RS), Brasil, com o objetivo de avaliar, qualitativamente, o cuidado à saúde que estava sendo oferecido. Através de entrevistas domiciliares, 15 dias após a consulta, a resolu o do problema (cura ou melhora) foi alcan ada em 87,9% dos pacientes. A satisfa o do paciente ou de seu responsável, no caso de consultas pediátricas, foi observada em cerca de 90% dos casos e esteve associada estatisticamente com a resolu o do problema (p = 0,04). Observou-se associa o entre resolutividade e disponibilidade de medicamentos no Posto. Os pacientes que receberam todo ou pelo menos parte do tratamento tiveram uma probabilidade 33% maior de terem seu problema resolvido. A satisfa o dos profissionais mostrou-se linearmente associada com a percep o de melhor rela o profissional-paciente (RP = 3,48; IC 95% 2,17 - 5,59) e com a expectativa de melhor prognóstico para o paciente (RP = 1,99; IC 95% 1,36 - 2,91).
Evolu o da mortalidade por causas evitáveis e expans o dos recursos municipais de saúde em Maringá, Paraná
Scochi Maria José
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a evolu o do perfil da mortalidade por doen as evitáveis, em Maringá, PR, relacionando-o à qualidade de assistência á saúde. MéTODOS: A partir da proposi o de estudos de resultado da assistência foram selecionadas 11 causas de mortes. à evolu o dos óbitos foi associada a evolu o dos recursos disponíveis, bem como ao grau de escolariza o e saneamento básico, no período de 1983-1993. RESULTADOS E CONCLUS ES: Os dados revelaram que as taxas de mortalidade da maioria das causas evitáveis tenderam ao declínio, com uma redu o de 39%, em contraposi o a 16% das demais. Observou-se uma melhora das condi es de escolariza o e de saneamento. A evolu o positiva das condi es gerais da popula o dificulta atribuir imediatamente aos servi os a responsabilidade sobre o declínio das mortes evitáveis, mas a diferen a entre estas mortes e as demais permite inferir que, se diante de condi es satisfatórias de vida ocorresse um recrudescimento desses indicadores, poder-se-ia constatar uma falta de efetividade dos servi os. A constata o do arrefecimento dos indicadores pode fazer supor que a expans o dos servi os auxiliou no declínio.
Avalia o do processo de atendimento a pacientes portadores de doen a cr nico-degenerativa em uma unidade básica de saúde
Sala Arnaldo,Cohen Diane D.,Dalmaso Ana S. W.,Lima ?ngela M. M.
Revista de Saúde Pública , 1993,
Abstract: Avalia-se o desempenho de a es de saúde desenvolvidas em uma unidade básica de saúde, relativas ao controle da hipertens o arterial sistêmica (HAS) enquanto estratégia de redu o de morbi-mortalidadc por doen a cardiovascular baseada no "enfoque de risco". Estas a es estruturam-se a partir da detec o da hipertens o arterial na popula o adulta atendida no servi o e do controle dos níveis pressóricos nos indivíduos portadores de HAS, incluindo outros fatores de risco conhecidos, bem como tratamento de eventuais complica es. Analisaram-se 3.793 usuários que compareceram pelo menos uma vez à consulta médica no servi o de Assistência ao Adulto de um Centro de Saúde-Escola, do Município de S o Paulo (Brasil), no período de 1o de junho de 1990 a 31 de maio de 1991. Para cada um dos usuários foram considerados os diagnósticos realizados, bem como a concentra o de cada modalidade de consulta realizada (pronto-atendimento e consulta agendada). Destes, 839 eram portadores de hipertens o arterial e/ou diabete e foram agrupados em quatro categorias: os exclusivamente hipertensos, os hipertensos com outra doen a cr nica associada (exceto diabete), os diabéticos e os diabéticos com hipertens o arterial. Os resultados deste estudo mostraram: 1) baixa cobertura de indivíduos hipertensos e diabéticos em atendimento no servi o, quando se considera a popula o atendida pelo Centro de Saúde; 2) a existência de pacientes diagnosticados como hipertensos em consultas de pronto-atendimento, que n o retornaram ao Centro de Saúde para seguimento médico programático, apontando para dificuldades na capta o efetiva destes indivíduos. Esta "perda" deveu-se tanto a faltas dos pacientes às consultas agendadas para seu seguimento quanto ao n o agendamento de consultas de seguimento por parte do servi o; 3) para os pacientes que aderiram ao seguimento, a concentra o de consultas médicas e a concentra o de faltas apresentaram números compatíveis com a proposta de agendamento trimestral; 4) a categoria dos exclusivamente hipertensos apresentou, quando comparada com as demais, menor concentra o de consultas e maior propor o de faltas por consulta agendada. Discutem-se os limites das a es baseadas no "enfoque de risco" para controle de doen as crónico-degenerativas em popula o.
Avalia o da qualidade de atendimento ambulatorial em pediatria em um hospital universitário
Franco Selma Cristina,Campos Gast?o Wagner de Sousa
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: Estudou-se o ambulatório de Pediatria do Hospital das Clínicas da Unicamp, um servi o didático-assistencial que, inserido no Sistema único de Saúde, presta assistência secundária e terciária para crian as de 0 a 18 anos. Foram aplicados 221 questionários entre clientes do ambulatório geral de pediatria e de uma de suas especialidades, permitindo comparar diversos indicadores de qualidade da assistência médica prestada. Evidenciou-se um bom nível de conhecimento dos responsáveis pelos usuários sobre seus problemas de saúde. Encontrou-se alto grau de satisfa o dos mesmos, embora houvesse baixíssima vincula o entre médico e paciente. Com rela o ao atendimento, 43,4% relataram problemas, mas apenas 17,6% propuseram sugest es para melhorá-lo. O tempo de espera nas consultas foi bastante longo. A clientela da especialidade se diferenciou da do ambulatório geral com rela o a diversos indicadores.
Avalia o da cobertura vacinal do esquema básico para o primeiro ano de vida
Miranda Alcides S. de,Scheibel Ilóite M.,Tavares Mario R. G.,Takeda Silvia M. P.
Revista de Saúde Pública , 1995,
Abstract: Em 1991 avaliou-se a cobertura vacinal em crian as de 12 a 23 meses de idade no território de responsabilidade de um Posto de Aten o Primária à Saúde, na periferia da Zona Norte de Porto Alegre, RS, Brasil, cinco anos após sua implanta o, com a finalidade de melhorar a qualidade das a es de saúde desenvolvidas no servi o. Foram investigadas todas as crian as através de um inquérito domiciliar, observando-se a carteira de vacinas e as informa es da m e. Em 1986, um inquérito inicial havia identificado uma cobertura vacinal inferior a 60% para cada uma das vacinas. A atual cobertura vacinal (doses comprovadas) para três doses da vacina DPT (Difteria, Pertussis e Tétano), três doses da Sabin (antipoliomielite), uma dose da anti-sarampo (VAS) e uma dose de BCG s o, respectivamente 87, 89, 88 e 79%. Apesar das altas coberturas observadas por tipos de vacinas, quando se verificou para cada crian a se o esquema básico do primeiro ano de vida estava completo (3 doses de DPT + 3 doses de Sabin + 1 dose de VAS + 1 dose de BCG), encontrou-se apenas 75% das crian as na citada situa o. A cobertura vacinal é heterogênea dentro do território, sendo maior naquelas áreas caracterizadas por piores condi es socioecon micas, onde a equipe de saúde havia intensificado esfor os. A compara o com o método administrativo de avalia o de cobertura, realizado mensalmente, mostrou a n o-adequa o desse, que subestimava a cobertura vacinal. Avaliou-se a situa o vacinal das m es, para vacina antitetanica, e apenas 49% das crian as estavam protegidas contra o tétano neonatal. Os dados obtidos subsidiaram a imediata reestrutura o das a es do programa, com vistas a atingir uma cobertura vacinal de 100%, e melhorar a qualidade das a es de saúde prestadas pela equipe.
Metodologia de avalia o do trabalho na aten o primária à saúde
Sala Arnaldo,Nemes Maria Ines Baptistella,Cohen Diane Dede
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: No presente trabalho, realiza-se um estudo de caso, no qual se analisa o processo de avalia o de a es assistenciais em uma unidade básica de saúde, no sentido de contribuir para o desenvolvimento de metodologias de avalia o do trabalho assistencial e de proposi o de categorias orientadoras desses processos de avalia o, tendo como base o processo de trabalho. Este estudo foi desenvolvido no Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo, tomando como seu material empírico as avalia es das a es assistenciais dirigidas ao pronto-atendimento e ao atendimento programático de pacientes cr nicos (hipertensos e diabéticos). A análise dessas avalia es, que apreenderam diferentes momentos constituintes do processo de trabalho (objetos do trabalho, atua o dos agentes, análise dos meios de trabalho, produto do trabalho), sugerem a necessidade da elabora o de categorias analíticas que operacionalizem a apreens o desse processo, articulando cada momento à sua totalidade. As categorias analíticas propostas s o: 1) operacionalidade, como medida da efetiva o das a es propostas; 2) efetividade estratégica, como medida do alcance dos resultados apreensíveis nos usuários e/ou na popula o, atribuíveis às a es realizadas.
Aten o à saúde mental na rede básica: estudo sobre a eficácia do modelo assistencial
Amaral Márcia A. do
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: INTRODU O: Objetivou-se analisar a implementa o da política de saúde mental para a rede básica de saúde, no Município de Campinas, SP (Brasil). MATERIAL E MéTODO: Foi feito estudo epidemiológico descritivo de uma amostra de 150 pacientes egressos de um hospital psiquiátrico e encaminhados aos centros de saúde para continuidade do tratamento. Durante 4 meses após a alta, foi verificado o comparecimento dos pacientes às atividades, assim como a ocorrência de reinterna es. RESULTADOS: Foram encontrados 48,6% dos pacientes em alta hospitalar que n o demandaram atendimento nos centros de saúde e dos que o fizeram, 51,4% abandonaram o tratamento num período de 4 meses. A prevalência de reinterna es em 4 meses foi de 24,7%, sendo maior entre os pacientes com diagnóstico de psicoses. CONCLUS ES: Foram evidenciados problemas na implementa o da política de saúde mental para a rede básica relativos à defini o das políticas, à organiza o do processo de trabalho das equipes de saúde e aos resultados alcan ados. Foi referendado o diagnóstico de que a transforma o do modelo manicomial demanda a existência de novos equipamentos de reabilita o psicossocial e a articula o intersetorial para alcan ar seus objetivos de desospitaliza o e resgate da cidadania dos doentes mentais.
Vigilancia de óbitos infantis como indicador da efetividade do sistema de saúde - estudo em um município do interior do Nordeste brasileiro
Frias Paulo G.,Lira Pedro Israel C. de,Vidal Suely A.,Vanderlei Lygia C.
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivos: avaliar, a partir do óbito infantil, o acesso e a qualidade da aten o à saúde prestada às crian as no município, durante a doen a que levou ao óbito. Métodos: estudo descritivo de corte transversal, censitário, de série de casos de óbitos infantis ocorridos em Bom Conselho, Pernambuco, no período de 1/1/1999 a 31/12/1999, identificados através do Sistema de Informa o sobre Mortalidade, unidades de saúde, cartórios, cemitérios, agentes de saúde e parteiras. Os dados foram coletados mediante entrevistas domiciliares e revis o de prontuários, em instrumentos específicos. Resultados: foram investigados 71 dos 72 óbitos identificados, com perda de 1,4%. A maioria (69,4%) ocorreu no período pós-neonatal. Do total, 67,6% aconteceram no domicílio, 77,5% procuraram assistência pelo menos uma vez, sendo as emergências as mais procuradas (65,1%), porém 22,5% n o foram levados a nenhum servi o de saúde. A maioria dos servi os de saúde (90,9%) estava a menos de uma hora de distancia dos domicílios, 78,5%, localizados no município de residência, e 97% dos atendimentos foram realizados por médicos. Das 88 consultas realizadas, 39,8% terminaram com internamento, e 27,3% foram atendidos e dispensados sem marca o da consulta de retorno, e 84% receberam todas as medica es gratuitamente. Conclus es: através da vigilancia dos óbitos, foi possível identificar a precariedade do acesso e da qualidade da aten o prestada às crian as no município. A elevada propor o de óbitos domiciliares sugere problemas no acesso, e a peregrina o de parte das m es aos servi os, durante a doen a que provocou a morte dos seus filhos, denunciam a precária organiza o dos servi os.
Auditoria médica: programa de pré-natal em posto de saúde na regi o Sul do Brasil
Dias-da-Costa Juvenal Soares,Madeira Angela CC,Luz Rafael M,Britto Marcelo AP
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Descreve-se a auditoria médica realizada entre as mulheres que se inscreveram em programa de pré-natal com o objetivo de verificar as características da assistência à gesta o e de estabelecer diretrizes de aten o. MéTODOS: Realizou-se levantamento epidemiológico dos cart es das gestantes inscritas no Programa de Pré-natal do Posto de Saúde da Vila Municipal, Pelotas, RS, com data provável de parto durante 1997 e no primeiro semestre de 1998. Foram incluídas as mulheres ingressadas no Programa até o quarto mês de gesta o e que tiveram cinco consultas no mínimo. Foi utilizada a análise bivariada para detectar as condi es marcadoras da assistência médica. RESULTADOS: Em 1997, 73 mulheres se inscreveram no Programa de Pré-natal e, em 1998, 75. A média de consultas durante o pré-natal foi de 5,2 em 1997 e 6,2 em 1998. Essa diferen a foi significativa (p<0,05). Analisaram-se diversos indicadores de processo médico que traduzem a qualidade da aten o. CONCLUS O: Discutiu-se a utilidade do instrumental epidemiológico na organiza o de um servi o de saúde. Ressaltou-se que esse tipo de estudo é rápido, barato e fornece informa es para o direcionamento das atividades dos servi os.
Aten o primária em diabetes no Sul do Brasil: estrutura, processo e resultado
Assun??o Maria Cecília F,Santos Iná da Silva dos,Gigante Denise P
Revista de Saúde Pública , 2001,
Abstract: OBJETIVO: Descrever e avaliar a estrutura, o processo e o resultado do cuidado do paciente diabético atendido em nível primário de aten o à saúde em Pelotas, RS. MéTODOS: O delineamento foi transversal. Foram estudados todos os 32 postos de saúde e 61 médicos que atendem pacientes diabéticos nesses locais. Foi identificada uma amostra de 378 pacientes que tiveram consulta médica nos postos. Os pacientes foram entrevistados em casa, e sua glicemia capilar, press o arterial e índice de massa corporal foram avaliados e comparados a padr es. Componentes da estrutura e do processo de atendimento foram comparados a padr es recomendados ao manejo de pacientes diabéticos. RESULTADOS: A maioria dos servi os carece de aproximadamente todos os requerimentos mínimos. A aferi o da press o arterial foi o item do exame físico mais relatado na visita inicial. Como plano de tratamento na consulta inicial, cerca de 85% dos médicos relataram prescrever dieta, e 72% exercício físico. Todos os médicos relataram solicitar glicemia de jejum, e 60% hemoglobina glicosilada na monitoriza o laboratorial dos pacientes. O controle da doen a variou de 6% a 11%, conforme os diferentes parametros utilizados. CONCLUS ES: A rede pública de saúde está deficiente, mas existe potencial de melhoria dos três aspectos (estrutura, processo e resultado) através de treinamento em servi o e seguimento de normas-padr o.
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