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Routines, Capabilities and Innovation in the Brazilian Wine Industry
Cherubini Alves,André; Carneiro Zen,Aurora; Domingus Padula,Ant?nio;
Journal of technology management & innovation , 2011, DOI: 10.4067/S0718-27242011000200009
Abstract: as environments become more competitive and change, firms need to look for new ways of competing by implementing changes and innovations aiming at improving or even building new capabilities. through multiple case studies, we examine the relationship between routines, capabilities and innovation seeking to identify the changes and innovations that have occurred along the trajectory of two wine producing firms in the serra gaúcha of rio grande do sul, brazil. the results indicate that both companies submitted changes/innovations in routines and capabilities, however, the different strategies and decisions made led to totally different outcomes in terms of size, growth and market-share.
Ecología y evolución de hantavirus en el Cono Sur de América
Murua,R; Padula,P;
Archivos de medicina veterinaria , 2004, DOI: 10.4067/S0301-732X2004000100001
Abstract: hantavirus are associated with a single primary rodent host of the familiy muridae in three sub families, two of them murinae and arvicolinae distributed in the paleartic region (europa, asia, china) and the sub family sigmodontinae in north, central and south america besides an arvicolinae genus (microtus) in north america. studies on the host and virus phylogeny show close similarities when are compared which implies that hantavirus are very ancient infectious agents which have coevolved with the rodent host. the history of earth, tectonic movements and climatic changes which affected the continents in the past are relevant to understand the host reservoir and its micro parasites current geographic distribution. this review provides historical biogeography of the sigmodontine rodents, phylogentic analyses of hantavirus, its molecular epidemiology and its geographical distribution in south america in order to sustain the proposal that the virus- rodent interaction has coevolved in the neartic before the family muridae was detached in subfamilies and before the sigmodontines rodents spread into the south american continent. it is described the existence of a large number of hantavirus lineages with small differences which make difficult to establish so far, well define species of hantavirus. an analisis between similarities and differences in the ecology and pathogenesis of two virus which have produced an important number of human cases in north america (sin nombre) and in the southern cone of america (virus andes) is discussed.
Chromosomal effects of infections in malnourished and eutrophic children of Gran La Plata
Padula,G; Seoane,A;
BAG. Journal of basic and applied genetics , 2008,
Abstract: the aim of this study was to assess the induction of structural chromosomal aberrations in peripheral blood lymphocytes of malnourished and eutrophic children with bacterial infections. thirty-six infants concurrent to the hospital interzonal de agudos y crónicos dr. alejandro korn, la plata, argentina were included in this analysis; 11 infected and malnourished (im), 7 infected and eutrophic (ie) and 18 non-infected and eutrophic (ne). children aged 1-60 months. anthropometric and clinic evaluation were performed to assess nutritional condition. we scored structural chromosome aberrations (sca) in 100 metaphases per individual. statistical analysis was performed by the epi dat 3.0 (ops-oms, 2003), through ?test de diferencias entre dos proporciones muestrales? (p<0.05). total sce frequency was five times higher in im children than that of ie ones (15,1% vs. 3,33% p<0,001) and two times greater in ie than in ne children (3,33% vs. 1,88% p<0.05). results presented here showed an increase frequency of sca not only in relation with malnutrition but also with the presence of bacterial infections. it is difficult to discern whether structural chromosome aberrations are due to malnutrition per se, bacterial or viral infections, antibiotics or all of these factors acting on malnourished tissues. in conclusion, mutagenic factors cause chromosomal changes more easily in an altered environment.
HBT interferometry: historical perspective
Padula, Sandra S.;
Brazilian Journal of Physics , 2005, DOI: 10.1590/S0103-97332005000100005
Abstract: i review the history of hbt interferometry, since its discovery in the mid 1950's, up to the recent developments and results from bnl/rhic experiments. i focus the discussion on the contributions to the subject given by members of our brazilian group.
Editorial
Maria Inez Padula Anderson
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc1(2)141
Abstract: Mudar, no ambito individual, comportamentos e atitudes constitui um processo complexo. Envolve disponibilidade interior, reflex o, motiva o genuína e clareza de propósitos. Todos essas condi es, em conjunto, poder o formar um ambiente facilitador para iniciar o caminho da transforma o. Colocado no ambito de uma na o, o processo de mudan a é ainda mais complexo. N o envolve apenas um, mas milh es de atores, cada um com sua cren a, seu olhar, com sua possibilidade de compreens o e capacidade de interven o. No campo das mudan as sociais, adiciona-se a essa equa o, a diversidade de interesses e de necessidades e, ainda (num país capitalista como o nosso), o poder dos grandes capitais. Papel insubstituível do governo nesse jogo de for as, é representar a popula o e fazer valer seus interesses. Passados 16 anos da implanta o do Sistema único de Saúde e 10 anos da Estratégia da Saúde da Família, o povo brasileiro ainda n o consegue ver atendidas - com qualidade, eficácia, eficiência e efetividade suas necessidades de saúde, seja no nível primário, no secundário ou terciário. As iniciativas muitas - parecem n o ser suficientes para tornar o sistema mais justo e equanime. A saúde enquanto direito do cidad o e dever do estado, bem como o sonho de um SUS para todos os brasileiros, parecem cada vez mais distantes, à medida que aumenta, progressivamente. O percentual da popula o (hoje, cerca de 30%) que se vê obrigada a pagar um plano de saúde para ter assegurada sua assistência. Os 70% restantes, parcela que permanece exclusivamente no SUS, o faz pela impossibilidade de arcar com os custos (extraordinários) das mensalidades dos planos de saúde. Insatisfa o tem sido a t nica, seja no nível público ou privado. O que fazer? Onde está o caminho que nos levará, mais uma vez, a acalentar esperan a? Há mais de 30 anos, sabemos que o ponto estratégico está na Aten o Primária à Saúde -APS. Nível do sistema com maior poder para cuidar da saúde, com qualidade e resolutividade, do maior número de pessoas, e com a melhor raz o custo-benefício. Obviamente, nenhum sistema de saúde pode prescindir dos outros níveis de aten o. Mas, repousa na APS, desde que bem feita, bem planejada e implementada com toda a infraestrutura necessária, a maior possibilidade de retorno dos investimentos. Mas, o que afinal entendemos por APS? Qual a compreens o dos governos, da popula o, dos médicos e suas sociedades; das institui es de saúde, das universidades; das organiza es sociais? Quando nos referimos a APS, focamos o mesmo objeto'? Falamos de uma aten o básica, de uma aten o simp
A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade de agosto de 2004 a julho de 2008: um olhar sobre a sua história.
Maria Inez Padula Anderson
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc4(13)209
Abstract:
Editorial
Maria Inez Padula Anderson
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc3(11)332
Abstract: Provocar e promover mudan as de rumo na forma o, nas práticas e na organiza o dos servi os de saúde num país que, de forma hegem nica, privilegiou, e ainda privilegia, o paradigma anátomo-clínico e, com ele, a medicina da doen a, a super-especializa o e a tecnologia industrial como sin nimos de boa prática médica e status profissional, n o s o tarefas corriqueiras. Esta edi o da RBMFC é constituída por artigos que pretendem deixar uma contribui o ao processo de mudan a vivenciado hoje no Brasil em prol da Aten o Primária à Saúde (APS). Refere-se, especificamente, à forma o e capacita o médica no nível da gradua o e pós-gradua o no campo da Medicina de Família e Comunidade e da Estratégia de Saúde da Família. Neste cenário, os desafios s o muitos: Como instituir as mudan as estruturais e conjunturais fundamentais para que ocorra este processo de mudan a? Quais as modifica es que se fazem necessárias no seio da escola médica? Como lidar com o aumento da demanda por especialistas em Medicina de Família e Comunidade, sem um número suficiente de programas de pós-gradua o? Como capacitar em servi o? Como formar e aumentar o quantitativo de educadores que possam, a um só tempo, atender a estas diferentes necessidades? Como sociedade científica, a SBMFC, deve ser e estar genuinamente comprometida em colaborar no enfrentamento destes desafios. Para além das atividades de cunho cientifico que promove, através dos congressos e eventos afins, ela deve deixar registradas as iniciativas que desenvolve no ambito técnico e político que, em última análise, possam servir de base para orientar este processo de transforma o. Sem a pretens o de esgotar a temática, esta edi o especial da RBMFC traz o registro de algumas destas iniciativas, promovidas no decorrer da gest o da Diretoria da SBMFC dos últimos quatro anos. Contribuíram para sua elabora o, profissionais com diferentes tipos e tempos de inser o nesta caminhada, todos comprometidos e experientes no ensino e na prática da Medicina de Família e Comunidade e da Estratégia de Saúde da Família. Os textos que constituem esta revista vêm se somar a outros já escritos e divulgados pela própria RBMFC, por outras publica es da área e também pelo Ministério da Saúde nos últimos períodos. Conformam, assim, um conjunto de reflex es e, também, de estratégias de a o acessíveis a todos que, de algum modo, atuam e colaboram na consolida o qualificada do ensino e da forma o em Aten o Primária à Saúde em nosso país. Comp em esta edi o, seis artigos, a saber: 1. Programa de Residência em Medicina de Família e Comun
Ecología y evolución de hantavirus en el Cono Sur de América Ecology and evolution of hantavirus in the Southern Cone of America
R Murua,P Padula
Archivos de medicina veterinaria , 2004,
Abstract: Los hantavirus tienen huéspedes especie específicos pertenecientes a una familia común Muridae con tres sub familias, dos de ellas Murinae y Arvicolinae que se distribuyen en áreas geográficas de Europa Asia y Oceanía con un género Arvicolinae en América del Norte y la Sub familia Sigmodontinae en Centro América y Sudamérica. Estudios de la filogenia del huésped y el virus muestran fuertes similitudes al ser comparados, lo que sugiere una asociación de mucha más larga data con un proceso de coevolución entre el agente infeccioso y sus huéspedes roedores. La historia de la tierra y los procesos tectónicos y climáticos que afectaron al continente en épocas pretéritas son relevantes para comprender la actual distribución de los reservorios huéspedes y sus parásitos. Se entregan antecedentes biogeográficos de los roedores con la distribución geográfica de los hantavirus en Sudamérica, análisis filogenético de los virus, epidemiología molecular que sustentan la propuesta que el virus y el roedor han coevolucionado antes del momento de separarse la Familia Muridae en subfamilias (Murinae, Arvicolinae y Sigmodontinae) y anterior al ingreso de los roedores sigmodontinos al continente sudamericano. Se discute la dificultad en demarcar especie nueva de hantavirus y la existencia de varios linajes con diferencias peque as entre si para ser consideradas como especies virales. Se describen diferencias y similitudes entre las dos especies de hantavirus que más casos han producido en América del Norte (virus Sin Nombre) y en el Cono Sur de de América (Virus Andes). Hantavirus are associated with a single primary rodent host of the familiy Muridae in three sub families, two of them Murinae and Arvicolinae distributed in the Paleartic Region (Europa, Asia, China) and the sub family Sigmodontinae in North, Central and South America besides an Arvicolinae genus (Microtus) in North America. Studies on the host and virus phylogeny show close similarities when are compared which implies that hantavirus are very ancient infectious agents which have coevolved with the rodent host. The history of earth, tectonic movements and climatic changes which affected the continents in the past are relevant to understand the host reservoir and its micro parasites current geographic distribution. This review provides historical biogeography of the sigmodontine rodents, phylogentic analyses of hantavirus, its molecular epidemiology and its geographical distribution in South America in order to sustain the proposal that the virus- rodent interaction has coevolved in the Neartic before the Fa
Possible Origin of RHIC R_{out}/R_{sid} HBT Results
Sandra S. Padula
Physics , 2002, DOI: 10.1016/S0375-9474(02)01550-6
Abstract: The effects of opacity of the nuclei together with a blackbody type of emission along the system history are considered as a means to explain the ratio $R_{out}/R_{sid}$ observed by STAR and PHENIX collaborations at RHIC. Within our model, no flow is required to explain the data trend of this ratio for large surface emissivities.
HBT Interferometry: Historical Perspective
Sandra S. Padula
Physics , 2004, DOI: 10.1590/S0103-97332005000100005
Abstract: I review the history of HBT interferometry, since its discovery in the mid 1950's, up to the recent developments and results from BNL/RHIC experiments. I focus the discussion on the contributions to the subject given by members of our Brazilian group.
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