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O monitoramento de processos físicos de esteriliza??o em hospitais do interior do estado de Goiás
Tipple, Anaclara Ferreira Veiga;Pires, Francine Vieira;Guadagnin, Simone Vieira Toledo;Melo, Dulcelene de Sousa;
Revista da Escola de Enfermagem da USP , 2011, DOI: 10.1590/S0080-62342011000300029
Abstract: the objective of this descriptive study was to identify the physical, chemical and biological controls of the sterilization process by saturated steam in pasteur autoclaves at material and sterilization centers (msc). the data was obtained by interviewing the worker responsible for the msc of the largest hospital in every city in the interior of goiás that had population of at least 20,000, in the period from august 2005 to june 2006. a total 44 municipalities participated. the analysis was performed using spss software. in 31 (94.0%) hospitals there were no nurses exclusive to the msc, the workers responsible for the center were nursing aides and technicians. most did not perform any physical, chemical and biological control of the sterilization process, and, in one case only these controls were performed simultaneously. failing to monitor the sterilization cycles, and thus not ensuring the quality of the processes, is a risk to the population being assisted.
Kits para aerossol em um servi?o de saúde: uma análise microbiológica após reprocessamento
Anders, Patrícia Staciarini;Tipple, Anaclara Ferreira Veiga;Pimenta, Fabiana Cristina;
Revista da Escola de Enfermagem da USP , 2008, DOI: 10.1590/S0080-62342008000200010
Abstract: aerosol kits are used in treatments of respiratory illnesses and require at least an intermediate level of disinfection for their reuse. the objectives of the study were to verify possible contamination of kits after they were processed as well as to identify the microorganisms that were isolated in them. this transversal experimental study was conducted in the pediatric unit of a hospital in goiania, state of goiás. samples were collected from three different parts (masks, cups and hoses) of 15 previously disinfected kits and placed in different culture media, and the microorganisms that were isolated were identified through biochemical tests. of the kits that were analyzed, 13 cups, 9 hoses and 13 masks were found to be contaminated. a total of 101 cfu were isolated 39 from the cups, 20 from the hoses, and 42 the masks. among the pathogens found were coagulase-positive staphylococci, coagulase-negative staphylococci, gram negative fermenter rods, gram negative nonfermenter rods, micrococcus and yeast. microbial presence indicates probable inefficiencies in processing these items.
Clima de seguran a organizacional e a ades o às precau es padr o entre dentistas Organizational safety climate and adherence to standard precautions among dentists
Patrícia Helena Vivan Ribeiro,Maria Meimei Brevidelli,Anaclara Ferreira Veiga Tipple,Renata Perfeito Ribeiro
Acta Paulista de Enfermagem , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Verificar a percep o do dentista a respeito do clima de seguran a no trabalho em rela o à ades o às precau es padr o. MéTODOS: Trata-se de um estudo quantitativo, transversal realizado através da aplica o da escala de Clima de Seguran a a uma popula o de 224 dentistas que atuavam em unidades de Aten o Básica de Saúde de seis municípios do Paraná. RESULTADOS: O escore total de 3,43 (DP=0,88) revela a baixa percep o dos dentistas a respeito do incentivo e apoio organizacional para ado o das PP. CONCLUS O: Clima de seguran a insatisfatório, onde a percep o do dentista sobre a seguran a de seu ambiente de trabalho é deficiente, evidenciando a es gerenciais de apoio à seguran a fragilizadas, falta de um programa de treinamento em saúde ocupacional e deficiência do feedback para favorecer a ado o de práticas seguras. OBJECTIVE: Check the perception of dentists about safety climate at work in relation to adherence to standard precautions. METHODS: It is a quantitative, cross-sectional study conducted through the application of the Safety Climate Scale to a population of 224 dentists who worked in units of primary health care in six municipalities of Paraná. RESULTS: The total score of 3.43 (SD = 0.88) reveals that dentists have a poor perception of the incentives and organizational support for adopting standard precautions. CONCLUSION: Unsatisfactory safety climate, where the perception of dentists about safety in their work environment is deficient, demonstrating fragile management actions of support to safety, lack of a training program in occupational health and deficient feedback to favor the adoption of safe practices.
Embalagem de tecido de algod o: análise do uso em hospitais de médio e grande porte
Lucimara Rodrigues de Freitas,Anaclara Ferreira Veiga Tipple,Dirce Pires Felipe,Neuraci dos Santos Ramos Rodrigues
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: O presente estudo teve como objetivo geral analisar o uso do tecido de algod o como embalagem de produtos para saúde processados em hospitais de médio e grande porte. Os dados foram coletados por análise de amostras novas de tecido e aplica o de questionário aos enfermeiros responsáveis pelo Centro de Material e Esteriliza o. Participaram 16 hospitais, sendo que em oito deles (50%) o enfermeiro da unidade era o responsável pela aquisi o do tecido de algod o, porém, quatro (25%) n o descreveram os critérios adotados. Os campos eram confeccionados de modo simples em seis hospitais (37,6%) e cinco (31,2%) utilizavam um campo simples e um duplo para a montagem dos pacotes. Um hospital relatou controle do reuso dos campos e na maioria o tecido tinha de 40 a 56 fios/cm2. Os critérios mínimos para as embalagens de tecido de algod o foram identificados nas amostras analisadas, entretanto, o monitoramento da vida útil da embalagem era negligenciado na maioria dos hospitais.
Efetividade de um protocolo de reprocessamento na esteriliza o de canetas de alta-rota o em autoclave gravitacional
Camila Fonseca Alvarenga,Cleomenes Reis,Anaclara Ferreira Veiga Tipple,Enilza Maria Mendon?a de Paiva
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract:
RESíDUOS BIOLóGICOS EM SERVI OS DE DIáLISE: DISCUSS O SOBRE O SEU GERENCIAMENTO
Izilda Sim?es Vitorino Eliam,Izildinha Pedreira Barros,Karla Evangelina Marques Lopes,Anaclara Ferreira Veiga Tipple
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2004,
Abstract: Os profissionais dos servi os de diálise enfrentam situa es de riscos desde a realiza o dos procedimentos diretos às práticas relacionadas, até o gerenciamento dos diferentes resíduos gerados nestes servi os. O acidente com material perfurocortante representa um dos maiores riscos para trabalhadores da saúde. O objetivo foi caracterizar o gerenciamento dos resíduos biológicos nos servi os de diálise da cidade de Goiania – GO. Estudo descritivo, cujos dados foram coletados em mar o de 2004, por meio de check list elaborado de acordo com RDC 33/ 03/ANVISA, previamente validado, e observados os aspectos éticos e legais, havendo consentimento dos onze servi os existentes. Evidenciou-se que o descarte de perfurocortantes é feito em caixas específicas em quatro unidades; sete unidades improvisam o recipiente, utilizando frascos de solu es dialíticas. Em oito servi os os dialisadores s o descartados em sacos brancos leitosos. A segrega o de perfurocortantes é feita próxima à fonte geradora na maioria das unidades (91%). A maioria n o possui lixeira com tampa acionada por pedal para descarte de resíduos infectantes. O transporte interno é feito manualmente em 82% dos servi os. Concluiu-se que na maioria dos servi os pesquisados, as práticas relacionadas ao gerenciamento de resíduos, n o atendem às normas de biosseguran a, potencializando o risco biológico coletivo.
Tubos de látex: esterilidade pós-reprocessamento em vapor saturado sob press o
Patrícia Staciarini Anders,Anaclara Ferreira Veiga Tipple,Tcherno Aliu Candé,Cynthia Assis de Barros
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: Entre os artigos odonto-médico-hospitalares, os tubulares merecem aten o especial para o reprocessamento peladificuldade de limpeza de seu lúmen, que pode permitir acúmulo de matéria organica e forma o de biofilme. Com oobjetivo de avaliar a esterilidade dos tubos de látex submetidos ao processo de esteriliza o em autoclave a vapor emum hospital de Goiania-GO foram analisados 30 tubos pós-reprocessamento. Realizaram-se cortes transversais de 01cm em dois segmentos dos tubos: extremidade (E) e metade (M) que foram inoculados em caldo BHI (Brain HeartInfusion) e incubados a 37o C por 20 dias. Amostras com turva o visível foram semeadas em ágar sangue decarneiro para isolamento microbiano. As col nias desenvolvidas foram caracterizadas pela morfologia e por testesbioquímicos. Houve desenvolvimento microbiano em 05 (16,7%) amostras, sendo 03 (10%) segmentos M e 02(6,7%) seguimentos E. Os microrganismos contaminantes foram identificados como bacilos Gram-positivo (BGP),estafilococos coagulase negativa e positiva (ECN, ECP). Múltiplos reprocessamentos desses artigos facilita o desgaste,colabamento, ressecamento, forma o de rachaduras, o que favorece a reten o de microrganismos. De acordo comestes resultados, conclui-se que tubos de látex reprocessados em autoclave a vapor podem representar riscos aosusuários.
Condicionamento de ar em salas de opera o e controle de infec o - uma revis o
May Socorro Martinez Afonso,Adenicia Custodia SilvaeSouza,Anaclara Ferreira Veiga Tipple,Eliene Aparecida Machado
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2006,
Abstract: Revis o bibliográfica, realizada junto aos bancos de dados MED LINE, LILACS, SCIELO, Ministério da Saúde e outros buscadores, com o objetivo de identificar os fatores que torna o ar condicionado fonte de contamina o ambiental. O ar é contaminado por partículas que transportam microrganismos. As fontes de partículas incluem pacientes e equipe cirúrgica. O controle da temperatura, umidade relativa, press o, número de trocas de ar realizadas por hora, paramenta o, tráfego, número de pessoas nas salas e manuten o e limpeza do sistema de ar condicionado dos centros cirúrgicos, s o fatores importantes na redu o do número de microrganismos no ambiente de sala de opera o.
Grupo de Pesquisa em Enfermagem na Preven o e Controle de Infec es: 20 anos de contribui es
Milca Severino Pereira,Luana Cássia Miranda Ribeiro,Katiane Martins Mendon?a,Anaclara Ferreira Veiga Tipple
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract: Relato de experiência sobre as atividades realizadas por um Núcleo de Estudos e Pesquisa em Enfermagem, no desenvolvimento da temática de preven o e controle de infec es relacionadas à assistência à saúde. O estudo teve como objetivo descrever a trajetória histórica, a importancia e contribui o de um grupo de pesquisa da área de preven o e controle de infec o em seus vinte anos de existência. O texto discute a trajetória do grupo, que foi pioneiro na área deenfermagem na regi o Centro Oeste do Brasil e destaca a relevancia da experiência no fortalecimento, consolida o da produ o de conhecimento dos pesquisadores envolvidos e na forma o de jovens pesquisadores. O grupo de pesquisa constitui-se em oportunidade de compartilhar conhecimentos teóricos e práticos, instigar estudantes e docentes à cria o e aos estudos, com foco na busca de solu es para problemas identificados na realidade.
Avalia o arquitet nica dos centros de material e esteriliza o de hospitais do interior do estado de Goiás
Simone Vieira Toledo Guadagnin,Anaclara Ferreira Veiga Tipple,Adenícía Custódia Silva e Souza
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: Estudo descritivo, realizado com objetivo de caracterizar a estrutura arquitet nica dos Centros de Material e Esteriliza o de hospitais de cidades do interior do Estado de Goiás quanto à conformidade com a legisla o vigente, e analisar possíveis implica es na assistência. A popula o foi constituída por 44 hospitais de cidades com popula o igual ou superior a 20.000 habitantes, cadastrados no DATASUS. Os dados foram obtidos por meio de observa o direta, utilizando um check list construído com base na RDC no 50. O banco de dados foi processado no programa Epi-info, vers o 2004. Os resultados foram agrupados em: padr es arquitet nicos gerais e específicos, aspectos arquitet nicos e risco: buscando entender esta interface. A maioria n o atende a RDC no 50, referente ao total da área construída do CME. Em 34 (77,2%) os CME n o possuíam áreas preconizadas para obedecer ao fluxo correto do reprocessamento dos artigos e 17 (39,5%) CME associam o expurgo a setores da área limpa. Vinte e três (52,2%) n o possuíam pias para a higieniza o de m os em nenhuma área do CME. A maioria dos CME n o atende aos padr es arquitet nicos recomendados o que pode representar risco para o reprocessamento de artigos e para os trabalhadores.
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