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A repeti??o na poesia de Manoel de Barros: as distancias do nada
Landeira, José Luís;
Trabalhos em Linguística Aplicada , 2010, DOI: 10.1590/S0103-18132010000100004
Abstract: a repeti??o, na língua, manifesta-se em todos os níveis da produ??o do texto como um procedimento básico que participa na constru??o do sentido. este artigo procura surpreender a repeti??o na poesia de manoel de barros, em especial, naquilo que ela contribui para compreender o valor do pequeno e do insignificante resgatando ou ampliando a dimens?o poética da língua. ao mesmo tempo, procura-se compreender como o jogo de reitera??es promove uma re-significa??o no que é o modo racional na linguagem e na vis?o de mundo sem despir-se da magia presente no encontro do indivíduo consigo mesmo, na sua interioridade e na constru??o de sua identidade social. o artigo está dividido em três partes: a primeira procura analisar a repeti??o como elemento da elabora??o do sentido no texto poético; a segunda preocupa-se com a linguagem na poesia de manoel de barros, com particular relevancia para o jogo de recorrências; finalmente, a terceira, afunila ainda mais nosso objeto de estudo, concentrando-se em analisar como as recorrências de nega??o contribuem para a constru??o do sentido no poema "o que eu n?o sei fazer desmancho em frases".
Repeti o e estilo em Almodóvar
Rivero Jover Eliane,Richter Ernesto Pacheco,Sousa Edson Luiz André de
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1998,
Abstract: A trajetória teórica de Freud o leva a considerar a repeti o como um elemento estrutural do sujeito. Sendo a repeti o inevitável, porque constituinte do ser humano, interessa-nos entender como esse fen meno pode ser identificado e interpretado através de uma produ o artística. A nossa tentativa, portanto, é de buscar o sujeito dentro do discurso do texto cinematográfico. Para tanto, analisaremos três filmes do diretor espanhol Pedro Almodóvar, identificando o que se repete dentro de cada obra e de uma obra para outra. A partir desse levantamento, acreditamos poder identificar o que se constitui no estilo do autor, conforme essa no o é entendida por Foucault. As obras analisadas ser o Matador (1985), De Salto Alto (1991) e A Flor do meu Segredo (1995).
Repeti o e Coordena o
CAMACHO Roberto Gomes,PEZATTI Erotilde Goreti
DELTA: Documenta??o de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada , 1998,
Abstract: Com base no princípio de que a motiva o cognitiva perpassa todos os níveis da gramática de uma língua, este trabalho tem como principal objetivo explorar a hipótese de que os processos coordenativos de conjun o e disjun o resultam de uma transferência perceptual de mecanismos comuns de repeti o. Mediante uma análise multifuncional da coordena o, demonstra-se que a liga o de termos é o modelo que ativa os processos de liga o de ora es em que os juntores aditivo e alternativo estabelecem rela es de conteúdo no nível ideacional e rela es epistêmicas e ilocucionárias no nível interacional.
Contato com antígenos paternos pela mucosa vaginal e oral e o aborto de repeti o
Mattar Rosiane,Soares Regina Victoria Pereira,Camano Luiz,Daher Silvia
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: determinar se a prática do sexo oral e vaginal, com ou sem exposi o ao ejaculado, diminui a ocorrência de abortamento recorrente. MéTODO: estudo caso-controle desenvolvido entre maio de 2000 e abril de 2003. Foi aplicado questionário no qual foram assinaladas algumas características de antecedentes clínicos, obstétricos e sexuais da mulher. Foram constituídos dois grupos de estudo: grupo caso, com 116 mulheres com antecedente obstétrico de dois ou mais abortamentos espontaneos, sem a ocorrência prévia de gesta o acima de 22 semanas, e grupo controle, com 241 mulheres cujo antecedente obstétrico mostrasse uma ou mais gesta es a termo com filho vivo e sem a presen a de abortamentos. As variáveis analisadas relacionaram-se ao número de parceiros com os quais a mulher manteve rela es sexuais, uso rotineiro de preservativo masculino, prática de sexo oral e exposi o da mucosa oral feminina ao material ejaculado. RESULTADOS: relataram somente um parceiro 38,8% das mulheres do grupo caso e 35,7% das do grupo controle. Em ambos os grupos cerca de 75% das mulheres relataram que seus parceiros n o usavam rotineiramente preservativo. Aproximadamente 55% das mulheres de ambos os grupos referiram que praticavam sexo oral, sendo que 13,8% das com aborto de repeti o e 20,3% das com história de sucesso gestacional o faziam com exposi o da mucosa oral ao ejaculado. N o houve diferen a entre as pacientes com aborto de repeti o e as com sucesso gestacional quanto ao número de parceiros, uso de preservativo, prática de sexo oral e exposi o da mucosa oral ao ejaculado pelo parceiro. CONCLUS O: nossos resultados n o confirmam a hipótese de que o comportamento sexual tenha influência sobre a ocorrência do aborto espontaneo de repeti o.
A menina dos títulos: repeti o e paralelismo em manuscritos de Isabel
Eduardo Calil
Alfa : Revista de Linguística , 2010,
Abstract: Este estudo discute o estatuto da repeti o e o fen meno do paralelismo que apresenta um conjunto de 35 manuscritos dados por uma crian a de 6 anos de idade. Assumo, como base teórica, a língua enquanto possibilidade de estrutura o subjetiva (LEMOS, 2006) que se dá a partir do discurso do outro/Outro. Portanto, a língua funda uma rela o trinária (eu-tu/ele) responsável pelo acesso do sujeito ao registro Simbólico e à “fi gura o” do Outro (DUFOUR, 2000). A alteridade aí estabelecida permite múltiplas e complexas rela es entre o que comp e o processo enunciativo e as associa es efetivadas pelo scriptor, sempre dadas a partir de sua posi o subjetiva. A partir disso, identifi co, no material analisado, de que forma os títulos dados, seus elementos linguísticos e suas referências ao corpo do texto que o acompanha se repetem ao longo desses manuscritos e como se estabelecem “rela es em paralelo” entre eles. Do ponto de vista aqui defendido, essas rela es cumprem uma fun o estruturante nos textos dessa menina. A análise permitiu indicar que a “repeti o” materializada pelas “rela es em paralelo” está relacionada à consolida o do eixo de equivalência sobre o qual se articulam os elementos advindos do outro/Outro constituído pelas práticas discursivas instanciadas através do funcionamento da língua.
O círculo vicioso da violência sexual: do ofendido ao ofensor The vicious circle of the sexual violence: from the offended to the offender
Núbia Angélica de Jesus
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2006, DOI: 10.1590/s1414-98932006000400013
Abstract: O presente trabalho discute o fen meno da violência sexual contra crian as e adolescentes pondo em foco o autor do ato. Objetivou-se compreender o processo de forma o da violência empregada, tendo em vista a experiência de violência anteriormente sofrida pelo autor, com base em uma vis o fenomenológico-existencial. Para ilustra o, foram inseridos trechos de atendimentos psicoterápicos realizados com um autor de violência sexual, de trinta e um anos, preso há onze anos em regime fechado. Foram realizadas vinte e nove sess es, que fizeram parte do Projeto Invertendo a Rota, vinculado ao CEPAJ/UCG. Concluiu-se, por meio dos atendimentos, que a imagem do abuso sexual sofrido na infancia influenciou a forma como o sujeito cometeu a violência na idade adulta. Com o trabalho psicoterápico, percebeu-se ainda que o sujeito p de ampliar percep es construídas acerca de si mesmo e do outro, come ando, assim, um processo de ressignifica o de sua própria história. The present essay brought the issue of the sexual violence against children and adolescents, with emphasis on the author of the law breaking act. The objective was to comprehend the process of violence formation, taking into account the previous experience of the violence suffered by the author. It was used as reference a phenomenological-existential view. To illustrate, passages of psychological appointments with a male, thirty one years old, author of sexual violence, arrested for eleven years in closed regime were inserted. Twenty nine sessions were made as part of the project "Invertendo a Rota", linked to CEPAJ/UCG. It was concluded, with the appointments, that the image of the sexual abuse suffered in childhood influenced the way the person practiced the violence in adult age. After psychotherapy, it was noticed that the subject was able to enlarge the perceptions he had about himself and others, starting a resignification of his own life.
A dualidade presen a/ausência nas imagens impressas de Edvard Munch e Andy Warhol: aproxima es possíveis The duality presence/absence on the printed images by Edvard Munch and Andy Warhol: feasible approaches
Norma Mobilon
ARS (S?o Paulo) , 2011, DOI: 10.1590/s1678-53202011000200006
Abstract: Ao observar a iconografia na obra impressa desses dois artistas de contextos diversos, é possível estabelecer uma aproxima o. Ambos praticaram repeti es e varia es temáticas/cromáticas. Uma exposi o ocorrida no Louisiana Museum of Modern Art (Dinamarca) colocou lado a lado os dois artistas. O curador da exposi o, Poul Erik T jner, afirma que ambos compartilham uma consciência retórica sobre os meios e fins da arte. A retórica de Munch, ancorada no Simbolismo, vai além da reitera o de um pensamento sobre o fantasma da ausência, muitas vezes materializado em mancha, sombra e duplo. Warhol, ao emergir nos anos 1960 em Nova York, escolheu a serigrafia - um meio utilizado na publicidade - para "pintar" os seus ícones - estrelas de Hollywood, quase todas de destino trágico. As suas imagens - Marilyns, cadeiras elétricas, latas de sopa Campbell, etc. - tematizam n o a presen a desses seres e objetos, e sim sua ausência. By observing the iconography on the printed work of these two artists from distinct contexts, it is possible to establish an approach. Both of them have practiced thematic/chromatic repetitions and variations. An exhibition held at the Louisiana Museum of Modern Art (Denmark) brought these artists together, side by side. The exhibition's curator Poul Erik T jner states that both of them share a rhetorical consciousness upon the means and aims of art. Munch's rhetoric, which is based on Symbolism, goes far beyond the reiteration of a thought about the ghost of absence, many times materialized in stain, shadow and double. Warhol, emerging in the 1960's in New York, chose the silkscreen - a method used in advertising - to "paint" his icons - Hollywood stars, almost all of whom bound to a tragic fate. His images - Marilyns, electric chairs, cans of the Campbell soup, etc. - have as a theme not the presence of such beings and objects, but their absence.
Atrofia muscular bulbo espinhal recessiva ligada ao cromossomo X (doen a de Kennedy): estudo de uma família
KAIMEN-MACIEL DAMACIO RAMóN,MEDEIROS MILTON,CLíMACO VALTER,KELIAN GIORGE RIBEIRO
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1998,
Abstract: A doen a de Kennedy (DK) é forma rara de doen a do neur nio motor caracterizada por muta o na regi o codificadora do gene do receptor androgênico localizado no bra o longo do cromossoma X (Xq 11-12). Há expans o das sequências de trinucleotídeos CAG que nos pacientes deve atingir número maior do que 347 repeti es de pares de bases. Apresentamos quatro gera es de uma família com dez indivíduos acometidos. Avaliamos três pacientes do sexo masculino com idade variando entre 50 e 60 anos que desenvolveram sintomatologia por volta de 30 anos de idade caracterizada por fraqueza muscular progressiva associada a disfagia e disartria. O exame demonstrou ginecomastia, atrofia testicular, amiotrofia, fascicula es, paresia, aboli o de reflexos e tremor postural. A análise do DNA pela técnica do PCR demonstrou número de repeti es CAG aumentado no locus Xq 11-12 nos três pacientes e em uma mulher assintomática da família. Demonstramos a primeira família brasileira com diagnóstico de DK através de genética molecular. A DK deve fazer parte do diagnóstico diferencial das doen as do neur nio motor e a identifica o destes pacientes é importante para o prognóstico e para o aconselhamento genético.
Repeti es CAG: candidatos na gênese das psicoses funcionais
Lima Ivanor Velloso Meira
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999,
Abstract: O autor discorre sobre a instabilidade do DNA em regi es de repeti es CAG e sua associa o com doen as que afetam o SNC e apresentam o fen meno da antecipa o genética. Revisa também os achados de antecipa o em famílias com transtorno bipolar e esquizofrenia, assim como as investiga es com o método RED (Repeat Expansion Detection) e com o anticorpo 1C2, que apontam para uma participa o desse mecanismo mutacional na determina o genética das psicoses funcionais.
Meu paciente n o pára de repetir... isso é mau?: a concernência da repeti o
Roberto Henrique Amorim de Medeiros
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2001, DOI: 10.1590/s1414-98932001000300007
Abstract: Durante a história do pensamento psicanalítico a repeti o foi abordada através de vários enfoques. A forma impactante e constrangedora como o conceito apareceu na teoria freudiana, fez dela um dos pontos mais intrigantes dentre os conceitos psicanalíticos. Na prática clínica, da mesma forma, quando percebemos que um paciente está repetindo, a primeira impress o que se tem é de que isso estaria sendo prejudicial ao tratamento, um verdadeiro entrave e, com freqüência, lamenta-se essa situa o. O presente texto procura resgatar o caráter ambíguo do conceito de repeti o e ressaltar um possível aspecto produtivo no caminho da cura, o qual foi denominado de concernência. Prop e, ainda, que escutar a repeti o tendo em mente a possibilidade desse caráter produtivo é o que pode permitir que o paciente crie algo de novo para si, interrompendo os processos repetitivos indesejáveis ao seu tratamento, embora tenha de abdicar temporariamente ao prazer. During the history of psychoanalytic thought, repetition was approached through several points of view. The concept has appeared in Freud’s theory in a trembling and constraining way making repetition one most intriguing among the psychoanalytic concepts. In the clinic practice, when one perceives that a patient is repeating, the first impression one has it is that repetition is being harmful to the treatment. Frequently this situation is regretted. The present paper tries to redeem the ambiguous character of the concept of repetition. It also emphasizes a possible productive aspect in the way of cure, which was named concerning. It also proposes that listening to repetition, focusing the possibility of this productive character, is what can let the patient being able to create something new to him/herself, interrupting the undesirable repetitive processes to his/her treatment, although the patient has to resign pleasure temporarily.
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