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Efeito de reguladores de crescimento, aplicados em diferentes épocas, e da incis o anelar dos ramos principais sobre a produ o da laranjeira de umbigo 'Monte Parnaso'
Sch?fer Gilmar,Koller Otto Carlos,Sartori Ivar Ant?nio,Casali Michel Elias
Ciência Rural , 2001,
Abstract: Com o propósito de reduzir a queda prematura de frutos e aumentar a produ o de laranjeiras de umbigo 'Monte Parnaso' (Citrus sinensis [L.] Osbeck), no ano agrícola de 1997/98, plantas com seis anos de idade, enxertadas sobre Poncirus trifoliata (L.) Raf., de um pomar comercial, da empresa Panorama Citros, situado no Município de Butiá, Estado do Rio Grande do Sul foram pulverizadas com os seguintes tratamentos: T1) Testemunha; T2) 5ppm de AG3 no final da queda das pétalas, em setembro de 1988; T3) Incis o anelar da casca dos ramos principais 10 dias após a flora o, em setembro de 1988; T4) Idem T2 + T3; T5) 15ppm de 2,4-D em novembro de 1988; T6) Idem T4 + T5; T7) Incis o anelar da casca dos ramos principais em novembro de 1988; T8) Idem 5 + 7; T9) Idem T6 + T7; T10) Idem T6 + 10ppm de AG3 com 15ppm de 2,4-D em maio de 98; T11) Idem T9 + 10ppm de AG3 e 15ppm de 2,4-D em maio de 1988. O delineamento experimental adotado foi em blocos ao acaso, com quatro repeti es usando-se três plantas úteis por parcela. Todos os tratamentos em rela o a testemunha promoveram um aumento na ordem de 45% na produ o de frutas em número e peso. O peso médio, sólidos solúveis totais, acidez total titulável e a percentagem de suco nos frutos n o foram afetados significativamente.
Tolerancia a baixas temperaturas de cultivares de abacate (Persea americana Mill.)
Soares Nilberto Bernardo,Pedro Júnior Mário José,Teixeira Luiz Antonio Junqueira,Castro Jairo Lopes de
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: Em experimento realizado no Núcleo de Agronomia do Sudoeste/IAC, em Cap o Bonito (SP), observou-se o comportamento de 13 cultivares de abacate com seis anos de idade: Geada, Pollock e Simmonds (ra a antilhana); Antoniolli, Breda, Campinas, Ermor, Jumbo, Margarida, Ouro verde, Reis e Solano (híbridos de antilhana x guatemalense) e Fuerte (híbrido de mexicana x guatemalense) em rela o às baixas temperaturas. As temperaturas do ar registradas no posto meteorológico do local foram: -2,8degreesC; -0,4degreesC; -0,2degreesC e -1,8degreesC, respectivamente, nos dias 17; 18; 20 e 21 de julho de 2000. A cultivar Fuerte mostrou-se mais tolerante às baixas temperaturas, n o apresentando injúrias nas plantas nem queda de frutos; as cultivares híbridas de antilhana x guatemalense apresentaram diferen as de tolerancia ao frio; enquanto as antilhanas foram severamente injuriadas.
"Adeus, Lenin!": uma nostalgia de futuro
Alexander Martins Vianna
Revista Espa?o Acadêmico , 2009,
Abstract: O diretor e roteirista Wolfgang Becker produziu e concebeu um filme para a gera o jovem que cresceu ou nasceu na Alemanha reunificada, criando deliberadamente empatia entre tal público e o protagonista do filme, o jovem Alex. Pensando justamente na gera o que “esqueceu” ou n o viveu o mundo das Alemanhas divididas, ele cria uma solu o de roteiro muito engenhosa: um filho que tenta proteger a m e do impacto cultural da ocidentaliza o acelerada da antiga Alemanha Democrática Popular (DDR), para que n o perceba que, após os seus oito meses de coma, todo o mundo bipolar que dava sentido à sua vida ruíra repentinamente, sendo substituído pela abundancia socialmente excludente da economia de mercado. No entanto, se Alex tenta “fazer durar” o mundo a que sua m e servia, vai introduzindo aos poucos (na sua materna, fictícia e televisiva DDR) a sua própria vis o das coisas. Com isso, ele ensaia a fictícia possibilidade de uma unifica o Alem que pudesse combinar abertura democrática e socialismo, solidariedade e abundancia. Portanto, ao final do filme, em seu jogo de memória recomposta, Alex/Wolfgang Becker oferece à gera o de alem es do mundo pós-Guerra Fria uma nostalgia de futuro.
Fluidodinamica de sementes de brócolos em leito fluizado e leito de jorro
Almeida Celina de,Rocha Sandra Cristina dos Santos
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: Os processos em leito fluidizado e de jorro s o comumente empregados para secagem, recobrimento e granula o de sistemas particulados nas indústrias química e farmacêutica, enquanto na área agron mica est o limitados a tratamento de algumas espécies de sementes. Este trabalho objetivou apresentar a análise fluidodinamica dos leitos fluidizado e de jorro, quando s o utilizadas sementes de brócolos (Brassica oleracea L. var. Italica) e verificar a influência na germina o das sementes, submetidas aos dois tipos de processo por 60 min à temperatura do ar de 25°C. A fluidodinamica nos dois tipos de contato, leitos fluidizado e de jorro, foi estabelecida pelas medidas da queda de press o no leito e vaz es de ar crescentes e decrescentes, para diferentes cargas de sementes. As condi es experimentais foram baseadas nas análises das propriedades físicas das sementes e limitadas às dimens es do equipamento de laboratório. O leito cone-cilíndrico foi projetado e construído em acrílico, para permitir a visualiza o do processo. Os valores de queda de press o máxima, vaz o de jorro mínimo, vaz o de jorro estável e queda de press o no mínimo jorro foram obtidos a partir dos gráficos de queda de press o-vaz o para o leito de jorro. Estes valores foram comparados aos correspondentes valores obtidos por equa es empíricas citadas na literatura. O mesmo procedimento foi realizado para o leito fluidizado obtendo-se os valores para velocidade de mínima fluidiza o e queda de press o na mínima fluidiza o. N o houve danos à germina o das sementes que participaram dos processos.
Comportamento de queda de fêmeas ingurgitadas do carrapato Boophilus microplus
Paula Paula Hocayen de,Furlong John
Ciência Rural , 2002,
Abstract: A dinamica de queda de fêmeas ingurgitadas do carrapato Boophilus microplus foi avaliada na Esta o Experimental da Embrapa Gado de Leite, em Coronel Pacheco- MG, Brasil. O objetivo foi avaliar as vantagens da modifica o do horário de ordenha dos bovinos, considerando a higieniza o do pasto, em rela o ao carrapato. O experimento constou de uma fase de ver o/outono e uma de inverno, para testar diferen as no ritmo de queda dos carrapatos entre as duas esta es. Os resultados mostraram diferen as significativas entre as fases. No ver o/outono, as fêmeas ingurgitadas apresentaram maior porcentagem de queda entre 7 e 10 horas (35,3%) e no inverno entre 6 e 9 horas (19,69%) e entre 14 e 17 horas (21,79%). A porcentagem de queda de fêmeas ingurgitadas no período foi de 35,15% para o sistema de ordenha de 5-8h e 13-16h e de 45,48% para o sistema de ordenha de 8-11h e 16-19h, durante os meses de ver o/outono. Nos meses de inverno, o porcentual de queda foi de 40,51% e de 32,71% para os dois horários de ordenha respectivamente. Considerando o tempo que os animais permanecem estabulados para a suplementa o no cocho durante o período entre as ordenhas na época seca do ano na regi o (maio a setembro), a porcentagem de queda de fêmeas ingurgitadas foi de 55,83% para o sistema de ordenha de 5 a 16h e de 52,36% para o sistema de ordenha de 8 a 19h.
La escoba de bruja del cacao [Crinipellis perniciosa (Stahel) Singer] en la región del Piedemonte Llanero de Colombia: perfil de pérdidas de frutos de cacao por marchitamiento de pepinos, agentes criptogámicos e insectos
Tovar Germán,Ortiz Mario
Agronomía Colombiana , 1991,
Abstract: El objetivo de este estudio fue determinar la perdida de frutos de cacao debidas a la infección ocasionada por C. perniciosa, en el contexto de las pérdidas totales a causa de diferentes factores. Se encontró que el 10,5% de los frutos se perdió por los ataques de escoba de bruja y que las mayores pérdidas registradas eran debidas al marchitamiento fisiológico. Los frutos fueron más susceptibles a la enfermedad en el transcurso de sus dos primeros meses de edad, con una pérdida del 88% del total de los frutos afectados por la escoba de bruja. La distribución de frutos enfermos de acuerdo con el estrato del árbol no mostró diferencias importantes, siendo proporcional a tres estratos diferenciados en el árbol.
Frutos y semillas medicinales vendidas en plazas de mercado de Bogotá, Colombia
Valderrama-Rincón Natalia María
Acta Biológica Colombiana , 2005,
Abstract: Se realizó el inventario de los frutos y semillas mediante encuestas semiestructuradas a cerca del uso medicinal y la caracterización de los vendedores, en siete plazas de mercado de Bogotá. Se emplearon técnicas etnobotánicas cuantitativas para determinar la validación social de la información. Se registraron 54 posibles especies pertenecientes a 29 familias y 45 géneros; además, fueron recopilados 80 nombres comunes. Se registraron 33 especies en fruto, 20 en semillas y solo una especie fue comercializada como fruto y semilla. Se establecieron dos tipos de plazas de mercado y se crearon cuatro grupos de frutos y semillas medicinales de acuerdo a los índices utilizados.
Frutos y semillas medicinales vendidas en plazas de mercado de Bogotá, Colombia
Valderrama-Rincón Natalia María,Linares Castillo édgar Leonardo
Acta Biológica Colombiana , 2006,
Abstract: El uso de plantas medicinales en Bogotá, Colombia, cada vez es mayor con el incremento de la población que en gran medida confía en sus beneficios y bondades. Este mercado es el principal centro de consumo y producción del país, exporta al exterior de la ciudad y a otros países. Sin embargo, se ha identificado que el veraz conocimiento de las plantas medicinales y sus efectos por parte de los vendedores es trascendental con el fin de proteger la salud de los usuarios y evitar que por desinformación algunas plantas puedan atentar contra la vida. El Grupo de Plantas Medicinales de Bogotá liderado por el Profesor édgar Linares del Instituto de Ciencias Naturales y perteneciente a la Universidad Nacional de Colombia, intenta ayudar a aclarar este desorden de salud pública que principalmente tiene origen en las plazas de mercado. La problemática que gira en torno a este grupo de plantas radica en que no hay certeza sobre los usos asignados, es así como el Instituto Nacional de Vigilancia de Medicamentos y Alimentos (INVIMA) certifica pocas plantas con usos medicinales en contraste con la diversidad registrada en las plazas de mercado. Los vendedores de plantas medicinales de las plazas de mercado son los encargados de formular el uso de estas plantas para las dolencias de la comunidad dado su extenso conocimiento adquirido por medio de la experiencia o por legado familiar; adicionalmente, la mayoría de las plantas nativas de uso medicinal no tienen estudios científicos que comprueben su eficiencia y seguridad. Uno de los primeros productos del grupo de Plantas Medicinales de Bogotá es el presente trabajo. Al igual que muchas de las plantas medicinales, no hay antecedentes claros de cuáles frutos y semillas medicinales se venden en los puestos de hierbas de las plazas de mercado de Bogotá, tampoco se conoce su procedencia y uso asignado, es decir que, los usos de estas fracciones están a merced de los vendedores. Así, el estudio de estas estructuras está justificado por la inexactitud del conocimiento popular y la falta de garantía de que las hierbas vendidas son reconocidas y generan confianza. Por esta razón se propuso reconocer la taxonomía y algunos aspectos culturales de los frutos y semillas medicinales. En ese orden de ideas, en siete plazas de mercado de Bogotá, mediante encuestas semiestructuradas se realizó el inventario de los frutos y semillas, información relacionada con el uso medicinal y la caracterización de los vendedores. Se emplearon técnicas etnobotánicas cuantitativas para determinar la validación social de la información. Se registraron
COMPORTAMENTO DA CULTIVAR DE MACIEIRA FUJI (Malus domestica, Borkh.) SOBRE TRêS DIFERENTES PORTA-ENXERTOS
DENARDI FREDERICO,SPENGLER MáRCIA MONDARDO
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Verifica-se, a nível mundial, uma forte tendência para o plantio da macieira em alta densidade de cultivo. Neste sistema de plantio, s o utilizados porta-enxertos de pequeno porte, conhecidos como an es. O mais utilizado é o M-9, em virtude do forte controle sobre o porte da copa, da precocidade de produ o, da alta produtividade e da boa qualidade dos frutos que induz à copa. No Sul do Brasil, por quest es de tradi o internacional, facilidade de obten o e do menor custo de investimento no plantio, até recentemente, têm sido plantados porta-enxertos de vigor médio, como o MM-106, o M-7 e o MM-111, para plantios de média densidade. O primeiro é atualmente pouco usado devido à alta suscetibilidade à podrid o-do-colo (Phytophthora cactorum). O objetivo deste trabalho foi comparar o desempenho do an o M-9, do semi-an o M-7 e do semivigoroso MM-111 no controle do vigor da copa, na precocidade de produ o, na produtividade e no tamanho dos frutos da cv. de macieira Fuji. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso, com 4 repeti es de 3 plantas por parcela. Como copa, foi utilizada a cv. Fuji, polinizada pela cv. Gala. O experimento foi implantado em 1996, em Fraiburgo-SC, principal pólo produtor de ma s do País. O espa amento de cultivo foi de 2,0 m por 5,0 m. O experimento foi conduzido por 4 anos, avaliando-se a precocidade (n0 de gemas de flor/cm2 de área transversal do caule), produ o (kg/planta), produtividade (t/ha), peso médio dos frutos (g) e distribui o dos frutos por categoria de tamanho (%). Os resultados obtidos indicaram que o M-9 foi o mais precoce, produzindo, no terceiro ano, 1,94 vez mais gemas de flor que o M-7 e 2,70 vezes mais que o MM-111. Em termos de produ o, no terceiro ano, o M-9 produziu 2,53 vezes mais que o M-7 e 2,70 vezes mais que o MM-111. No quarto ano, o M-9 produziu 1,28 vez mais que o M-7 e 1,26 vez mais que o MM-111. O peso médio dos frutos foi de 159,2 g, 135,5 g e 131,2 g, para o M-9, o M-7 e o MM-111, respectivamente. Em termos de distribui o por categoria de tamanho, o M-9 produziu 90,8% de frutos maiores que 62 mm, o M-7 produziu 79,5% e o MM-111, 70,9%, indicando que o M-9, além de mais precoce e mais produtivo, também produz frutos de maior calibre.
EFEITO DO ESTáGIO DE DESENVOLVIMENTO DAS FLORES E DA APLICA O DE FUNGICIDAS NO CONTROLE DA PODRID O FLORAL DOS CITROS
ROBERTO SéRGIO RUFFO,BORGES ANDREY VETORELLI
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: O presente trabalho teve por objetivo determinar os melhores estágios do desenvolvimento das flores de laranja-doce para o controle da Podrid o Floral dos Citros (PFC), avaliando-se diversas épocas de aplica o e doses de fungicidas. Os estudos foram realizados em pomares de laranjas-'Natal' e 'Pêra' (Citrus sinensis [L.] Osbeck), onde foram marcados aleatoriamente ramos florais pertencentes à florada tempor (janeiro de 1994), caracterizando as fases de desenvolvimento de cada bot o floral. Em um primeiro ensaio, avaliou-se o controle da doen a através de pulveriza es manuais, onde foram aplicados os seguintes tratamentos (doses por 1 L): a) testemunha; b) benomyl 0,5 g, no dia de marca o dos ramos (aplica o normal); c) benomyl 0,5 g, 3 a 4 dias depois da marca o (aplica o tardia); e d) benomyl 0,5 g em 2 aplica es, uma na marca o dos bot es e outra uma semana depois. As aplica es foram feitas com pulverizadores manuais, molhando-se apenas os ramos com flores marcados. Em um segundo ensaio, avaliou-se o controle da doen a através de pulveriza es tratorizadas. Na laranja-'Natal', estudaram-se os seguintes tratamentos (doses por 2.000 L): a) testemunha; b) benomyl 1 kg em 4/jan; c) benomyl 1 kg em 4 e 11/jan; e d) benomyl 1 kg em 8/jan. Na laranja-'Pêra', os seguintes tratamentos foram aplicados (doses por 2.000 L): a) testemunha; b) benomyl 1 kg, 4/jan; c) benomyl 1 kg, 4 e 10/jan; d) benomyl 1 kg + captan 3,5 kg, 4/jan; e) benomyl 0,75 kg + captan 2,5 kg, 4/jan; f) benomyl 1 kg + captan 2,5 kg, 4/jan; g) benomyl 1 kg + captan 2,5 kg, 4/jan + benomyl 1 kg, 10/jan; h) benomyl 1,5 kg, 4/jan; e i) benomyl 1,5 kg, 4 e 10/jan. Avaliaram-se, em intervalos de dois dias, a freqüência e a época de ocorrência das les es nas pétalas dos bot es florais, a porcentagem de pegamento e o índice de cálices retidos de cada parcela. Pelos resultados, p de-se concluir que o benomyl é eficiente no controle da PFC em doses de 0,5-0,75 g.L-1, e sua resposta podem ser obtida em floradas tempor s tratadas nos estágios de predominancia de bot es redondos brancos até o período anterior à antese.
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