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EFEITO DAS éPOCAS DE DIFERIMENTO NA PRODU O E COMPOSI O QUíMICA DO CAPIM-ELEFANTE (Pennisetum purpureum SCHUM. Cv. Cameroon) EFFECT OF CLOSING OUT DATES ON THE PRODUCTION AND THE CHEMICAL COMPOSITION (Pennisetum purpureum SCHUM. Cv. CAMEROON)
Beneval Rosa,Sidnei Roberto de Carvalho Silva
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2007, DOI: 10.5216/pat.v27i2.2975
Abstract: Avaliou-se o efeito de três épocas de diferimento sobre a produ o e a composi o química do capim-elefante (Pennisetum purpureum, Schum. cv. Cameroon), cultivado em latossolo vermelho-amarelo, em área do Departamento de Produ o Animal da Universidade Federal de Goiás, no município de Goiania - GO. Utilizou-se um delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 3x4, com quatro repeti es, para estudar as três épocas de diferimento (17/01, 14/02 e 14/03/1990) e as quatro épocas de utiliza o (20/05, 20/06, 18/07 e 15/08/1990). Os resultados demonstraram que, se a capineira for utilizada mais para o início do período da seca, ela deverá ser diferida em janeiro ou fevereiro. Caso seja utilizada mais para o final da seca, o diferimento deverá ocorrer em mar o. Quanto aos teores de proteína, constatou-se que o capim-elefante atendeu às exigências dos animais em apenas uma utiliza o (diferimento em mar o e uso em maio). Com rela o às outras variáveis (MS, FB, Ca e P), concluiu-se que o capim cortado mais novo foi sempre melhor que nos estágios mais avan ados. PALAVRAS-CHAVE: Ca; fibra bruta; proteína bruta; P. The effects of three closing out dates and four harvesting dates on the production and chemical composition of an elephant grass soilage area were studied. The experiment was carried out in the Departamento de Produ o Animal at the UFG, in Goiania-GO, during the year of 1990. It was used a completely randomized block design according to a factorial scheme 3x4 with four replications, three closing out dates and four harvesting dates. The closing out dates were: January, February and March and the sampling dates were: May, June, July and August. If the soilage is going to be utilized just at the beginning of the dry season, the soilage area has to be closed out in January or February. However, if the soilage is going to be utilized latter on the dry season, the soilage area should be closed out in March. In relation to the other factors studied, such as protein, the data obtained showed that the soilage as sampled is not sufficient to completely satisfy the animal demand for that nutrient. KEY-WORDS: Ca; P; crude fiber; crude protein; soilage.
Aplica o dos conceitos de proteína bruta e proteína ideal sobre o desempenho de frangos de corte machos e fêmeas criados no inverno
Toledo Geni Salete de,López Jorge,Costa Paulo Tabajara,Souza Harvey de
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Dois experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar o desempenho e analisar a viabilidade econ mica comparativa entre dois conceitos protéicos e duas linhagens de frangos de corte (Hybro G e Hybro PG), criados no período de inverno, com temperatura média de 16degreesC e UR média de 72%. As aves foram alimentadas com dietas formuladas pelo conceito de Proteína Bruta (PB) sem suplementa o de aminoácidos e Proteína Ideal (PI), de 1 a 42 dias de idade nos dois sexos. O delineamento utilizado nos dois experimentos foi inteiramente casualizado num esquema fatorial 2 x 2 (2 conceitos protéicos e 2 linhagens) com 6 repeti es de 20 aves para cada sexo. Machos n o mostraram intera o entre proteína x linhagens para as variáveis estudadas; entretanto, machos do conceito PB consumiram mais ra o, porém ganharam menos peso e converteram pior que os PI. Para fêmeas, houve intera o para a variável convers o alimentar, sendo que as aves do conceito PI da linhagem PG, foram mais eficientes que as aves do conceito PB. Para a mesma categoria, na análise dos efeitos isolados, n o houve diferen a significativa para consumo, entretanto, as fêmeas PI ganharam mais peso que as fêmeas PB. Na análise econ mica dos resultados, foi observado que a formula o de dietas PI para ambos os sexos é mais rentável.
Avalia o de clones de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.) e de um híbrido com o milheto (Pennisetum glaucum (L.) R. Br.) submetidos a estresse hídrico. 2. Valor nutritivo
Barreto Glesser Porto,Lira Mário de Andrade,Santos Mércia Virgínia Ferreira dos,Dubeux Júnior José Carlos Batista
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar o valor nutritivo de três cultivares de capim-elefante (Cameroon, Roxo de Botucatu e Mott) e de um híbrido de capim-elefante com o milheto (híbrido HV-241), cultivados sob diferentes condi es de umidade (com e sem estresse hídrico). Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso com parcelas subdivididas e três repeti es. Na parcela principal, estudou-se o efeito dos regimes de umidade e nas subparcelas, os diferentes clones. Foram avaliados os teores de matéria seca (% MS), proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN) e a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS). Os materiais submetidos a estresse hídrico apresentaram elevado grau de desseca o (mais de 58% de MS), sobretudo os cultivares de capim-elefante. As plantas submetidas a estresse hídrico apresentaram teores de PB (17,58%) significativamente superiores aos das irrigadas (14,45%), sendo que, entre os cultivares, apenas o Cameroon (14,68% PB) diferiu dos demais (16,46% PB). Quanto aos teores de FDN, n o se verificou diferen a entre os dois regimes de umidade, mas os cvs. Mott e Cameroon apresentaram teores superiores (61,79%) aos do cv. Roxo de Botucatu e do híbrido HV-241 (56,60%). N o foi verificada diferen a na DIVMS entre os regimes de umidade nem entre os diferentes clones, sendo o valor médio de 53,07%.
Utiliza o do farelo de soja centrifugado visando à produ o do superprecoce
Neumann Mikael,Restle Jo?o,Souza Alexandre Nunes Motta de,Brondani Ivan Luis
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Este experimento teve por objetivo avaliar a utiliza o do farelo de soja centrifugado (FSC) como substituto ao farelo de soja (FS) na fra o concentrada da dieta de bezerros de corte em confinamento, sendo testados os seguintes tratamentos: T1 - 100% de FS; T2 - 66% de FS + 34% de FSC; T3 - 34% de FS + 66% de FSC; e T4 - 100% de FSC. Foram utilizados 36 bezerros machos da ra a Braford, com idade média de sete meses e peso vivo médio inicial de 202kg. O confinamento compreendeu 168 dias de avalia o, sendo dividido em quatro períodos de 42 dias cada. A rela o volumoso:concentrado foi de 60:40 para o 1degrees e 2degrees períodos, de 50:50 para o 3degrees período e de 45:55 para o 4degrees período. N o houve intera o (P>0,05) entre nível de substitui o da fonte protéica e período de avalia o em confinamento para os parametros relativos aos consumos diários de matéria seca (CMS), proteína bruta (CPB) e energia digestível (CED), respectivamente, expressos em kg animal-1 (CMSD e CPBD) ou Mcal/animal (CEDD), por 100kg de peso vivo (CMSP, CPBP e CEDP) e por unidade de tamanho metabólico (CMSM, CPBM e CEDM), ao ganho de peso médio diário (GMD) e a eficiência da transforma o da matéria seca consumida (CA) e da proteína bruta consumida (EPB) em ganho de peso. A utiliza o de farelo de soja centrifugado como fonte protéica em substitui o parcial ou integral ao farelo de soja na fra o concentrada da dieta alimentar de bezerros de corte, visando à produ o do superprecoce, n o comprometeu (P>0,05) o consumo de alimentos, o ganho de peso médio diário e a eficiência da transforma o da matéria seca consumida e da proteína bruta consumida em ganho de peso.
Degradabilidade in situ da silagem de quatro genótipos de sorgo com e sem tanino: I - Matéria seca e proteína bruta
Campos W.E.,Saturnino H.M.,Sousa B.M.,Borges I.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2003,
Abstract: Avaliaram-se a degradabilidade in situ da matéria seca (MS) e da proteína bruta (PB) da silagem de quatro genótipos de sorgo, dois com tanino (CMS XS 210 e BR 701) e dois sem tanino (CMS XS 214 e BR007) em um delineamento de blocos inteiramente ao acaso, com três repeti es (animais), em arranjo de parcelas subdivididas. Os genótipos constituíram as parcelas e os tempos de digest o as subparcelas. O genótipo CMS XS 210 apresentou menor degradabilidade da MS em rela o aos demais e os genótipos que continham tanino (CMS XS 210 e BR 701) apresentaram menores degradabilidades da PB em rela o aos que n o o continham.
Degradabilidade in Situ da Matéria Seca e Proteína Bruta das Silagens de Seis Genótipos de Sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) em Diferentes Estádios de Matura o
Molina Lívio Ribeiro,Gon?alves Lúcio Carlos,Rodriguez Norberto Mário,Rodrigues José Avelino Santos
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a degradabilidade in situ da matéria seca e proteína bruta das silagens de seis híbridos de sorgo em diferentes estádios de matura o, foram utilizados quatro novilhos mesti os de holandês-zebu, fistulados no rúmen, alimentados com feno de gramínea à vontade. As amostras de silagens foram secas e moídas em peneiras de 5 mm, e 5 g das mesmas foram colocadas em sacos de náilon de 12 x 18 cm e tamanho de poros de 50 μm, que foram introduzidos nas fístulas dos bovinos. Após diferentes períodos de incuba o (6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas depois), os sacos de náilon foram removidos, as amostras de um mesmo híbrido, animal e período de incuba o foram transformadas em um "pool" homogêneo, moído em peneira de 1 mm e armazenado para análises posteriores de MS e PB. O delineamento experimental utilizado foi o de parcelas sub-subdivididas no qual as parcelas eram as silagens dos diferentes híbridos, as sub-parcelas eram os estádios de matura o e as sub-sub-parcelas eram os seis períodos de incuba o. Neste estudo, houve diferen as quanto ao desaparecimento de matéria seca e proteína bruta nas silagens de sorgo, embora as diferen as n o possam ser atribuídas à porcentagem de gr os dos híbridos. O estádio de matura o das plantas influenciou a degradabilidade efetiva das fra es digestíveis, favorecendo os cortes mais precoces.
Disponibilidade e valor nutritivo de forragem de leguminosas nativas (Adesmia DC.) e exóticas (Lotus L.)
Scheffer-Basso Simone Meredith,Jacques Aino Victor Avila,Dall'Agnol Miguel,Riboldi Jo?o
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: O gênero Adesmia DC. possui 17 espécies nativas no Brasil, distribuídas nos Estados do Sul, cuja importancia está vinculada a sua adapta o ao solo e clima regionais, além de ser de crescimento hibernal (temperadas). Este trabalho teve o objetivo comparar o padr o de acúmulo de matéria seca (MS) e valor nutritivo de forragem de A. latifolia, A. punctata e A. tristis, tendo como padr o Lotus corniculatus (cornich o) e L. uliginosus. O ensaio foi realizado em casa de vegeta o durante 210 dias (4000 graus-dia). A disponibilidade de forragem (DF) foi similar entre A. latifolia (276 g MS/m2) e cornich o (275 g MS/m2) e entre A. tristis (201g MS/m2) e L. uliginosus (192 g MS/m2), sendo que A. punctata apresentou a menor DF (155 g MS/m2). A. latifolia caracterizou-se pela maior precocidade na DF, devido ao crescimento mais rápido em rela o às demais espécies, sugerindo seu potencial para utiliza o durante a esta o fria. Em rela o às análises de qualidade, o teor de proteína bruta (PB) nas folhas de A. latifolia foi de até 21,6% e a DIVMO atingiu 72,3%. Os maiores conteúdos de PB e DIVMO foram encontrados nas folhas de cornich o, 30,3 e 75,8%, respectivamente. A. tristis apresentou DIVMO muito baixa nos caules (34,9 a 44,7%), o que poderia limitar seu consumo por bovinos. Concluiu-se que, entre as espécies de Adesmia estudadas, A. latifolia detém o maior potencial forrageiro, sugerindo a continuidade de estudos com a espécie.
Proteína bruta para suínos machos castrados mantidos em ambiente de conforto térmico dos 15 aos 30 kg
Hannas Melissa Izabel,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: RESUMO - Este experimento foi realizado para determinar a exigência de proteína bruta para suínos mesti os (Landrace x Large White), machos, castrados dos 15 aos 30 kg, mantidos em ambiente de conforto térmico. Durante o período experimental, a temperatura da sala manteve-se em 23,1±1,19°C, com umidade relativa de 80,6±4,59% e índice de temperatura do globo e umidade de 69,85±1,38. Foi usado um total de 60 leit es mesti os, machos castrados, com peso médio inicial de 14,8±0,85kg e final de 29,3±2,42 kg. Foi usado delineamento de blocos ao acaso, com cinco tratamentos (17,0; 18,0; 19,0; 20,0; e 21,0% de proteína bruta), seis repeti es e dois animais por unidade experimental. O nível de proteína bruta na ra o influenciou o ganho de peso diário e os consumos de proteína e lisina diários, que aumentaram linearmente. Entretanto, a convers o alimentar diminuiu linearmente. N o houve efeito do nível de proteína sobre os consumos de ra o e energia diários. A taxa de deposi o de gordura n o foi influenciada, enquanto a taxa de deposi o de proteína aumentou quadraticamente até o nível de 20,0% de proteína bruta. Os pesos absolutos do fígado e do intestino e o peso relativo do fígado aumentaram linearmente com o crescente nível de proteína bruta da ra o. A concentra o de uréia plasmática n o foi influenciada pelos níveis de proteína bruta da ra o. Suínos mesti os, machos, castrados de 15 a 30 kg, mantidos em ambiente de conforto térmico exigem 20,0% de proteína bruta na ra o, correspondente a 0,90% de lisina total ou 57 g de proteína/Mcal ED. O nível de uréia no plasma sangüíneo n o foi um parametro adequado para estimar a exigência de proteína bruta.
Características morfológicas e moleculares e acúmulo de proteína em gr os de variedades de arroz do Maranh o
Araújo Elisangela Sousa de,Souza Sonia Regina de,Fernandes Manlio Silvestre
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O gr o de arroz apresenta baixos teores de proteína, mas contém glutelina, uma proteína de melhor qualidade para a alimenta o humana do que a de outros cereais. O objetivo deste trabalho foi caracterizar, por meio de descritores morfológicos e moleculares (RAPD), algumas variedades tradicionais de arroz do Estado do Maranh o que apresentam altos teores de proteínas nos gr os (mais de 10%) e s o tolerantes ao estresse nutricional e ao Al tóxico. As 33 variedades estudadas foram separadas em cinco grupos baseados nas características morfológicas e quatro grupos utilizando marcadores RAPD, que n o coincidiram entre si. Teores elevados de proteína no gr o estavam presentes aleatoriamente em todos os grupos. No entanto, verificou-se maior acúmulo de proteína em plantas cujas sementes tinham uma menor rela o comprimento/largura de gr o.
Cultivares de alfafa em área de influência da Mata Atlantica no Estado de Minas Gerais
Botrel Milton de Andrade,Ferreira Reinaldo de Paula,Alvim Maurílio José,Xavier Deise Ferreira
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo avaliar o potencial forrageiro de cultivares de alfafa (Medicago sativa L.) em área de influência da Mata Atlantica no Estado de Minas Gerais. Foram avaliadas 30 cultivares de alfafa em delineamento de blocos ao acaso com três repeti es. As sementes foram infectadas com a estirpe de Rhizobium melilotii BR 7407. No período das chuvas e da seca houve diferen as significativas entre as cultivares quanto ao potencial de produ o de forragem, rela o folha/caule e tolerancia a pragas e doen as. Quanto ao teor de proteína bruta, houve diferen as significativas entre as cultivares, somente no período das chuvas. As cultivares que se destacaram na maioria dos parametros avaliados foram a Crioula, P30, Monarca e Flórida 77. As maiores produ es de forragem nas esta es das chuvas e da seca foram obtidas pela cultivar Crioula, constituindo, assim, boa op o para o cultivo da alfafa na Zona da Mata de Minas Gerais.
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