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Ajustes de quadrado médio do erro em ensaios de competi o de cultivares de milho pelo método de Papadakis
Cargnelutti Filho Alberto,Storck Lindolfo,Dal'Col Lúcio Alessandro
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar as diferentes formas de calcular o índice de produtividade, usado como covariável pelo método de Papadakis, e verificar se este método é eficiente para aumentar a precis o experimental nos ensaios de competi o de cultivares de milho (Zea mays L.) com grande número de tratamentos. Em rela o ao rendimento de gr os, procedeu-se a verifica o das pressuposi es do modelo matemático, a análise da variancia no delineamento de blocos ao acaso e a análise de covariancia no delineamento inteiramente casualizado, usando como covariável o índice de produtividade estimado por cinco formas (método de Papadakis). A compara o da análise convencional (blocos ao acaso) com a análise pelo método de Papadakis foi realizada com base nas estimativas do quadrado médio do erro, coeficiente de varia o, diferen a mínima significativa pelo teste de Tukey, número de grupos formados pelo teste de Scott-Knott e o índice de diferencia o de Fasoulas. O método de Papadakis melhorou a precis o experimental entre 10,5% e 48,1% em rela o às diferentes formas de estima o da covariável índice de produtividade, mostrando que a vizinhan a mais próxima (unidade experimental de referência e as quatro laterais) é a forma mais eficiente na redu o do erro experimental.
Substituindo o uso de bordaduras laterais por repeti es em experimentos com milho
Oliveira Sérgio José Ribeiro de,Feijó Sandra,Storck Lindolfo,Lopes Sidinei José
Ciência Rural , 2005,
Abstract: O uso de bordaduras, aliado ao número adequado de repeti es para definir um plano experimental, tem sido pouco estudado. Dois híbridos de milho foram avaliados com o objetivo de estimar o número de repeti es necessários, substituindo-se o uso de bordaduras laterais por um maior número de filas por parcela. Foram utilizados oito tratamentos que proporcionaram comparar parcelas de duas, três, quatro e cinco filas, com e sem as duas bordaduras laterais, além de duas e três filas com bordadura simples. Verificou-se que n o houve diferen as entre as estimativas das médias de híbridos e dos diferentes tipos de parcelas e nem efeito da intera o entre tipos de parcelas e híbridos. Constatou-se homogeneidade nas estimativas das variancias entre os tipos de parcelas para os dois híbridos. Em experimentos de compara o de híbridos de milho, n o é vantajoso substituir o uso de bordaduras por um número maior de repeti es. No entanto, um maior número de repeti es, sendo que oito repeti es de parcelas de duas filas, proporcionam os planos experimentais mais precisos.
Identifica o de variáveis causadoras de erro experimental na variável rendimento de gr os de milho
Cargnelutti Filho Alberto,Storck Lindolfo,Dal' Col Lúcio Alessandro
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Dois experimentos bifatoriais de milho (cultivar x densidade) foram conduzidos em Santa Maria - RS, usando-se o delineamento blocos ao acaso com seis repeti es, durante o ano agrícola de 2000/2001. Foram avaliadas 30 cultivares de ciclo precoce e 16 de ciclo superprecoce em duas densidades de semeadura. O trabalho teve como objetivo verificar as variáveis fenológicas e morfológicas que interferem na magnitude do erro experimental do rendimento de gr os de milho. Foram estimadas a média e a variancia das variáveis rendimento de gr os, número de dias até pendoamento, estatura das plantas, estatura de inser o da primeira espiga, número de plantas e número de espigas, entre as seis repeti es para cada cultivar e densidade. Em cada experimento, estimaram-se as correla es lineares entre as variáveis e aplicou-se uma análise de trilha, verificando-se os efeitos diretos e indiretos das variáveis explicativas sobre a variável principal (variancia do rendimento de gr os). Concluiu-se que, para a redu o do erro experimental da variável rendimento de gr os de milho, a escolha de cultivares deve recair sobre as que têm maior homogeneidade de número de espigas e as que apresentam ciclo mais longo.
Interferência da variabilidade da popula o de plantas de milho sobre a precis o experimental
Cargnelutti Filho Alberto,Storck Lindolfo,Lopes Sidinei José,Lúcio Alessandro Dal'Col
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Com objetivo de verificar a interferência da variabilidade entre repeti es do número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino, da estatura de plantas na colheita e da popula o final de plantas no erro experimental da produtividade de gr os, foram usados os dados de 15 ensaios de competi o de cultivares de milho, realizados no Estado do Rio Grande do Sul. Em cada ensaio, foi realizada a análise de variancia e estimadas as correla es lineares residuais entre as variáveis. Foi ent o realizada a análise de trilha, usando a produtividade de gr os como variável principal. Nos 15 ensaios, foi realizada análise de variancia da produtividade de gr os ajustada em fun o da popula o, por meio dos métodos de covariancia da popula o média, covariancia da popula o ideal e corre o estratificada. Para reduzir o erro experimental da produtividade de gr os de milho, a escolha de cultivares e o manejo deve representar maior homogeneidade do número de plantas entre as repeti es, independente do ciclo e da estatura de plantas.
Correla o entre o erro experimental e características dos ensaios nacionais de competi o de cultivares de milho
Lúcio Alessandro Dal'Col,Banzatto David Ariovaldo,Storck Lindolfo,Martin Thomas Newton
Ciência Rural , 2001,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi verificar o grau de rela o entre o erro experimental e as variáveis observadas no decorrer do experimento. Com os dados dos ensaios nacionais de competi o de cultivares de milho, utilizou-se a análise de trilha dentro de cada ciclo dos materiais, tendo como variável principal o quadrado médio do erro e como variáveis explicativas as demais variáveis observadas nos experimentos, com o objetivo de mostrar que variáveis como peso de espigas, rendimento de gr os, altura da planta e altura de inser o da primeira espiga com valores mais homogêneos dentro de cada experimento, independente do ciclo, proporcionam um menor valor do quadrado médio do erro, fazendo com que a precis o do experimento seja melhorada.
Variabilidade da produ o de frutos de piment o em estufa plástica
Lorentz Leandro Homrich,Dal?Col Lúcio Alessandro,Boligon Alexandra Augusti,Lopes Sidinei José
Ciência Rural , 2005,
Abstract: As estufas plásticas s o consideradas como um ambiente homogêneo. No entanto, essa afirmativa n o é comprovada, pois existem varia es de produ o entre plantas, causada por diversos fatores externos. S o escassas as informa es relacionadas a técnicas experimentais de planejamento de experimento nestes ambientes. Dessa forma, foram instalados experimentos no Departamento de Fitotecnia/UFSM com a cultura do piment o em estufa plástica nas esta es sazonais de cultivo ver o/outono e inverno/primavera com o objetivo de determinar a variabilidade da produ o, em torno da média, para cada colheita e no total produzido, em diferentes tamanhos de parcela dispostos no sentido da linha. Pelo teste de homogeneidade de variancias, em cada colheita e para produ o total e através da dispers o da produ o média, verificou-se que existe alta heterogeneidade na distribui o da produ o entre as parcelas experimentais de piment o em estufa plástica e que parcelas de 14 plantas na linha de cultivo amenizaram as varia es de solo existentes. O delineamento de blocos ao acaso no sentido das linhas se mostrou adequado para estes ambientes.
Coeficiente de heterogeneidade do solo e tamanho de parcela
Alves Sueli Martins de Freitas,Seraphin José Carlos
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2004,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi apresentar alternativas para estimar o coeficiente de heterogeneidade do solo a partir do coeficiente de correla o intraclasse em diferentes estruturas de delineamentos experimentais. As estimativas dos coeficientes de heterogeneidade do solo obtidas por este método foram comparadas àquelas obtidas por meio de mínimos quadrados generalizados. N o houve diferen as entre as estimativas obtidas por ambos os métodos; nesse caso recomenda-se a estimativa com base no coeficiente de correla o intraclasse por ser mais simples e prática. Considerando-se o coeficiente de heterogeneidade do solo, obteve-se diversos tamanhos de parcela, para diferentes combina es de coeficiente de varia o, número de repeti es, grau de diferen a que se espera detectar entre dois tratamentos e nível de significancia.
Sample size to estimate the Pearson correlation coefficient among characters of castor bean Tamanho de amostra para a estima o do coeficiente de correla o linear de Pearson entre caracteres de mamoneira
Alberto Cargnelutti Filho,Sidinei José Lopes,Betania Brum,Marcos Toebe
Semina : Ciências Agrárias , 2012,
Abstract: In the study of linear relationships, it is important to define correctly the sample size, to estimate the Pearson correlation coefficient among pairs of characters, with acceptable reliability. The aim of this research was to determine the sample size (number of plants) to estimate the Pearson correlation coefficient among 21 characters of castor bean. It was evaluated 41 and 55 plants of the Sara and Lyra hybrids, respectively, regarding to the characters of seed, seedling, adult plant and yield in Santa Maria, Rio Grande do Sul State, Brazil, in the agriculture year of 2007/2008. It was calculated the sample size through bootstrap resampling, to estimate the Pearson correlation coefficient, for the amplitudes of the bootstrap confidence interval 95% equal to 0.20, 0.35 and 0.50, for each of 210 pairs of characters. Regardless of the castor bean hybrids, 96 plants are sufficient to estimate the Pearson correlation coefficient, to the amplitude of the bootstrap confidence interval 95%, maximum of the 0.52. No estudo de rela es lineares é importante dimensionar adequadamente a amostra para a estima o do coeficiente de correla o linear de Pearson entre pares de caracteres, com confiabilidade aceitável. O objetivo deste trabalho foi determinar o tamanho de amostra (número de plantas) para a estima o do coeficiente de correla o linear de Pearson entre 21 caracteres de mamoneira. Foram avaliadas 41 e 55 plantas dos híbridos Sara e Lyra, respectivamente, quanto aos caracteres de semente, de plantula, de planta adulta e de produ o, em Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul, no ano agrícola de 2007/2008. Calculou-se o tamanho de amostra por meio de reamostragem “bootstrap”, para a estima o do coeficiente de correla o linear de Pearson, para as amplitudes do intervalo de confian a de “bootstrap” de 95% iguais a 0,20, 0,35 e 0,50, para cada um dos 210 pares de caracteres. Independentemente do híbrido de mamoneira, 96 plantas s o suficientes para a estima o do coeficiente de correla o linear de Pearson, para a amplitude do intervalo de confian a de “bootstrap” de 95%, máxima de 0,52.
Equa o de regress o linear múltipla para estimativa do erro experimental
Lúcio Alessandro Dal?Col,Banzatto David Ariovaldo,Storck Lindolfo,Martin Thomas Newton
Ciência Rural , 2001,
Abstract: Este trabalho teve por objetivo estimar equa es de regress o linear múltipla tendo, como variáveis explicativas, as demais características avaliadas em experimento de milho e, como variáveis principais, a diferen a mínima significativa em percentagem da média (DMS%) e quadrado médio do erro (QMe), para peso de gr os. Com 610 experimentos conduzidos na Rede de Ensaios Nacionais de Competi o de Cultivares de Milho, realizados entre 1986 e 1996 (522 experimentos) e em 1997 (88 experimentos), estimaram-se duas equa es de regress o, com os 522 experimentos, validando estas pela análise de regress o simples entre os valores reais e os estimados pelas equa es, com os 88 restantes, observando que, para a DMS% a equa o n o estimava o mesmo valor que a fórmula original e, para o QMe, a equa o poderia ser utilizada na estima o. Com o teste de Lilliefors, verificou-se que os valores do QMe aderiam à distribui o normal padr o e foi construída uma tabela de classifica o dos valores do QMe, baseada nos valores observados na análise da variancia dos experimentos e nos estimados pela equa o de regress o.
Comprimento e largura do tamanho ótimo da parcela experimental em batata
Storck Lindolfo,Oliveira Sérgio José Ribeiro de,Garcia Danton Camacho,Bisognin Dílson Ant?nio
Ciência Rural , 2005,
Abstract: A redu o do erro experimental e o conseqüente aumento da precis o experimental podem ser obtidos com a aplica o do tamanho ótimo de parcelas experimentais. O objetivo deste trabalho foi investigar as rela es da largura e do comprimento sobre a estimativa do tamanho ótimo de parcela na cultura de batata pelo método da regress o múltipla. Doze ensaios de uniformidade de batata da cultivar Macaca foram conduzidos na esta o experimental da Funda o Estadual de Pesquisa Agropecuária em Júlio de Castilhos, Rio Grande do Sul. Cada ensaio foi constituído por 12 linhas com 24 covas. Foram estimados o ponto crítico e a natureza da fun o de superfície de resposta do coeficiente de varia o em rela o às diferentes larguras e comprimentos das parcelas planejadas. A análise de causa e efeito foi feita usando-se o tamanho ótimo de parcela como variável dependente e as estimativas dos parametros da fun o de superfície de resposta como variáveis independentes. O tamanho ótimo de parcela pode ser estimado procedendo-se a colheita das covas em linhas independentes. O efeito linear do comprimento é quem define o tamanho ótimo de parcela na cultura da batata. O tamanho ótimo de uma parcela experimental de batata é de 24 covas distribuídas em uma linha.
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