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Violência contra mulheres: a experiência de usuárias de um servi o de urgência e emergência de Salvador, Bahia, Brasil
Silva Iracema Viterbo
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo apresenta resultados de uma pesquisa sobre violência contra a mulher, realizada em um hospital de urgência e emergência de Salvador, Bahia, Brasil. Definindo-se uma amostra por conglomerado e utilizando-se de um questionário, foram realizadas 701 entrevistas com mulheres na faixa etária de 15 a 49 anos, sendo que 321 referiram algum tipo de violência: física, sexual e/ou psicológica. Constatou-se que embora a violência contra a mulher ocorra independentemente das características sócio-demográficas, é no espa o doméstico onde o fen meno mais ocorre. Entre mulheres que referiram violência física foi encontrado um número maior de casos de doen as mentais e comportamentais, problemas decorrentes das causas externas, doen as do aparelho geniturinário e causas mal definidas. Conclui-se que os servi os de saúde têm de ter profissionais preparados para atender essas mulheres, que muitas vezes buscam a unidade para aliviar suas dores sem, no entanto, receber uma resposta concreta às suas reais necessidades.
Qualidade de vida e depress o em mulheres vítimas de seus parceiros
Adeodato Vanessa Gurgel,Carvalho Racquel dos Reis,Siqueira Ver?nica Riquet de,Souza Fábio Gomes de Matos e
Revista de Saúde Pública , 2005,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida e depress o nas mulheres vítimas da violência doméstica; estabelecer o perfil socioecon mico da mulher agredida pelo parceiro e as particularidades das agress es sofridas. MéTODOS: A amostra constituiu-se de 100 mulheres que sofreram agress o de seus parceiros e que prestaram queixa na Delegacia da Mulher do Ceará. Foram aplicados três questionários: o primeiro visa a obter dados demográficos e sobre a violência sofrida; o segundo (GHQ-28), sobre a qualidade de vida em geral; e o terceiro (Beck), quantifica o grau de depress o. RESULTADOS: O perfil da mulher agredida é: jovem, casada, católica, tem filhos, pouco tempo de estudo e baixa renda familiar. álcool e ciúme foram os fatores mais referidos como desencadeantes das agress es, tendo 84% das mulheres sofrido agress o física. Foi observado que 72% delas apresentaram quadro sugestivo de depress o clínica; 78% tinham sintomas de ansiedade e ins nia; 39% já pensaram em suicídio e 24% passaram a fazer uso de ansiolíticos após o início das agress es. CONCLUS ES: A análise dos dados sugere que a violência doméstica está associada a uma percep o negativa da saúde mental da mulher.
Equivalência semantica da vers o em português do instrumento Abuse Assessment Screen para rastrear a violência contra a mulher grávida
Reichenheim Michael E,Moraes Claudia Leite,Hasselmann Maria Helena
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: INTRODU O: Programas de investiga o epidemiológica e de a o no ambito da violência familiar est o em franca ascens o, requerendo instrumentos de aferi o adaptados e vertidos para o português. O objetivo do estudo é avaliar a equivalência semantica entre o original em inglês e duas vers es para o português do instrumento Abuse Assessment Screen (AAS) usado no rastreamento de casos de violência contra a mulher grávida e recomendar uma vers o-síntese para uso corrente. MéTODOS: O processo de avalia o de equivalência semantica envolveu quatro etapas: tradu o, retradu o, aprecia o formal de equivalência e crítica final através de consultas com especialista na área temática. RESULTADOS: Para cada item do instrumento apresentam-se os resultados relativos às quatro etapas. O texto cobre cada passo do processo que levou à vers o final. As duas vers es mostraram-se bastante semelhantes, com 14 das 15 assertivas similares, embora a segunda vers o tenha se mostrado mais adequada, ainda que para alguns itens tenha sido decidido juntar as duas vers es ou mesmo utilizar um item oriundo da vers o um. CONCLUS O: é importante usar mais de uma vers o no processo, em várias etapas de avalia o e de crítica, e discutir a pertinência de se acrescentar uma etapa adicional de interlocu o do instrumento com membros da popula o-alvo.
Revis o integrativa sobre a violência por parceiro íntimo na gesta o
Maria Inês Rosselli Puccia,Marli Villela Mamede
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: A violência por parceiro íntimo (VPI) representa uma viola o de direitos humanos e um problema de saúde pública que predominantemente afeta mulheres na idade reprodutiva. Esta revis o integrativa analisou a prevalência e fatores associados à VPI durante o período da gesta o, a partir de 45 produ es científicas das bases das Ciências da Saúde em Geral, durante os anos de 2007 e 2012. A prevalência de VPI na gesta o atual variou entre 3% e 43%, de acordo com o tipo de violência investigada e métodos de estudo. A VPI está associada a efeitos adversos à saúde materna, tais como estresse, ansiedade e depress o, tabagismo, abuso de álcool, gravidez indesejada, aborto, descolamento prematuro de placenta,pré-eclampsia, início tardio do pré-natal, entre outros. Conclui-se que se faz importante a investiga o de VPI no pré-natal e considera-se que enfermeiros ocupam posi o privilegiada para rastrear VPI na gesta o e incluir as mulheres maltratadas em servi os de apoio social e comunitário.
Caracteriza o dos casos de violência doméstica contra a mulher atendidos em dois hospitais públicos do Rio de Janeiro
Deslandes Suely F.,Gomes Romeu,Silva Cosme Marcelo Furtado Passos da
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: O artigo objetiva: (a) analisar a distribui o dos casos de violência doméstica contra a mulher (adolescente e adulta) em rela o ao atendimento emergencial por causas externas; (b) caracterizar as vítimas e o atendimento prestado; (c) analisar as circunstancias em que ocorreram esses eventos. Procurou-se articular as abordagens quantitativas e qualitativas. O estudo foi desenvolvido em dois hospitais públicos de referência situados no Município do Rio de Janeiro. Das 72 mulheres atendidas, a maioria referiu como agressor o esposo/companheiro/namorado (69,4%) e sofreu agress es por espancamento (70,4%), sobretudo na regi o de face e cabe a. Conclui-se que o atendimento emergencial deve prestar uma aten o clínica e cirúrgica de qualidade, mas também ser capaz de desencadear a es preventivas.
Mulheres cuidando de mulheres: um estudo sobre a Casa de Apoio Viva Maria, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Meneghel Stela Nazareth,Camargo Marcia,Fasolo Lúcia R.,Mattiello Dioga Ana
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo obter dados a respeito de mulheres vitimizadas que s o atendidas em uma casa abrigo governamental denominada "Casa de Apoio Viva Maria", situada na cidade de Porto Alegre. Analisaram-se informa es referentes a 110 mulheres que estiveram albergadas na casa durante os últimos dois anos - janeiro de 1996 a junho de 1998. O perfil da clientela mostrou que as mulheres eram jovens - em média, 29 anos; todas de baixa renda; 12% analfabetas, 21% negras, 80% delas com história de violência doméstica freqüente. Além disso, 18% destas mulheres retornaram à rela o com o companheiro violento. Foram efetuadas visitas domiciliares a 34 ex-moradoras, convidando-as a participar de uma série de oficinas de avalia o. Um total de 118 pessoas - m es e crian as - integrou os três encontros de avalia o. Durante estes, os pesquisadores estimularam as participantes a expressar suas opini es, percep es e sentimentos a respeito da experiência vivida na casa abrigo, assim como seus conceitos no tocante à violência. Finalmente, realizou-se um grupo focal com a equipe técnico-administrativa da casa. As trabalhadoras enfatizaram o quanto esse tipo de trabalho tem sido útil para seu desenvolvimento pessoal e auxiliou a modificar suas vidas.
Prevalência e procura de ajuda na violência conjugal física ao longo da vida
Bruschi Alessandra,Paula Cristiane Silvestre de,Bordin Isabel Altenfelder Santos
Revista de Saúde Pública , 2006,
Abstract: OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência conjugal física ao longo da vida em mulheres de comunidade urbana de baixa renda e identificar os tipos de ajuda procurados pelas vítimas. MéTODOS: Trata-se de estudo-piloto brasileiro de corte transversal, vinculado a projeto multicêntrico internacional conduzido em 1999, com amostra probabilística de conglomerados no município de Embu, Estado de S o Paulo. Foram considerados elegíveis os domicílios com mulheres de 15 a 49 anos, que residissem com filho/filha <18 anos e tivessem vivido com algum marido/companheiro ao longo da vida. Entrevistadoras treinadas aplicaram questionários padronizados (n=86). Três tipos de violência conjugal física sofrida ao longo da vida foram investigados: grave (chute, soco, espancamento e/ou uso/amea a de uso de arma), n o grave (tapa na ausência de violência grave) e algum tipo (grave e/ou n o grave, além de outras formas de agress o física espontaneamente referidas) e os tipos de ajuda procurada (pessoas e institui es). Foram calculadas as freqüências dos tipos de violência e respectivos intervalos de confian a de 95%. RESULTADOS: As entrevistadas referiram tapa (32,6%), soco (17,5%), espancamento (15,2%), uso/amea a de arma (13,9%) e chute (10,6%). Foram altas as taxas de prevalência de violência conjugal: grave 22,1% (13,3-30,9), n o grave 10,5% (4,0-17,0) e algum tipo 33,7% (32,7-34,7). Vítimas de violência grave procuraram ajuda mais freqüentemente da polícia/delegacia (36,8%) ou de curandeiros/benzedeiras/pais de santo (21,1%) que de centros de saúde (5,3%), apesar da disponibilidade desses servi os na regi o. CONCLUS ES: A violência conjugal física ao longo da vida é freqüente e grave na comunidade estudada, sendo que a procura de ajuda foi direcionada mais freqüentemente à polícia/delegacia ou a curandeiros/benzedeiras/pais de santo do que a centros de saúde.
Violência contra a mulher: estudo em uma unidade de aten o primária à saúde
Schraiber Lilia Blima,d'Oliveira Ana Flávia PL,Fran?a-Junior Ivan,Pinho Adriana A
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVO: é escasso o conhecimento sobre a ocorrência de violência contra a mulher no contexto brasileiro. A quest o raramente aparece nos diagnósticos e nas condutas realizados nos servi os de saúde, apesar da magnitude e das importantes repercuss es dessa forma de violência nas condi es de saúde da popula o. Buscou-se encontrar casos de violência contra a mulher, identificando a natureza do ato perpetrado, a qualidade/gravidade da violência e a rela o do(a) agressor(a) com a mulher. MéTODOS: O estudo foi realizado no Município de S o Paulo, entre usuárias de uma unidade básica de saúde, durante dois meses, em 1998. A busca ativa de casos de violência e sua freqüência foi realizada mediante entrevista padronizada, aplicada a todas as mulheres de 15 a 49 anos que foram atendidas no período da pesquisa. Foram entrevistadas 322 mulheres. RESULTADOS: Ao todo, 143 usuárias (44,4%; IC95%=38,9-49,8%) relataram pelo menos um episódio de violência física na vida adulta, sendo que, em 110 casos, o ato de violência partiu de companheiros ou familiares (34,1%; IC95%=28,9-39,3%). Relataram a ocorrência de pelo menos um episódio de violência sexual na vida adulta 37 mulheres (11,5%; IC95%=8,0-14,9%); em 23 casos, os autores da a o eram companheiros ou familiares (7,1%; IC95%=4,3-9,9%). CONCLUS ES: Assim como já demonstrado em outros países, a violência física e sexual teve alta magnitude entre as mulheres usuárias dos servi os básicos de saúde. Os companheiros e familiares s o os principais perpetradores, e os casos s o, em sua maioria, severos e repetitivos.
Contribution of intimate partner violence exposure, other traumatic events and posttraumatic stress disorder to chronic pain and depressive symptoms Contribución de la exposición a violencia de pareja, otros eventos traumáticos en la vida y síndrome de estrés postraumático sobre el dolor crónico y los síntomas depresivos Contribui o da exposi o à violência contra a mulher, outros eventos traumáticos na vida e síndrome de estresse pós-traumático sobre a dor cr nica e os sintomas depressivos
Natalia Tobo Medina,Gladys Eugenia Canaval Erazo,Delia Concepción Burgos Dávila,Janice Carrol Humphreys
Investigación y Educación en Enfermería , 2011,
Abstract: Objective. To assess the contribution of intimate partner violence (IPV) exposure, other traumatic events and posttraumatic stress disorder to chronic pain and depressive symptoms. Methodology. Cross sectional descriptive study. 150 women with a past history of IPV who lived in the metropolitan area of the city of Cali (Colombia), and were over 18 years old participated in the study. Data were collected between June of 2009 and March of 2010. IPV, trauma exposure, posttraumatic stress, depressive symptoms and pain were measured with standard scales. Information was analyzed using regression and multiple-scale analysis. Results. More than 50% of the women from the sample were exposed to the typical types of violence: threatening, physical and sexual violence. Usually a type of violence coexists with the other types. Depressive symptoms and chronic pain were present in 72% and 74% of the patients respectively. Conclusion. Physical manifestations were not the ones that caused most of the effects over women’s health with IPV, but psychological manifestations as depressive symptoms and stress did. Women exposed to IPV health approach should be conducted from a multidimensional view. Objetivo. Examinar la contribución de la exposición a Violencia de Pareja (VP), otros eventos traumáticos en la vida y síndrome de estrés postraumático sobre el dolor crónico y los síntomas depresivos. Metodología. Dise o descriptivo de corte transversal con la participación de 150 mujeres mayores de 18 a os con historia de VP y residentes en el área metropolitana de la ciudad de Cali (Colombia). La recolección de la muestra se hizo de junio de 2009 a marzo de 2010. La VP, la exposición a trauma en la vida, el estrés postraumático, la sintomatología depresiva y el dolor, se midieron con escalas estandarizadas. Para el tratamiento de la información se hicieron análisis de regresión y de escalonamiento múltiple. Resultados. Más del 50% de la muestra sufrió los cuatro tipos de violencia: simbólica, amenaza, física y sexual; un tipo de violencia coexiste con la aplicación de los otros tipos de violencia. Los síntomas depresivos y el dolor crónico estuvieron presentes en el 74% y 42% de las participantes. Conclusión. Las manifestaciones físicas no fueron las que produjeron los mayores efectos sobre la salud de la mujer con VP, sino las manifestaciones psicológicas, como los síntomas depresivos y el estrés. El abordaje de la salud de la mujer expuesta a VP debe hacerse desde la mirada multidimensional. Objetivo. Examinar a contribui o da exposi o à Violência Contra a Mulher (VCM), out
Mecanismos de exclus o em duas empresas em processo de reestrutura o
Rodrigues, Lea Carvalho,Muniz, Catia Regina
Civitas , 2003,
Abstract: O presente trabalho aborda os mecanismos de exclus o constatados no estudo dos processos de mudan a ocorridos em duas empresas: uma fábrica localizada no interior do estado de S o Paulo, com filial em Recife (PE), ligada a um grupo anglo-holandês; e uma empresa do setor financeiro nacional, uma sociedade de economia mista com participa o acionária majoritária da uni o. No primeiro caso, a enfase recai sobre as formas de exclus o do trabalho feminino praticadas na área produtiva da referida fábrica: no processo seletivo, nas ocasi es de afastamento e retorno ao trabalho, por motivos de gravidez ou doen a, quando as operárias s o postas na categoria de alocados. No segundo caso, aborda as formas de exclus o no processo de escolha dos denominados excedentes durante o processo de mudan as ocorrido no período 1995-2000. Em ambos os casos, independentemente das diferen as entre as empresas, as formas de exclus o apresentam semelhan as e s o analisadas com ênfase na dimens o simbólica de sua efetiva o.
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