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Sowing time on Soybean yield potential in Uberlandia-MG época de semeadura no Potencial produtivo de Soja em Uberlandia-MG
Flávia Aparecida Amorim,Osvaldo Toshiyuki Hamawaki,Larissa Barbosa de Sousa,Regina Maria Quint?o Lana
Semina : Ciências Agrárias , 2011,
Abstract: The work was done in Uberlandia (MG) to evaluate the performance of seven soybeans cultivars sowed in four different times: October 30th, November 15th, December 14th and 31st during the 2001/2002 season. The cultivars utilized were: DM-118 early-maturing, DM-247, DM-Victoria, DM-339, medium late cycle and DM-309, DM-98C81 and DM-Noble cycle Late. The statistical design was a randomized blocks in a factorial scheme (7 cultivars x 4 times) with three replications. The evaluated characteristics were: yield, number of days for flowering, number of days for maturing, plant height, first bean height and plant laying. For the most evaluated cultivars, sowing beyond December 14th in Uberlandia region presented yield losses for earlier cultivars as DM-118 as well for the later ones as DM Vitória, compared to sowing in 30th October. The time for flowering and maturing and plant height had effect on the yield. O trabalho foi feito em Uberlandia, com o objetivo de avaliar o comportamento de sete cultivares de soja em quatro épocas distintas de semeadura: 30 de Outubro, 15 de Novembro, 14 e 31 de Dezembro, na safra 2001/02. As cultivares utilizadas foram: DM-118 de ciclo precoce, DM-247, DM-Vitória, DM-339, de ciclo semitardio e DM-309, DM-98C81 e DM-Nobre de ciclo tardio. O delineamento utilizado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial (7 cultivares x 4 épocas) com três repeti es. As características avaliadas foram: produtividade, número de dias para flora o e matura o, altura de plantas na matura o, inser o da primeira vagem e acamamento. Para a maioria das cultivares, a semeadura realizada a partir de 14 de dezembro na regi o de Uberlandia provocou queda na produtividade, tanto para as cultivares mais precoces quanto para mais tardia, DM Vitória, quando comparada a semeadura em 30 de outubro. O período para o florescimento, matura o e a altura de plantas interferiram na produtividade. Há decréscimo de altura de planta e número de dias para a flora o, à medida que se atrasa a semeadura.
AVALIA O DOS ESTáGIOS FENOLóGICOS DE CULTIVARES DE SORGO FORRAGEIRO EM DIFERENTES éPOCAS DE SEMEADURA EVALUATION OF PHENOLOGICAL STAGES OF FORAGE SORGHUM CULTIVARS IN DIFFERENT SOWING TIMES
Alessandro Guerra da Silva,Valterley Soares Rocha
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2007, DOI: 10.5216/pat.v36i2.2147
Abstract: A fim de obter informa es sobre o comportamento do sorgo forrageiro em diferentes épocas de semeadura, efetuou-se um grupo de ensaios no campo experimental do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Vi osa, durante o ano agrícola 1999/2000. Oito ensaios foram conduzidos, sendo iniciados na primeira quinzena do mês de outubro de 1999 até maio de 2000. O delineamento experimental utilizado, em cada ensaio, foi o de blocos casualizados com quatro repeti es. As cultivares de sorgo usadas foram: AG 2002, BR 501, BR 506, BR 601, BR 602 e BR 700 (forrageiros), AG 2005E e Massa 03 (duplo propósito) e AG 2501C e BRS 800 (corte e pastejo). Os estágios fenológicos (diferencia o floral, florescimento e matura o) de cada cultivar foram avaliados em cada época de semeadura. Os resultados obtidos permitiram concluir que as cultivares AG 2002, BR 501, BR 601, BR 602 e BR 700 apresentaram sensibilidade ao fotoperíodo, enquanto AG 2005E, AG 2501C, BR 506, BRS 800 e Massa 03 foram insensíveis. O decréscimo da temperatura ocasionou o atraso do desenvolvimento fenológico de todos os cultivares e a eleva o antecipou o ciclo das cultivares. PALAVRAS-CHAVE: Sorghum bicolor; fotoperíodo; cultivar; forragem; temperatura. To obtain information about the behavior of forage sorghum in different sowing times, a group of trials was set up in the experimental field of the Department of Plant Science, Universidade Federal de Vi osa, Minas Gerais State, Brazil during the 1999/2000 growing season. Eight experiments were used, starting in the first fortnight of October 1999 through May 2000. Each experiment was arranged in randomized blocks with four replications. The sorghum cultivars used were: AG 2002, BR 501, BR 506, BR 601, BR 602 and BR 700 (forage), AG 2005E and Massa 03 (dual purpose) and AG 2501C and BR 800 (cutting and grazing). The phenological stages (floral differentiation, flowering and maturation) for each cultivar were evaluated for each sowing time. It was concluded that the cultivars AG 2002, BR 501, BR 601, BR 602, and BR 700 were sensitive to photoperiod, while AG 2005E, AG 2501C, BR 506, BRS 800, and Massa 03 were insensitive. The temperature decrease caused a delay in the phenological development for all cultivars, while the increaseadvanced the cycle. KEY-WORDS: Sorghum bicolor; photoperiod; cultivar; forage; temperature.
Produ o do Maracujazeiro Amarelo em Condi es de Sequeiro e Irrigado em Jataí – GO
MARCELO MARQUES COSTA,ROBSON BONOMO,DARLY GERALDO DE SENA JúNIOR,RAIMUNDO RODRIGUES GOMES FILHO
Revista Brasileira de Agricultura Irrigada , 2009, DOI: 10.7127/rbai.v3n100019
Abstract: O maracujazeiro pode ser irrigado com qualquer um dos métodos atualmente disponíveis de irriga o, por superfície, por aspers o e localizada. Este último método facilita a aplica o de fertilizantes via água, o que aumenta a eficiência de uso dos mesmos e reduz a m o-de-obra, permitindo flexibilizar a época de aplica o dos nutrientes, fracionando-os conforme a necessidade da cultura. Para avaliar o comportamento fenológico, a produtividade e a qualidade dos frutos, foi implantado um experimento em blocos casualizados, com quatro repeti es, com os tratamentos: T1- n o irrigado, com fertilizantes aplicados ao solo; T2- irrigado, com fertilizantes aplicados ao solo; T3- fertirrigado, com dose anual de fertilizantes parcelada em quatro aplica es; T4- fertirrigado, com dose anual de fertilizantes parcelada quinzenalmente ao longo do ano. O florescimento das plantas iniciou-se cerca de 120 dias após o transplantio e os primeiros frutos foram colhidos cerca de 200 dias após o transplantio, com intervalo entre o florescimento e a frutifica o de 80 dias em média. Os tratamentos utilizados n o proporcionaram diferen as significativas, em nenhum dos parametros avaliados, com picos de produ o em agosto e janeiro. As baixas temperaturas e os dias curtos, que ocorrem na regi o de maio a julho, interromperam a produ o nos meses de outubro e novembro. O maracujazeiro amarelo mostrou-se uma cultura com bom desenvolvimento na regi o, porém, com um período de entressafra que independe dos tratamentos. Os frutos produzidos foram de boa qualidade, tanto para o mercado in-naturaquanto para as indústrias processadoras de sucos concentrados.
Desenvolvimento de alevinos de trair o (Hoplias lacerdae) na ausência de luz = Development of trair o (Hoplias lacerdae) fingerlings in darkness
Ana Lúcia Salaro,Ronald Kennedy Luz,Jener Alexandre Sampaio Zuanon,Rodolfo Nardez Sirol
Acta Scientiarum : Biological Sciences , 2006,
Abstract: Sessenta e seis alevinos de trair o (Hoplias lacerdae) (peso médio de 2,0±0,5 g e comprimento total de 5,8±0,2 cm) condicionados à aceita o de ra es secas foram distribuídos em 6 aquários de 15 L de água com temperatura de 24,0±0,5oC, densidade de estocagem de 0,7 juvenis/L e aera o constante, com o objetivo de avaliar a ausência de luz no desempenho produtivo dos peixes. Os tratamentos consistiram dos fotoperíodos: 12 horas luz:12 horas escuro (12L:12E) e 0 horas luz:24 horas escuro (0L:24E), com 3 repeti es cada. Os alevinos foram alimentados duas vezes ao dia, com ra o comercial extrusada (42% proteína bruta). Diariamente, os aquários foram sifonados com a troca de 25% do volume total de água. Ao final de 30 dias, foram avaliados ganho de peso, convers o alimentar e taxas de sobrevivência e de canibalismo. Os resultados demonstraram que a ausência de luz n o influenciou o desempenho produtivo dos alevinos de trair o. Sixty-six trair o (Hoplias lacerdae) fingerlings (average weight of 2.0±0.5 g and total length of 5.8±0.2 cm), trained to accept dry rations, were allotted to six 15-L aquariums, with aeration and controlled temperature (24.0±0.5oC), in a density of 0.7 juveniles/L, aiming to evaluate the effects of darkness on fish productive performance. The treatments consisted of two photoperiods: 12 hours light: 12 hours dark (12L:12D) and 0 hour light: 24 hours dark (0L:24D), with three replicates. Fingerlings were fed ad libitum a commercial extruded diet (42% CP), twice a day. The aquariums were cleaned daily for excrement withdrawal through siphoning, exchanging total volume. At the end of the experiment (30 days), weight gain, feed:gain ratio and survival and cannibalism rates were evaluated. The results showed that darkness did not affect the productive performance of trair o juveniles.
INFLUêNCIA DO FOTOPERíODO NO FLORESCIMENTO DA NEVE-DA-MONTANHA ( Euphorbia lEucocEphala)
PEDROSO, Luciana,SILVA, Lucimara da,PEREIRA, Márcio
Nucleus , 2007,
Abstract: Native of the region of Africa, the snow of the mountain is a very sensible plant to the fotoperiódicasvariations. With objective to evaluate the influence of fotoperíodo in the induction of the bloom, the present workwas lead; in the period of 1/0 /2005 to the 28/07/2005, in the campus of the FAFRAM, city of Ituverava-SP. Theobserved plants were planted in the garden of the campus to the different distances of the light source. For beingplants of short days, the same ones only blossom if the active text of fitocromo will be low at the beginning of theday. It can be observed with this work that the plants located to a distance of 10m of the luminous source, that hasaccess the night all, had not been induced in the bloom, remaining enfolhadas and green. The ones that they werelocated to a distance of 60m had differentiated leves for white brácteas and had blossomed. It can be concludedwith this work that the light source, broke the effect of the dark one, provoking an alteration in the concentration offitocromo active, inhibiting the fotoperiódica induction in the located plants 10m of distance of the same one.nativa da regi o da áfrica, a neve da montanha é uma planta muito sensível às varia esfotoperiódicas. Com objetivo de avaliar a influência do fotoperíodo na indu o do florescimento, foi conduzido opresente trabalho no período de 1/0 /2005 a 1/07/2005, no campus da FAFRAM, município de Ituverava-SP.As plantas observadas estavam plantadas no jardim do campus à diferentes distancias da fonte de luz. Por seremplantas de dias curtos, as mesmas só florescem se o teor de fitocromo ativo for baixo no início do dia. Pode-seobservar com esse trabalho que as plantas localizadas a uma distancia de 10m da fonte luminosa, que ficou acessa anoite toda, n o foram induzidas no florescimento, permanecendo enfolhadas e verdes. As que estavam localizadasa uma distancia de 60m diferenciaram as folhas para brácteas brancas e floresceram. Pode-se concluir com essetrabalho que a fonte de luz quebrou o efeito do escuro, provocando uma altera o na concentra o do fitocromo ativo, inibindo a indu o fotoperiódica nas plantas localizadas a 10m de distancia da mesma.
Fruit morfometry and germination of Campomanesia xanthocarpa O. BERG seeds Morfometria dos frutos e germina o de sementes de Campomanesia xanthocarpa O. BERG
Neusa Francisca Michelon Herzog,Marlene de Matos Malavasi,Ubirajara Contro Malavasi
Semina : Ciências Agrárias , 2012,
Abstract: This study aimed to quantify the morphometric variables of fruits and seeds as well as the effects of substrate and photoperiod on the germination of Campomanesia xanthocarpa O. BERG, collected from eight mature trees located on the western Parana state region in September of 2005 and 2006. Seeds extracted with the aid of running water and dried under shade. The fruits were separated into three stages of ripening. The color of the fruit was compared epicarp by Munsell Color Chart For Plant Tissues described as dark green, yellow-orange and orange intense. We evaluated seed morphometry as well as mass and water content of fruits and seeds. Furthermore, we germinated seeds from the three maturation stages in sand and on paper substrates with and without photoperiod. Germination was considered from radicle protusion radicle until emission of the protophylls, while the plantlet was considered established when the protophylls were fully expanded. Based on the results, we concluded that there was no significant difference in the mass of the whole fruit, the diameter and the length of the fruit. The fruits of C.xanthocarpa showed variations in moisture content decreased the weight from the first stage of ripening. It was found that the seeding on paper at 25 ° C was indifferent to the presence of photoperiod and promoted greater and more rapid germination. The greatest physiological potential was achieved in seeds extracted from fruit with yellow-orange pericarp. O ensaio objetivou quantificar a morfometria de frutos e sementes e comparar os efeitos do substrato e do fotoperiodo na germina o de Campomanesia xanthocarpa O. BERG em fun o do estádio de matura o do fruto com estruturas reprodutivas coletadas de oito matrizes adultas no oeste do Paraná em setembro de 2005 e de 2006. Os frutos foram separados em três estádios de amadurecimento de acordo com a colora o do epicarpo com auxílio da carta de cores de MUNSELL recebendo a denomina o de verde-escuro, amarelo-laranja e laranja intenso. As sementes foram extraídas dos frutos com água corrente e secas à sombra. As quantifica es incluíram as dimens es morfométricas, assim como a massa e o teor de água de frutos e sementes. Além disto, verificou-se a germina o das sementes em substratos de areia e papel e o efeito da presen a ou ausência de fotoperíodo nos três estádios de matura o. A germina o da semente foi considerada desde a emiss o da radícula até a emiss o dos protófilos, sendo a plantula considerada estabelecida quando os protófilos estavam totalmente expandidos. N o houve diferen a significativa
Velocidade de crescimento, características da carca a, análise hormonal e morfologia do epitélio intestinal de cordeiros sob dois fotoperíodos
Montenegro Renata de Lello,Siqueira Edson Ramos de
Ciência Rural , 2002,
Abstract: Com o objetivo de avaliar o efeito do fotoperíodo sobre o desenvolvimento de ovinos até o peso vivo em torno de 38-40kg, foram utilizados 26 cordeiros Ile de France x Corriedale, divididos aleatoriamente em 2 grupos: fotoperíodo longo(18h de luz/ 6h de escurid o) e fotoperíodo controle(12h de luz/ 12h de escurid o). Diariamente, dados sobre consumo alimentar foram coletados e, semanalmente, os animais eram pesados e amostras de sangue eram colhidas para dosagem dos níveis plasmáticos dos horm nios Triiodotironina(T3), Tiroxina(T4) e Cortisol. Amostras de jejuno e íleo foram coletadas para análise morfométrica do epitélio intestinal, e foram estudadas características da carca a. Os cordeiros submetidos ao fotoperíodo longo, apresentaram maior consumo alimentar e maior ganho de peso (P<0,05). N o se verificou diferen a significativa nas concentra es plasmáticas dos horm nios estudados, na morfometria intestinal e nas características da carca a. Concluiu-se que o fotoperíodo longo influencia, positivamente, o desempenho dos cordeiros, sendo esta prática economicamente viável.
Ecophysiology of Antarctic macroalgae: effects of environmental light conditions on photosynthetic metabolism Ecofisiología de macroalgas marinas antárticas: efectos de las condiciones de luz sobre el metabolismo fotosintético
I. GóMEZ
Revista chilena de historia natural , 2001,
Abstract: Daylength is the major environmental factor affecting the seasonal photosynthetic performance of Antarctic macroalgae. For example, the "season anticipation" strategy of large brown algae such as Ascoseira mirabilis and Desmarestia menziesii are based on the ability of their photosynthetic apparatus to make use of the available irradiance at increasing daylengths in late winter-spring. The seasonal development and allocation of biomass along the lamina of A. mirabilis are related to a differential physiological activity in the plant. Thus, intra-thallus differentiation in O2-based photosynthesis and carbon fixation represents a morpho-functional adaptation that optimizes conversion of radiant energy to primary productivity. In Desmarestia menziesii, reproductive phases show different photosynthetic characteristics. Small gametophytes and early stages of sporophytes, by virtue of their fine morphology, have a high content of pigments per weight unit, a high photosynthetic efficiency, very low light requirements for photosynthesis, and they are better suited to dim light conditions than adult sporophytes. This strategy ensures the completion of the life-cycle under seasonally changing light conditions. Low light requirements for growing and photosynthesizing are developed to cope with Antarctic seasonality and constitute adaptations to expand depth zonation of macroalgae. No differences in net Pmax and photosynthetic efficiency (a) among algae growing at depths between 10 and 30 m, suggest a low potential for photoacclimation enabling algae to grow over a wide range of prevailing light conditions. However, shortenings in the daily period during which plants are exposed to saturation irradiances for photosynthesis (Hsat) and low carbon balance (daily P/R ratios) at depths close to or larger than 30 m negatively affect primary productivity. In general, photosynthetic rates of Antarctic macroalgae at 0 °C are comparable to those measured in species from temperate and cold-temperate regions. This clearly indicates a major physiological adaptation to the polar environment Las variación estacional en la duración del día en los ambientes polares es el principal factor ambiental que regula la actividad fotosintética de las algas marinas. El aparato fotosintético de especies de algas pardas tales como Ascoseira mirabilis o Desmarestia menziesii, pertenecientes al grupo denominado "season anticipators", posee la habilidad de usar la radiación solar incidente durante el período de aumento de horas diarias de luz en el invierno tardío y primavera. El desarrollo estaci
Efeito da temperatura e do fotoperíodo sobre o desenvolvimento do aparelho reprodutor de r -touro (Rana catesbeiana Shaw, 1802)
Figueiredo Mario Roberto Chim,Lima Samuel Lopes,Agostinho Claudio Angelo,Baêta Fernando da Costa
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram avaliados os efeitos da temperatura e do fotoperíodo sobre a matura o sexual de r s-touro pesando 94,22 g ± 12,03, mantidas durante trinta dias em temperaturas de 20, 23, 26, 29, 32 e 35°C, com fotoperíodo de 12/12 horas de luz/horas de escurid o (h L/E). A temperatura afetou os pesos do corpo gorduroso e do fígado, os quais variaram de acordo com modelos quadráticos, estimando-se maiores pesos de corpo gorduroso a 27,27°C e de fígado a 26,81°C. Estimaram-se ovários mais pesados a 28,36°C e ovidutos mais pesados a 28,77°C. Temperatura afetou a matura o sexual das r s, avaliada por índices numéricos. Num experimento mais longo, r s com peso médio inicial de 95,31 ± 8,46 g foram submetidas à combina o das temperaturas de 26 e 29°C com os fotoperíodos de 8/16, 12/12 e 16/8 h L/E, até atingirem a maturidade gonadal. Temperatura interagiu com fotoperíodo em seus efeitos sobre o desenvolvimento dos órg os reprodutivos de r -touro. Temperatura afetou a rela o diametro do abd men/distancia entre os olhos, com maiores valores calculados para 26°C. Verificou-se que os maiores diametros dos ovócitos s o obtidos a uma temperatura de 26°C, com fotoperíodo de 12,6/11,4 h L/E.
Estufas climatizadas para experimentos ambientais com r s, em gaiolas
Figueiredo Mario Roberto Chim,Lima Samuel Lopes,Agostinho Claudio Angelo,Baêta Fernando da Costa
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram construídas seis estufas climatizadas, instaladas inicialmente no Ranário Experimental da Universidade Federal de Vi osa e, posteriormente, no Ranário Experimental da Funda o Universidade Federal do Rio Grande, com o objetivo de realizar experimentos para avaliar os efeitos do ambiente sobre o desempenho de r s em gaiolas de fibra de vidro. Ambientes com temperaturas de 25oC e fotoperíodo de 12/12 horas de luz/horas de escurid o (h L/E) serviram para adapta o das r s por 15 dias antes de cada experimento. Os tratamentos consistiram em simular ambientes com temperaturas variando de 20 a 35oC e fotoperíodos de 8/16, 12/12 e 16/8 h L/E. Foram realizados experimentos com r -touro (Rana catesbeiana Shaw, 1802) e r -manteiga (Leptodactylus ocellatus Linnaeus, 1758). Nessas estufas foi possível estimar que: a) os maiores ganhos de peso de r -touro foram obtidos entre 27,6 e 29,7oC, com melhor crescimento entre 28,2 e 30,1oC; para r -manteiga os melhores ganhos e convers o alimentar foram observados a 28,6 e 28oC, respectivamente; b) a temperatura interage com fotoperíodo sobre o desempenho das r s e seu desenvolvimento gonadal; c) a 27,7oC (temperatura de conforto térmico) haverá menos r s dentro d'água; d) a maior temperatura cloacal de r -touro, 32,1oC no seco e 33,8oC dentro d'água, a 35oC, evidenciou que as r s se termorregulam; e) os níveis de tetraiodotironina (T4) no plasma decrescem na temperatura de conforto térmico; f) r -manteiga condiciona-se ao manejo de rotina, reunindo-se ao redor do cocho na hora da alimenta o.
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