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Contagem de células somáticas e características produtivas de vacas da ra a holandesa em lacta o
Pereira Alfredo Ribeiro,Machado Paulo Fernando,Sarríes Gabriel Adrian
Scientia Agricola , 2001,
Abstract: A mastite subclínica, diagnosticada através da contagem de células somáticas, afeta negativamente a pecuária leiteira diminuindo a produ o de leite e de gordura. Este estudo foi realizado com o objetivo de se quantificar o efeito do nível de células somáticas, transformado para escore linear (EL), sobre a produ o de leite e gordura em 305 dias de lacta o, produ o de leite no pico e dura o da lacta o de bovinos da ra a holandesa. Foram levantadas informa es referentes a 147 lacta es encerradas de vacas da ra a holandesa (83 primíparas e 64 multíparas), de um rebanho confinado do Estado de S o Paulo. As análises estatísticas foram realizadas utilizando-se o procedimento de modelo lineares generalizados. Contrariando a literatura, as características produtivas dos animais primíparos n o sofreram efeito do escore linear. Provavelmente este fato ocorreu devido a quase inexistência de animais primíparos com EL maior que 4,5. O aumento do escore linear médio durante a lacta o levou a diminui o da produ o de leite e gordura em 305 dias de lacta o. O aumento do escore linear médio durante o início da lacta o levou a diminui o da produ o de leite no pico da lacta o.
Análise do desempenho produtivo de diversos grupos genéticos Holandês x Gir no Brasil
Facó Olivardo,L?bo Raimundo Nonato Braga,Martins Filho Raimundo,Moura Arlindo de Alencar Araripe
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Foram obtidos dados de controle leiteiro mensal junto à Associa o Brasileira dos Criadores de Girolando, a partir dos quais foram calculadas as produ es de leite por lacta o (PL), as produ es de leite até os 305 dias de lacta o (PL305) e as dura es das lacta es (DL). Foram analisadas 3.574 lacta es, das quais 10,8% foram registradas sob regime alimentar extensivo (RAEX), 67,9% sob regime alimentar semi-intensivo (RASI) e 21,3% sob regime alimentar intensivo (RAI). Os dados foram analisados pelo método dos quadrados mínimos por meio do procedimento GLM (SAS, 1996). Análises preliminares indicaram forte intera o entre grupo genético e regime alimentar. Em fun o disso, a compara o do desempenho dos diversos grupos genéticos foi feita separadamente para cada regime alimentar. Foram também estudados os efeitos genéticos da diferen a genética aditiva (g) entre as ra as Holandesa e Gir, da dominancia (d) e da intera o epistática do tipo aditiva x aditiva (gg). Verificou-se que nem sempre os efeitos das intera es epistáticas s o negligenciáveis. N o foi verificado qualquer benefício em elevar a propor o de genes da Ra a Holandesa sob condi es de ambiente hostis. Por outro lado, para manejos mais aprimorados, tal eleva o deu indícios de ser benéfica para o aumento da produ o.
Fatores genéticos e ambientais que influenciam algumas características de reprodu o e produ o de leite em cabras no Distrito Federal
Soares Filho Guilherme,McManus Concepta,Mariante Arthur da Silva
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Este trabalho foi desenvolvido no Distrito Federal em dois capris, utilizando-se dados de 772 pari es, com o objetivo de avaliar os fatores ambientais e genéticos que influenciam a reprodu o e a produ o leiteira em caprinos das ra as Saanen, Parda Alpina, Toggenburg e seus mesti os, no período de 1995 a 1997. Os dados foram analisados usando o programa SAS com os procedimentos GLM e as herdabilidades foram estimadas usando o modelo animal individual pelo programa MTDFREML. As características avaliadas foram idade ao primeiro parto (IPP), intervalo de partos (IP), período de gesta o (PG), produ o de leite total (PLT) e dura o da lacta o (DL). O modelo estatístico incluiu como fatores fixos o capril, a ra a, o mês e o ano de parto, o tipo de parto, o sexo da cria (macho e fêmea) e a covariável peso da cabra à cobertura. A ra a Saanen teve a menor IPP e a maior PLT, enquanto a ra a Toggenburg teve maior IP. As herdabilidades estimadas foram, em geral, baixas e variaram de acordo com a ra a. Os fatores capril, ra a, mês do parto e sexo da cria influenciaram os IP. A ra a e o tipo de parto influenciaram a IPP. Somente a ra a influenciou a PLT. Os resultados deste trabalho evidenciaram que existe grandeoportunidade para a melhoria no desempenho de caprinos no Distrito Federal, necessitando de controle mais rigoroso do rebanho e manejo para reduzir as IPP e os IP e aumentar os níveis de produ o.
Compara o da produ o de leite e de gordura e da dura o da lacta o entre cinco "graus de sangue" originados de cruzamentos entre Holandês e Gir em Minas Gerais
Freitas M.S.,Dur?es M.C.,Freitas A.F.,Barra R.B.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2001,
Abstract: Para comparar as produ es de leite e gordura e a dura o da lacta o de animais de cinco "graus de sangue" (1/2, 3/4, 7/8, 15/16 e 31/32) originados de cruzamentos entre Holandês e Gir foram formados três conjuntos de dados. O conjunto 1 foi constituído de 9.817 lacta es, 3.012 registros de primeira lacta o e 122 rebanhos; o conjunto 2, de 7.839 lacta es, 2.334 registros de primeira lacta o e 75 rebanhos; e o conjunto 3, de 5.236 lacta es, 1.468 registros de primeira lacta o e 38 rebanhos. As médias da produ o de leite, de gordura e da dura o da lacta o de todas as lacta es nos conjuntos 1, 2 e 3 foram, respectivamente: 4.532±17kg, 157±1kg e 290±1 dias; 4.514±18kg, 157±1kg e 292 ± 1 dias; e 4.495 ± 22kg, 156 ± 1kg e 293 ± 1 dias. Os animais de "grau de sangue" 31/32 foram superiores aos demais quanto à produ o de leite, à de gordura e à dura o da lacta o. Os animais 7/8 e 15/16 tiveram desempenho semelhante e os 1/2 apresentaram o pior desempenho.
Inibi o da lacta o: (re) visitando a literatura
Maíra Melissa Meira,Sinara de Abreu Ibarra,Evanguelia Kotzias Atherino dos Santos
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: Trata-se de um estudo descritivo, de natureza qualitativa, cujo objetivo é identificar o conhecimento que vem sendo produzido e veiculado em periódicos brasileiros e estrangeiros, acerca do tema inibi o da lacta o. Foi realizada uma busca detalhada na literatura, a partir das bases de dados MEDLINE, LILACS e SciELO, assim como a busca direta aos principais periódicos de enfermagem, durante o período de 1995 a 2008, e em alguns livros-texto. Os descritores utilizados foram: transtorno da lacta o e desmame; selecionou-se 10 artigos sendo posteriormente catalogados e submetidos à categoriza o. Além disso, pesquisou-se referências específicas e revisitou-se as recomenda es atuais da Organiza o Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS), que incluíram normas técnicas. Após análise dos artigos, foram extraídas quatro categorias sobre a temática: indica es maternas para inibi o da lacta o, indica es neonatais para a inibi o da lacta o, métodos farmacológicos e n o farmacológicos da inibi o da lacta o. Os resultados levam à conclus o de que apesar das técnicas e indica es da inibi o da lacta o serem relevantes para o cuidado de enfermagem às nutrizes e recém-nascidos, existe uma lacuna nas produ es científicas acerca do tema e controvérsias entre os protocolos normativos adotados.
Efeito da severidade de oídio e crestamento foliar de cercospora na produtividade da cultura da soja
Godoy, Cláudia V.;Canteri, Marcelo G.;
Fitopatologia Brasileira , 2004, DOI: 10.1590/S0100-41582004000500009
Abstract: field trials were carried out in 2002/03, with soybean (glycine max) cultivars brs 133 and br 16, to evaluate the effect of foliar diseases on yield. the experimental design was complete randomized blocks with six treatments (different levels of disease) and four replications with plots of 18 m2. different times and numbers of applications of fungicide (difenoconazole + propiconazole) were used to generate a disease gradient. disease severity and leaf area index were assessed weekly. yield was estimated on central rows of the plots. powdery mildew and cercospora blight were the predominant diseases in these trials. disease severity at r6 (pods with full sized green beans) and r7 (pods yellowing, 50% of leaves yellowing) presented a significant negative linear correlation with yield. the relationship between the area under the disease progress curve (audpc) and healthy leaf area duration (had) and yields were investigated. the audpc presented a negative linear correlation with yield (r2=0.67 for brs 133 and 0.69 for br16) and a positive correlation with had, when a monomolecular model was used (r2=0.76 for brs 133 and 0.62 for br 16).
Evolu o do padr o de aleitamento materno
Kummer Suzane C,Giugliani Elsa RJ,Susin Lulie O,Folletto Jacson L
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Acompanhar a evolu o da prática do aleitamento materno na clientela de maternidade e avaliar as a es para sua promo o. MéTODOS: Foram comparadas duas coortes de crian as nascidas em épocas diferentes em hospital de Porto Alegre, RS, quanto às prevalências do aleitamento materno nos primeiros seis meses de vida das crian as bem como as taxas de interrup o precoce da amamenta o. Os dois estudos foram prospectivos, envolvendo 202 crian as na coorte de 1987 e 187 na de 1994, todas saudáveis, com peso de nascimento igual ou superior a 2.500 g, tendo iniciado o aleitamento materno e cujos pais morassem juntos. O acompanhamento foi realizado através de correspondência, no estudo de 1987, e de visitas domiciliares, no estudo de 1994. RESULTADOS: As curvas de sobrevida do aleitamento materno revelaram que o percentual de crian as amamentadas ao longo dos primeiros seis meses foi semelhante nas duas coortes. A prevalência do aleitamento materno exclusivo, apesar de baixa nos dois grupos, foi superior na popula o de 1994, especialmente entre as crian as cujas m es tinham maior escolaridade. N o houve diferen a no índice de interrup o precoce entre as duas coortes (36% na coorte de 1987 e 39% na de 1994). CONCLUS ES: Os resultados apontam para uma apatia do servi o com rela o à promo o do aleitamento materno no período estudado, justificando plenamente o investimento na promo o da amamenta o, especialmente nas famílias menos privilegiadas.
Desenvolvimento foliar das culturas da soja e do feij o e de plantas daninhas
Procópio Sérgio de Oliveira,Santos José Barbosa do,Silva Ant?nio Alberto da,Costa Luiz Claudio
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Objetivou-se, neste trabalho, comparar a taxa de emiss o e expans o das folhas, dura o da área foliar (DAF) e o coeficiente de extin o (k) para as culturas da soja e do feij o e para as espécies de plantas daninhas Euphorbia heterophylla sensível e Euphorbia heterophylla resistente aos herbicidas inibidores da enzima ALS, Bidens pilosa e Desmodium tortuosum. O experimento foi desenvolvido a campo, em um Argissolo Vermelho-Amarelo, no período de outubro de 2000 a mar o de 2001. Cada espécie vegetal constou de um tratamento. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso com quatro repeti es. As medi es da radia o fotossinteticamente ativa (RFA) foram realizadas em dois pontos dos dosséis: acima e abaixo, por meio de um light ceptometer. A taxa de emiss o e de expans o foliar foi calculada ao final do ciclo das culturas. A dura o da área foliar e o coeficiente de extin o foram calculados antes e após o florescimento. N o se observaram diferen as no desenvolvimento dos biótipos de E. heterophylla quanto à taxa de apari o de folhas, taxa de expans o foliar, DAF ou k. Entre as culturas, o feij o apresentou menor taxa de emiss o foliar (0,591 por dia) comparado à soja (0,933 por dia). Dentre as plantas daninhas, D. tortuosum apresentou a maior taxa de emiss o foliar (0,699 por dia). A taxa de expans o foliar observada pela soja foi superior a todas as demais espécies avaliadas (6,77 cm2.dia-1). Todas as espécies apresentaram maior valor para DAF após o florescimento, em compara o com a fase vegetativa. A soja apresentou maior valor de k (antes e após o florescimento 0,52 e 0,93, respectivamente) frente às demais espécies, demonstrando maior potencial de intercepta o da radia o solar.
Lactation stage and udder health status of Santa Ines ewes
Blagitz, M.G.;Benites, N.R.;Melville, P.A.;Batista, C.F.;Betiol, P.S.;Azedo, M.R.;Gomes, V.;Souza, F.N.;Della Libera, A.M.M.P.;
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2012, DOI: 10.1590/S0102-09352012000200034
Abstract: avaliou-se o risco de infec??o em diferentes fases da lacta??o em 33 ovelhas da ra?a santa inês. inicialmente a glandula foi submetida ao exame físico e à prova de fundo escuro. posteriormente, amostras de leite foram coletadas assepticamente para a realiza??o de exame bacteriológico - california mastitis teste -, e contagens microscópica e automática de células somáticas. nenhuma diferen?a foi observada entre as distintas fases de lacta??o. observou-se alta persistência de infec??es intramamárias, e tendência a maior contagem de células somáticas no último período de lacta??o, que pode ser oriunda da maior resistência a infec??es neste período.
Curvas de Lacta o em Rebanhos da Ra a Holandesa no Estado de Minas Gerais: Escolha do Modelo de Melhor Ajuste
Gon?alves Tarcísio de Moraes,Oliveira Antonio Ilson Gomes de,Freitas Rilke Tadeu Fonseca de,Pereira Idalmo Garcia
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Para selecionar o modelo de curva de lacta o de melhor ajuste aos dados de produ o de leite no dia de controle de animais da ra a Holandesa no Estado de Minas Gerais, utilizaram-se 157.932 controles de 17.150 lacta es, de 1990 a 1996, do arquivo inicial com 305.506 controles de 56.422 lacta es, do Servi o de Controle Leiteiro da ACGHMG. Ajustaram-se os dados para os fatores: regi o, nível de produ o, ano-esta o de parto, classes de ordem e idade ao parto (COPI), grupo genético, número de controles e intera es, além dos efeitos linear e quadrático da dura o da lacta o. Para verificar o melhor ajuste aos modelos Quadrático logarítmico, Gamma Incompleta, Regress o Múltipla e Multifásico (Monofásico e difásico), foram usados menor desvio padr o residual, R2 ajustado ao número de parametros das equa es, autocorrela o de primeira ordem e teste de Durbin-Watson. O uso de uma fun o difásica para predizer a produ o de leite em programas de sele o é recomendado, sendo também possível estimar, com base nessa fun o, a produ o de leite em 305 dias.
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