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Prevalência de desmame precoce em um distrito sanitário da Amaz nia Ocidental Prevalence of early weaning in a sanitary district of Western Amazon
Rodrigo Pinheiro Silveira
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc2(5)21
Abstract: é bem conhecido o papel da amamenta o na preven o de diversos agravos à saúde. Este trabalho tem com o objetivo determinar a prevalência do desmame precoce na área de abrangência do Centro Estadual de Forma o em Saúde da Família em Rio Branco, Acre. Trata-se de um estudo de prevalência, de base populacional, com todas as famílias que possuem crian as menores de 2 anos, de 6 bairros do Distrito Industrial de Rio Branco, utilizando como base o cadastramento do Sistema de Informa o em Aten o Básica. Foi definido como desmame precoce a interrup o permanente da prática do aleitamento materno antes dos três meses de idade. A prevalência de desmame precoce encontrada foi de 16,1% (63/392). Entre as crian as dos bairros de classe baixa, a prevalência de desmame precoce foi significativamente maior (p<0,05) que nos bairros de classe média (19,6% vs. 11,7%). A mediana de amamenta o foi de 12,2 meses. A prevalência de desmame antes dos três meses no Distrito do Tucum é semelhante a de outros estudos realizados no Brasil e na regi o Norte. It is well known how important are breastfeeding practices to prevent many health problems. The aim of this paper is to determine the prevalence of early weaning, in a district of Rio Branco, capital city of the State of Acre. This is a population-based prevalence study, involving all families with children behind two (2) years of age, in six (6) neighborhoods of the District of Tucum . The population was defined based on the census provided by the Ministry of Health’s Primary Attention Information System. Early weaning was defined as the total cessation of breastfeeding under three (3) months of age. The prevalence of early weaning was 16,1% (63/392). The prevalence among children from poorer neighbourhoods was significantly higher (p<0.05) than among children from middle class neighbourhoods (19.6% against 11.7%). The medium duration of breastfeeding was 12.2 months. The prevalence of weaning found among children under three (3) months of age at the Tucum District is similar to other studies in Brazil and in the North region.
Aleitamento materno: como é vivenciado por mulheres assistidas em uma unidade de saúde de referência na aten o materno-infantil em Teresina, Piauí
Ramos Carmen Viana,Almeida Jo?o Aprígio Guerra de
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: ampliar a compreens o acerca de como as mulheres que desmamaram os seus filhos antes do quarto mês de vida percebem a amamenta o e a assistência recebida no curso do ciclo gravídico-puerperal. MéTODOS: adotou-se a Teoria das Representa es Sociais como referencial teórico-metodológico. Ao todo foram entrevistadas 24 mulheres com base num questionário semi-estruturado. A análise dos dados se deu a partir do método de análise de conteúdo. RESULTADOS: a análise do discurso das entrevistadas permitiu evidenciar um verdadeiro descompasso entre o discurso proferido pela institui o, em favor da amamenta o exclusiva até o sexto mês de vida, e a vivência das mulheres com rela o a este ato, que se traduziu na impossibilidade de cumprir tal orienta o frente as suas condi es concretas de vida. CONCLUS ES: os resultados revelaram a necessidade de uma urgente reformula o nos referenciais que embasam as a es de saúde voltadas para essa área, com vistas a contemplar, além dos determinantes biológicos, os condicionantes socioculturais que permeiam a amamenta o.
Perfil e fatores asssociados ao aleitamentamento materno em crian as menores de 25 meses da Regi o Nordeste do Brasil
Lima Tarciana Maria de,Osório M?nica Maria
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: avaliar o perfil do aleitamento materno em crian as menores de 25 meses de idade na Regi o Nordeste do Brasil e verificar a associa o entre a dura o mediana do aleitamento e algumas variáveis demográficas, maternas, de assistência ao parto e culturais. MéTODOS: estudo transversal. Dados obtidos do banco de dados da Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde de 1996, do qual foram selecionadas 813 crian as. A freqüência e a dura o mediana do aleitamento materno foram estimadas por meio de tábuas de vida. RESULTADOS: a dura o mediana do aleitamento materno foi de 199,8 dias. Verificou-se que no primeiro mês de vida 90,4% das crian as estavam mamando. Aos quatro e seis meses, os percentuais foram 64,7% e 54,4%, respectivamente. A dura o mediana do aleitamento materno foi maior: nas crian as que residiam em áreas rurais, com o aumento da idade materna, e nas crian as que n o utilizaram a mamadeira. CONCLUS ES: a dura o do aleitamento materno ainda se encontra distante do recomendado pela Organiza o Mundial de Saúde, necessitando, portanto da intensifica o das a es de incentivo e apoio ao aleitamento materno. Os fatores que influenciam o aleitamento materno devem ser considerados na operacionaliza o destas a es.
Fatores associados à dura o do aleitamento materno em três municípios na regi o do Alto Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil
Silveira Francisco José Ferreira da,Lamounier Joel Alves
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O objetivo do estudo foi identificar e analisar as variáveis associadas à menor dura o do aleitamento materno em três municípios da regi o do Alto Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil. Este foi um estudo do tipo transversal, com dados retrospectivos, em três municípios da regi o. Foram consideradas, para o estudo, todas as crian as com até 24 meses de idade. A análise estatística foi feita utilizando-se o método de Kaplan-Meier e o modelo de regress o de Cox. Foram estudadas 450 crian as. Três variáveis foram associadas com a dura o do aleitamento materno: risco de interrup o precoce 1,59 [1,08;2,36] vez maior se a escolaridade paterna for maior ou igual ao segundo grau completo, 1,52 [1,00;2,34] vez maior quando o pai n o reside com a crian a e 3,07 [2,17;4,34] vezes maior quando as crian as usaram chupeta. Assim sendo, maior escolaridade paterna, uso de chupeta pela crian a e o fato de o pai n o residir com a crian a foram os fatores associados com menor dura o do aleitamento materno.
Produ o do Superprecoce a Partir de Bezerros Desmamados aos 72 ou 210 Dias de Idade
Restle Jo?o,Neumann Mikael,Brondani Ivan Luiz,Alves Filho Dari Celestino
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar o desempenho em confinamento, dos 210 aos 408 dias de idade, de bezerros previamente desmamados aos 72 (T72) ou 210 (T210) dias. Foram utilizados 36 machos n o castrados da ra a Braford (5/8 Hereford 3/8 Nelore). O peso médio no início do experimento foi de 209 kg (T72) e 192 kg (T210). O confinamento compreendeu 30 dias de adapta o dos animais e 168 dias de avalia o, sendo dividido em quatro períodos de 42 dias. A rela o volumoso:concentrado foi de 60:40 para o 1o e 2o períodos, 50:50 para o 3o período e 45:55 para o 4o período. N o houve intera o entre idade de desmame e período de avalia o em confinamento para os parametros relativos aos consumos médios por animal de matéria seca (CMS) e de energia digestível (CED), expressos em kg/dia e Mcal/dia (CMSD e CEDD), por 100 kg de peso vivo (CMSP e CEDP) e por unidade de tamanho metabólico (CMSM e CEDM), ao ganho de peso médio diário (GMD), à convers o alimentar (CA) e eficiência energética (EE). Animais desmamados aos 210 dias apresentaram maiores CMSP (2,25 contra 2,07% PV) e CEDP (7,05 contra 6,48% PV) em rela o aos animais desmamados ao 72 dias de idade. N o houve diferen a no CMSD (6,75 contra 6,98 kg/dia), no GMD (1,066 contra 1,074 kg/dia), na eficiência de convers o da matéria seca (6,42 contra 6,72 kg de MS/kg ganho de PV) e da energia digestível consumida (20,18 contra 21,13 Mcal/kg ganho de PV) em ganho de peso vivo para os animais desmamados aos 72 ou 210 dias de idade, respectivamente. Os pesos de abate e de carca a quente foram similares entre as duas idades, sendo, respectivamente, de 424 e 232 kg para os animais do T72 e de 406 e 221 kg para dos T210. Os resultados mostram que animais desmamados aos 72 dias de idade apresentaram desempenho durante a termina o, pesos de abate e de carca a similares aos desmamados aos 210 dias.
Manuten o do aleitamento materno de recém-nascidos pré-termo: revis o integrativa da literatura
Andressa Peripolli Rodrigues,Elaine Lutz Martins,Tatiane Correa Trojahn,Stela Maris de Mello Padoin
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2013, DOI: 10.5216/ree.v15i1.17067
Abstract: A presente pesquisa trata-se de estudo de revis o integrativa com objetivo de avaliar as evidências disponíveis sobre fatores associados à manuten o do aleitamento materno de recém-nascidos pré-termo. Desenvolvido nas bases de dados MEDLINE e LILACS, com os descritores “aleitamento materno” e “prematuro”. A amostra incluiu vinte estudos com nível de evidência 2 e 4, que apontaram fatores facilitadores e dificultadores associados à manuten o do aleitamento materno. S o necessárias a es multiprofissionais no acompanhamento de saúde com estratégias educativas, de promo o do vínculo m e-bebê e acolhimento da família. Deve-se ter especial aten o às condi es sociais, econ micas e culturais da família, bem como às demandas clínicas dos recém-nascidos pré-termo para a manuten o do aleitamento.
Desmame da ventila o mecanica utilizando press o de suporte ou tubo T: compara o entre pacientes cardiopatas e n o cardiopatas
Costa Alexandre Doval da,Rieder Marcelo de Mello,Vieira Silvia Regina Rios
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2005,
Abstract: OBJETIVO: Analisar variáveis cardiorrespiratórias durante o desmame com as técnicas tubo T e press o de suporte e compará-las em grupos de cardiopatas e n o cardiopatas. MéTODOS: Avaliados 20 pacientes (57?15 anos) quanto à: oxigena o, elimina o de CO2, freqüência respiratória e cardíaca, volume corrente e volume minuto, freqüência cardíaca, press o arterial e altera es eletrocardiográficas. Os dados foram registrados, em ambas as técnicas, aos zero, 15 e 30 min, com intervalo de 30 min. Os pacientes foram divididos em cardiopatas (n=11) e n o cardiopatas (n=9) e comparados. RESULTADOS: Comparando-se press o de suporte com tubo T demonstraram-se: valores de oxigena o e elimina o de CO2 significativamente mais elevados e freqüência respiratória reduzidos. N o houve diferen a quanto à press o arterial e freqüência cardíaca. Comparando-se cardiopatas versus n o cardiopatas, foram verificadas, respectivamente, altera es de segmento ST em 7 (64%) versus 2 (22%), arritmias em 3 (27%) versus 1 (11%) e menor ocorrência de taquicardia. CONCLUS O: Na compara o de press o de suporte com tubo T uma melhor resposta foi observada nas medidas de parametros respiratórios e de oxigena o com o uso de press o de suporte, n o havendo diferen as significativas nas medidas de parametros cardiovasculares. Houve menor ocorrência de taquicardia, maior ocorrência de altera es de segmento ST e tendência à maior ocorrência de arritmias nos cardiopatas, em ambos os modos de desmame.
Níveis de Proteína Bruta da Ra o para Marr s em Gesta o
Lima Kedson Raul de Souza,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Foram utilizadas 50 marr s mesti as (Landrace, Large White e Pietrain) com média de peso de 136,34 ±16,05 kg e idade média de 220 dias, respectivamente, para avaliar diferentes níveis de proteína bruta da ra o desses animais. Foi empregado o delineamento de blocos ao acaso, com cinco tratamento, 10 repeti es e um animal por unidade experimental. Os tratamentos corresponderam a ra es com 10,0; 11,5; 13,0; 14,5; e 16,0% de proteína bruta. O ganho de peso das marr s até os 90 dias de gesta o e o peso dos leit es e da leitegada se elevaram de forma linear com o aumento do nível de proteína da ra o. Houve efeito quadrático dos níveis de proteína sobre o consumo da porca na lacta o, que aumentou até o nível de 12,96% de PB. N o se verificou efeito dos tratamentos sobre o número de leit es nascidos, o número de dias desmame-cio e sobre o ganho de peso da porca durante todo o ciclo reprodutivo. Entretanto, houve efeito quadrático sobre o número de leit es desmamados, que aumentou até o nível de 13,33% de PB. Os níveis de proteína bruta que propiciaram menor taxa de mortalidade dos leit es na fase de lacta o situaram-se entre 11,5 e 16% de PB. O melhor nível de proteína bruta nas dietas no período de gesta o para marr s pesando 136,34 ±16,05 kg e idade média de 220 dias foi de 13,31%, correspondendo a um consumo estimado de 240 g de proteína/dia ou 0,67% de lisina (12,06 g/dia), respectivamente.
Níveis de lisina em ra o de lacta o para fêmeas suínas primíparas
Cota Tereza da Silveira,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Lopes Darci Clementino
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract:
ALEITAMENTO MATERNO EM CRIAN AS ATENDIDAS EM UNIDADE MUNICIPAL DE SAúDE DO INTERIOR DO ESTADO DE S O PAULO
Graziela Alves Zanotto LOPES,Rachel Cristina VIOLA,Maria Jacira Silva SIM?ES
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: O objetivo do trabalho foi estudar a dura o do aleitamento materno em nutrizes atendidas em Unidade Municipal de Saúde nos anos de 1999 e 2001, em Araraquara - SP, segundo algumas características como: grupo etário, escolha do servi o de pré-natal, tipo de parto, dura o e tipo de aleitamento oferecido às crian as. O estudo foi realizado em 1999, numa amostra de 123 m es, enquanto que para o ano de 2001 foram estudadas 142 m es. As informa es foram obtidas por meio de entrevista realizada com as m es. Como resultados encontramos, a maioria, 47,10% e 48,59%,respectivamente nos anos de 1999 e 2001, pertenciam ao grupo etário de 19 a 30 anos. Quanto a escolha do pré-natal, o acompanhamento foi realizado em sua maioria, no servi o público, para o ano de 1999, (63,4%) e em 2001 (87,3%). Quanto ao tipo de parto, no segundo período ocorreu uma maior taxa de parto tipo cesariana. Com rela o à dura o do aleitamento materno exclusivo nos dois períodos, a maioria, foi de até 3 meses. PALAVRAS-CHAVE: Aleitamento materno; desmame; dura o do aleitamento
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