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A tessitura plurivocal do trabalho: efeitos monológicos e dialógicos em tens o
Maria da Glória C?rrea Di Fanti
Alfa : Revista de Linguística , 2005,
Abstract: Temos o objetivo, neste artigo, de observar como a tens o entre efeitos monológicos e dialógicos se relaciona com gêneros do discurso/gêneros da atividade e revela singularidades de processos de produ o de sentido no desenvolvimento do trabalho. Para tanto, partindo do dialogismo como princípio epistemológico de base, refletimos sobre a interdependência entre atividade de linguagem e de trabalho, buscando situar a posi o assumida frente à análise do trabalho. A seguir, desenvolvemos nota es sobre movimentos alteritários interdependentes efeitos monológicos e dialógicos – como constitutivos da produ o discursiva e do desenvolvimento do trabalho. Na seqüência, trazemos para debate a quest o dos gêneros do discurso/da atividade como meios híbridos de desenvolver o trabalho, que s o estilizados em cada enuncia o. No desenrolar da reflex o, analisamos um fragmento de uma situa o laboral da esfera jurídico-trabalhista, procurando problematizar caminhos alteritários –rela o com o outro – percorridos para que o trabalho se desenvolva.
Gêneros do discurso e apropria o de saberes: (re)conhecer as práticas linguageiras em sala de aula
Maria de Lourdes Meirelles Matencio
Linguagem em (Dis)curso , 2008,
Abstract: Toda atividade social pressup e a realiza o de a es de linguagem. Parece ser essencial, por essa raz o, que as aulas de língua materna centrem-se, nos diferentes níveis de ensino, nas dinamicas sociais de intera o como formas de desencadear os processos de aprendizagem visados. à luz desse ponto de vista, este texto discute a relevancia de se trabalhar com os gêneros do discurso – concebidos como gêneros de atividades interacionais –, a fim de garantir a constru o de saberes essenciais para a atua o do sujeito nas diversas práticas de linguagem com as quais vier a se deparar.
Circuito de gêneros: atividades significativas de linguagem para o desenvolvimento da competência discursiva
Marcos Baltar,Fabiele Stockmans de Nardi,Luciane Todeschini Ferreira,Maria Eugênia Gastaldello
Linguagem em (Dis)curso , 2006,
Abstract: Este estudo, que tem como base conceitual o quadro do Interacionismo Sociodiscursivo, é fruto da análise de atividades de sala de aula que vêm sendo sistematizadas no projeto de pesquisa-a o UCS-PRODUTORE, cujo propósito é investigar a natureza da forma o inicial e continuada de professores de Língua Portuguesa. O principal objetivo desse artigo é discutir a potencialidade do trabalho com a ensinagem de diversos gêneros textuais que circulam em diferentes ambientes discursivos da sociedade, extrapolando a dimens o exclusivamente escolar, por meio de uma atividade didático-pedagógica denominada Circuito de Gêneros, a qual busca desenvolver nos usuários da língua a sua competência discursiva.
Linguagem e atividade no desenvolvimento cognitivo: algumas reflex es sobre as contribui es de Vygotsky e Leontiev
Lampreia Carolina
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1999,
Abstract: As no es de linguagem e atividade foram consideradas centrais para o estudo do desenvolvimento cognitivo por Vygotsky e Leontiev. Vygotsky queria analisar como a atividade prática contribui para a forma o da consciência. Contudo, suas pesquisas permaneceram centradas na linguagem. Conseqüentemente, n o ficou clara, em seu trabalho, a rela o existente entre linguagem e atividade. Leontiev desenvolveu uma teoria cuja unidade de análise passou a ser a atividade. Mas n o desenvolveu a análise do papel da linguagem. Assim, embora ambos tenham considerado a relevancia desses dois aspectos do desenvolvimento cognitivo, nenhum dos dois os abordou simultaneamente. Por outro lado, as reflex es filosóficas do `segundo' Wittgenstein a respeito da linguagem permitiram-lhe concebê-la como uma forma de a o n o sendo possível separar atividade e linguagem. Juntando-se a autores com preocupa es similares, esta perspectiva pode permitir elaborar uma abordagem eminentemente contextualista do desenvolvimento cognitivo inspirada nas formula es de Vygotsky e Leontiev. Mas é preciso analisar e discutir suas no es de linguagem e atividade no contexto da perspectiva wittgensteiniana.
Alguns subsídios interdisciplinares para o tratamento da quest o da natureza cognitiva da linguagem
Zinda Vasconcellos
Alfa : Revista de Linguística , 2010,
Abstract: Este artigo pretende colaborar para a discuss o sobre a necessidade de postular ou n o uma faculdade de linguagem e, no caso positivo, qual seria a natureza de tal faculdade. Na verdade, como é impossível chegar a conclus es sobre isso no quadro de um único artigo, e trata-se de uma quest o que exige uma extensa colabora o interdisciplinar, depois de apresentar uma caracteriza o das propostas que atribuem natureza inata à capacidade de linguagem e de alguns dos problemas em que elas incorrem, o artigo sobretudo traz à discuss o os subsídios necessários ao tratamento da quest o, retirados, em primeiro lugar, da literatura das áreas da Genética, das Teorias da Evolu o e do Desenvolvimento e das Neurociências e, em seguida, dos estudos sobre a Origem da Linguagem, sobre a Aquisi o da Linguagem e sobre a Cogni o Animal. Discute, finalmente, as implica es dos subsídios levantados que, nem sempre, s o adequadamente consideradas em muitas concep es correntes entre os linguistas.
AQUISI O DE LINGUAGEM EM CONTEXTOS DE ATEN O CONJUNTA: O ENVELOPE MULTIMODAL EM FOCO
Paulo Vinícius ávila-Nóbrega,Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante
Signótica , 2012, DOI: 10.5216/sig.v24i2.18782
Abstract: Nosso intuito é acompanhar a emergência da língua (instancia multimodal) em contextos de aten o conjunta em situa es naturalísticas de duas díades m e-bebê, (08 aos 16 meses). Trabalhamos com a perspectiva de envelope multimodal, ou seja, a mescla de três componentes da dialogia – olhar, gestos e produ o vocal – que emergem concomitantemente. Tomamos como premissa a no o de multimodalidade proposta por McNeill (1985) como sendo a mescla das a es gesto-vocais. Nossos resultados mostram que a m e faz uso do plano de composi o multimodal para dirigir-se à crian a que, por sua vez, interage à medida que adquire os componentes da dialogia.
Qualidade Curricular no Contexto da Teoria da Atividade
José Ricardo Campelo Arruda
Meta : Avalia??o , 2010,
Abstract: Este artigo apresenta um modelo sistêmico de desenho curricular com contribui es da teoria da atividade, utilizando o método estrutural-funcional para estruturar conteúdo e regularidades da atividade de estudo, a qual propicia o domínio do processo de assimila o, ao exercer a a o mediadora entre o objeto de estudo e o sujeito da a o, além de desenvolver nos educandos habilidades, hábitos e competências para lidar com situa es concretas da sua vida produtiva.A proposi o básica deste modelo é o desenvolvimento de um conjunto de a es integradas, que, ao serem implementadas, eliminar o a dicotomia conteúdo-método, teoria-prática, instru o-educa o e concreto-abstrato, de modo a formar nos estudantes o pensamento teórico-científico. Definem-se o modelo sistêmico organizacional do currículo e seus componentes estruturais, articulando-os de modo que cada um deles se subordine às regras do todo para atingir os objetivos do ensino.
ATIVIDADES FíSICA, EDUCATIVA E DE DAN A: UM ESTUDO DOS VALORES PESSOAIS DOS CONSUMIDORES IDOSOS DOI:10.5585/remark.v10i3.2251
Luciana Torres Souza Kelly
REMark : Revista Brasileira de Marketing , 2012, DOI: 10.5585/remark.v10i3.2251
Abstract: Este artigo apresenta como objetivo principal identificar os valores pessoais dos consumidores idosos dos servi os de atividades física, educativa e de dan a, sob o aspecto motivacional hed nico e utilitário. Adotou-se o modelo de cadeia meios-fim de Gutman (1982), o qual sugere que a pesquisa deve utilizar uma abordagem qualitativa através da entrevista em profundidade no levantamento dos dados e da análise de conteúdo. Uma fase da metodologia é quantitativa, decorrente da tabula o das conseqüências e valores em tabelas, visando construir os mapas hierárquicos, os quais se constituem em diagramas de freqüência. Por meio dos resultados indicados nos mapas hierárquicos de valor foi possível observar que os valores e benefícios associados à participa o em cada atividade s o tanto de interesse individual quanto coletivo, e tanto de natureza hed nica quanto utilitária. Constatou-se através dos resultados, a identifica o de valores convergentes e divergentes apontando o perfil heterogêneo do consumidor idoso indicando que a cultura, as vivências, as experiências e as realidades atuais corroboram para a manifesta o de um valor pessoal característico na sua vida. E nas situa es de compra e utiliza o de servi os, apresentam como meta a aquisi o de novas amizades e a experimenta o de momentos variados (com novidades) na vida diária.
Rela o entre a atividade física regular e a agrega o de fatores de risco biológicos das doen as cardiovasculares em crian as e adolescentes
Guerra Sandra,Oliveira José,Ribeiro José Carlos,Teixeira-Pinto Armando
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil , 2003,
Abstract: Com o presente trabalho pretende-se analisar os estudos referenciados na literatura que abordam o tema da agrega o de fatores de risco biológicos e ainda analisar a hipotética rela o entre a atividade física (AF) e essa agrega o. O hábito de prática regular de AF tem sido associado a um estilo de vida saudável. Uma vez que os fatores de risco das doen as cardiovasculares (DCV) est o já presentes na infancia e adolescência e porque os níveis de AF habitual parecem exercer alguma influência nesses fatores, índices mais elevados de AF nesses períodos de vida poder o repercutir-se na redu o da morbidade e mortalidade das DCV em idades adultas. Através da análise da literatura parece existir agrega o de fatores de risco biológicos para as DCV, para rapazes e mo as, contudo n o existe ainda consenso quanto ao sexo que registra o "risco" mais elevado de agrega o. Deste modo, os resultados parecem sugerir que as crian as ou adolescentes identificados com um fator de risco, devem efetuar um rastreio no sentido de verificar se possuem mais fatores de risco agregados. De acordo com os estudos referenciados na literatura n o existe unanimidade quanto à rela o entre a AF e a agrega o de fatores de risco biológicos para as DCV.
Exercício físico e saúde em pessoas idosas: qual a rela o?
Saulo Vasconcelos Rocha,Lélia Renata V. Carneiro,Jair Sindra Virtuoso Júnior
Revista Saúde.Com , 2006,
Abstract: O propósito deste ponto de vista foi descrever o papel da atividade física no processo de envelhecimento saudável. As evidências epidemiológicas quanto as clínicas experimentais indicam a importancia e/ou efetividade da prática da atividade física na manuten o da aptid o funcional na velhice, na preven o e minimiza o das doen as cr nico-degenerativas (hipertens o, osteoporose, diabetes), além da melhora na capacidade funcional e aumento da auto-estima o que favorece as pessoas mais idosas a oportunidade de viver de forma aut noma.
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