oalib

Publish in OALib Journal

ISSN: 2333-9721

APC: Only $99

Submit

Any time

2020 ( 2 )

2019 ( 18 )

2018 ( 111 )

2017 ( 107 )

Custom range...

Search Results: 1 - 10 of 3548 matches for " Ultra-sonografia abdominal "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /3548
Display every page Item
Contribui o da ultra-sonografia abdominal no seguimento de pacientes pós-tratamento de cancer mamário
Ferreira Adilson Cunha,Mauad Filho Francisco,Carrara Hélio,Elias Júnior Jorge
Radiologia Brasileira , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a contribui o da ultra-sonografia abdominal em um grupo de pacientes em seguimento pós-tratamento de cancer primário da mama. MATERIAL E MéTODOS: Foram analisados, retrospectivamente, os resultados dos exames ecográficos abdominais em 100 prontuários de pacientes tratadas de cancer primário da mama, realizados de janeiro a dezembro de 1997, no Setor de Ultra-sonografia da Divis o de Radiologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeir o Preto da Universidade de S o Paulo. Informa es como idade, tipo histológico, estadiamento, número e resultados dos exames ultra-sonográficos foram tabelados e analisados. RESULTADOS: Em 70% dos casos os laudos ecográficos abdominais eram normais. O diagnóstico de metástase hepática foi de 3%. CONCLUS O: O maior porcentual de altera es encontradas n o estava relacionado diretamente como complica o do cancer mamário.
Ultra-sonografia endoscópica (USE) do es fago, est mago, cólons e reto
Machado Márcio Martins,Rosa Ana Cláudia Ferreira,Barros Nestor de,Cerri Giovanni Guido
Radiologia Brasileira , 2002,
Abstract: Os autores relatam as principais utiliza es da ultra-sonografia endoscópica nas afec es que envolvem o es fago, est mago, cólons e reto. é relatada a metodologia para a realiza o do exame nesse setor do aparelho digestivo, indicando os principais achados. S o descritos, ainda, alguns aspectos sonográficos à ultra-sonografia endoscópica de condi es malignas e benignas do es fago, est mago, cólons e reto.
Timo: caracteriza o ultra-sonográfica
Fausto Carmen Silvia Cerqueira do Val,Chammas Maria Cristina,Saito Osmar de Cássio,Garcia Márcio Ricardo Taveira
Radiologia Brasileira , 2004,
Abstract: O timo é uma pequena glandula responsável pela produ o de linfócitos T, importante na resposta imunitária do organismo. é órg o relativamente grande no período perinatal e pode estender-se superiormente, atingindo o pesco o, com variantes anat micas. é possível identificar o timo normal, por meio da ultra-sonografia, pelo acesso supra-esternal, paraesternal e esternal e também na regi o cervical quando em localiza o atípica. A partir do início da puberdade, devido à sua involu o com diminui o progressiva do seu tamanho e porque o pulm o aerado se interp e entre o timo e o feixe sonoro, a sua visualiza o é mais difícil. O padr o da ecotextura normal tímica é característica: hipoecogênico em rela o ao parênquima normal da tireóide e apresenta múltiplas estruturas ecogênicas lineares e focais, dispersas pelo parênquima, que correspondem aos septos e vasos sanguíneos. O reconhecimento pela ultra-sonografia de tecido tímico pode ser importante para evitar investiga es desnecessárias ou cirurgias num timo normal que mimetiza massa patológica.
Ultra-sonografia virtual: reprodutibilidade intra-observador
Ferreira Adilson Cunha,Mauad Filho Francisco,Freitas Júnior Reginaldo Ant?nio de Oliveira,Costa Ant?nio Gadelha
Radiologia Brasileira , 2006,
Abstract: OBJETIVO: Analisar a reprodutibilidade intra-observador da ultra-sonografia tridimensional (US3D) real com a US virtual, nas modalidades multiplanar e volumétrica. MATERIAIS E MéTODOS: Foram examinados, prospectivamente, 132 blocos provenientes de 44 avalia es de 26 conceptos. Dezoito conceptos tinham idade gestacional ecográfica de oito semanas a oito semanas e seis dias, e 26 tinham de dez semanas a dez semanas e seis dias. Realizou-se a US3D, analisando-se: comprimento cabe a-nádega, saco gestacional, saco amniótico, translucência nucal, conduto onfalomesentérico, vesícula vitelínica, membros superiores, membros inferiores, distin o cabe a-tórax, perfil da face, coronal da face, implanta o das orelhas, perfil da coluna, coronal da coluna, parede abdominal fechada. Foram obtidos três blocos por concepto para posterior realiza o da US virtual. A análise estatística foi feita utilizando-se o teste t de Student, o teste de McNemar e o kappa. RESULTADOS: No grupo I, a avalia o ultra-sonográfica 3D real multiplanar versus 3D virtual multiplanar, na análise das variáveis contínuas, evidenciou diferen a significativa para todas. Na avalia o das variáveis categóricas, evidenciou-se que todas n o apresentaram diferen a significativa. No grupo II, a avalia o ultra-sonográfica 3D real volumétrica versus 3D virtual volumétrica demonstrou diferen a significativa apenas para a variável implanta o de orelhas. Os resultados das análises das variáveis categóricas evidenciaram concordancia para a maioria das variáveis analisadas em ambos os grupos. CONCLUS O: Há reprodutibilidade intra-observador da US3D com a modalidade virtual, multiplanar e volumétrica.
Ultra-sonografia intra-operatória na localiza o de insulinoma: relato de dois casos
Silveira Cláudio Régis Sampaio,Hauagii Alcino Sahid Facó,Wiltgen Janete Eunice,Barreto Cristina Marques
Radiologia Brasileira , 2002,
Abstract: Os autores descrevem dois casos em que se utilizou a ultra-sonografia intra-operatória como método auxiliar à ressec o cirúrgica de insulinomas pancreáticos. Ressaltamos a importancia desta técnica, principalmente nos casos em que estes tumores n o foram localizados adequadamente por outros métodos no estudo pré-operatório, evitando-se ressec es amplas desnecessárias e reduzindo as complica es pós-operatórias.
Achados ecográficos em pacientes com catarata total
Corrêa Zélia Maria da Silva,Goldhardt Raquel,Marcon Alexandre Seminoti,Marcon ítalo Mundialino
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: Objetivos: Avaliar a prevalência e a natureza das anomalias intra-oculares detectadas no exame de ultra-som em pacientes com catarata densa (total) e comparar estes achados com aqueles obtidos após cirurgia de catarata. Métodos: Foram revisados 724 ultra-sonografias oculares realizadas entre janeiro de 1999 e julho de 2001. Destas, 289 exames foram solicitadas em casos de catarata densa (total) pela impossibilidade de observar o segmento posterior. Os achados ultra-sonográficos foram documentados por fotografias e revisados para o estudo. Seguimento pós-operatório foi possível em 131 pacientes para avaliar sensibilidade e especificidade do ultra-som como método diagnóstico. A análise estatística foi feita com o teste t de "Student" usando o pacote estatístico SPSS "Statistical Package for the Social Science" 8.0 para Windows. Resultados: Foram estudados 289 pacientes com catarata densa, todos avaliados com ultra-som; 200 destes apresentavam altera es ecográficas em segmento posterior. Nos pacientes sem história de trauma ocular (n=268), 82 olhos (30,6%) apresentaram segmento posterior normal e 26 olhos (9,7%), descolamento de retina. Nos pacientes com história de trauma ocular (n=21) foram encontrados 8 olhos com descolamento de retina (38,1%) e 7 normais (33,3%). A concordancia entre os achados ecográficos e pós-operatórios foi de 95,4% nos 131 pacientes com seguimento pós-operatório. O ultra-som apresentou sensibilidade de 91,3% e especificidade de 100%. Conclus o: Neste estudo, a avalia o pré-operatória de cataratas densas com ultra-som se mostrou eficiente em diagnosticar altera es do segmento posterior. A sensibilidade e a especificidade deste exame complementar na amostra estudada confirmam a importancia do ultra-som na avalia o pré-operatória de pacientes com cataratas densas.
Valida o da curva normal de peso fetal estimado pela ultra-sonografia para o diagnóstico do peso neonatal
Cecatti José Guilherme,Machado Maria Regina Marrocos,Krupa Fabiana da Gra?a,Figueiredo Priscila Garcia
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: avaliar a concordancia entre o peso fetal estimado (PFE) por ultra-sonografia e o neonatal, o desempenho da curva normal de PFE por idade gestacional no diagnóstico de desvios do peso fetal/neonatal e fatores associados. MéTODOS: participaram do estudo 186 grávidas atendidas de novembro de 1998 a janeiro de 2000, com avalia o ultra-sonográfica até 3 dias antes do parto, determina o do PFE e do índice de líquido amniótico e parto na institui o. O PFE foi calculado e classificado de acordo com a curva de valores normais de PFE em: pequeno para a idade gestacional (PIG), adequado para a idade gestacional (AIG) e grande para a idade gestacional (GIG). A mesma classifica o foi feita para o peso neonatal. A variabilidade das medidas e o grau de correla o linear entre o PFE e o peso neonatal foram calculados, bem como a sensibilidade, especificidade e valores preditivos para o uso da curva de valores normais de PFE para o diagnóstico dos desvios do peso neonatal. RESULTADOS: diferen a entre o PFE e o peso neonatal variou entre -540 e +594 g, com média de +47,1 g, e as duas medidas apresentaram um coeficiente de correla o linear de 0,94. A curva normal de PFE teve sensibilidade de 100% e especificidade de 90,5% em detectar PIG ao nascimento, e de 94,4 e 92,8%, respectivamente, em detectar GIG, porém os valores preditivos positivos foram baixos para ambos. CONCLUS ES: a estimativa ultra-sonográfica do peso fetal foi concordante com o peso neonatal, superestimando-o em apenas cerca de 47 g e a curva do PFE teve bom desempenho no rastreamento diagnóstico de recém-nascidos PIG e GIG.
Avalia o Ultra-sonográfica das Varia es do Volume Uterino
Mauad Filho Francisco,Beduschi Augusto Fernando,Meschino Renata Alberge Giugliano,Mauad Fernando Marum
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: verificar a acurácia do ultra-som transabdominal (USTA) em determinar as altera es fisiológicas e patológicas do volume uterino e comparar o volume do útero ao USTA e ultra-som transvaginal (USTV), procurando verificar a rela o dos métodos. Métodos: inicialmente foram revistos, retrospectivamente, 1186 exames ecográficos pélvicos (USTA e USTV), verificando-se as principais doen as e indica es para estes exames. A seguir, foram selecionados 480 USTA sem doen as uterinas e correlacionou-se o volume uterino com a idade e paridade. Finalmente, foi realizado estudo prospectivo comparando-se o volume uterino de 50 mulheres ao USTA e USTV. Para análise estatística utilizaram-se os testes t de Student e coeficientes de correla o de Spearman e Pearson. Resultados: correlacionando-se com a paridade, para P = 0 (n = 99) o volume foi de 44,4 cm3; para P = 1 (n = 72) o volume foi 58,5 cm3; para P = 2-3 (n = 137), o volume foi 75,8 cm3; para P = 4-5 (n = 56), 88 cm3 e para P = 6 ou mais (n = 26), 105 cm3, mostrando uma correla o positiva entre a paridade e o volume uterino. Com o coeficiente de correla o de Spearman obtiveram-se r = 0,59 e p = 0,001; o coeficiente de correla o de Pearson foi r = 0,55 e o mesmo p. N o houve varia es significantes do volume uterino ao USTA e USTV. Conclus es: o útero aumenta com a paridade e sofre altera es do seu volume com a idade, sendo essas modifica es detectadas ao USTA. Ambos os métodos (USTA e USTV) s o equivalentes na medida do volume uterino; entretanto, a reple o vesical ao USTA permite melhor avalia o do comprimento uterino.
Características do trato genital de ovinos gestantes e correla o entre comprimento cranio-caudal e medidas fetais realizadas através da ultra-sonografia.
M. Chalhoub,J. C. P. Ferreira,A. L. Ribeiro Filho,N. C. Prestes
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2005,
Abstract: RESUMO: Foram analisados dados referentes a 60 tratos genitais de ovinos gestantes obtidos em matadouro. Todas as gesta § μes foram simples e demonstrou-se a ocorr ancia de migra § £o intra-uterina em 15% dos casos. O ov rio com corpo l oteo (CL) foi maior (p<0,0001) que o ov rio sem CL. Dentre as caracter -sticas do trato genital, a maior correla § £o existente foi entre peso fetal e comprimento cr ¢nio-caudal (CCC) de 0,97. Foram mensuradas atrav s da ultra-sonografia o di ¢metro do t 3rax, abdome, calota craniana e globo ocular, al m da circunfer ancia e rea do t 3rax, abdome e calota craniana. As que apresentaram maior correla § £o com o CCC foram: a circunfer ancia do t 3rax (0,97), rea do t 3rax (0,95) e rea do abdome (0,95). Concluiu-se que estas tr as medidas, juntamente com o peso fetal, podem ser utilizadas para avalia § £o do CCC e consequentemente idade fetal. PALAVRAS CHAVE: Ovino, ultra-sonografia, prenhez, idade fetal. SUMMARY: Data were collected from 60 pregnant ovine genital tracts from slaughterhouse. All pregnant tracts were from single fetus. Intra-uterine migration was demonstrated to have occurred in 15% of the cases. The ovary with corpora lutea (CL) was bigger (p<0,0001) than the ovary without CL. In relation to genital tract caracteristics, the better correlation was between fetal weigth and crown-rump (CR). Besides, Measurement of thorax, abdomen, skull and orbit diameter, area and circunference of thorax, abdomen and skull were verified. The better correlation was found among CR and thoracic circunference (0,97), thoracic area (0,95) and abdominal area (0,95). It was concluded that these three mensures and the fetal weigth were predictives to CR evaluation, and consequently fetal age. KEYWORDS: Ovine, ultrasound, pregnancy, fetal age.
Classifica o ultra-sonográfica do derrame pleural e do empiema parapneum nico
Cirino Luís Marcelo Inaco,Francisco Neto Miguel José,Tolosa Erasmo Magalh?es Castro de
Radiologia Brasileira , 2002,
Abstract: Os autores correlacionam as altera es anatomopatológicas da cavidade pleural com os achados ultra-sonográficos no derrame pleural e no empiema parapneum nico e apresentam uma classifica o baseada nestes dados. Concluem que a ultra-sonografia é método diagnóstico fidedigno para inferir a fase anatomopatológica da doen a pleural, bem como auxiliar na escolha da alternativa de tratamento.
Page 1 /3548
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.