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Hernioplastia laparoscópica totalmente extraperitoneal com tela 3-D sem fixa o: técnica de Dulucq Laparoscopic totally extraperitoneal hernioplasty with nonfixation of three-dimensional mesh: Dulucq's technique
Alberto Meyer,Jean-louis Dulucq,Ahmad Mahajna
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2013,
Abstract: INTRODU O: A repara o da hérnia inguinal tem sido área controversa na prática cirúrgica, desde que desde que ela foi concebida. O fato de que inúmeros procedimentos diferentes est o em uso reflete a complexidade de hérnia inguinal e seu reparo. OBJETIVO: Descrever a técnica de Dulucq e as modifica es do uso da tela 3-D na corre o de hérnia inguinal laparoscópica totalmente extraperitoneal. MéTODOS: A técnica da corre o da hérnia laparoscópica totalmente extraperitoneal é detalhada no texto. CONCLUS O: Corre o laparoscópica totalmente extraperitoneal é preferível à corre o de hérnias transabdominais pré-peritoneais porque o perit nio n o é violado. A dissec o deve ser sempre realizada nos mesmos passos, sem utilizar cautério monopolar e o paciente em leve posi o de Trendelemburg. Com estas recomenda es, a hernioplastia laparoscópica totalmente extraperitoneal é factível com poucas complica es intra-abdominais. INTRODUCTION: The inguinal hernia repair has been a controversial area in the surgical practice ever since it has been conceived. The fact that numerous different procedures are in use reflects the complexity of inguinal hernia and its repair. AIM: The purposes of this study were to describe Dulucq's technique and the modifications of using 3-D mesh in laparoscopic totally extraperitoneal inguinal hernia repair. METHODS: Surgical technique of laparoscopic totally extraperitoneal hernia repair is detailed on the text. CONCLUSION: Laparoscopic totally extraperitoneal is preferred over transabdominal preperitoneal hernia as the peritoneum is not violated. The dissection must always be done with the same stages, without monopolar diathermy and the patient in a slight Trendelenburg position. Following these recommendations, the laparoscopic totally extraperitoneal hernioplasty is feasible with fewer intra-abdominal complications.
Corre o de hérnia laparoscópica: tela sem fixa o é viável? Laparoscopic hernia repair: nonfixation mesh is feasibly?
Alberto Meyer,Jean-louis Dulucq,Ahmad Mahajna
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2013,
Abstract: RACIONAL: Várias técnicas cirúrgicas têm sido desenvolvidas ao longo dos últimos anos, e a corre o de hérnia inguinal pré-peritoneal totalmente extraperitoneal e transabdominal s o as técnicas endoscópicas que s o mais comumente utilizadas. OBJETIVOS: Descrever e discutir a técnica de Dulucq e as modifica es do uso da tela 3-D na corre o de hérnia inguinal totalmente extraperitoneal. MéTODOS: Foram incluídos prospectivamente neste estudo pacientes submetidos à corre o de hérnia inguinal eletiva. Foram estudados os aspectos operatórios e pós-operatórios. RESULTADOS: Um total de 261 corre es herniárias foram incluídas neste estudo. Elas foram realizadas pela técnica totalmente extraperitoneal; duas (0,75%) foram convertidos para técnica anterior de Liechtenstein. O tempo operatório médio foi de 43,38 min em hérnia unilateral e 53,36 min em hérnia bilateral. A maioria dos pacientes (95%) teve alta no mesmo dia da opera o. A taxa de morbidade pós-operatória foi de 5,7%. A incidência de recidiva foi de 0,0% em média de 26 meses. CONCLUS O: Hernioplastia totalmente extraperitoneal é procedimento eficaz e seguro nas m os de cirurgi es experientes e com forma o específica. é uma op o interessante para hérnia bilateral e recidivante, uma vez que obtém resultados satisfatórios em termos de dor pós-operatória e morbidade. BACKGROUND: Several surgical techniques have been developed over the past years, and total extraperitoneal and transabdominal preperitoneal inguinal hernia repair are the endoscopic techniques that are most commonly used. AIM: To describe and discuss Dulucq's technique and the modifications of using 3-D mesh in total extraperitoneal inguinal hernia repair. METHODS: Patients who underwent an elective inguinal hernia repair were enrolled prospectively in this study. Operative and postoperative course were studied. RESULTS: A total of 261 hernia repairs were included in the study. The hernias were repaired by total extraperitoneal technique; two hernias (0.75%) were converted to open anterior Liechtenstein technique. Mean operative time was 43.38 min in unilateral hernia and 53.36 min in bilateral hernia. Most of the patients (95%) were discharged at the same day of the surgery. The overall postoperative morbidity rate was 5.7%. The incidence of recurrence rate was 0.0% in median follow-up period of 26 months. CONCLUSION: Total extraperitoneal hernioplasty is a very effective and safe procedure in the hands of experienced surgeons with specific training. It is an interesting option in bilateral and recurrent hernia as it obtains satisfactory
Reconstru o arterial no transplante hepático: a melhor reconstru o para varia o da artéria hepática direita Artery reconstruction in liver transplantation: the best reconstruction of right hepatic artery variation
Wellington Andraus,Luciana BP Haddad,Liliana Ducatti,Rodrigo B Martino
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2013,
Abstract: INTRODU O: Varia es na anatomia da artéria hepática s o comuns, com incidência de 20-50%. No transplante hepático, reconstru es durante a oper o de bandeja s o frequentemente necessárias para proporcionar anastomoses arteriais adequadas. O uso de "patch" é frequente, visando reduzir a incidência de complica es. Entretanto, quando está presente a varia o da artéria hepática direita, ramo da artéria mesentérica superior, a reconstru o ocasionalmente produz tor es e problemas de fluxo. MéTODOS: Descreve-se uma técnica cirúrgica alternativa para reconstru o da varia o da artéria hepática direita usando um "patch de Carrel" da artéria mesentérica superior. O "patch" é anastomosado no coto da artéria esplênica permitindo orienta o vertical e bom fluxo sanguíneo. RESULTADOS: Entre 120 transplantes hepáticos, quatro casos consecutivos de varia o da artéria hepática direita foram reconstruídas utilizando essa técnica. Todos eles apresentaram patência e bom fluxo no pós-operatório. CONCLUS O: A técnica proposta mostra-se interessante método alternativo para reconstru o da varia o da artéria hepática direita no transplante hepático. INTRODUCTION: Variations on the anatomy of the hepatic artery are common, with incidence of 20-50%. In liver transplantation, back-table reconstruction is often necessary for an easier and prompt arterial anastomosis and so, the use of arterial patches has been related to lower the incidence of complications. However, when a right hepatic artery variation from the superior mesenteric artery is present, the reconstruction occasionally produces twisting and flow problems. METHODS: Is described a surgical alternative for right hepatic artery variation reconstruction using a Carrel-patch from the superior mesenteric artery. The patch is anastomosed with the splenic artery stump to allow vertical orientation and improve blood flow. RESULTS: Among 120 liver transplants, four consecutive cases of right hepatic artery variation were reconstructed using this technique. All of them showed good flow and patency in postoperative period. CONCLUSION: The proposed technique proved to be an interesting alternative for the reconstruction of right hepatic artery variation in liver transplantation.
Sexagem cirúrgica em aves silvestres
Raso T.F.,Werther K.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2004,
Abstract: Relata-se a utiliza o da laparoscopia na sexagem de 349 aves silvestres nacionais e exóticas, pertencentes a 61 espécies, de 11 famílias e seis ordens. Foram sexadas aves com idades entre quatro meses e 42 anos e peso corpóreo entre 55g e 3,4kg. Com essa técnica foi possível visualizar as g nadas, avaliar seu estágio de desenvolvimento e observar os órg os adjacentes. A técnica cirúrgica utilizando endoscópio rígido para sexagem de aves silvestres foi considerada rápida e segura. Nenhum óbito foi verificado durante ou em conseqüência do procedimento cirúrgico.
Estudo experimental sobre o uso de cianoacrilatos para anastomose intestinal látero-lateral em c es
Matera Julia Maria,Brass Wilhelm,Messow C.
Acta Cirurgica Brasileira , 1999,
Abstract: Testamos em 25 c es a aplica o do isobutil-2-cianoacrilato Grupo I=13 e n-butil-a -cianoacrilato Grupo II=12 para anastomose intestinal látero-lateral. As anastomoses foram avaliadas aos 4, 14 e 28 dias de p.o. Observamos macroscópicamente aderência entre o epiploo e a ferida cirúrgica da parede abdominal em ambos os grupos. Comparando os Grupos I e II através o teste t n o pareado, estatisticamente n o apresentaram diferen a significativa (p=0,3624). Ao exame histológico notamos rea o inflamatória, granuloma e no seu interior presen a do adesivo.
Técnicas de sutura do tubo digestivo em plano único total, em jejuno de c es: pontos de Gambee com nós atados na serosa versus pontos totais atados no lume, sobre a mucosa
Azevedo Jo?o Luiz Moreira Coutinho,Silva Cássio Edvan Paulino da,Azevedo Otávio Cansan??o,Sim?es Manoel de Jesus
Acta Cirurgica Brasileira , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a sutura do tubo digestivo em plano único com pontos totais simples versus pontos especiais de Gambee. MéTODOS: Foram operados seis c es machos, sem ra a definida, pesando entre 7 e 12 kg, anestesiados com pentobarbital sódico a 30 mg/kg. Foi realizada sec o transversa do jejuno, a 30 cm da flexura duodenojejunal, seguida de anastomose término-terminal com a técnica de sutura em plano único total descrita por Gambee, sendo a metade anterior da anastomose suturada com nós atados na superfície serosa e a metade posterior com nós atados sobre a camada mucosa, no lume do órg o. Foram utilizados pontos simples separados de polipropileno monofilamentar azul 4-0, pré-montados em agulha de 2 cm (3/8 de círculo), intervalados de 3 mm. No 7o dia pós-operatório os animais foram sacrificados e necropsiados. Foram analisadas as aderências na linha de sutura mediante um escore e feita análise macroscópica e microscópica , inclusive histometria. RESULTADOS: As aderências peritoneais se equivaleram em ambas as faces da anastomose.O exame macroscópico da linha de sutura mostrou boa regenera o serosa. Na microscopia observava-se permanência de fen menos inflamatórios agudos em ambas as suturas. O realinhamento, a reestrutura o e a regenera o das camadas foram adequadas em todo o perímetro da anastomose. Na morfometria, os polimorfonucleares, os macrófagos, os fibroblastos e as fibras colágenas se equivaleram nas duas metades comparadas da anastomose. CONCLUS O: A repara o do tubo digestivo na regi o anastomótica em plano único total pela técnica de Gambee se faz de forma similar, quer tenham sido utilizados pontos de sutura especiais de Gambee ou pontos totais simples. Dessa forma, é indiferente a utiliza o de um ou de outro tipo de sutura aqui estudado, dependendo exclusivamente da preferência do cirurgi o.
Efeito do choque hipovolêmico na anastomose do intestino delgado de ratos
BRITO Marcus Vinicius Henriques,KOH Ivan Hong Jun,LAMAR?O Luciana Garcia,DAMOUS Sérgio Henrique Bastos
Arquivos de Gastroenterologia , 2001,
Abstract: Racional - O choque hipovolêmico está incluído entre os fatores de risco para anastomoses intestinais, entretanto, sua a o sobre anastomoses do intestino delgado tem sido pouco estudada e, quando abordado, é avaliado como parametro de compara o com a cicatriza o de cólons e n o como alvo central das investiga es. Objetivo - Estudar o efeito do choque hipovolêmico na anastomose do intestino delgado de ratos. Método - Foram utilizados 90 ratos machos adultos, distribuídos em cinco grupos: padr o, choque, anastomose, choque mais anastomose e choque mais anastomose mais reposi o. O choque hipovolêmico foi obtido pela sangria de 30% da volemia do animal. Realizou-se anastomose término-terminal em plano único extra-mucoso, à média distancia, entre o duodeno e a válvula ileocecal. A reposi o volêmica no grupo choque, mais anastomose mais reposi o foi realizada com o sangue autólogo. Resultados e Conclus o - Do ponto de vista histológico, o choque hipovolêmico provocou altera es progressivas na regi o da anastomose intestinal, quanto à les o da túnica mucosa e o aumento na deposi o de fibras colágenas na tela submucosa, com a evolu o do período pós-operatório. Quanto à press o de ruptura promoveu, em rela o aos grupos controle, tendência a diminui o da resistência da parede intestinal e da anastomose intestinal com a evolu o do período pós-operatório.
Anastomoses arteriais: passado, presente e futuro
Kallás Ibrahim Elias,Kallás Alexandre Carvalho,Kallás Elias
Acta Cirurgica Brasileira , 1999,
Abstract: As anastomoses vasculares representam importante conquista da cirurgia moderna possibilitando a restaura o vascular, as revasculariza es e os transplantes. No presente artigo, os autores fazem uma retrospectiva histórica das principais contribui es e conquistas paralelas, no campo da medicina, que possibilitaram este avan o. Finalmente destacam alguns aspectos que ainda aguardam solu o.
Influência da vitamina C e da hidrocortisona sobre a tens o anastomótica jejunal em ratos
Petroianu Andy,Souza Soraya Diniz e,Martins Silmar Grey,Alberti Luiz Ronaldo
Acta Cirurgica Brasileira , 2000,
Abstract: O efeito da vitamina C e da hidrocortisona sobre os processos cicatriciais anastomóticos apresenta resultados conflitantes na literatura. Dessa forma, o presente trabalho teve o objetivo de comparar a resistência cicatricial de anastomoses jejunais em ratos, submetidos à administra o de vitamina C e de hidrocortisona, em distintos períodos pós-operatórios. Foram estudados 40 ratos Wistar, submetidos a sec o e subseqüente anastomose término-terminal de segmento jejunal, a 10 cm da flexura duodenojejunal. Os animais foram divididos em quatro grupos (n=10): Grupo I - controle; Grupo II - administra o de vitamina C oral 100 mg/kg; Grupo III - administra o de hidrocortisona intraperitoneal 10 mg/kg; Grupo IV - administra o de vitamina C mais hidrocortisona nas doses e vias de administra o acima. Avaliaram-se as press es de ruptura anastomótica nos 5 o e 21o dias pós-operatórios. Os ratos que receberam vitamina C isolada ou associada a hidrocortisona tenderam a uma press o de ruptura maior do que os demais grupos, tanto no 5o quanto no 21o dias pós-operatórios. Os resultados deste trabalho sugerem que a vitamina C contribui para aumentar a resistência das anastomoses jejunais dos ratos durante os primeiros 5 dias pós-operatórios. A resistência das anastomoses jejunais murinas foi pouco influenciada pela administra o de corticóide intraperitoneal.
Resultados a médio prazo da anastomose de Glenn bidirecional
GONTIJO FILHO Bayard,FANTINI Fernando Ant?nio,LOPES Roberto Max,MARTINS Cristiane
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1999,
Abstract: Objetivos: Analisar a evolu o pós-operatória dos pacientes submetidos à anastomose de Glenn bidirecional (AGB) no período de out/90 a dez/97. Casuística e Métodos: Foram submetidos à AGB, 49 pacientes com idades entre 7 meses e 25 anos (m = 4,0 ± 4,8 anos) com predomínio do sexo masculino (57,1%). Atresia tricúspide (53,1%) e ventrículo único (36,7%) foram as má forma es mais freqüentes. Procedimentos paliativos prévios foram realizados em 25 (51%) pacientes sendo uma ou mais anastomoses sistêmico-pulmonares (ASP) em 23 e bandagem do tronco pulmonar (TP) em 2. A press o média da artéria pulmonar variou de 6 a 33 mmHg (m = 13,1 ± 4,8). Circula o extracorpórea foi usada em todos casos, 24 (49%) dos quais com hipotermia profunda e parada circulatória. As ASP foram ligadas; o fluxo pela valva pulmonar foi mantido em 21 (42,9%) pacientes com o objetivo de gerar pulsatilidade no circuito pulmonar. Três pacientes com hipoplasia do ventrículo direito (VD) receberam corre o biventricular associada à AGB. Estenoses importantes do TP estavam presentes em 8 pacientes e necessitaram corre o concomitante. Outros procedimentos cirúrgicos foram realizados em 8 pacientes. Resultados: A mortalidade pós-operatória foi de 8,16% sendo causada por insatura o persistente (1), AVC (1), baixo débito com hipertens o pulmonar (1) e sepse (1). Idade abaixo de 2 anos foi o único fator pré-operatório que demonstrou tendência estatística influenciando na mortalidade hospitalar (p = 0,08). Outras complica es significativas ocorreram em 5 pacientes com boa recupera o, 45 pacientes foram seguidos por um período médio de 3,2 ± 1,4 anos (4 meses - 7 anos). A evolu o pós-operatória foi satisfatória em 27 (60%) dos sobreviventes. Duas crian as foram reoperadas precocemente, uma para realiza o de ASP por insatura o tendo apresentado boa evolu o e outra na tentativa de "take-down" faleceu. Houve 1 óbito tardio devido a tromboembolismo sistêmico repetido. Evolu o insatisfatória foi observada em 16 pacientes, manifestada por piora progressiva da satura o arterial ou da capacidade física. Destes, 12 foram convertidos à anastomose cavopulmonar total (ACT) em um período que variou de 1 a 6 anos (m = 3,5 ± 0,6). Houve neste grupo 2 óbitos imediatos e 1 óbito tardio e os demais apresentam boa evolu o. Dois pacientes aguardam convers o à ACT enquanto outros 2 n o apresentam condi es para convers o à ACT devido à exclus o da artéria pulmonar esquerda. Considerando os pacientes reoperados, bom resultado clínico foi obtido em 73,4% do grupo inicial.
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