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Características dos acidentes de transito e das vítimas atendidas em servi o pré-hospitalar em cidade do Sul do Brasil, 1997/2000
Bastos Yara Gerber Lima,Andrade Selma Maffei de,Soares Darli Ant?nio
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: Os acidentes de transito e os traumas deles resultantes constituem um importante problema social e de saúde pública. O objetivo deste trabalho foi o de analisar as características dos acidentes e das vítimas atendidas pelo único servi o de aten o pré-hospitalar de Londrina, Paraná, Brasil, o Servi o Integrado de Atendimento ao Trauma e às Emergências (SIATE), de 1997 a 2000. Foram estudadas 14.474 vítimas registradas no banco de dados do SIATE. Em todos os anos de estudo, mais de 70,0% das vítimas eram do sexo masculino e tinham de 10 a 39 anos; os motociclistas foram o principal tipo de vítima em todos os anos, com valores superiores a 40,0%. A maioria acidentou-se no mês de dezembro, nos finais de semana, principalmente no sábado, e durante a noite. Esses resultados corroboram os observados em outros estudos, evidenciando a necessidade de implementa o de medidas preventivas direcionadas à popula o jovem e masculina, especialmente a composta por motociclistas.
Asma aguda em adultos na sala de emergência: o manejo clínico na primeira hora
DALCIN PAULO DE TARSO ROTH,MEDEIROS ALAN CASTOLDI,SIQUEIRA MARCELO KURZ,MALLMANN FELIPE
Jornal de Pneumologia , 2000,
Abstract: Asma é doen a com alta prevalência em nosso meio e ao redor do mundo. Embora novas op es terapêuticas tenham sido recentemente desenvolvidas, parece haver aumento mundial na sua morbidade e mortalidade. Em muitas institui es, as exacerba es asmáticas ainda constituem emergência médica muito comum. As evidências têm demonstrado que a primeira hora no manejo da asma aguda na sala de emergência concentra decis es cruciais que podem determinar o desfecho desta situa o clínica. Nesta revis o n o-sistemática, os autores enfocaram a primeira hora da avalia o e tratamento do paciente com asma aguda na sala de emergência, descrevendo uma estratégia apropriada para o seu manejo. S o consideradas as seguintes etapas: diagnóstico, avalia o da gravidade, tratamento farmacológico, avalia o das complica es e decis o sobre onde se realizará o tratamento adicional. Espera-se que estas recomenda es contribuam para que o médico clínico tome a decis o apropriada na primeira hora do manejo da asma aguda.
Aspectos históricos da implanta o de um servi o de atendimento pré-hospitalar
Elisangelo Aparecido Costa da Silva,Anaclara Ferreira Veiga Tipple,Joaquim Tomé de Souza,Virginia Visconde Brasil
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: O servi o de atendimento pré-hospitalar (APH) desempenha importante papel na saúde pública, uma vez que as doen ascardiovasculares e os eventos relacionados às causas externas como situa es emergenciais s o observadas cada vez maisna popula o em geral. A reuni o de informa es históricas permite ao leitor se inteirar rapidamente de como ocorreu acria o e estrutura o dos servi os de atendimento pré-hospitalar. Os objetivos foram descrever os aspectos históricos daestrutura o do servi o de atendimento pré-hospitalar e sua implanta o e evolu o no estado de Goiás. Trata-se de umaatualiza o que procura resgatar dados históricos relacionados ao APH em Goiás. Observa-se que, no Brasil, a forma o dasequipes de profissionais e a forma da abordagem no atendimento às vítimas foram baseadas nos modelos americano efrancês de APH. S o políticas públicas de saúde ligadas à aten o às urgências ainda novas e caminham para oaprimoramento. Como profissionais da área da saúde e/ou do APH, somos co-responsáveis pelo alcance do objetivoprimordial que é a excelência no atendimento.
O custo do atendimento emergencial às vítimas de violências em dois hospitais do Rio de Janeiro
Deslandes Suely Ferreira,Silva Cosme Marcelo Furtado Passos da,Ugá Maria Alicia Dominguez
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: O presente trabalho analisa os custos de um mês da assistência de emergência aos diferentes tipos de violências atendidos em dois hospitais municipais do Rio de Janeiro. Este estudo pesquisou: 1) o custo total de cada hospital com o atendimento a cada tipo de violência; 2) o custo médio do atendimento por tipo de violência; 3) o custo dos atendimentos por seus distintos componentes (materiais e medicamentos, cirurgias, procedimentos padronizados, exames, recursos humanos e alimenta o). O estudo se apoiou em levantamento minucioso in loco de todos os servi os e bens utilizados no atendimento aos 1.053 pacientes da amostra selecionada (498 no Hospital Miguel Couto - HMMC, e 555 no Hospital Salgado Filho - HMSF). Os acidentes relacionados ao transito absorveram 74,3% dos custos da amostra analisada no HMMC e 48,4% dos custos relativos à amostra do HMSF. As agress es no HMSF, geraram 49,8% do custo da violência, ao passo que no HMMC o percentual foi de 24,9%. O custo médio do tratamento de vítimas dos atropelamentos oscilou entre R$77,76 (HMSF) e R$237,77 (HMMC); os custos médios do atendimento às vítimas de agress es variaram entre R$107,35 (HMSF) e R$84,19 (HMMC). A conclus o buscou encaminhar algumas sugest es na perspectiva de refor ar a necessidade de uma agenda na área de saúde pública para o enfrentamento e preven o da violência.
Caracteriza o dos casos de violência doméstica contra a mulher atendidos em dois hospitais públicos do Rio de Janeiro
Deslandes Suely F.,Gomes Romeu,Silva Cosme Marcelo Furtado Passos da
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: O artigo objetiva: (a) analisar a distribui o dos casos de violência doméstica contra a mulher (adolescente e adulta) em rela o ao atendimento emergencial por causas externas; (b) caracterizar as vítimas e o atendimento prestado; (c) analisar as circunstancias em que ocorreram esses eventos. Procurou-se articular as abordagens quantitativas e qualitativas. O estudo foi desenvolvido em dois hospitais públicos de referência situados no Município do Rio de Janeiro. Das 72 mulheres atendidas, a maioria referiu como agressor o esposo/companheiro/namorado (69,4%) e sofreu agress es por espancamento (70,4%), sobretudo na regi o de face e cabe a. Conclui-se que o atendimento emergencial deve prestar uma aten o clínica e cirúrgica de qualidade, mas também ser capaz de desencadear a es preventivas.
Análise de Burnout em profissionais de uma unidade de emergência de um hospital geral
Renata Schwanke Ritter,Eniva Miladi Fernandes Stumm,Rosane Maria Kircher
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: A Unidade de Emergência é um ambiente no qual situa es de ansiedade, press o e estresse, s o comuns. A pesquisaobjetiva analisar as variáveis da Síndrome de Burnout em profissionais de enfermagem e médicos que atuam na Unidade deEmergência de um hospital geral. é descritiva, quantitativa, desenvolvida em um hospital do noroeste/RS, em 2007, com 38profissionais. Os instrumentos de coleta de dados foram MBI e dados sociodemográficos. Para o tratamento estatísticoutilizou-se SPSS e estatística descritiva. O perfil é 57,9% feminino, 25-30 anos de idade, 60,5% casado e com filhos, 70,3%ensino médio, 2,7% gradua o e 27,0% especializa o. 34,2% atuam há 3,5 anos na profiss o, 55,3% 3,5 anos naEmergência e 56,8% dedicam-se exclusivamente ao trabalho neste local. Quanto às dimens es da síndrome, escores baixospara Desgaste Emocional e Despersonaliza o e alto para Incompetência (escore reverso). Na equipe médica as médias deDesgaste Emocional e Despersonaliza o s o maiores do que na de enfermagem e a Incompetência, similaridade em ambas.Variáveis relacionadas ao Contexto do Trabalho apresentaram escores elevados nas duas categorias, a equipe médica obtevemédias mais altas. A produ o de maior conhecimento sobre a temática pode contribuir no cotidiano destes profissionais einstigar pesquisadores à continuidade de estudos.
Suporte avan ado à vida: atendimento a vítimas de acidentes de transito
Malvestio Marisa Aparecida Amaro,Sousa Regina Márcia Cardoso de
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract:
Satisfa o profissional da equipe de enfermagem do SAMU/Natal
Renata Moreira Campos,Glaucea Maciel de Farias,Cristiane da Silva Ramos
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: Estudo exploratório descritivo, prospectivo, quantitativo, realizado no SAMU/Natal, para identificar o nível de satisfa oprofissional da equipe de enfermagem e verificar o grau de importancia atribuída a cada um dos componentes da satisfa oprofissional: autonomia, intera o, “status” profissional, requisitos do trabalho, normas organizacionais e remunera o. Apopula o foi de 60 profissionais, com dados coletados de janeiro a fevereiro de 2005. Utilizamos o ISP. Predominou o sexofeminino (54,9%); idade entre 36 a 45 anos (60,8%); casada (58,8%), 82,4% possuem filhos entre 05 e 09 anos (30,8%);78,4% eram técnicos e 21,6% enfermeiros, formados entre 11 a 15 anos (27,5%); 81,8% dos enfermeiros têmespecializa o; 29,4% trabalha de 11 a 15 anos na urgência; 58,8% trabalha a mais de 02 anos no SAMU; 72,6% temhorário fixo, 41,2% diurno e 53% noturno; 84% escolheu trabalhar neste servi o; destes 76,3% realizam cuidadosdiretos;96,1% gostam e est o satisfeitos. Dos enfermeiros 90,9% recebem de 05 a 10 salários mínimos e 70% dos técnicosde 02 a 05; atribuiram o componente autonomia o mais importante. O nível atual de satisfa o foi o “status” profissional. Onível real de satisfa o calculado retrata estarem mais satisfeitos com autonomia. O ISP foi 8,6, indicando uma equipe poucosatisfeita.
Atendimentos prestados pelo servi o móvel de urgência em Cuiabá, MT
Sebasti?o Junior Henrique Duarte,Bruno Brand?o de Lucena,Lia Hanna Martins Morita
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract: Este estudo teve como objetivo caracterizar os atendimentos prestados pelo Servi o de Atendimento Móvel de Urgência do município de Cuiabá - MT, nos seis primeiros meses de funcionamento. Estudo descritivo, baseado em análise documental do sistema de informa o do SAMU de Cuiabá, realizado de fevereiro a junho de 2009. Foram descritos 1893 atendimentos, sendo 1293 devidos a causas traumáticas e 578 a causas clínicas. Dos atendimentos devidos a causas clínicas, 51,2% foram prestados a mulheres; dentre aqueles com causas traumáticas, 70,9% ocorreram em homens. A faixa etária com maior número de atendimentos foi de 21 a 30 anos. O período vespertino totalizou 23,8% das ocorrências e a regi o oeste do município teve a maior concentra o em número de atendimentos. Os hospitais atenderam 61,2% das ocorrências. Os resultados revelaram que a equipe multiprofissional atuante no SAMU contribui significativamente na integralidade do cuidado ao ser humano.
Organiza o de servi os de emergência hospitalar: uma revis o integrativa de pesquisas
Ana Lídia de Castro Sajioro Azevedo,Ana Paula Pereira,Carolina Lemos,M?nica Franco Coelho
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: A organiza o de servi os de urgência/emergência propicia elementos para assistência qualificada integral e contínua aos usuários. Trata-se de revis o integrativa de literatura com objetivo de sintetizar produ o científica latino americana sobre organiza o dos servi os de urgência/emergência hospitalar no período de 1988 a mar o de 2010. Os dados foram coletados em base eletr nica (LILACS) e registrados em instrumento específico. A amostra totalizou 41 publica es. Os artigos foram agrupados por similaridade de conteúdo: aspectos estruturais do sistema de saúde, 12 artigos (29,3%), aspectos estruturais hospitalares, 10 artigos (24,4%) e qualidade da assistência, 19 artigos (46,3%). O crescimento do número de acidentes, violência urbana e insuficiente estrutura o da rede de servi os de saúde s o fatores que têm contribuído decisivamente para a sobrecarga dos servi os de urgência/emergência. O conhecimento desta realidade é de importancia fundamental, no sentido de valorizar as necessidades de reestrutura o do atual sistema de saúde, na perspectiva de consolida o dos princípios do SUS.
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