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Desafios na constru o de um modelo para análise comparada da organiza o de servi os de saúde
Hortale Virginia Alonso,Conill Eleonor Minho,Pedroza Manoela
Cadernos de Saúde Pública , 1999,
Abstract: O artigo apresenta os diferentes modelos propostos para descrever os determinantes de saúde, os servi os de saúde ou o sistema de saúde em geral. Aponta como promissor o modelo desenvolvido por Contandriopoulos, que prop e a separa o entre circuito de estado de saúde e circuito de aten o à saúde. Coloca-se na perspectiva de contribuir, no campo da análise comparada, com um novo aporte teórico, metodológico e avaliativo, explicitando a existência de problemas e encruzilhadas na tarefa de construir e operacionalizar um novo modelo. S o introduzidas as categorias descentraliza o e acesso, sugerindo-se que possam comp -lo.
O processo de distritaliza o e a utiliza o de servi os de saúde - avalia o do caso de Pau da Lima, Salvador, Bahia, Brasil
Silva Lígia Maria V. da,Formigli Vera Lúcia A.,Cerqueira Macius P.,Kruchevsky Leonardo
Cadernos de Saúde Pública , 1995,
Abstract: Foi realizado estudo transversal de utiliza o de servi os de saúde no Distrito Sanitário de Pau da Lima, Salvador, Bahia, Brasil, em 1992, a partir de inquérito domiciliar com recurso à técnica de amostragem por conglomerados. Entre as 1887 pessoas moradoras dos 384 domicílios visitados, 236 haviam utilizado servi os de saúde nos últimos 30 dias, correspondendo à taxa global de utiliza o de 12,5%. Os servi os públicos do distrito foram responsáveis por 25,9% do total dos atendimentos, tendo ocorrido maior utiliza o na faixa etária entre 15 e 29 anos (29,8%) e no sexo feminino (73,7%). A escolha do tipo de servi os foi influenciada principalmente por raz es relacionadas com a acessibilidade (63,7%). A procura dos servi os decorreu sobretudo de motivos relacionados com a ocorrência de doen a e com a busca de servi os curativos (75,7%). Esses achados revelam incipiência no processo de distritaliza o, expresso tanto em insuficiências quantitativas relacionadas com a cobertura assistencial e a oferta de servi os, quanto em problemas organizacionais que fazem com que a produ o ainda n o utilize preferencialmente os servi os do Distrito. Os autores discutem esses resultados no atual contexto de expans o do setor privado e de colapso de financiamento setorial.
Acessibilidade aos servi os de saúde: estudo sobre o tema no enfoque da Saúde da Família no município de Pedreira – SP
Adriano Peres Lora
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc3(11)342
Abstract: O estudo das quest es referentes à acessibilidade é de vital importancia para a garantia da Universalidade da aten o. Uma maneira de se estudar as condi es de acessibilidade aos servi os é utilizando a metodologia da Territorializa o em Saúde. A melhoria das condi es de acesso aos servi os deve ser permeada pelo aumento do coeficiente de vínculo entre o profissional e a comunidade assistida. A Saúde da Família trabalha com ferramentas que aproximam estes dois lados, fortalecendo o vínculo e, portanto, facilitando o acesso. Trabalhamos com a hipótese de que o acesso e acessibilidade aos servi os de saúde s o mais bem avaliados, sob o olhar do usuário, em servi os que adotam a Estratégia de Saúde da Família como modelo de atua o. O objetivo principal desta pesquisa qualitativa em saúde é comparar as informa es referentes ao acesso e acessibilidade aos servi os de saúde. Foram realizados dois encontros de.Grupo Focal. em popula o adscrita por Saúde da Família e em popula o n o adscrita. O material resultante mostrou que a popula o onde está implantada a Saúde da Família tem uma vincula o com o servi o, sente-se segura com a presen a dos Agentes Comunitários nas ruas, conhece o trabalho desenvolvido e mostra uma sensa o de pertencimento às a es desenvolvidas, melhorando as condi es de acessibilidade.
Evolu ao histórica e impacto da tecnologia na área da saúde e da enfermagem
Daniela Couto Carvalho Barra,Eliane Regina Pereira do Nascimento,Josiane de Jesus Martins,Gelson Luiz Albuquerque
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2006,
Abstract: Este estudo é de caráter exploratório e descritivo. Trata-se de pesquisa bibliográfica realizada com base na análise e interpreta o de artigos, disserta es e teses produzidas entre 1994 a 2004. Investigamos as contribui es de pesquisadores que focalizaram a evolu o histórica da tecnologia na área da saúde e da Enfermagem. De um total de 39 artigos, 03 disserta es e 02 teses selecionados, construímos para análise duas categorias: Evolu o tecnológica na área da saúde: tecnologia dura e; Evolu o tecnológica na Enfermagem: tecnologia leve-dura e leve. Este estudo permitiu-nos afirmar que é necessária uma postura crítica e reflexiva sobre a utiliza o da tecnologia, buscando uma adequa o às necessidades do paciente como um todo e que, independente do uso da alta tecnologia, cabe ao enfermeiro manter esta presen a humanizada junto aos doentes.
Utiliza??o dos servi?os de saúde no Brasil: gênero, características familiares e condi??o social
Travassos,Cláudia; Viacava,Francisco; Pinheiro,Rejane; Brito,Alexandre;
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002, DOI: 10.1590/S1020-49892002000500011
Abstract: objective. to investigate the pattern of utilization of health care services by men and by women in brazil. methods. we used data from the brazilian national household sample survey (pesquisa nacional por amostra de domicílios) carried out in 1998. logistic regression models were developed to analyze information concerning men and women who had and who did not have restrictions in their routine activities due to health problems during the 15 days before the survey. the individual variables considered were: labor market position (type of employment), amount of schooling completed, and race. also analyzed were family-related variables: per capita family income, size of the family, and, for the head of the family, the amount of schooling and labor market position. the two-level models (with family and individual variables) showed an effect from family characteristics, but the variables analyzed did not explain that effect. results. women used health services more often than did men, even after controlling for restrictions in routine activities due to health reasons. the use of health services by men and women was dependent on family income and on the social status of the individual, indicating a pattern of social inequality. in both the group with restrictions in their activities and in the group without such restrictions, the men and women differed from each other in their utilization of health care services. family variables were more important in explaining the utilization of health services among people without restrictions in their activities. conclusions. policies aimed at reducing inequalities in access to health care services must take into consideration the differences between women and men as well as the importance of family characteristics. it is also important to stress the need to include the dimensions of gender and family in the design of health service utilization models.
Utiliza o dos servi os de saúde no Brasil: gênero, características familiares e condi o social
Travassos Cláudia,Viacava Francisco,Pinheiro Rejane,Brito Alexandre
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002,
Abstract: Objetivo. Investigar o perfil de utiliza o de servi os de saúde por homens e mulheres no Brasil. Métodos. Utilizaram-se os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios realizada em 1998. Foram desenvolvidos modelos de regress o logística para analisar as informa es relativas a homens e mulheres com e sem restri o de atividades por motivos de saúde nos 15 dias que antecederam a pesquisa. As variáveis individuais foram: posi o no mercado de trabalho, escolaridade e ra a. Também foram analisadas variáveis relativas à família: renda familiar per capita, tamanho da família e escolaridade e posi o do chefe da família no mercado de trabalho. Nos modelos em dois níveis (variáveis individuais e familiares) evidenciou-se um efeito de família que, entretanto, n o foi captado pelas variáveis analisadas. Resultados. As mulheres utilizaram mais os servi os de saúde, mesmo quando controlado o efeito da restri o de atividades por motivo de saúde. O uso de servi os de saúde por homens e mulheres dependeu do poder aquisitivo das famílias e das características sociais do próprio indivíduo, definindo um perfil de desigualdades sociais. Observaram-se diferen as no perfil de desigualdade nos gêneros entre pessoas que referiram e n o referiram restri o de atividades. As variáveis familiares tiveram maior importancia na explica o do consumo de servi os por pessoas sem restri o de atividade. Conclus es. A formula o de políticas voltadas para a redu o das desigualdades no consumo de servi os de saúde deve considerar as diferen as entre mulheres e homens, além da importancia das características familiares. Ressalta-se a necessidade de incluir as dimens es gênero e família na especifica o dos modelos de uso de servi os de saúde.
Distribui??o de recursos de saúde no Estado de Santa Catarina, Brasil: um subsídio para discuss?es sobre o financiamento em saúde
Freitas,Sérgio Fernando Torres de; Kupek,Emil; Perraro,Mayra Chiaradia;
Revista Panamericana de Salud Pública , 2001, DOI: 10.1590/S1020-49892001000800004
Abstract: objective. to describe the health situation in municipalities in the state of santa catarina, brazil, in 1996, and to investigate how that correlated with federal health spending in 1997. methods. multiple regression analysis was used to investigate the association between federal health care funding and proportional mortality, supply of health services (hospitals and outpatient clinics), and the municipality's population (number of inhabitants). also investigated was the association between mortality from broad groups of causes and socioeconomic structure, supply of health services, and the municipality's population. results. the multiple regression analysis showed an association between proportional mortality due to: 1) infectious diseases and: infant mortality, number of non-doctor medical professionals per 10 000 inhabitants, and number of physicians per 10 000 inhabitants (negative association); 2) chronic degenerative diseases and: percentage of individuals 60 years and older, infant mortality (negative association), and number of non-doctor medical professionals per 10 000 inhabitants (negative association); and 3) external causes of death and: the municipality's population, number of hospitals per 10 000 inhabitants (negative association), and percentage of children younger than 1 year. health spending per inhabitant in 1997 was mainly associated with the municipality's population, number of outpatient clinics per 10 000 inhabitants, swaroop and uemura mortality rate, and deaths due to chronic degenerative diseases in 1996. conclusions. municipalities with a better morbidity and mortality profile and a better health services structure received more federal health care resources. to improve this situation, special strategies should be considered in order to ensure additional resources for municipalities that have poorer health indicators.
Práticas terapêuticas na rede informal com ênfase na saúde mental: histórias de cuidadoras
Alynne Mendon?a Saraiva,Maria de Oliveira Ferreira Filha,Maria Djair Dias
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: O crescimento de práticas terapêuticas n o alopáticas em saúde mental é uma forma diferenciada de cuidar dos que sofrem de transtorno psíquico, já que os servi os oficiais de saúde ainda n o s o suficientes para garantir um atendimento adequado nessa área. Nesse estudo, objetivamos conhecer as histórias das cuidadoras da rede informal de saúde que usam práticas n o alopáticas no cuidado com a saúde mental. Utilizamos, para isso, o método de história oral temática. Foram entrevistadas nove cuidadoras que trabalham no Centro Holístico da Mulher – AFYA, no município de Jo o Pessoa – PB, no período de maio a agosto de 2007. Dentre os principais resultados, observamos que algumas das cuidadoras se aproximaram dessas práticas devido a sofrimentos vivenciados e à necessidade de aprendizado e socializa o. De acordo com elas, a maioria das pessoas busca essas práticas terapêuticas quando n o encontram respostas satisfatórias no sistema de saúde formal. As cuidadoras perceberam mudan as no estado de saúde daqueles que utilizaram as práticas, relatando que, através do resgate da auto-estima, essas pessoas reconstruíram suas identidades. Esclarecemos que as práticas n o alopáticas n o s o uma alternativa ao modelo biomédico, já que possuem próprios métodos de diagnósticos e tratamentos, mas podem sim estar num eixo de complementariedade.
O enfermeiro e as a es de saúde mental nas unidades básicas de saúde
Camila Cardoso Caixeta,Vania Moreno
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: O sofrimento mental está presente em todas as situa es que envolvem o processo de adoecer. A prevalência dos transtornos mentais comuns eleva a demanda dos servi os de saúde, portanto, deve-se valorizar essa dimens o como indicador de saúde em qualquer nível de aten o. O objetivo deste estudo foi apreender como os enfermeiros de unidades básicas reconhecem as a es de saúde mental. Estudo qualitativo descritivo/exploratório, realizado em Botucatu-SP, conduzido por meio de entrevistas, entre novembro/dezembro de 2003, junto a cinco enfermeiros, cujo conteúdo gerou duas categorias: O cotidiano das unidades básicas e a saúde mental/ a es de saúde mental realizadas pelos enfermeiros. Os dados mostram que, apesar das situa es vivenciadas na unidade envolverem o acolhimento e a escuta dos usuários em sofrimento psíquico e em exclus o social, n o existe nenhuma a o programática dirigida à clientela. Os usuários s o encaminhados para servi os especializados e os enfermeiros reconhecem apenas como a es de saúde mental o controle da medica o psiquiátrica e as orienta es que realizam esporadicamente, porém apontam para a necessidade de capacita o de toda a equipe para atender esse tipo de clientela. Concluímos que é fundamental para a integralidade da aten o básica o estabelecimento de uma interface com as a es de saúde mental.
Distribui o de recursos de saúde no Estado de Santa Catarina, Brasil: um subsídio para discuss es sobre o financiamento em saúde
Freitas Sérgio Fernando Torres de,Kupek Emil,Perraro Mayra Chiaradia
Revista Panamericana de Salud Pública , 2001,
Abstract: Objetivo. Identificar a situa o de saúde nos municípios de Santa Catarina no ano de 1996 e relacioná-la com gastos efetuados pela esfera federal em saúde em 1997. Métodos. Foram analisadas, mediante regress o múltipla, a associa o entre os recursos federais para aten o à saúde e a mortalidade proporcional, a oferta de servi os de saúde pela rede ambulatorial e hospitalar existente e o tamanho do município; e a associa o entre a mortalidade por grandes grupos de causas e a estrutura socioecon mica, a oferta de servi os de saúde pela rede ambulatorial e hospitalar existente e o tamanho de município. Resultados. A análise de regress o múltipla mostrou associa o entre a mortalidade proporcional por: 1) doen as infecto-contagiosas e a mortalidade infantil, o número de profissionais de saúde n o-médicos por 10 000 habitantes e o número de médicos por 10 000 habitantes (associa o negativa); 2) doen as cr nico-degenerativas e a porcentagem de habitantes com 60 anos ou mais, a mortalidade infantil (associa o negativa) e o número de profissionais de saúde n o-médicos por 10 000 habitantes (associa o negativa); e 3) causas externas e o número de habitantes do município, o número de hospitais por 10 000 habitantes (associa o negativa) e a porcentagem de menores de 1 ano. Os gastos financeiros por habitante em 1997 foram associados principalmente com tamanho do município, número de ambulatórios por 10 000 habitantes, índice de mortalidade de Swaroop e Uemura e mortes por doen as cr nico-degenerativas no ano de 1996. Conclus es. Os municípios com melhor perfil de morbimortalidade e estrutura de servi os de saúde receberam mais recursos financeiros federais para saúde. é importante pensar estratégias especiais para garantir aporte adicional de recursos aos municípios com piores indicadores de saúde, para que se consiga reverter esta situa o.
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