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Produ o de proteína microbiana e estimativas das excre es de derivados de purinas e de uréia em vacas lactantes alimentadas com ra es isoprotéicas contendo diferentes níveis de compostos nitrogenados n o-protéicos
Oliveira Antonia Santos,Valadares Rilene Ferreira Diniz,Valadares Filho Sebastio de Campos,Cecon Paulo Roberto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram objetivos do presente trabalho estimar a produ o de proteína microbiana, utilizando-se a excre o total de derivados de purina (DP); comparar as excre es de DP e uréia obtidas a partir de coletas spot de urina com aquelas observadas em coletas de 24 horas; e avaliar as concentra es de N-uréia no plasma e no leite e as excre es de uréia. Utilizaram-se 16 vacas holandesas em quatro quadrados latinos balanceados 4 x 4, distribuídos de acordo com o período de lacta o. Cada período experimental teve dura o de 21 dias, sendo sete dias de adapta o e 14 dias para as coletas de amostras. As quatro ra es experimentais, isoprotéicas, foram formuladas para conter na base da MS 60% de silagem de milho e 40% de concentrado. Foram utilizados níveis crescentes de uréia no concentrado: 0; 0,7; 1,4; e 2,1%, correspondentes aos níveis de proteína bruta na forma de compostos nitrogenados n o-protéicos (NNP) das ra es de 2,22; 4,18; 5,96; e 8,09%, respectivamente. O volume urinário foi estimado utilizando amostras de urina obtidas quatro horas após a alimenta o (spot), dividindo-se a excre o diária média de creatinina pela concentra o de creatinina na urina spot. O volume urinário e as excre es de DP e de uréia, estimados por meio da urina spot, n o diferiram daqueles obtidos pela coleta de urina por 24 horas. As produ es de N-microbiano estimadas e obtidas apresentaram valores máximos de 198,05 e 196,96 g/dia, nos níveis de compostos nitrogenados n o-protéicos de 5,33 e 4,44%, respectivamente. A concentra o de alantoína no leite decresceu linearmente com o aumento dos níveis de NNP na dieta e representou 4,5% da excre o total de DP. A excre o de creatinina n o foi afetada pelos níveis de NNP na dieta (23,41 mg/kg PV), enquanto as excre es estimada e obtida de uréia, as concentra es de uréia e N-uréia no plasma e no leite aumentaram linearmente com os níveis de NNP na ra o. Concentra es plasmáticas e no leite de N-uréia de 19 a 20 mg% e 24 a 25 mg%, respectivamente, representariam valores limites a partir dos quais ocorreriam perdas de compostos nitrogenados.
Consumo, digestibilidade aparente, produ o e composi o do leite em vacas alimentadas com quatro níveis de compostos nitrogenados n o-protéicos
Oliveira Antonia Santos,Valadares Rilene Ferreira Diniz,Valadares Filho Sebastio de Campos,Cecon Paulo Roberto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram objetivos desta pesquisa determinar o tempo necessário para a adapta o dos animais às ra es e medi o do consumo e da produ o de leite e avaliar o efeito de quatros níveis de proteína bruta na forma de compostos nitrogenados n o-protéicos (NNP) (2,22; 4,18; 5,96 e 8,09%) sobre a produ o e composi o do leite, os consumos e as digestibilidades aparentes de matéria seca (MS), matéria organica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), extrato etéreo (EE), carboidratos totais (CHOT) e proteína bruta (PB), assim como o consumo de nutrientes digestíveis totais (NDT). Utilizaram-se 16 vacas holandesas em quatro quadrados latinos balanceados 4 x 4, distribuídos de acordo com o período de lacta o. As quatro ra es experimentais foram formuladas para conter, na base da matéria seca, 60% de silagem de milho e 40% de concentrado. Foram utilizados níveis crescentes de uréia no concentrado (0; 0,7; 1,4; e 2,1%) para os tratamentos 1, 2, 3 e 4, respectivamente. Todas as dietas foram isoprotéicas, aproximadamente 14% PB. Os níveis crescentes de NNP na dieta resultaram em consumo reduzido de MS, MO, PB, CHOT e NDT e aumento linear do de EE. Já os consumos de FDN, expressos em kg/dia e %PV, apresentaram comportamento quadrático, observando-se valores máximos de 6,99 kg e 1,56%PV, com 4,54 e 4,26% de NNP, respectivamente. As digestibilidades aparentes totais de MS, MO, FDN, EE, PB e CHOT n o foram influenciadas pelos níveis de NNP na dieta, sendo observadas médias de 69,45; 70,71; 67,26; 88,34; 70,57; e 70,91%, respectivamente. A produ o de leite corrigida, ou n o, para 3,5% de gordura, as quantidades de gordura e proteína e os teores de proteína do leite diminuíram linearmente, enquanto os teores gordura e a eficiência alimentar, expressa em kg de leite/ kg MS ingerida, n o foram influenciadas pelos níveis de NNP na dieta.
Estimativa da produ o de proteína microbiana pelos derivados de purinas na urina em novilhos
Rennó Luciana Navajas,Valadares Rilene Ferreira Diniz,Le?o Maria Ignez,Valadares Filho Sebastio de Campos
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O trabalho foi realizado para avaliar a determina o da produ o de proteína microbiana com a utiliza o da excre o urinária de derivados de purinas; comparar a produ o de proteína microbiana por intermédio dos métodos das bases purinas e da excre o urinária de derivados de purinas; determinar a produ o de proteína microbiana em fun o do consumo de matéria seca e da porcentagem de fibra em detergente neutro da ra o; e estabelecer a propor o de alantoína e ácido úrico, em rela o à xantina e hipoxantina na urina. Foram realizados cinco experimentos com animais fistulados no rúmen, abomaso e íleo para estudos simultaneos de consumo, digest es totais e parciais de nutrientes e eficiência de síntese de proteína microbiana. Utilizou-se o delineamento experimental em quadrado latino 5x5, à exce o do experimento IV (4x4). Os dados foram agrupados em todos os experimentos, os que envolveram animais mesti os (I, II e III) e zebuínos (IV e V). Utilizou-se, para todos os dados agrupados, o delineamento inteiramente casualizado, em fun o dos níveis de concentrado da dieta. Da urina total coletada em 24 horas, foram analisados os derivados de purinas (alantoína, ácido úrico, xantina e hipoxantina) para determinar a produ o microbiana. Para todos os experimentos agrupados, as excre es de derivados de purinas urinários, representadas pela alantoína e pelas purinas totais, apresentaram comportamento quadrático em fun o dos níveis de concentrado da ra o, acompanhando o comportamento do fluxo de compostos nitrogenados microbianos (N mic) estimado pelos derivados de purinas na urina, usando a rela o N purina:N total de 0,116, e o estimado pelas bases purinas no abomaso, encontrando-se valores máximos de 72,07 e 86,08 g N mic/dia, para níveis de 62,91 e 63,60% de concentrado, respectivamente. A rela o alantoína e ácido úrico:purinas totais foi de, aproximadamente, 98%, indicando que a concentra o de xantina e hipoxantina seria, em torno, de 2%.
Concentra o plasmática de uréia e excre es de uréia e creatinina em novilhos
Rennó Luciana Navajas,Valadares Rilene Ferreira Diniz,Valadares Filho Sebastio de Campos,Le?o Maria Ignez
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O trabalho foi conduzido com os objetivos de determinar a concentra o plasmática de N-uréia (NUP), a excre o fracional de uréia (EFU) e as excre es de uréia (EU) e creatinina (EC), para várias condi es experimentais; estabelecer a rela o entre NUP, excre o fracional de uréia e excre o de uréia com a porcentagem de proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN) da dieta; e avaliar as perdas urinárias endógenas, por meio da determina o da excre o de creatinina. Nos experimentos I e II, foram utilizadas ra es constituídas de 25,0; 37,5; 50,0; 62,5; e 75,0% de concentrado formuladas para apresentarem níveis variados de proteína de acordo com a energia da dieta e níveis semelhantes de proteína (12% de PB), respectivamente. No experimento III, o nível de concentrado foi fixo (40%), sendo variável a idade de corte da gramínea. No experimento IV, as ra es foram constituídas de 20,0; 32,5; 45,0; 57,5; e 70,0% de concentrado com, aproximadamente, 12% de PB. Utilizou-se o delineamento experimental em quadrado latino 5 x 5 para todos os experimentos, com exce o do III (4x4). Da urina total coletada em 24 horas, foram determinadas as excre es de uréia e creatinina. Para os experimentos I e III, a concentra o de NUP variou linearmente com a porcentagem de PB e FDN da dieta; a excre o fracional de uréia e a excre o de uréia também variaram da mesma forma para todos os experimentos. A excre o de uréia aumentou linearmente com a concentra o de NUP. A excre o de creatinina n o foi influenciada pelo teor de PB dietético e foi proporcional ao peso corporal para todos os experimentos, com valor médio diário de 27,36 mg/kg PV, podendo ser usada para estimar as perdas endógenas de compostos nitrogenados.
INTAKE, DIGESTIBILITY AND PERFORMANCE OF BEEF CATTLE RECEIVING DIETS CONTAINING UREA IN DIFFERENT PROPORTIONS CONSUMO E DIGESTIBILIDADE DOS NUTRIENTES E DESEMPENHO DE BOVINOS DE CORTE RECEBENDO DIETAS COM DIFERENTES NíVEIS DE URéIA
Odilon Gomes Pereira,Viviane Glaucia de Souza,Sebastio de Campos Valadares Filho,Dalton Henrique Pereira
Ciência Animal Brasileira , 2008,
Abstract: Intake, apparent digestibility of nutrients, daily gain, feed conversion and the carcass yield in beef cattle receiving diets containing 0; 0.5; 1.0 e 1.5% of urea in total dry matter were evaluated. Twenty four crossed steers Holstein x Zebu (HxZ), castrated, with initial mean body weight of 290 kg were distributed in a completely randomized design. Sorghum silage was used as roughage adopting relation roughage:concentrate of 70:30 in dry matter basis. In order to determine the fecal excretion, indigestible acid detergent fiber was used as a marker. Intake and digestibility of nutrients were not influenced (P>0.05) by the proportions of urea in the diets. For intake and apparent digestibility of dry matter, mean values of 8.42 kg/day or 2.33% of BW and 64.52% were registered, respectively. Mean daily gain (1.05kg), feed conversion (8.07) and carcass yield (48.72%) were not influenced (P>0.05) by the proportions of urea in the diets. Levels of 1.5% of urea in dry matter of total diet can be used in the preparation of diets for finishing beef cattle (HxZ), without compromising intake and digestibility of nutrients and the animal performance as well. KEY WORDS: Carcass yield, feed conversion, feedlot, sorghum silage. Avaliaram-se o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes, o ganho de peso, a convers o alimentar e o rendimento de carca a em bovinos de corte recebendo dietas contendo 0%; 0,5%; 1,0% e 1,5% de uréia na matéria seca total. Foram utilizados 24 animais mesti os Holandês x Zebu (HxZ), castrados, com peso vivo inicial médio de 290 kg, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado. Utilizou-se a silagem de sorgo como volumoso numa rela o volumoso:concentrado de 70:30, com base na matéria seca. Para determina o da excre o fecal, utilizou-se a fibra em detergente ácido indigestível como indicador. O consumo e a digestibilidade dos nutrientes n o foram influenciados (P>0,05) pelos níveis de uréia na dieta. Para o consumo e a digestibilidade aparente da matéria seca, verificaram-se valores médios de 8,42 kg/dia ou 2,33% do PV e 64,52%, respectivamente. O ganho médio diário (1,05kg), a convers o alimentar (8,07) e o rendimento de carca a (48,72%) também n o foram influenciados (P>0,05) pelos níveis de uréia na dieta. Níveis de até 1,5% de uréia na matéria seca da dieta total podem ser utilizados nas formula es de dietas para termina o de bovinos de corte (HxZ), sem comprometimento do consumo e digestibilidade dos nutrientes, bem como do desempenho animal PALAVRAS-CHAVES: Confinamento, convers o alimentar, rendimento de carca a
Consumo e Digestibilidades Aparentes Totais e Parciais de Nutrientes em Novilhos Alimentados com Dietas Contendo Vários Níveis de Concentrado
ítavo Luís Carlos Vinhas,Valadares Filho Sebastio de Campos,Silva Fabiano Ferreira da,Valadares Rilene Ferreira Diniz
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Objetivou-se estudar o consumo e as digestibilidades totais e parciais de nutrientes em bovinos. Foram utilizados cinco bovinos da ra a Nelore, n o-castrados, com 165 kg, fistulados no rúmen, abomaso e íleo. O delineamento foi em blocos casualizados, com quatro tratamentos e cinco períodos de coleta. Os tratamentos consistiram de quatro níveis de concentrado na dieta (20, 40, 60 e 80%). O volumoso utilizado foi feno de capim-Tifton 85 (Cynodon dactylon (L.) Pers.). Somente os consumos de FDN e FDA apresentaram redu o linear com o aumento do nível de concentrado da dieta. Os consumos de MS e NDT foram em média de 3,45 e 2,24 kg/dia, respectivamente. Os coeficientes de digestibilidade aparente da MS, MO e CHOT aumentaram linearmente, em fun o do nível de concentrado na dieta. Enquanto as digestibilidades aparentes da PB e EE apresentaram média de 59,50 e 70,81%, respectivamente. Houve redu o linear nos coeficientes de digestibilidade da FDN e FDA. O nível de concentrado n o afetou a digest o ruminal da PB e EE, cujas médias foram 4,80 e 1,41%, respectivamente. A digestibilidade ruminal da FDN apresentou redu o linear com o aumento do nível de concentrado na dieta. No intestino delgado, a digestibilidade máxima da MS de 34,89% foi estimada com 49,01% de concentrado na dieta; a digestibilidade da MO aumentou linearmente e as digestibilidades da PB, FDN, EE e CHOT n o foram influenciadas pela inclus o de concentrado na dieta. N o houve efeito dos níveis de concentrado sobre as digestibilidades no intestino grosso para MS, MO, PB, EE e CHOT, cujas médias foram 17,98; 12,48; 10,53; -2,84 e 11,08%, respectivamente.
Compara o de Indicadores e Metodologia de Coleta para Estimativas de Produ o Fecal e Fluxo de Digesta em Bovinos
ítavo Luís Carlos Vinhas,Valadares Filho Sebastio de Campos,Silva Fabiano Ferreira da,Valadares Rilene Ferreira Diniz
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Objetivou-se comparar a fibra em detergente ácido (FDAi) indigestível com o óxido cr mico para estimar a produ o de matéria seca fecal e as digestibilidades dos nutrientes de dietas de bovinos, em dois esquemas de coletas (2 ou 6 dias). Foram utilizados cinco bovinos da ra a Nelore, n o-castrados, com 165 kg, fistulados no rúmen, abomaso e íleo. O delineamento foi em blocos casualizados com quatro tratamentos e cinco períodos de coleta. Os tratamentos consistiram de quatro níveis de concentrado na dieta (20, 40, 60 e 80%), usando-se feno de capim-Tifton 85 como volumoso. A digestibilidade aparente da matéria seca (MS) foi menor quando estimada pelo óxido cr mico, enquanto as digestibilidades da MS no rúmen e nos intestinos n o diferiram entre os indicadores. Quando se comparou a metodologia de coleta (6 dias vs. 2 dias), n o houve diferen a para as digestibilidades totais e parciais dos nutrientes e também para a eficiência microbiana, demonstrando assim que a metodologia alternativa de dois dias de coleta pode ser utilizada para estimar a produ o fecal e os fluxos de MS no abomaso e no íleo.
Produ o Microbiana e Parametros Ruminais de Novilhos Alimentados com Dietas Contendo Vários Níveis de Concentrado
ítavo Luís Carlos Vinhas,Valadares Filho Sebastio de Campos,Silva Fabiano Ferreira da,Valadares Rilene Ferreira Diniz
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Objetivou-se estudar a eficiência de síntese microbiana e parametros ruminais em bovinos. Foram utilizados cinco bovinos da ra a Nelore, n o-castrados, com 165 kg, fistulados no rúmen, abomaso e íleo. O delineamento foi em blocos casualizados com cinco períodos de coleta e quatro tratamentos. Os tratamentos consistiram de quatro níveis de concentrado na dieta (20, 40, 60 e 80%). O volumoso utilizado foi feno de capim-Tifton 85 (Cynodon dactylon (L.) Pers.). As dietas foram isonitrogenadas com 15% de proteína bruta. O indicador microbiano utilizado foi as bases purinas. As análises estatísticas do pH ruminal e das concentra es de N-NH3 foram realizadas em esquema de parcelas subdivididas, tendo na parcela os tratamentos e na subparcela o tempo de coleta. As médias para compostos nitrogenados totais presentes no abomaso e N microbiano foram 68,58 e 60,75 g/dia, respectivamente. A quantidade de carboidratos totais degradados no rúmen (CHODR) foi 1,37 kg/dia. Foi observado para a eficiência microbiana valor de 392,4 g MS microbiana/kg CHODR. A composi o de bactérias e a eficiência de síntese microbiana n o foram influenciadas pelo nível de concentrado das dietas.
Uréia para vacas em lacta o: 1. Consumo, digestibilidade, produ o e composi o do leite
Silva Rosangela Maria Nunes da,Valadares Rilene Ferreira Diniz,Valadares Filho Sebastio de Campos,Cecon Paulo Roberto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Este trabalho foi conduzido, utilizando 15 vacas lactantes (Holandês x Gir) alimentadas à vontade com ra es isoprotéicas, constituídas na base da matéria seca (MS) de 60% de silagem e 40% de concentrado, contendo 0; 0,7; 1,4; e 2,1% de uréia, correspondentes aos teores de 2,08; 4,01; 5,76; e 8,07% de proteína bruta na forma de compostos nitrogenados n o-protéicos (NNP), com o objetivo de avaliar os consumos e as digestibilidades aparentes de matéria seca (MS), matéria organica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), carboidratos totais (CHO) e fibra em detergente neutro (FDN) e os consumos de nutrientes digestíveis totais (NDT). Também foram avaliadas possíveis altera es na produ o e composi o do leite. As vacas apresentaram peso vivo médio inicial de 511,8 kg e foram distribuídas ao acaso entre tratamentos. O período experimental teve dura o de 90 dias para cada vaca, iniciando-se imediatamente após o parto. A fibra em detergente ácido indigestível (FDAI) foi usada como indicador para a determina o da digestibilidade aparente dos nutrientes. Os resultados obtidos foram interpretados estatisticamente por análises de variancia e regress o. A adi o de quantidades crescentes de NNP à dieta apresentou efeito linear decrescente sobre os consumos de MS, MO, FDN, PB, EE, CHO e NDT. N o foram observados efeitos dos níveis de NNP sobre as digestibilidades aparentes de MS, MO, PB, CHO e FDN. Para o EE, foi observado efeito quadrático, sendo a máxima digestibilidade de 89,12% obtida com teor estimado de 4,73% de NNP na MS. A produ o máxima de leite, de 20,10 kg/dia, foi obtida com o teor estimado de 4,79% de NNP, ou 0,7% de uréia na MS total das ra es. Observou-se redu o linear do teor de gordura com o aumento dos teores de NNP nas ra es, enquanto a proteína se comportou de forma quadrática, sendo o teor máximo de 3,4% estimado com 3,88% de NNP.
Uréia para Vacas em Lacta o: 2. Estimativas do Volume Urinário, da Produ o Microbiana e da Excre o de Uréia
Silva Rosangela Maria Nunes da,Valadares Rilene Ferreira Diniz,Valadares Filho Sebastio de Campos,Cecon Paulo Roberto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Esta pesquisa foi desenvolvida, utilizando 15 vacas lactantes (Holandês x Gir) alimentadas à vontade com ra es isoprotéicas constituídas de 60% de silagem e 40% de concentrado na matéria seca (MS) e 0; 0,7; 1,4; e 2,1% de uréia, correspondentes aos teores de 2,08; 4,01; 5,76; e 8,07% de proteína bruta na forma de compostos nitrogenados n o-protéicos (NNP), com os objetivos de desenvolver metodologia n o-invasiva, para estimar a produ o de proteína microbiana, utilizando-se a excre o total de derivados de purinas (DP); avaliar as concentra es de creatinina, uréia e N-uréia no plasma e no leite; e comparar as excre es de DP e uréia obtidas a partir de coletas de urina total e spot. Os animais tinham peso vivo médio inicial de 511,8 kg e foram distribuídos ao acaso entre tratamentos. O período experimental teve dura o de 90 dias para cada vaca, iniciando-se imediatamente após o parto. Os resultados obtidos foram avaliados estatisticamente por análises de variancia e de regress o. As amostras de urina foram obtidas a partir de coletas com 24 horas de dura o ou a partir de amostra de urina obtida aproximadamente 4 horas após a alimenta o (urina spot), enquanto as de sangue foram obtidas 4 horas após o fornecimento do alimento. As concentra es de uréia e N-uréia no plasma e leite, assim como a excre o de creatinina, que apresentou valor médio de 23,60 mg/kg PV, n o foram afetadas pela adi o de quantidades crescentes de NNP à ra o. As excre es urinárias de uréia, alantoína, ácido úrico e DP, as purinas absorvidas e a produ o de N microbiano n o foram influenciadas pela dieta. As excre es diárias estimadas de uréia, alantoína e ácido úrico seguiram o mesmo padr o obtido pela coleta de 24 horas de dura o. Amostra spot de urina foi capaz de estimar satisfatoriamente a excre o de DP e, subseqüentemente, a produ o de N microbiano.
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