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Níveis dietéticos de lisina para suínos da ra?a Landrace dos 15 aos 30 kg
Moretto, Valéria;Donzele, Juarez Lopes;Oliveira, Rita Flávia Miranda de;Fontes, Dalton de Oliveira;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000, DOI: 10.1590/S1516-35982000000300023
Abstract: two experiments were carried out to determine the total lysine requirement of purebred landrace swine, males and females, from 15 to 30 kg live weights. fifty females and fifty males were used in a randomized complete block design, with five treatments, five replications and two animals per experimental unit, in the experiments i and ii, respectively. the treatments consisted of a basal diet, supplemented with five levels of l-lysine.hcl, resulting in diets with .85, .95, 1.05, 1.15, 1.25% of total lysine in both experiments. in experiment i, the dietary lysine levels did not influence the average daily feed intake. the average daily gain, daily lysine intake and protein deposition rates in the carcass linearly increased with the lysine level. the treatments quadractily influenced the feed:gain ratio, which improved up to 1.08% lysine level. in the experiment ii, lysine level did not influence the average daily feed intake and the feed:gain ratio. there was a quadratic effect of dietary lysine level on average daily gain, average daily lysine intake and protein deposition rate in the carcass. the best results of average weight gain were obtained with the level of 1.08% lysine. the total lysine requirement, for the starting growing phase (15 to 30 kg), was estimated to be 1.08%, for both sexes.
Níveis de lisina para leitoas selecionadas geneticamente para deposi o de carne magra, dos 60 aos 95 kg
Fontes Dalton de Oliveira,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloisio Soares,Oliveira Rita Flávia Miranda de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Foram utilizadas 50 leitoas mesti as (Hampshire, Landrace Belga, Pietran) com peso inicial médio de 60,23±0,49 kg e alto potencial genético para deposi o de carne magra na carca a, para avaliar diferentes níveis de lisina. Foi usado delineamento de blocos ao acaso com cinco tratamentos, cinco repeti es e dois animais por unidade experimental. Os tratamentos corresponderam a uma ra o basal com 15,8% de proteína bruta, suplementada com cinco níveis de L-lisina HCl, resultando em ra es com 0,75; 0,85; 0,95; 1,05; e 1,15% de lisina. N o se observou efeito dos tratamentos sobre consumo de ra o e ganho de peso diário, entretanto, o consumo de lisina diário elevou-se de forma linear com o aumento do nível de lisina da ra o. Houve efeito quadrático dos níveis de lisina sobre a convers o alimentar e o teor de uréia no soro sangüíneo, que reduziram até o nível de 1,00% de lisina ou 0,302% /Mcal de ED, o que correspondeu a um consumo estimado de lisina de 23,90 g/dia. N o se observou efeito dos tratamentos sobre a porcentagem de água e proteína e taxa de deposi o de proteína na carca a, entretanto, a porcentagem e a taxa de deposi o de gordura diminuíram de maneira linear. Concluiu-se que leitoas com alto potencial genético para deposi o de carne magra, dos 60 aos 95 kg de peso vivo, requerem 1,00% de lisina (0,302%/Mcal de ED) e 0,90% (0,272%/Mcal de ED) de lisina digestível verdadeira, para máximo desempenho, o que corresponde a consumo diário de lisina total e digestível de 23,9 e 21,5 g, respectivamente.
Níveis dietéticos de lisina para suínos da ra a Landrace dos 15 aos 30 kg
Moretto Valéria,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Fontes Dalton de Oliveira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Com o objetivo de determinar a exigência nutricional de lisina total para suínos da ra a Landrace, machos inteiros e fêmeas, de 15 a 30 kg de peso, foram conduzidos dois experimentos. Utilizaram-se 50 fêmeas no experimento I e 50 machos inteiros no experimento II, em delineamento em blocos casualizados, com cinco tratamentos, cinco repeti es e dois animais por unidade experimental, em cada experimento. Os tratamentos consistiram de uma ra o basal suplementada com cinco níveis de L-lisina.HCl, resultando em ra es com 0,85; 0,95; 1,05; 1,15; e 1,25% de lisina, em ambos os experimentos. No experimento I, o consumo de ra o médio diário n o foi influenciado pelo nível de lisina das ra es. Ganho de peso médio diário, consumo de lisina médio diário e taxa de deposi o de proteína na carca a aumentaram de forma linear com o nível de lisina da ra o. Os tratamentos influenciaram de forma quadrática a convers o alimentar, que melhorou até o nível de 1,08% de lisina. No experimento II, os tratamentos n o influenciaram o consumo de ra o médio diário e a convers o alimentar. Constatou-se efeito quadrático dos níveis de lisina sobre ganho de peso médio diário, consumo de lisina médio diário e taxa de deposi o de proteína na carca a. Os melhores resultados de ganho de peso foram observados no nível de 1,08% de lisina. A exigência de lisina total na ra o, para a fase inicial de desenvolvimento (15 a 30 kg), foi de 1,08%, para ambos os sexos.
Lisina digestível para suínos machos n?o castrados de alto potencial genético em fase de crescimento
Kiefer, Charles;Donzele, Juarez Lopes;Oliveira, Rita Flávia Miranda de;
Ciência Rural , 2010, DOI: 10.1590/S0103-84782010000700023
Abstract: this study was conducted to determine the digestible lysine requirement for non castrated pigs of high genetic potential in growth phase. it was used 320 not castrated and 80 castrated males, with initial weight of 27.75±1.61kg, distributed in a randomized block design consisting of five treatments (0.90, 1.00, 1.10 and 1.20% digestible lysine for not castrated and 1.10% digestible lysine for castrated males), eight replicates with ten animals each. the increase of lysine concentration in the diet increased linearly (p<0.05) the final weight, daily lysine intake, daily weight gain and lysine intake per kilogram of weight gain and reduced feed conversion of not castrated males. the treatments did not affected (p>0.05) daily feed intake of not castrated males. castrated males had higher (p<0.05) daily feed intake and lower (p<0.05) feed conversion compared to not castrated fed diets containing 1.00, 1.10 and 1.20% lysine. castrated males had higher daily lysine intake (p<0.05) than not castrated fed diets containing 0.90, 1.00 and 1.10% lysine. castrated pigs had lower (p<0.05) daily gain and final weight in relation to non castrated consuming a diet containing 1.20% lysine. castrated males had higher (p<0.05) lysine intake per kilogram of weight gain compared with not castrated. it is recommended a minimum of 1.20% lysine in the diet of not castrated male pigs with high genetic potential in growth phase.
Planos nutricionais de lisina digestível para suínos machos imunocastrados em crescimento e termina??o
Kiefer, Charles;Donzele, Juarez Lopes;Oliveira, Rita Flávia Miranda de;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2011, DOI: 10.1590/S1516-35982011000900016
Abstract: this study was conducted to evaluate nutritional plans of digestible lysine for boars 67 to 165 days of age, immunocastrated at their 107 and 135 days. two hundred and forty animals, with initial body weight of 27.73 ± 1.57 kg, were sorted in a randomized block design with four nutritional plans of digestible lysine for immunocastrated pigs (0.9-0.8-0.7; 1.0-0.9-0.8; 1.1-1.0-0.9 and 1.2-1.1-1.0%, respectively from 67 to 107 days, from 108 to 135 days and 136 to 165 days) with four replications and a control plan for barrows (1.1-1.0-0.9% of digestible lysine) with eight replications and ten animals each. the nutritional plan with the sequence containing 1.1-1.0-0.9% digestible lysine improved feed conversion, reduced backfat thickness and increased the amount of lean meat of pigs carcass when compared to other nutritional plans. the other performance and carcass variables were not affected by nutritional plans. nutritional plans with the sequence 1.1-1.0-0.9% of digestible lysine for periods of 67 to 107 days, 108 to 135 days and 136 to 165 days, respectively, meet the nutritional needs of immunocastrade boars 107 to 135 days old.
Fontes e Níveis de Energia Digestível em Ra es para Suínos Machos Inteiros dos 60 aos 100 kg
Mascarenhas Alessandra Gimenez,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract:
Níveis de proteína bruta em ra es para suínos machos castrados em fase inicial de crescimento, mantidos em ambiente de baixa temperatura
Saraiva Edilson Paes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract:
Redu o da proteína bruta da ra o para suínos machos castrados dos 15 aos 30 kg mantidos em termoneutralidade
Ferreira Rony Antonio,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Lopes Darci Clementino
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Um experimento foi conduzido para avaliar a influência da redu o da proteína bruta (PB) e suplementa o de aminoácidos sintéticos sobre o desempenho de suínos machos castrados mantidos em ambiente termoneutro (22masculineC). Foram utilizados 60 leit es mesti os (Landrace x Large White) com peso médio inicial de 15,0 kg e idade média de 53,1 dias, em delineamento inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos (18, 17, 16, 15 e 14% PB), seis repeti es e dois animais por unidade experimental. As ra es experimentais foram fornecidas à vontade até o final do experimento, quando os animais atingiram o peso médio de 30,2 kg. A temperatura média no interior da sala foi mantida em 22masculineC, com umidade relativa de 82,3%. O índice de Temperatura de Globo e Umidade calculado no período foi de 69,6. N o se observou efeito da redu o do nível de proteína bruta da ra o sobre as variáveis de desempenho (consumo de ra o, ganho de peso e convers o alimentar). As taxas de deposi o de proteína e gordura também n o foram influenciadas pela redu o da PB na ra o. Os tratamentos influenciaram os pesos absoluto e relativo do est mago e o peso absoluto do intestino, sendo os maiores valores observados em animais que receberam a ra o com maior nível de proteína bruta. Concluiu-se que o nível de PB da ra o pode ser reduzido de 18 para 14%, sem prejudicar o desempenho de suínos machos dos 15 aos 30 kg mantidos em ambiente termoneutro, desde que devidamente suplementadas com aminoácidos essenciais limitantes.
Digestible lysine requirement of gilts with high genetic potential lean deposition, in carcass from 15 to 30 kg Exigência de lisina digestível de fêmeas suínas selecionadas para deposi o de carne magra, na carca a dos 15 aos 30 kg
Mariana Cruz Rossoni,Juarez Lopes Donzele,Francisco Carlos Oliveira Silva,Rita Flávia Miranda de Oliveira
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2009,
Abstract: Fifty gilts were used, with initial weight of 15.11 + 1.34 kg, distributed in a random block experimental design, with five treatments (digestible lysine levels), five replicates and two animals per stall, which were considered one experimental unit. The criteria for the formation of the blocks were the animal initial weight. Treatments consisted in a basal diet with 19.41% of CP e 3,221 kcal of ME/kg, supplemented with L-lysine HCl, resulting on diets with 0.88, 0.98, 1.08, 1.18 and 1.28% of digestible lysine. Diets were supplemented with increasing levels of industrial aminoacids, resulting on diets with constant ratio of essential aminoacids and lysine, based on true digestible. There was no effect of levels of digestible lysine on daily feed intake and daily weight gain. A quadratic effect (P < 0.06) was observed on feed conversion that improved until an estimated level of 1.08% of digestible lysine, which corresponded to a digestible lysine intake of 11.60 g/day. The level of 1,08% of digestible lysine, which corresponded to a digestible lysine intake of 11.60 g/day, provided the best performance results for gilts and a high genetic potential for lean deposition from 15 to 30kg. Foram utilizadas 50 fêmeas suínas, com peso inicial de 15,11 + 1,34 kg, distribuídas em delineamento experimental de blocos ao acaso, com cinco tratamentos (níveis de lisina digestível), cinco repeti es e dois animais por baia, o que constituiu a unidade experimental. Como critério para forma o dos blocos, foi utilizado o peso dos animais. Os tratamentos corresponderam a uma ra o basal com 19,41% de PB e 3.221 kcal de EM/kg, suplementada com L-lisina HCl, resultando em ra es com 0,88, 0,98, 1,08, 1,18 e 1,28% de lisina digestível. As ra es foram suplementadas com níveis crescentes de aminoácidos industriais, resultando em ra es com rela es constantes entre os aminoácidos essenciais e a lisina, com base na digestibilidade verdadeira. N o foi observado efeito dos níveis de lisina digestível sobre o consumo de ra o e ganho de peso diário. Observou-se efeito quadrático (P<0,06) dos tratamentos sobre a convers o alimentar, que melhorou até o nível estimado de 1,08% de lisina digestível, correspondendo a um consumo de lisina digestível de 11,60 g/dia. O nível de 1,08% de lisina digestível, correspondente a um consumo de 11,60 g/dia de lisina digestível, proporcionou os melhores resultados de desempenho para fêmeas suínas de alto potencial genético, para deposi o de carne magra na carca a dos 15 aos 30 kg.
Níveis de lisina digestível em ra es, em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica, para frangos de corte de 22 a 42 dias de idade, mantidos em estresse por calor
Valério Sandra Roseli,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Gomes Paulo Cezar
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Dois ensaios foram conduzidos para determinar a exigência de lisina digestível de frangos de corte machos dos 22 aos 42 dias de idade, recebendo ra es em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica e criados em estresse por calor. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado em ambos os ensaios. As aves, no ensaio 1, foram distribuídas em cinco tratamentos (níveis de lisina em ra es convencionais) e seis repeti es, com sete aves cada. No ensaio 2, os frangos foram distribuídos em quatro tratamentos (níveis de lisina em ra es mantendo a rela o aminoacídica) e seis repeti es, com sete aves cada. Em ambos os ensaios, os tratamentos influenciaram de forma linear crescente o ganho de peso. Embora a convers o alimentar tenha melhorado de forma linear, o modelo LRP foi o que melhor se ajustou aos dados, estimando em 0,92 e 1,022% os níveis de lisina a partir dos quais ocorreu um plat , em ra es mantendo ou n o a rela o aminoacídica, respectivamente. N o se verificou efeito dos tratamentos sobre o consumo de ra o e sobre os pesos absoluto e relativo da carca a das aves quando se manteve ou n o a rela o aminoacídica. Os níveis de lisina aumentaram linearmente o peso absoluto e o rendimento de peito dos frangos, independentemente de ter sido mantida ou n o a rela o aminoacídica. No ensaio 1, os pesos absoluto e relativo da coxa e da sobrecoxa n o foram influenciados pelos tratamentos, enquanto os pesos absoluto e relativo da gordura abdominal reduziram de forma linear. No ensaio 2, o peso absoluto de coxa aumentou linearmente com os níveis de lisina. No entanto, os tratamentos n o influenciaram os pesos absoluto e relativo da sobrecoxa e da gordura abdominal. Concluiu-se que frangos de corte machos, no período de 22 a 42 dias de idade, mantidos em estresse por calor, exigem, no mínimo, 0,955 e 1,022% de lisina digestível em ra o convencional e em ra o em que se manteve a rela o aminoacídica, respectivamente.
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