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Uma reflex o acerca do diagnótico de psicose infantil: uma abordagem psicanalítica
Reis Claudia do Amaral de Meireles
Psicologia USP , 2000,
Abstract: O presente trabalho, após algumas considera es sobre a apresenta o da loucura na cultura ocidental e sua apropria o pela medicina, aborda as principais diferen as entre o diagnóstico psiquiátrico e o diagnóstico estrutural, segundo a concep o da psicanálise francesa. Através da discuss o de um caso, considerado de psicose infantil pela psiquiatria, ele se prop e a demonstrar como o diagnóstico psicanalítico vai além do psiquiátrico, abrindo novas chances para o paciente.
Entre a inibi o e o ato: fronteiras do trabalho analítico com crian as
Brauer Jussara Falek
Psicologia USP , 2000,
Abstract: O propósito, no presente texto, é de teorizar sobre o brincar utilizado como meio no trabalho analítico no caso de crian as graves. O brincar será aqui enfocado na perspectiva da passagem ao ato, fen meno presente em casos de psicose, a partir de onde se proporá uma articula o. A inibi o, conceito proposto por Freud, será trazida enquanto antípoda do ato, fen meno observado igualmente em casos de psicose, principalmente aqueles que ocorrem na infancia.
A babel diagnóstica e a escolariza o de sujeitos com autismo e psicose infantil: atos de uma leitura / Disgnosis babel and school inclusion of subjects with autism and child psychosis: acts of a reading
Carla K. Vasques
Reflex?o & A??o , 2009,
Abstract: O presente texto aborda a escolariza o de crian as e adolescentes com graves problemas de desenvolvimento ou constituindo uma estrutura o atípica, seja ela o autismo ou a psicose. Neste vasto e complexo campo, o recorte privilegiado aproxima psicanálise freudo-lacaniana, hermenêutica-filosófica, educa o especial e processos inclusivos. Mais especificamente, reflete-se sobre o lugar do diagnóstico na constru o das (im)possibilidades escolares, a partir da análise dos últimos 28 anos de produ o científico-acadêmica sobre o tema. A proposi o é a de que existe uma centralidade do diagnóstico na condu o dospercursos educacionais desses sujeitos. Freqüentemente, o diagnóstico é identificado como o ato de desvelar e/ou decodificar. Em outra perspectiva, defende-se que a rela o diagnósticoescolariza oimplica a constru o de uma leitura, a inven o de possibilidades. N o sendo possível determinar a veracidade das diversas teorias, o processo de escolariza o inclui em n o-saber constitutivo. Como n o há um percurso pré-estabelecido, garantido e antecipado pelo diagnóstico, o professor e a escola responsabilizam-se por suas escolhas, visando à experiência escolar de seu aluno. Daí a base de sua conduta ser ética, em lugar de um método ou técnica. Como metáfora do trabalho interpretativo, apresento a imagem de uma biblioteca que se constrói, oferece, escreve e inscreve a partir do encontro entre texto e leitor. Colocar a biblioteca como espa o privilegiado desta argumenta o implica tomar como centro de discuss o a linguagem e a leitura. Trata-se de um deslocamento do foco de aten o do sujeito com autismo, com psicose, para o professor, o outro, que lê, interpreta e constrói (im)possibilidades escolares. Abstract This text addresses the schooling of children and adolescents with serious developmental impairment or with atypical structuring, such as autism or psychosis. That field is vast and complex, the perspective adopted builds on Freud-lacanian psychoanalysis, philosophical-hermeneutics, special education and inclusive processes. Specifically, a reflection is posed on the place the diagnosis has in the construction of (im)possibilitieswithin school based on the analysis of academic and scientific production on the issue for the past 28 years. The proposition is that diagnosis in central in the establishment of educationalpathways for such subjects. Diagnosis is often identified as an act of unveiling and/or decoding. From another perspective, it is defended that the relationship diagnosis-schoolingimplies the construction of a reading, the invention
A aliena o eternizada: uma abordagem estrutural de um caso clínico
Bruder Maria Cristina Ricotta
Psicologia USP , 2000,
Abstract: Este trabalho é uma aplica o de uma estratégia clínica baseada no conceito de aliena o, tal como definido por Jacques Lacan, para o atendimento de uma crian a considerada psicótica e sua m e. Tal estratégia, proposta por Jussara Falek Brauer, prescreve um atendimento individual, com uma sess o semanal, para a crian a e para a m e. Considera a estrutura familiar e pretende lidar com as determina es estruturais sobre a constitui o do Sujeito. Dois momentos s o especialmente focados - quando o trabalho é iniciado e outro posterior - que exemplificam a mudan a de posicionamento dessa crian a, em fun o do processo terapêutico em curso. Os conceitos teóricos que embasam esta abordagem - a Aliena o, a Topologia Lacaniana da Constitui o do Sujeito, o Significante, o Inconsciente, a Castra o, o Fetiche, a Pervers o, a Separa o - s o apresentados e relacionados ao material clínico. Algumas hipóteses s o apresentadas a respeito da estrutura psíquica da m e, considerando a evolu o observada e as mudan as de posicionamento dessas pessoas, que levam ao estabelecimento de uma hipótese diagnóstica para a filha.
Notas sobre o diagnóstico diferencial da psicose e do autismo na infancia
Kupfer M. Cristina M.
Psicologia USP , 2000,
Abstract: O artigo aborda a discuss o em torno do diagnóstico diferencial da psicose e do autismo infantis, mostrando a falta de concordancia entre os autores psicanalistas. Busca, em seguida, delinear um diagnóstico diferencial a partir da proposi o de que no autismo falha a fun o materna e na psicose infantil falha a fun o paterna.
The effects of 90-day feeding of D-psicose syrup in male wistar rats  [PDF]
Tatsuhiro Matsuo, Reika Ishii, Yoko Shirai
Open Journal of Preventive Medicine (OJPM) , 2011, DOI: 10.4236/ojpm.2011.12010
Abstract: D-Psicose is a rare sugar present in small quantities in natural products. In a previous study, we showed that D-psicose suppresses increase in plasma glucose and reduces body fat accumulation in rats. Based on acute and chronic toxicity testing in rats, D-psicose is classified as an ordinary and safe substance. Recently, we developed a high D-psicose syrup (PS) made from high fructose corn syrup (HFCS) by the alkaline isomerization method. However, the safety of PS as a food additive has not been demonstrated. In this study, we investigated the effects of 90-day feeding of PS in male Wistar rats. The rats were fed diets containing 3% D-psicose (control) or 4.3% PS for 90 days. The body weight gain and intra-abdominal adipose tissue weight did not differ between the control and PS group. The weights of the tissues did not differ between the two dietary groups. In clinical chemistry and hematological analyses, no differences were found between the control and PS groups. No gross pathological findings were evident at dietary doses of 4.3% PS. Therefore, the present study found no adverse effects of PS in rats fed a diet containing 4.3% PS for 90 days.
Sujeito e psicose
Gabriela Rinaldi Meyer
Psicologia em Revista , 2004,
Abstract: Este artigo pretende examinar as possibilidades de produ o de sujeitona psicose com base na análise de um caso clínico. Valendosedas formula es de Lacan a respeito da psicose, discute-se a rela odo psicótico com o gozo e a possibilidade de altera o na suaposi o em face ao Outro, pensando formas de viabilizar a emergênciade sujeito por meio do trabalho clínico.
A referência e o pensamento psicótico
Martins Francisco,Costa Arilson Corrêa da,Aquino Ana Paula de
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1999,
Abstract: O esclarecimento da natureza do delírio conforme uma teoria da referência é o objetivo desse trabalho. A categoria da referência é investigada à luz da filosofia analítica da linguagem e da psicopatologia. Toda a reflex o teórica se desenvolve a partir da análise de excertos da fala de pacientes psicóticos e constata-se que o pensamento psicótico é caracterizado pela quebra do processo habitual de referencia o. é demonstrada a insuficiência de se conceber o delírio como apenas um erro judicativo e a necessidade de considerar as asser es delirantes dentro dos contextos mais amplos da linguagem ordinária e assim evidenciar a sua especificidade.
Os usos que o psicótico faz da droga
Helena Greco Lisita,Márcia Maria Vieira Rosa2
Psicologia em Revista , 2011,
Abstract: O objeto de pesquisa deste trabalho é a interface entre toxicomaniae psicose. A clínica atual revela grande número de sujeitos psicóticos usuários de drogas ilícitas, o que nos leva a pensar a parceria entre o psicótico e a droga como um dos modos de entrela amentos que a psicose mantém com a atualidade. Parte-se da hipótese de que o uso da droga na psicose n o pode ser pensado da mesma forma que na neurose. Se, na neurose, a toxicomania é relacionada à ruptura com o gozo fálico que leva a um uso sem limites e sem significa o da droga, na psicose essa ruptura é dada de antem o, já que se trata de uma condi o estrutural, decorrente da foraclus o do significante Nome-do-pai. Assim, a droga, na psicose, parece ter caráter bem delimitado, exercendo fun o específica: o tratamento do gozo sem significa o que invade o sujeito.
Quem s o eles?
Martins Francisco,Costa Arílson Corrêa da
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2003,
Abstract: O texto apresenta análises e reflex es desenvolvidas no Laboratório de Psicopatologia e Psicanálise da Universidade de Brasília acerca da quest o do(s) 'ele(s)' na obra O Processo, de Franz Kafka, e em um caso de delírio de persegui o. Investigou-se especialmente o estatuto do pronome 'ele' na paranóia. O trabalho mostra que o entendimento do que ''é (s o) ele(s)'' é elemento essencial para a elucida o da quest o da estranheza na psicose e da constru o da atividade delirante. O estudo da dimens o referencial da linguagem se revela ent o particularmente importante. Ao longo do texto s o apontadas algumas quest es e articula es entre a análise procedida, a psicanálise, a fenomenologia e a comunica o lingüística, tendo como hipótese essencial que a psicose consiste na perda e reconstru o narcísica da fun o referencial da linguagem.
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