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Práticas de cuidado e produ o de saúde: formas de governamentalidade e alteridade
Bernardes, Anita Guazzelli,Quinhones, Dionatans Godoy
Psico , 2009,
Abstract: Este texto apresenta como objetivo articular produ o de saúde, cultura e alteridade como um recurso para colocar em análise as práticas de cuidado com a saúde. A condi o de possibilidade desse reflex o reside na compreens o do humano como um artefato histórico e cultural, forjado em práticas de significa o, de liberdade e de governo. Parte-se de um conjunto de a es cotidianas para a compreens o do humano, neste caso, as formas de cuidado em saúde produzidas pela reforma sanitária. O campo reflexivo que permite esta análise constitui-se pelas idéias de Foucault, Deleuze, Levinas e Derrida, principalmente. As ferramentas teóricas que esses autores oferecem permitem considerar a produ o de saúde como potênciade vida a partir da alteridade, ou seja, ela se constitui como práticas de liberdade dentre as formas de governamentalidade na saúde.
Promover a vida: uma modalidade da Fisioterapia no cuidado à saúde de idosos na família e na comunidade
Leila Graziele Dias de Almeida,Icácia de Oliveira Le?o,Jamine Barros Oliveira,Maria Marta Oliveira Santos
Revista Saúde.Com , 2006,
Abstract: Em virtude do processo de envelhecimento populacional, ou seja, da mudan a na estrutura etária da popula o no Brasil, têm ocorrido muitas altera es na maneira de abordar o cuidado à saúde das pessoas na velhice. Atualmente a comunidade científica tem come ado a aceitar a importancia do contexto familiar como “locus” primordial para o cuidado a idosos doentes e/ou fragilizados e a relevancia de uma abordagem multiprofissional junto a essas famílias. Observar-se, portanto, a necessidade da afirma o da atua o fisioterapêutica em ambiente domiciliar, na garantia do envelhecimento saudável, buscando somar estratégias para efetividade na abordagem terapêutica. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, de natureza qualitativa, que teve por objetivo caracterizar o cuidado domiciliar oferecido às famílias do projeto de extens o “Fisioterapia em Aten o à Saúde do Idoso na Família e Comunidade”. Para tanto, foram feitas visitas domiciliares à doze famílias de idosos no Bairro Inocoop, em Jequié-BA, por quatro meses consecutivos, duas vezes por semana e foram analisados os prontuários construídos a partir das visitas domiciliares realizadas. Assim, p de-se caracterizar a atua o fisioterapêutica no ambiente domiciliar como direcionada a três esferas: educa o familiar (promo o, preven o e minimiza o de agravos à saúde), assistência e reabilita o. A Fisioterapia Coletiva vem, com isso, buscar promover a aten o para o idoso e seus familiares, contribuindo para o processo de desenvolvimento humano individual e coletivo.
Práticas emergentes em psicologia: atua o com agentes comunitários de saúde
Staliano, Pamela,Araujo, Tereza Cristina Cavalcanti Ferreira de,Coêlho, Angela Elizabeth Lapa
Psico , 2009,
Abstract: Nas últimas décadas, constatam-se iniciativas visando ampliar a atua o em saúde pública, incluindo-se a es de natureza comunitária. Considerando o interesse destas práticas emergentes, realizou-se um levantamento dos Trabalhos de Conclus o de Curso (TCCs) sobre interven es com Agentes Comunitários de Saúde (ACSs), do Município de Campo Grande, MS. A análise apontou que os objetivos norteadores das propostas s o sensibilizar para promo o e preven o em saúde e estimular troca de experiências. Destacam-se o uso de técnicas de dinamica de grupo e metodologias participativas. Os temas mais abordados envolvem relacionamento interpessoal, comunica o, auto-estima, desvaloriza o profissional, rotina de trabalho, resolu o de conflitos, integra o, estresse, depress o e papel do ACSs. Verificou-se que a insuficiência na comunica o é percebida como um fator que compromete a implementa o de práticas humanizadas em saúde. Também foram ressaltados entraves nas rela es interpessoais com supervisores e gerentes e outros ACSs. Sugerem-se levantamentos semelhantes com o propósito de sistematizar e aperfei oar práticas existentes.
Vigilancia em saúde do trabalhador e promo o da saúde: aproxima es possíveis e desafios
Alves Roberta Belizário
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: O trabalho pretende discutir as aproxima es possíveis entre as práticas de Vigilancia em Saúde do Trabalhador e o enfoque da promo o da saúde, bem como os distanciamentos e desafios da Vigilancia em Saúde do Trabalhador em face dessa outra concep o de saúde pública, procurando refletir sobre a pertinência, a relevancia e a viabilidade de tal perspectiva para a Saúde do Trabalhador. A discuss o empreendida defende que existem muitos pontos em comum entre essas abordagens, em termos teóricos e metodológicos, e aponta a necessidade para a Vigilancia em Saúde do Trabalhador de se integrar de forma mais efetiva às a es de promo o da saúde, a fim de a buscar uma maior viabiliza o de suas a es e sua consolida o como área da saúde pública.
Participa o na perspectiva de m es de crian as desnutridas
Machado Maria de Fátima Antero Sousa,Vieira Neiva Francenely Cunha
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2004,
Abstract: Este estudo teve como objetivo apresentar concep es e percep es de participa o de m es e profissionais em Programas de Desnutri o Infantil. Examinamos em particular a participa o materna, por entender ser essencial ao processo de conscientiza o de realidade individual e social que viabilize decis es. Este estudo analisa o processo de participa o materna através da abordagem conceitual de Imogene King. O local da coleta de dados ocorreu na cidade do Crato, Ceará - Brasil. Os sujeitos foram as m es e profissionais. Os procedimentos adotados foram entrevistas semi-estruturadas, e para organiza o e análise dos dados utilizamos a Análise de Conteúdo de Bardin. N o encontramos evidências que indique a presen a de estratégias de mobiliza o para participa o consciente entre os atores sociais do Programa de Desnutri o Infantil.
Discutindo a política de aten o à saúde da mulher no contexto da promo o da saúde
Giselle Lima de Freitas,Camila Teixeira Moreira Vasconcelos,Escolástica Rejane Ferreira Moura,Ana Karina Bezerra Pinheiro
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: Na maior parte do século XX, as políticas nacionais de saúde da mulher estiveram voltadas ao ciclo gravídico-puerperal. A partir de 1984, uma proposta de atendimento integral ganhou corpo no ent o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) e, em 2004, emergiu uma proposta que prioriza a promo o da saúde, por meio da Política Nacional de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PNAISM). Com este trabalho, objetivou-se analisar, epistemologicamente, os pressupostos da promo o da saúde da PNAISM. Estudo reflexivo, baseado nos princípios e diretrizes da PNAISM e nos pressupostos da promo o da saúde apresentados nas cartas resultantes das conferências sobre promo o da saúde. A PNAISM apresenta-se de forma inovadora ao contemplar aspectos relacionados à promo o e humaniza o da saúde a fim de minimizar iniqüidades existentes na saúde da mulher, atendendo grupos até ent o alijados da sociedade e áreas antes pouco assistidas. Palavras-chave: Saúde da mulher; Promo o da saúde; Políticas Públicas de Saúde.
Programas de comercializa o de alimentos: uma análise das modalidades de interven o em interface com a cidadania
Uchimura Kátia Yumi,Bosi Maria Lúcia Magalh?es
Revista de Nutri??o , 2003,
Abstract: Este artigo trata da análise de dois programas sociais, circunscritos à esfera municipal, voltados à facilita o do acesso da popula o de baixa renda aos alimentos, através da comercializa o de produtos a pre os mais baixos em compara o àqueles praticados no mercado convencional de alimentos. Para tanto, s o apresentados, em um primeiro momento, os principais programas de alimenta o e nutri o já implementados em ambito federal, conferindo destaque às principais modalidades de interven o já utilizadas pelo Estado no sentido de implantar, operacionalizar e legitimar suas propostas no campo da alimenta o e nutri o. Na seqüência, s o abordados o histórico e as configura es dos programas Mercad o Popular e Armazém da Família desenvolvidos no município de Curitiba, Estado do Paraná, na tentativa de explicitar os elementos que lhes conferem singularidade. Por último, é empreendida a análise desses programas à luz do seu modelo de interven o em interface com a cidadania, colocando em relevo a necessidade de se considerar a subjetividade.
O planejamento e a programa o local em saúde como garantia do diagnóstico real das necessidades de saúde da comunidade
Christiane da Silva Brito,Vanda Palmarella Rodrigues,Lívia dos Santos Mendes
Revista Saúde.Com , 2005,
Abstract: O propósito deste estudo foi o de analisar o Planejamento e a Programa o Local em Saúde (PPLS) PPLS e a sua aplicabilidade na área de abrangência de uma Unidade de Saúde da Família do município de Jequié, BA. Participaram como sujeitos do processo os usuários da unidade e profissionais da equipe. Os resultados nos permitiram o reconhecimento da falta de sensibiliza o de alguns sujeitos do processo acerca do potencial de constru o e valida o do Sistema único de Saúde (SUS), e a compreens o da viabilidade do PPLS para prática do profissional na transforma o do perfil da saúde
A anticoncep o como instrumento do planejamento familiar e da saúde
Poli, Marcelino Espírito Hofmeister
Scientia Medica , 2006,
Abstract: Objetivos: Discorrer sobre alguns aspectos da anticoncep o e apresentá-la como instrumento de promo o da saúde. Fonte de dados: Revis o da literatura e da lei brasileira que regula o assunto. Síntese dos dados: A anticoncep o é o meio pelo qual se dissociam reprodu o e sexo e faz parte das a es de Planejamento Familiar definidas na Lei Federal 9263. Depende de tomada de decis o em que concorrem cultura, educa o e condi o econ mica. Conclus es: O uso correto de métodos contraceptivos recomenda acompanhamento médico e representa uma forma de atrair as pessoas, especialmente aquelas com menos recursos, aos postos de atendimento médico e, por isso, constitui instrumento adequado e competente de promo o de saúde.
Promo o da saúde, epidemiologia social e capital social: inter-rela es e perspectivas para a saúde pública
Souza Elza Maria de,Grundy Emily
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: A idéia de promover saúde antecede o uso explícito do termo. No entanto, a incorpora o dessa idéia e da prática no campo da saúde pública foi influenciado especialmente pela reforma de saúde iniciada no Canadá, em 1974, a qual refletiu os anseios de muitos outros preocupados com influência do meio físico e social na saúde. Essa reforma serviu de base para o lan amento de várias conferências desencadeados pela Organiza o Mundial da Saúde, come ando pela de Alma Ata em 1977, e seguida pela Conferência de Ottawa, da qual resultou o primeiro documento internacional em promo o de saúde: a Carta de Ottawa. Embora promo o da saúde esteja presente em uma grande e variada literatura, seu conceito ainda n o é bem entendido e sua prática dificultada. Parece que a importancia dessas conferências tem servido para n o deixar fenecer a idéia de eqüidade em saúde, uma vez que os esfor os para reduzir a distancia entre retórica e prática continuam longe de ser alcan ados. Entretanto, o crescimento da epidemiologia social associado ao conceito de capital social para saúde podem complementar os preceitos da epidemiologia tradicional e, conseqüentemente, contribuir para a efetiva o do modelo estruturalista para a promo o da saúde. O propósito desse artigo é elucidar esses conceitos e descrever o papel que eles desempenham no campo da saúde pública a fim de estimular debates futuros.
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