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O argumento ontológico de plantinga =Plantinga’s ontological argument
Gomes, Nelson Gon?alves
Veritas , 2011,
Abstract: Este artigo apresenta o argumento ontológico de Plantinga, nos seus contextos histórico e sistemático. Críticas ao argumento s o também apresentadas. As pretens es filosóficas subjacentes à defesa do argumento s o descritas como minimalistas, mas nota-se a sua conex o com um sistema lógico forte. This article is a presentation of Plantinga’s ontological argument in its historical and systematical frames. Criticisms of the argument are presented as well. Philosophical claims underlying the defense of the argument are described as minimalist, but their connection with a strong logical system is noted.
A Geografia Crítica Brasileira e o Debate Sobre Ontologia do Espa o: uma Aproxima o
Breno Viotto Pedrosa
Geografares , 2012,
Abstract: No presente artigo exploraremos alguns aspectos desenvolvidos acerca do tema da ontologia do espa o. Buscaremos explanar sobre os autores que na geografia brasileira se debrucaram sobre o assunto. Esse tema esta ligado a renovacao da geografia critica e ao marxismo, e inicialmente seguiu o itinerario de Armando Correa da Silva, Antonio Carlos Robert Moraes, Milton Santos e Ruy Moreira. Obviamente atualmente muitos outros pesquisadores estudaram a ontologia do espa o. Porém, buscamos tracar quais foram as circunstancias preliminares do surgimento da ideia de ontologia.
Ontopolítica e diagramas históricos do poder: maioria e minoria segundo Deleuze e a Teoria das Multid es segundo Peirce = Ontopolitics and historical diagrams of power: majority and minority according to Deleuze and the Theory of Multitudes according to Peirce
Cardoso Júnior, Hélio Rebello
Veritas , 2012,
Abstract: Este artigo procura desenvolver o ambito da assim chamada ontopolítica como contribui o original do pensamento do G. Deleuze para a filosofia política contemporanea. Com este objetivo, veremos que Deleuze toma o conceito de poder em Foucault e lhe confere al ada ontológica. Este conceito de poder dá acesso a outro elemento importante da filosofia política deleuzeana, ou seja, o estudo dos diagramas históricos do poder nas denominadas sociedades disciplinar e de controle. Com o diagrama de funcionamento das mesmas podemos entender qual o retrato deleuzeano para a democracia em sociedades contemporaneas. Adentrando a ontopolítica deleuzeana, nos dedicaremos aos conceitos de maioria, minoria e devir-minoritário. é neste ponto que se faz o encontro da ontopolítica de Deleuze com a ontologia matemática de Ch. Sanders Peirce. Acontece que os conceitos ontopolíticos de Deleuze, além de sua vincula o com uma ontologia do poder, recebem também um tratamento matemático, tendo em vista certas no es aritméticas (contável e n o contável) e geométricas (linhas). As maiorias e minorias s o conjuntos contáveis que s o atravessados por devires n o contáveis. Com isso, chegaremos ao ponto central do presente artigo, onde realizamos uma incurs o inicial à imagem dos conceitos de maioria e minoria em Deleuze, com base na teoria das cole es e multid es de C. S. Peirce, principalmente com rela o à ontologia matemática nela incluída. Quanto a isso, a principal opera o será mostrar de que forma a distin o deleuzeana entre maiorias/minorias contáveis e devir-minoritário n o contável pode ser escandida em termos de cole es discretas denominadas enumeráveis, denumeráveis e abnumeráveis ou pós-numeráveis, de acordo com a terminologia de Peirce. This article aims at developing the so-called ontopolitics as G. Deleuze’s innovative contribution to contemporary political philosophy. This objective will lead us to inspect the concept of power that Deleuze borrowed from Foucault and extended in order to assign to it an ontological adequacy. The concept of power opens access to another important element of the Deleuzean political philosophy, that is, the study of the historical diagrams of the power in the so-called discipline and control societies. With the combined dynamical diagram of both, we become aware of the portrait Deleuze draws for the democracy in contemporary societies. Digging into the Deleuzean ontopolitics, we will devote ourselves to the concepts of majority, minority and minor-becoming. It is in this point that the meeting between Deleuze’s ontoplitics and Ch. Sa
Refuta o do argumento ontológico, ou filosofia crítica versus filosofia dogmática =The refutation of the ontological argument, or critical philosophy versus dogmatic philosophy
Faggion, Andrea Luisa Bucchile
Veritas , 2011,
Abstract: Em seu artigo “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, incluído no livro Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood pretende mostrar que Kant n o teria provado que a existência n o poderia ser um predicado real ou determinante. Em seu artigo “Anselm’s Ontological Arguments”, publicado na revista The Philosophical Review, Norman Malcolm pretende mostrar que Kant n o teria provado que a existência necessária n o poderia ser um predicado real ou determinante. Lidando com as defesas de Wood e Malcolm para o argumento ontológico contra as críticas de Kant, pretendo sugerir, primeiramente, que o argumento de Kant funciona e, em segundo lugar, que ele n o depende dos seus Postulados do Pensamento Empírico. Na verdade, advogo a tese de que o segundo Postulado poderia ser justificado por um apelo às conclus es de Kant sobre a existência, na se o “Sobre a impossibilidade de uma prova ontológica da existência de Deus”. In his paper “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, included in Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood intends to show that Kant would not have proved that existence could not be a real or determining predicate. In his paper “Anselm’s Ontological Arguments”, published in The Philosophical Review, Norman Malcolm intends to show that Kant would not have proved that necessary existence could not be a real or determining predicate. By dealing with Wood’s and Malcolm’s defenses of the ontological argument against the objections of Kant, I intend to suggest, firstly, that Kant’s argument works, and, secondly, that it does not depend on his Postulates of Empirical Thought. In fact, I advocate the thesis that the second Postulate could be justified by an appeal to the conclusions of Kant about existence in the section “On the impossibility of an ontological proof of God’s existence”.
Natureza, individua o e logos em Merleau-Ponty
Fontes Filho, Osvaldo
Veritas , 2006,
Abstract: Este estudo sintetiza as leituras de Merleau-Ponty sobre a ciência moderna, e procura esclarecer como elas desautorizam uma concep o determinista da Natureza. Ao contrário da física newtoniana e de outras ontologias substancialistas, que submetem a contingência ao entendimento descontínuo, onde os seres reduzem-se a "feixe de probabilidades". Assim, ao fornecer sentido ontológico ao polimorfismo do tempo e do espa o percebidos, Merleau-Ponty intercepta em teóricos pós-newtonianos renovada concep o da matéria: "éter dos acontecimentos", ela se esclarece menos pelas longas cadeias causais que pela "pulula o ilimitada das categorias". A conseqüente refuta o dos princípios de identidade é oportunidade para investir individualidades em devir e modos de existência ubiqüitários, atestados pelas modernas embriologias, elementos que ajudam a reformular o cenário ontológico. This paper summarizes Merleau- Ponty lectures about modern sciences and tries to enlighten how he disavows a determinist conception of Nature. Adversely to Newtonian physics and others substantialistic ontologies that translate contingency into understanding, Merleau- Ponty reveals a register of discontinuity in Nature where beings amount to be a “bundle. of probabilities”. Therefore, in getting ontological sense to the polymorphism of perceived time and space, Merleau-Ponty identifies in post- Newtonian theorists a renewed conception of matter as “ether of events”. Matter do not have to be shaped by long causal chains but by “unlimited profusion of categories”. A consequent refusal of identity principles is an opportunity to a close examination of individualities in progress and ubiquitous ways of existence, both attested by moderns embryologies. In doing so, Merleau-Ponty aims to reformulate ontological scene.
Sobre a no o de verdade: da adequa o à ontologia de Martin Heidegger
Leonardo Goulart
Revista Tecer , 2012,
Abstract: Este artigo trata de apresentar os fundamentos da ontologia para Martin Heidegger enquanto no o fundamental para compreens o da no o de verdade. Para tanto busca diferenciar a no o tradicional da verdade como adequa o da perspectiva heideggeirana sobre verdade apoiada na compreens o do ser e da liberdade.
Maurizio Ferraris, Documentare la documentalità prima del collasso ontologico
Guglielmo Feis
Enthymema , 2010, DOI: 10.6092/2037-2426/592
Abstract: Recensiamo l’ultimo lavoro di Maurizio Ferraris, dedicato all’ontologia sociale: Documentalità. Perché è necessario lasciar tracce. Nel primo paragrafo sono esposte quelle che Ferraris caratterizza come le tesi portanti del suo lavoro, che quindi sono presentate nel secondo paragrafo. Il terzo e il quarto paragrafo sono dedicati alle critiche: prima quelle che Ferraris fa a Barry Smith e a John Searle servendosi della sua teoria e poi, tenendo conto del dibattito e delle recensioni seguite all’uscita del libro, quelle a Ferraris e alla sua teoria.
Ontologia da Produ o do Espa o na Geografia: Uma abordagem do Tema Através do Fiálogo entre Milton Santos e Heidegger Sobre a Técnica
Luis Carlos Tosta dos Reis
Geografares , 2012,
Abstract: O artigo objetiva prestar uma contribui o ao tema da ontologia do espa o na geografia problematizando-o através do paralelo entre, por um lado, o pensamento de Milton Santos acerca da rela o entre técnica e ontologia do espa o e; por outro lado, o pensamento de cunho ontológico que o filósofo Martin Heidegger desenvolveu a partir de sua peculiar posi o diante da quest o da técnica. Essa perspectiva de problematiza o é proposta na medida em que permite articular a convergência de no es fundamentais ao debate teórico sobre a ontologia do espa o na geografia, quais sejam: a produ o (social) do espa o; a técnica; e o tema primordial de toda investiga o ontológica, o ser.
O reconhecimento da alteridade como possibilidade de constru o de um novo paradigma na cultura ocidental em Joel Birman e Emmanuel Lévinas
José Geraldo Estevam
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2009, DOI: 10.5752/446
Abstract: Resumo A cultura ocidental, erigida sob a égide da ontologia grega, historicamente relegou o outro em sua alteridade ao esquecimento, numa supremacia do ser que justificou as cruzadas, a coloniza o, a escravid o, os regimes totalitários como o fascismo e o nazismo, entre outros. Este artigo tem como objetivo apresentar as perspectivas do professor Joel Birman e do filósofo Emmanuel Lévinas sobre a importancia da constru o de um novo paradigma na cultura ocidental. Paradigma que reconhe a a alteridade, numa abertura inédita do eu, que supere a lógica egocêntrica do ser. A abordagem de Birman consiste na leitura feita, a partir da psicanálise, das causas e consequências da cultura do narcisismo, que norteia a sociedade do espetáculo na pós-modernidade. Essa cultura, ao centrar-se no eu, faz do outro objeto para suas satisfa es egoístas. Já a abordagem de Lévinas é uma crítica filosófica ao primado da ontologia, que desde sua origem na Grécia antiga desconsiderou o outro, numa nega o violenta da alteridade. A proposta levinasiana é a de que a ética precede a ontologia, ou seja, a ética como filosofia primeira deve nortear a rela o entre os homens, num reconhecimento do outro em sua alteridade. N o se pretende neste breve trabalho analisar de forma minuciosa as concep es de Birman e de Lévinas, mas apontar que, apesar das diferen as de abordagem, ambos se aproximam no que tange à quest o da alteridade na cultura ocidental. Palavras-chave: Alteridade; Paradigma; Eu; Narcisismo; Ontologia. Abstract The Western Culture based on the aegis of the Greek ontology, has historically relegated the other in his alterity to the forgetfulness, in supremacy of the Being who justified the crusades, the colonization, the slavery, the totalitarian regimes like the Fascism and the Nazism, among others. It is in this perspective that this article has as objective to present the perspectives of the teacher Joel Birman and of the philosopher Emmanuel Lévinas on the importance of constructing a new paradigm in the western culture that recognizes the alterity. This paradigm which recognizes the alterity of other is an unpublished opening of myself, who surpasses the egocentric logic of the Being. The approach of Birman consists of reading, from the psychoanalysis, of the causes and consequences of the narcissism culture, that leads society of spectacles in the post-modernity, which while be centering in myself, it does from another object for his selfish satisfactions. The approach of Lévinas is already a philosophical criticism on the primacy of the ontology, which
INFLUêNCIA ESTOICA NA CONCEP O DE STATUS E DICTUM COMO QUASI RES (ὡσανεì τινά) EM ABERLARDO STOIC INFLUENCE IN ABELARD'S CONCEPTION OF STATUS AND DICTUM AS QUASI RES (ὡσανεì τινά).
Guy Hamelin
Philósophos : Revista de Filosofia , 2011, DOI: 10.5216/phi.v16i1.12437
Abstract: Na sua obra, Pedro Abelardo (1079-1142) destaca duas no es metafísicas que fundamentam sua teoria lógica: o status e o dictum propositionis, ao causar, respectivamente, a imposi o (impositio) dos termos universais e o valor de verdade das proposi es. Trata-se de express es que se referem a naturezas ontológicas peculiares, na medida em que n o s o consideradas coisas (res), mesmo que constituem causas. Todavia, também n o s o nada. Abelardo as chama de ‘quase coisas’ (quasi res). No presente artigo, explicamos, primeiro, essas duas no es essenciais da lógica abelardiana, antes de tentar, em seguida, encontrar a fonte dessa metafísica particular. Em oposi o a comentadores importantes da lógica de Abelardo, que estimam que haja uma forte influência plat nica sobre essa concep o específica, defendemos antes, com apoio de textos significativos e de acordo com o nominalismo abelardiano, que a maior ascendência sobre a metafísica do nosso autor é a do estoicismo, sobretudo, antigo. In his work, Peter Abelard (1079-1142) highlights two metaphysical notions, which sustain his logical theory: the status and the dictum propositionis, causing respectively both the imposition (impositio) of universal terms and the thuth-value of propositions. Both expressions refer to peculiar ontological natures, in so far as they are not considered things (res), even if they constitute causes. Nevertheless, neither are they ‘nothing’. Abelard calls them ‘quasi-things’ (quasi res). In the present article, we expound first these two essential notions of Abelardian logic before then trying to find the source of this particular metaphysics. Contrary to some important commentators of Abelard’s logic, who consider there to be a strong Platonic influence in this specific conception, we maintain instead, with support from significant texts and in accordance with Abelardian nominalism, that the main ancestry of the metaphysics of our author is principally that ancient stoicism.
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