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ISSN: 2333-9721

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As causas externas no Brasil no ano 2000: comparando a mortalidade e a morbidade
Gawryszewski Vilma Pinheiro,Koizumi Maria Sumie,Mello-Jorge Maria Helena Prado de
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: Desde o início da década de 80, as causas externas representam a segunda causa de morte no Brasil. Também determinam crescente demanda aos servi os de saúde. O objetivo do presente trabalho é analisar a morbi-mortalidade por causas externas no Brasil. O material do estudo é composto pelas 118.367 mortes e 652.249 interna es hospitalares por causas externas ocorridas no Brasil no ano 2000. Os dados s o provenientes do Sistema de Informa es de Mortalidade e Sistema de Informa es Hospitalares. Entre os resultados destaca-se que o coeficiente de mortalidade por causas externas foi 69,7/100 mil (119,0/100 mil para os homens e 21,8/100 mil para as mulheres). Os homicídios lideraram as causas de morte (38,3% do total), com coeficiente alto, 26,7/100 mil e as quedas lideram as interna es (42,8% do total). Os traumas e les es relacionados ao transporte terrestre s o importantes tanto na morbidade quanto na mortalidade. As fraturas representaram 42,6% das hospitaliza es, mais freqüentes em membros superiores e inferiores. Aponta-se que os programas de preven o devem ter impacto tanto na mortalidade quanto na morbidade, com destaque para os homicídios, transporte e quedas.
Formas hepatosplênicas da esquistossomose mans nica no interior do Nordeste do Brasil
Barbosa Frederico S.,Gon?alves José Felipe,Melo Marcelo C. V. de
Cadernos de Saúde Pública , 1995,
Abstract: Estudos de campo sobre a morbidade da esquistossomose mans nica foram realizados em algumas áreas rurais do interior do nordeste do Brasil durante o primeiro semestre de 1991. Estes estudos seccionais foram limitados à determina o do gradiente clinico da endemia. Foram examinadas todas as popula es presentes neste levantamento feito casa-por-casa. Os resultados mostraram a redu o da prevalência da forma mais grave da esquistossomose - a forma hepatosplênica - quando comparados com estudos semelhantes feitos nas mesmas áreas durante as décadas de 60 e 70. As taxas de prevalência das formas clínicas graves da doen a foram deslocadas dos grupos de idade mais jovens para os grupos mais velhos.
Centraliza o da Circula o Fetal em Gesta es de Alto Risco: Avalia o da Vitalidade Fetal e Resultados Perinatais
Nomura Roseli Mieko Yamamoto,Francisco Rossana Pulcineli Vieira,Sakamoto Kathia,Miyadahira Seizo
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivos: analisar, nas gesta es de alto risco com diagnóstico de centraliza o da circula o fetal, os resultados perinatais e a avalia o da vitalidade fetal de acordo com a dopplervelocimetria da artéria umbilical (AU). Métodos: foram estudadas 717 gestantes de alto risco avaliadas pelo Setor de Vitalidade Fetal da Clínica Obstétrica do HC-FMUSP. Todas foram submetidas aos exames em períodos de até 72 horas que antecederam o parto. Foram excluídas as gesta es múltiplas e as com diagnóstico de malforma es fetais. A centraliza o foi caracterizada de acordo com o valor do índice de pulsatilidade (IP) da ACM (IP abaixo do 5o percentil para a idade gestacional = fetos com centraliza o). A dopplervelocimetria da AU foi classificada como alterada quando a rela o A/B foi superior ao percentil 95 para a idade gestacional. Resultados: nas gestantes com dopplervelocimetria da AU normal (560 pacientes -- 78,1%), observamos correla o apenas entre a centraliza o e a cardiotocografia suspeita ou alterada (17,1%). Nas gestantes com dopplervelocimetria da AU alterada (157 pacientes -- 21,9%) as médias dos seguintes parametros foram significativamente menores no grupo com centraliza o (105 casos -- 66,9%): peso do recém-nascido (1810,5±769,3 g), idade gestacional (34,4±3,6 sem) e pH no nascimento (7,20±0,1). Houve também, neste grupo, correla o significativa entre a centraliza o e altera es na cardiotocografia (57,2%), índice de Apgar de 1o minuto inferior a 7 (43,8%) e 5o minuto inferior a 7 (12,4%). Conclus es: o diagnóstico da centraliza o da circula o fetal pela dopplervelocimetria da ACM é significativo apenas em gesta es que cursam com algum grau de insuficiência placentária, n o se relacionando com piora dos resultados perinatais em gestantes com fun o placentária normal.
Bases para o tratamento da morbidade em áreas endêmicas de filariose bancroftiana
Dreyer Gerusa,Dreyer Patrícia
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2000,
Abstract: A escolha da terapia mais apropriada para o paciente com bancroftose requer um conhecimento das diversas características clínicas da doen a filarial e de sua patogênese. Como resultado de novos testes diagnósticos e avan os clínicos, n o apenas nosso entendimento sobre a filariose bancroftiana mudou rapidamente de forma, como as nossas idéias sobre o tratamento. No passado, acreditava-se que a elefantíase era causada pela rea o imunológica do hospedeiro ao parasita filarial. Posta dessa maneira, essa forma da doen a seria o ponto final de uma inter-rela o hóspede-hospedeiro imutável, dada a inexistência de medicamentos ou de condutas que possibilitassem a sua involu o nos denominados "indivíduos imunologicamente predispostos". Entretanto, nos últimos anos, surgiram evidências de que o linfedema e a elefantíase tinham outro agente etiológico. O principal fator de evolu o para os quadros de linfedema e elefantiásicos seria o desenvolvimento de infec es bacterianas secundárias de repeti o. Hoje, é perfeitamente claro que outras formas de terapia de suporte (incluindo a educa o e o aconselhamento psicológico) s o necessárias e s o, muitas vezes, mais importantes que a terapia antiparasitária.
Envenenamentos acidentais entre menores de 15 anos em município da Regi o Sul do Brasil
Martins Christine Baccarat de Godoy,Andrade Selma Maffei de,Paiva Priscila Aparecida Batista de
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O estudo teve como objetivo analisar as características de envenenamentos acidentais entre menores de 15 anos residentes em Londrina, Paraná, Brasil, em 2001. Os dados foram obtidos em prontuários dos hospitais gerais, do Centro de Controle de Intoxica es e no Núcleo de Informa o em Mortalidade da cidade. Foram observadas 473 vítimas de envenenamento acidental, representando um coeficiente de incidência de 399,8 por 100 mil crian as, sendo 60% por exposi o a substancia nociva e 40% por contato com planta ou animais venenosos. Maior risco foi observado na faixa de um a três anos, por exposi o a substancias nocivas. Entre os acidentes causados por exposi o a substancias nocivas (284 casos), predominaram os por medicamentos (47,5%), pesticidas (14,1%) e produtos de limpeza (11,3%), com interna o de 17,2% das crian as. Entre os envenenamentos por contato com animais/plantas (189 casos), predominaram os causados por lagartas (29,1%), abelhas (25,9%) e aranhas (22,8%), com interna o de 1,1%. Conclui-se que é alta a incidência de envenenamentos e que há diferenciais nos agentes envolvidos de acordo com a faixa etária da crian a, o que pode contribuir para evitar esses eventos.
Les es musculoesqueléticas em motociclistas vítimas de acidentes de transito
Claudio Henrique Meira Mascarenhas,Leonardo Malta Azevedo,Vilmary Silva Novaes
Ciência & Desenvolvimento , 2010,
Abstract: Este estudo teve por objetivo caracterizar as les es musculoesqueléticas em motociclistas vítimas de acidentes de transito no município de Jequié (BA), bem como averiguar a rela o dos tipos de acidentes de transito com as les es musculoesqueléticas nestes indivíduos. Trata-se de um estudo descritivo com delineamento transversal, realizado no Hospital Geral Prado Valadares, no qual a amostra foi constituída por 30 motociclistas acidentados no transito, com diagnóstico clínico de les o musculoesquelética. O instrumento de coleta de dados utilizado foi um questionário semi-estruturado contendo quest es sociodemográficas, clínicas, e relacionadas com o acidente de transito. As variáveis sociodemográficas e clínicas foram analisadas de forma descritiva, sendo que para averiguar a rela o do tipo de acidente de transito com a les o musculoesquelética utilizou-se o teste Qui-quadrado através do software SPSS vers o 15.0 . Os resultados mostraram que a maioria dos indivíduos era do sexo masculino, numa faixa etária entre 28 e 38 anos, solteiros, de baixa escolaridade; sendo que apenas 9 (36%) dos condutores eram habilitados. A queda foi o tipo de acidente predominante entre os motociclistas, e as les es musculoesqueléticas mais frequentes foram as fraturas em membros inferiores. N o houve diferen a estatística entre as variáveis tipo de acidente e les o musculoesquelética. O conhecimento das variáveis dos acidentes de transito e das les es musculoesqueléticas encontradas neste estudo pode servir de subsídio para a realiza o de medidas educativas que minimizem o número de vítimas desses episódios e das morbidades de tais les es.
Adolescentes atendidos num servi o público de urgência e emergência: perfil de morbidade e mortalidade.
Islaine Fernandes Dubuc,Rosangela Aparecidda Pimenta Ferrari
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2006,
Abstract: Trata-se de uma investiga o descritiva transversal para caracterizar as causas de morbidade e mortalidade entre adolescentes atendidos no servi o de urgência e emergência de um hospital público. A coleta de dados foi realizada através das fichas de atendimento, nos meses de janeiro, fevereiro e mar o de 2003, totalizando 2722. A popula o constituiu-se por adolescentes de 10 a 19 anos de idade, residentes no município. As causas de morbi-mortalidade foram classificadas de acordo com a Classifica o Internacional de Doen as (CID-10). Mais da metade dos atendimentos é para a popula o feminina (54,1%). As causas de morbidade predominantes foram as doen as infecciosas e parasitárias no sexo feminino (26,5%) e les es e envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas no sexo masculino (30,5%). O mês de maior atendimento foi mar o (38,4%). O período da noite foi de maior prevalência (37,6%). A clínica médica atendeu 63,9% dos adolescentes. Receberam alta, 84,6% dos casos e n o foram detectados óbitos. Os resultados contribuem para o direcionamento de políticas públicas e efetiva o de medidas preventivas, de controle e redu o das principais causas de morbidade, que levam a popula o adolescente a procurar o servi o de pronto socorro.
Características dos pacientes com trauma cranioencefálico na cidade do Salvador, Bahia, Brasil
Melo José Roberto Tude,Silva Ricardo Araújo da,Moreira Jr Edson Duarte
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Descrever as características de pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) na cidade do Salvador, assim como determinar as faixas etárias mais acometidas e definir as taxas de morbidade e letalidade. MéTODO: Revis o retrospectiva de 555 prontuários de vítimas de TCE internadas no Hospital Geral do Estado da Bahia (HGE) no ano de 2001, com posterior preenchimento de questionário. RESULTADOS: Foram verificados 82,9% de vítimas do sexo masculino e 17,1% do sexo feminino com principal faixa etária entre 21 e 30 anos. A principal causa de TCE foi acidente com meios de transporte (40,7%), seguido das agress es com ou sem armas (25,4%) e quedas (24%). Foi evidenciada taxa de morbidade de 24,9% e letalidade de 22,9%. CONCLUS O: Os mais envolvidos no TCE foram adultos jovens do sexo masculino, tendo como principal causa os acidentes com meios de transporte, com taxas elevadas de morbidade e letalidade.
O uso em epidemiologia da família de classifica es de doen as e problemas relacionados à saúde
Laurenti Ruy,Buchalla Cassia Maria
Cadernos de Saúde Pública , 1999,
Abstract: O trabalho descreve a evolu o das estatísticas de freqüência de doen as e dos instrumentos utilizados para a apresenta o das mesmas. Iniciando no século XVII com as primeiras apresenta es sobre causas de morte e continuando até, praticamente, a metade do século XX como estatísticas de mortalidade por causa, o instrumento para a sistematiza o dessas apresenta es era uma classifica o de causas de morte. A partir da segunda metade do século XX, além das estatísticas de mortalidade por causas, come aram a ser produzidas rotineiramente as estatísticas de morbidade hospitalar, e o instrumento para apresenta o passou a ser uma classifica o de doen as e n o apenas de causas de morte. Mais recentemente come ou a haver adapta es dessa classifica o para uso de especialidades médicas, passando a existir o que se convencionou chamar "família de classifica es" e entre ela se inclui uma classifica o de conseqüência de doen as. O uso da classifica o de doen as, seja para mortalidade como para morbidade, possibilitou a realiza o de numerosos estudos epidemiológicos que ampliaram o conhecimento sobre saúde.
Da denúncia à impunidade: um estudo sobre a morbi-mortalidade de crian as vítimas de violência
Gomes Romeu
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: O artigo analisa denúncias de violência contra crian as, bem como o encaminhamento dado a essas denúncias. A metodologia do estudo, predominantemente qualitativa, leva em conta dois procedimentos: (1) análise de dados de 1990 de delegacias de polícia das áreas programáticas números 1 e 5 do Município do Rio de Janeiro, e (2) discuss o do encaminhamento dado às denúncias, após decorridos cinco anos dos acontecimentos. Conclui-se que, entre outros eventos, os acidentes de transito predominam no conjunto dos dados. Também observa-se que as ocorrências pouco informam sobre as circunstancias dos eventos violentos e praticamente nada foi feito para se apurar as responsabilidades de quem comete violência contra a crian a.
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