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Peritoneal borderline cystoadenocarcinoma
Gir?o, Manoel Jo?o Batista Castello;Sartori, Marair Gracio Ferreira;Gonalves, Wagner José;Lima, Geraldo Rodrigues de;
Sao Paulo Medical Journal , 1998, DOI: 10.1590/S1516-31801998000100008
Abstract: carcinomas of peritoneal origin represent a seldom diagnosed entity of unknown etiology, with important implications in terms of prophylactic oophorectomy. initially described in patients belonging to families at high risk for ovarian cancer, it possibly has a pathogeny similar to that of endosalpingiosis and of some cases of endometriosis. we report a case of peritoneal borderline mucinous carcinoma with an anatomopathological diagnosis of normal ovaries.
Qual o índice de massa corporal de mulheres com disfun??es dos músculos do assoalho pélvico que procuram tratamento fisioterapêutico?
Fitz, Fátima Faní;Costa, Thaís Fonseca;Feitosa, Suellen Maurin;Yuaso, Denise Rodrigues;Alves, Gabriel Andrade;Sartori, Marair Gracio Ferreira;Gir?o, Manoel Jo?o Batista Castello;Castro, Rodrigo Aquino;
Fisioterapia e Pesquisa , 2012, DOI: 10.1590/S1809-29502012000400003
Abstract: overweight and obesity are reported as important risk factors for developing of female pelvic floor (pf) dysfunction. thus, the objective was to verify the body mass index (bmi) of women with pf dysfunctions who sought physiotherapy treatment, and comparing it with national statistics. this is an observational study. there were evaluated the records of women with pf dysfunctions served by the physiotherapy service from 2004 to 2010, and included all women with the presence of any symptom of pf dysfunction. it was calculated the bmi of 312 women with pf dysfunction. the bmi mean was 28.1 kg/m2. approximately 70% of these women were overweight or obese, a value higher than the national rate of 59%. the pathophysiological basis of the relationship between obesity and pf dysfunction is the correlation between bmi and intra-abdominal pressure. the identification of overweight and obesity should be part of the rehabilitation programs of the pf, since the reduction in body weight can contribute by reducing the severity of the disorder. with the present study it was observed that women seeking physiotherapy treatment for pf dysfunction have higher rates of obesity than the national female population.
Reprodutibilidade interobservador da classifica o da distopia genital proposta pela Sociedade Internacional de Continência
Feldner Jr Paulo Cezar,Bezerra Leonardo Robson Pinheiro Sobreira,Oliveira Emerson,Sartori Marair Gracio Ferreira
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: testar a reprodutibilidade entre observadores das medidas e do estádio da distopia genital pela classifica o do prolapso pélvico feminino preconizada pela Sociedade Internacional de Continência (ICS). MéTODOS: foram avaliadas 51 pacientes atendidas no setor de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal do Departamento de Ginecologia da UNIFESP/EPM durante investiga o uroginecológica. Descrevemos a localiza o dos pontos propostos pela classifica o da ICS, sendo dois na parede vaginal anterior, dois no ápice vaginal, dois na parede vaginal posterior, além do hiato genital, corpo perineal e comprimento vaginal total. A seguir, realizamos o estadiamento da distopia genital baseada nesta classifica o. O procedimento foi realizado por dois investigadores diferentes sem contato prévio entre eles. A reprodutibilidade das nove medidas sítio-específicas e do estádio final foi analisada pela correla o de Pearson e a média dos pontos específicos pelo teste de t-pareado. RESULTADOS: houve correla o significativa e substancial para as medidas avaliadas. O índice de correla o para o ponto Aa foi de 0,89 (p<0,0001), ponto Ba de 0,90 (p<0,0001), ponto C de 0,97 (p<0,0001), ponto Ap de 0,72 (p<0,0001), ponto Bp de 0,84 (p<0,0001), ponto D de 0,91 (p<0,0001), hiato genital de 0,65 (p<0,0001), corpo perineal de 0,66 (p<0,0001) e comprimento vaginal total de 0,73 (p<0,0001). Também n o se observou varia o na média das medidas realizadas pelos dois examinadores. Da mesma forma, o estádio final da distopia foi altamente reprodutível (r = 0,81, p<0,0001). Em nenhuma paciente houve varia o maior que um estádio, sendo idênticos em 86,2% dos casos. CONCLUS ES: existe reprodutibilidade nas medidas obtidas pelo sistema de classifica o da distopia genital da Sociedade Internacional de Continência.
Análise dos Vasos do Trato Urinário Inferior de Ratas Durante e Após a Prenhez
Kosmiskas José Vicente,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira,Baracat Edmund Chada
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: estudar as varia es da anatomia vascular de ratas, avaliando o número de vasos da uretra proximal e distal, da jun o vésico-uretral e da bexiga, durante e após a prenhez. Métodos: trinta ratas, com teste positivo de acasalamento, foram divididas aleatoriamente em três grupos contendo 10 animais cada, a saber: GI - ratas no 10o dia de prenhez; GII - ratas no 20o dia de prenhez; GIII - ratas no 5o dia de puerpério; um grupo controle (GIV) era composto de 10 ratas na fase de estro. Foram contados os vasos sangüíneos em quatro laminas, por animal, coradas pelo método do tricr mico de Masson, com ocular de integra o de 25 pontos, acoplada a microscopia de luz, com objetiva de 40 X. As regi es estudadas foram uretra proximal e distal, jun o vésico-uretral e bexiga. Resultados: n o houve varia o significativa no número de vasos da bexiga, da jun o vésico-uretral e da uretra proximal nas ratas durante a gesta o ou em rela o ao grupo controle. Na uretra distal, o número de vasos no grupo controle foi 13,7, sendo significativamente menor do que nos grupos com prenhez (20,5 a 24,4 vasos). Conclus es: as ratas prenhes apresentaram maior número de vasos na uretra distal do que aquelas em estro. Nos demais locais estudados n o houve diferen as entre os grupos.
Colpossacrofixa o para corre o do prolapso da cúpula vaginal
Zucchi Eliana Viana Monteiro,Kati Léa Mina,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: avaliar o resultado da técnica da colpossacrofixa o (CSF) para tratamento de pacientes que apresentaram prolapso de cúpula vaginal pós-histerectomia e que foram tratadas no período de 1995 a 2000. MéTODOS: foram incluídas, retrospectivamente, 21 pacientes com prolapso de cúpula vaginal pós-histerectomia e corre o prévia de cistocele e retocele. Foram analisados a idade, paridade, peso e índice de massa corpórea (IMC) o intervalo entre a histerectomia e o aparecimento do prolapso. A colpossacrofixa o foi realizada em 15 pacientes, das quais se avaliaram o tempo cirúrgico, perda sangüínea e recidiva. As pacientes submeteram-se a CSF com ou sem interposi o de prótese de material sintético entre a cúpula vaginal e o sacro. RESULTADOS: para 15 das 21 pacientes acompanhadas em nosso servi o, a técnica de CSF foi a de elei o. Em um caso houve dificuldade técnica intra-operatória e optou-se pela corre o a Te Linde. A média de idade das pacientes foi de 63,7 (47 a 95 anos), paridade 4,6 e o IMC 26,9. A CSF foi realizada, em média, 18 anos após histerectomia total abdominal e 3 anos após histerectomia vaginal. O tempo cirúrgico médio foi de 2 horas e 15 minutos, sem necessidade de transfus o sanguínea. N o houve recidiva do prolapso ou dos sintomas pré-operatórios (seguimento de 1 a 5 anos). CONCLUS ES: o tratamento cirúrgico do prolapso de cúpula vaginal pode ser realizado pela via vaginal (colpocleise ou fixa o ao ligamento sacroespinhoso) e pela via abdominal (colpossacrofixa o). Esta última apresenta a vantagem de restaurar o eixo vaginal preservando sua profundidade, o que, além de melhorar o prolapso, permite o restabelecimento das fun es sexuais, intestinal e urinária (principalmente quando associada a colpofixa o - Burch). Assim, quando o diagnóstico e tratamento s o adequados e a equipe cirúrgica tem pleno conhecimento da anatomia pélvica, podemos afirmar que a CSF atinge seu objetivo no tratamento do prolapso de cúpula vaginal, com excelente corre o e mínima morbidade.
Mobilidade do Colo Vesical e Avalia o Funcional do Assoalho Pélvico em Mulheres Continentes e com Incontinência Urinária de Esfor o, Consoante o Estado Hormonal
Moreira Sonia Fátima da Silva,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira,Baracat Edmund Chada
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: estudar a mobilidade do colo vesical e a for a da musculatura perineal em mulheres com e sem incontinência urinária de esfor o, no menacme e na pós-menopausa. Métodos: foram avaliadas 61 pacientes, das quais 31 estavam no menacme, sendo 17 com incontinência urinária de esfor o (IUE) e 14 continentes, e 30 estavam na pós-menopausa, das quais 15 com e 15 sem IUE. Todas as incontinentes foram submetidas ao teste da coluna d'água e ao teste de esfor o com bexiga vazia. A mobilidade do colo vesical foi avaliada pelo teste do cotonete e por ultra-sonografia e, para estudo da fun o da musculatura perineal, foram utilizados a palpa o digital e cones vaginais. Resultados: a posi o do colo vesical nas mulheres com incontinência urinária de esfor o (grupos A e C), tanto pela ultra-sonografia quanto pelo teste do cotonete, foi mais baixa, sendo --11,8 cm no grupo A e --12,5 cm no grupo C, do que as mulheres continentes, nas quais o colo encontrava-se, em média, a +4,4 cm no grupo B e +2,3 cm no grupo D. Quanto à mobilidade do colo vesical, avaliada pela ultra-sonografia e pelo teste do cotonete, n o houve diferen a significativa entre os grupos continentes no menacme (9,1 cm) e na pós-menopausa (9,5 cm). Também n o houve diferen a significativa entre os dois grupos incontinentes entre si (17,1 cm para o grupo A e 16,6 cm para o C). No entanto, a mobilidade foi significativamente maior nos grupos com incontinência urinária de esfor o (A e C) do que nos grupos continentes (B e D) Verificamos que, quanto à avalia o da musculatura do assoalho pélvico, o teste realizado com cones vaginais e a avalia o funcional do assoalho pélvico mostraram índice 4 no grupo B e 3,4 no grupo D, indicando maior for a muscular nas mulheres continentes, quando comparadas às incontinentes (2,9 e 2,3, respectivamente no menacme e na pós-menopausa). Conclus o: a mobilidade do colo vesical, avaliada por meio do teste do cotonete e da ultra-sonografia, é maior nas mulheres incontinentes, independente do estado menopausal. A avalia o do assoalho pélvico pela palpa o digital e pelos cones vaginais mostrou que a fun o muscular é menos eficiente nas mulheres incontinentes.
Citologia Hormonal do Trato Urinário Baixo e da Vagina de Mulheres na Pós-menopausa, antes e durante Estrogenioterapia Oral e Transdérmica
Lustosa áurea Belas,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira,Baracat Edmund Chada
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: avaliar a a o dos estrogênios por via oral ou transdérmica nas células do trato urinário baixo e da vagina, em mulheres menopausadas. Métodos: foram incluídas 25 mulheres na pós-menopausa, nas quais se estudaram os efeitos citológicos da terapia de reposi o hormonal estrogênica, por via oral e por via transdérmica, sobre as células da vagina e do sedimento urinário. As pacientes foram distribuídas aleatoriamente em 2 grupos: Grupo I, constituído por 14 mulheres que receberam 0,625 mg de estrogênio conjugado eqüino associado a 5 mg de acetato de medroxiprogesterona, por via oral, diariamente sem intervalo por três meses, e Grupo II, formado por 11 mulheres que fizeram uso de 17-beta-estradiol matricial na dose de 50 mig, por via transdérmica, semanalmente, associado a 5 mg de acetato de medroxiprogesterona diariamente por três meses. As amostras urinárias foram obtidas do jato inicial da primeira urina da manh , após asseio dos genitais, em frascos estéreis fornecidos pelo laboratório. A urina foi centrifugada e o esfrega o realizado a partir do sedimento urinário. Os esfrega os da vagina e do sedimento urinário foram imediatamente fixados em álcool absoluto e corados pelo método de Shorr. Resultados: observou-se que nas pacientes que utilizaram a via oral, houve matura o das células da vagina (o índice se elevou de 45,4 a 65,5 com dois meses de tratamento, permanecendo praticamente constante (62,0) a seguir. Quanto às células urinárias, n o houve varia o do valor de matura o (56,4 antes da medica o e 60,4 no final do período). Ao examinarmos tanto as células da urina quanto da vagina de pacientes que utilizaram a via transdérmica, notou-se que houve resposta satisfatória. Conclus o: com estes resultados podemos sugerir que os estrogênios, quando administrados por via transdérmica, est o associados à resposta satisfatória quanto ao trofismo tanto na vagina quanto na uretra. No entanto, quando se utiliza a via oral, nem sempre este resultado pode ser observado.
Colpossacrofixa??o para corre??o do prolapso da cúpula vaginal
Zucchi, Eliana Viana Monteiro;Kati, Léa Mina;Gir?o, Manoel Jo?o Batista Castello;Sartori, Marair Gracio Ferreira;Baracat, Edmund Chada;Lima, Geraldo Rodrigues de;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003, DOI: 10.1590/S0100-72032003001000002
Abstract: purpose: to evaluate patients who presented post-hysterectomy vaginal vault prolapse and were treated surgically by abdominal sacropexy (asp) during the period of 1995-2000 at the s?o paulo hospital (epm-unifesp). methods: we studied retrospectively 21 patients with post-hysterectomy vaginal vault prolapse with previous correction of cystocele and rectocele. an analysis was made taking into account the average age of the patients, number of parturitions, weight, body mass index (bmi), time between the appearance of the prolapse and the hysterectomy, duration of surgery, blood loss and recurrences. the patients underwent surgery using the abdominal sacropexy technique with or without the interposition of a synthetic prosthesis between the vaginal wall and the sacrum. results: of the patients attended in our service, 15 used the asp technique and in one case, due to intra-operational difficulties, the te linde correction was used. the average age of the patients was 63.7 (47-95 years), parity of 4.6 and bmi of 26.9. asp was performed on average 18 years after total abdominal hysterectomy and 3 years after vaginal hysterectomy. the average surgical time was 2 h and 15 min, without the need of a blood transfusion. there were no recurrences of the prolapse or preoperative symptoms (follow-up of 1-5 years). conclusions: surgical treatment of the vaginal vault prolapse can be done by vaginal access (colpocleisis or the fixation to the sacrospinal ligament) or abdominal approach (sacropexy). the latter has the advantage of restoring the vaginal axis, preserving its depth, which apart from improving the prolapse, allows the restoration of sexual, intestinal and urinary functions (especially when associated with colpofixation - burch). when diagnosis and treatment are adequate and the surgical team has complete knowledge of the pelvic anatomy, we can affirm that asp reaches its objective in the treatment of vaginal vault prolapse with excellent correction and minimum morbidit
Sling de aponeurose e com faixa sintética sem tens?o para o tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esfor?o feminina
Sartori, Jo?o Paulo;Martins, José Ant?nio Moraes;Castro, Rodrigo de Aquino;Sartori, Marair Gracio Ferreira;Gir?o, Manoel Jo?o Batista Castello;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2008, DOI: 10.1590/S0100-72032008000300005
Abstract: purpose: to compare sling operations of aponeurosis and tension-free vaginal tape (tvt) for the correction of stress urinary incontinence (sui) regarding: the rates of subjective and objective healing, the mobility of the bladder neck with ultrasonography, the variation of the absorbent test, the urodynamic alterations and the incidence of complications. methods: eighty patients with sui were selected. among them, 61 underwent a tvt surgery and 19, an abdominal rectum sling operation of aponeurosis. average age, index of body mass and parity were 50.1 years old, 29.7 kg/m2 and 4.1 deliveries (median=3) for the patients with aponeurosis sling, and 51.7 years old, 28.1 kg/m2 and 4.1 deliveries (median=3) for the ones with tvt. all of them have undergone anamnesis, physical examination, bladder neck ultrasonography, absorbent test and urodynamic evaluation before and at least six months after the surgery. after 15 or 19 months and after about four or five years, they were again interviewed concerning the surgery results. results: after six months, 96.7% of the women with tvt and 89.5% of the ones with sling thought they were healed in the subjective evaluation. nevertheless, after 15 to 19 months, the tvt group kept the same subjective healing rate, while among the sling group the rate decreased to 77.8%. there was a significant decrease in the mobility of the neck bladder that was similar in both groups and an improvement in the absorbent test. at the end of the urodynamic study, 93.4% of the women from the tvt group and 78.9% of the ones from the sling group were classified as having an objective healing. the average time of bladder probing was higher in the sling group. urinary retention was observed in 42.1% of the sling cases and in 9.8% of the tvt's. the rates of late healing were 90% for tvt and 55.6% for sling. conclusions: tvt surgery provided better subjective healing after 15 or 19 months, but the rate of objective healing was the same in both techniques at
Eletroestimula??o funcional do assoalho pélvico versus terapia com os cones vaginais para o tratamento de incontinência urinária de esfor?o
Santos, Patrícia Fernandes Diniz;Oliveira, Emerson;Zanetti, Miriam Raquel Diniz;Arruda, Raquel Martins;Sartori, Marair Gracio Ferreira;Gir?o, Manoel Jo?o Batista Castello;Castro, Rodrigo Aquino;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2009, DOI: 10.1590/S0100-72032009000900005
Abstract: purpose: to compare the effects of functional electrostimulation of the pelvic floor and therapy with cones in women with stress urinary incontinence (sui). methods: randomized clinical study for which 45 patients with sui were selected. the effects of functional electrostimulation of the pelvic floor were evaluated in the sui treatment of 24 women, with the use of clinical data (micturition diary, pad test and a questionnaire about quality of life - i-qol). the patients were submitted to two 20' weekly sessions for four consecutive months, under the supervision of a physiotherapist. the electrode used had 10 cm length and 3.5 cm width with a double metallic ring and a cylindrical shape, positioned in the medium third of the vagina. the electric parameters used were: intensity varying from 10 to 100 ma and 50 hz of fixed frequency, with pulse duration of 1 ms. also, we evaluated 21 patients who were submitted to vaginal cone treatment. the cone therapy was done with two 45 minute sessions per week. the cones' weight varied from 20 to 100 gr. results: there was no difference between the outcomes of electrostimulation of the pelvic floor and the vaginal cones for the treatment of sui (p>0.05). after four months, there was a significant improvement in the i-qol index of the patients treated both with electrostimulation (40.3 versus 82.9) or with the cones (47.7 versus 84.1). there was a significant decrease in pad weight in both groups, measured before and after the treatment (28.5 and 32 g versus 2.0 and 3.0 g for the electrostimulation and cone group, respectively). finally, there was a significant decrease in the number of urinary leakage evaluated by the micturition diary in both groups (p<0.0001). conclusions: both electrostimulation and vaginal cones were effective in the treatment of women with sui.
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