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ISSN: 2333-9721

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In vitro fracture resistance of glass-fiber and cast metal posts with different designs =Resistência à fratura de pinos de fibra de vidro e metálicos fundidos com diferentes configura es
Pasqualin, Fábio Henrique et al.
Revista Odonto Ciência , 2012,
Abstract: Objetivo: Avaliou-se in vitro a resistência à fratura de raízes com pinos metálicos fundidos e de fibra de vidro, variando sua configura o geométrica. Metodologia: Cinquenta incisivos centrais superiores tratados endodonticamente foram incluídos em resina acrílica. Dez receberam apenas preparo coronário (controle) e quarenta tiveram coroas seccionadas e raízes incluídas em resina (deixando 4 mm cervicais). Distribuiuse os espécimes em 5 grupos: controle, pino metálico cilíndrico, metálico c nico, pino de fibra de vidro cilíndrico e c nico. Submeteram-se os corpos-de-prova a ensaio de compress o, até ocorrer a fratura. Resultados: A ANOVA indicou diferen a significante entre os grupos (P<. 05) e no teste de Tukey-Kramer′s o controle (867±243 N) apresentou os maiores valores de resistência à fratura, sendo similar ao grupo do pino de fibra cilíndrico (711±180 N). N o houve diferen a significante entre os pinos metálicos cilíndricos (435±245 N) ou c nicos (585±164 N) e os de fibra c nicos (453±112 N). Os grupos dos pinos de fibra cilíndricos (711±180 N) e pinos metálicos c nicos (585±164 N) apresentaram valores intermediários e n o foram diferentes entre si. Conclus o: Pinos de fibra de vidro s o uma alternativa viável ao pino metálico fundido cilíndrico e c nico. Os pinos de fibra cilíndricos aumentaram a resistência à fratura dos incisivos tratados endodonticamente. Purpose: To evaluate the in vitro fracture resistance of roots with glass-fiber and metal dowels with different designs. Methods: Fifty-endodontically treated maxillary central incisors were embedded in acrylic resin. Ten of them received only the coronary preparation, and the remaining forty were embedded (except for 4mm of the cervical area) after removing the clinical crowns. Specimens were divided into five groups (n=10): control (teeth with only coronary preparation), cylindrical cast dowel, conical cast dowel, cylindrical glass-fiber dowel and conical glass-fiber dowel. Specimens were subjected to an increasing compressive load (N) until fracture. Results: ANOVA indicated significant difference (P<. 05) among the groups, and the TukeyKramer′s test identified these differences. The control group (867±243 N) presented the highest values and was statistically similar to cylindrical glass-fiber dowel group (711±180 N). There is no significant difference among the metal dowel cylindrical (435±245 N) or conical (585±164 N) group and conical glass-fiber dowel (453±112 N). Cylindrical glass-fiber dowel (711±180 N) and conical cast dowel and core (585±164 N) groups had intermediate values and d
Comparison of the interface dentin-endodontic sealer using two SEM magnifications =Compara o da interface dentina-cimento endod ntico usando dois aumentos de MEV
Steier, Liviu,Figueiredo, José Antonio Poli de,Belli, Sema
Revista Odonto Ciência , 2010,
Abstract: Objetivo: Este estudo teve por objetivo comparar a interface dentina – cimento endod ntico de dois cimentos (RealSeal e AH Plus) usando dois aumentos de Microscopia Eletr nica de Varredura (MEV). Metodologia: Os dois ter os coronários de oito molares extraídos foram removidos e as superficies dentinárias foram desgastadas com o uso sequencial de lixas abrasivas 180 e 320, sob refrigera o a água. Os espécimes foram divididos em dois grupos com quatro espécimes cada de acordo com o cimento endod ntico a ser usado e as superfícies dentinárias foram tratadas com EDTA a 17%, sendo seguido por NaOCl a 5,25%. Cilindros obtidos a partir de tubos de polietileno foram colocados sobre as superfícies dentinárias e preenchidos com os cimentos preparados. Após 2 h de presa de armazenamento a 370 C em ambiente com 100% de umidade por uma semana, os dentes foram seccionados perpendicularmente para permitir a visualiza o da área contendo o orifício, ou seja, a interface dentina - cimento. A análise por MEV foi realizada em três áreas ao longo da interface com aumentos de 150x e 1000x. Resultados: O teste de ANOVA para medidas repetidas n o mostrou diferen as significativas entre os aumentos de MEV. O cimento AH-Plus mostrou significantemente mais gaps na interface dentina – cimento que o material RealSeal. (P=0,002). A mudan a de aumento de MEV de 150x para 1000x n o resultou em identifica o maior de gaps. Conclus o: O cimento RealSeal produziu menos gaps que o cimento AH Plus. Pode-se concluir que o aumento de 150x é suficiente para mostrar defeitos na interface dentina –cimento endod ntico.
Citotoxicidade de cimentos de ion mero de vidro restauradores sobre células de linhagem odontoblástica
Coimbra, Luciana Rocha et al.
Revista Odonto Ciência , 2006,
Abstract: Os efeitos citotóxicos dos cimentos de ion mero de vidro podem ser atribuídos aos componentes liberados por estes materiais. Assim, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a citotoxicidade dos extratos de um cimento de ion mero de vidro convencional (Ketac Fil Plus – 3M/ESPE) e de um cimento de ion mero de vidro modificado por resina (Fuji II LC – GC) aplicados sobre células da linhagem odontoblástica MDPC-23. Corpos de prova com dimens es padronizadas foram preparados, imersos em 1,1mL de meio de cultura (DMEM), e incubados por 24 horas em estufa a 37oC com 5% de CO2. Os extratos obtidos foram filtrados, tiveram o pH ajustado para 7,4 e, foram incubados por 24 horas em contato direto com as células MDPC-23. DMEM puro foi utilizado como controle negativo. O metabolismo celular foi determinado pelo teste do MTT e os valores numéricos obtidos foram submetidos à análise estatística. A morfologia das células em contato com os extratos dos materiais experimentais ou controle (DMEM) foi avaliada em microscopia eletr nica de varredura (MEV). Os resultados obtidos pelo teste do MTT n o mostraram diferen a estatística significante entre os dois materiais e o grupo controle. Na análise em MEV, tanto para os cimentos de ion mero de vidro como para o grupo controle, foi observado um grande número de células com morfologia ligeiramente alongada e com múltiplos prolongamentos citoplasmáticos. Assim, foi possível concluir que os materiais ionoméricos avaliados apresentam baixo efeito citotóxico para as células de linhagem odontoblástica MDPC-23.
Influência do tipo de moldeira e alívios nas altera es do contorno do palato
GennariFilho, Humberto et al.
Revista Odonto Ciência , 2005,
Abstract: A estabilidade do molde é um dos fatores de maior importancia para obten o de um modelo fiel, sendo o cuidado com a individualiza o da moldeira, extremamente, necessário. Tendo em vista que tanto a espessura do molde como as reten es da moldeira (ou sua associa o) podem influenciar na estabilidade do molde durante sua remo o da boca, o propósito desse estudo foi o de investigar a influência do alívio e da perfura o da moldeira, na altera o do molde de alginato, decorrentes do ato de remo o, avaliando a inclina o do perfil do palato na regi o média e posterior através de computa o gráfica. Para tanto foi confeccionada uma matriz em resina acrílica representando um maxilar edêntulo, sendo essa matriz plana na regi o do palato e vertentes interna do rebordo alveolar. Foram confeccionadas moldeiras em resina acrílica com 3 diferentes alívios (3 mm, 4,5 mm e 6 mm) sendo um grupo com perfura o e outro sem perfura o, totalizando em 6 grupos estudados. O material de elei o para a realiza o das moldagens foi o Jeltrate Plus (Dentsply), sendo realizadas 7 impress es para cada grupo. Após a obten o dos modelos, com gesso tipo IV, os mesmos foram digitalizados e os perfis (tanto posterior como mediano) mensurados no software AutoCad 2000. Os resultados permitiram concluir que: a moldeira perfurada com pouco alívio (3mm) representou a melhor situa o, sendo suas médias n o estatisticamente diferentes em rela o à matriz. N o ocorreram diferen as estatisticamente significantes (p<0,05) entre os grupos em que se utilizaram moldeiras sem perfura o em rela o às moldeiras perfuradas.
Development of glass ionomer cement modified with seashell powder as a scaffold material for bone formation =Desenvolvimento de cimento de ion mero de vidro modificado com pó de conchas como material estrutural para forma o óssea
Giacomelli, édio et al.
Revista Odonto Ciência , 2011,
Abstract: Objetivo: Este estudo examinou a possibilidade de modificar as propriedades estruturais do cimento de ion mero de vidro (CIV) pela adi o de conchas para formar um material estrutural, com objetivo de uso em casos de forma o óssea. Metodologia: Conchas de cor branca e preta foram transformadas em um pó fino e homogêneo e sua composi o foi analisada por EDX e difra o por RX. O pó de concha foi misturado a CIV nas concentra es de 1, 5 ou 10% (em peso) para a confec o das amostras. Amostras sem pó de concha foram usadas como grupo controle. Foram realizadas medi es de pH de solu es do pó de conchas e das amostras de CIV. A análise estrutural e superficial das amostras foi realizada por microscopia eletr nica de varredura (MEV). Resultados: N o houve diferen a de pH entre as solu es testadas com diferentes concentra es de pó de concha (1, 5 ou 10%). Nas amostras de CIV com conchas, os valores de pH foram próximos a 7,0. Os métodos de EDX e difra o por RX mostraram picos de carbonato de cálcio (CaCO3) para as amostras com conchas. A análise por MEV demonstrou que as amostras com pó de conchas tinham forma es estruturais diferentes do controle. Conclus o: Embora haja necessidade de testes de biocompatibilidade e citotoxicidade celular, assim como avalia o in vivo, as conchas poderiam ser utilizadas como material de modifica o estrutural do cimento de ion mero de vidro em casos de material para enxerto ósseo ou osseointegra o.
Compara o de três sistemas digitais em rela o à densidade óptica de cimentos de ion metro de vidro
Hehn, Lisiane et al.
Revista Odonto Ciência , 2007,
Abstract: Objetivo: O objetivo deste estudo foi comparar três sistemas digitais, dois do tipo placas ópticas e um sensor, quanto à densidade óptica de três cimentos de ion mero de vidro restauradores. Materiais e Método: Foram obtidas imagens radiográficas dos corpos de prova confeccionados com cada um dos materiais, em espessuras de 1, 2, 3 e 4 mm, posicionados entre as metades de um pré-molar humano, extraído e seccionado no sentido mésio-distal. As medidas de densidade óptica, em valores de pixels, foram realizadas de acordo com as especifica es do sistema correspondente ao receptor de imagem utilizado e analisadas por meio do teste n o-paramétrico de Friedman (α = 1%). Resultados: Os resultados mostraram diferen as significativas nas médias dos valores de densidade óptica entre os sistemas digitais. As maiores médias foram determinadas no sistema CYGNUS, seguido pelo DENOPTIX e menores valores para o DIGORA (p ≤ 0,01). Entretanto, n o se observou diferen as estatísticas quando comparadas as médias das varia es de densidade óptica decorrentes do aumento na espessura do corpo de prova. Conclus o: Portanto, pode-se concluir que, apesar de diferirem quanto aos valores de densidade óptica, os sistemas testados apresentam padr es semelhantes quando expressam a varia o em fun o da espessura do material utilizado.
Avalia o da microdureza superficial do esmalte e da dentina de dentes bovinos e humanos: (permanentes e decíduos)
Donassollo, Tiago Aurélio et al.
Revista Odonto Ciência , 2007,
Abstract: O objetivo desse estudo foi testar a microdureza superficial do esmalte (E) e da dentina (D) em molares humanos decíduos (grupo d), molares humanos permanentes (grupo p) e incisivos bovinos (grupo b). Foram selecionados 4 espécimes de cada tipo de dente os quais foram mantidos em solu o salina até o teste. Os espécimes foram incluídos em uma matriz com resina e polidos com papel metalográfico (até granula o 600) para planificar o esmalte. O teste de dureza Knoop foi realizado em um microdur metro com carga de 200 g, sendo realizadas 5 leituras (10 s de endenta o) por dente. Os espécimes foram novamente submetidos ao polimento para expor dentina (próxima ao LAD), sendo novas leituras realizadas. Os dados foram submetidos à análise estatística (testes ANOVA e Tukey). Os valores médios de dureza (kg/mm2) e desvio padr o foram os seguintes: Ed 338 ± 30,1; Ep 341 ± 32,8; Eb 326 ± 25,5; Dd 104 ± 9,7; Dp 93,3 ± 8,7; Db 91,2 ± 7,3. A dureza do esmalte foi maior que a da dentina nos três tipos de dentes (p < 0,001). Considerando o tipo de substrato, n o houve diferen as estatísticas, ou seja, os valores de dureza para esmalte ou dentina foram similares para dentes humanos decíduos e permanentes e dentes bovinos.
A influência da imers o em ácido peracético sobre a reprodu o de detalhes e compatibilidade dos elast meros com gesso
Fracaro, Gisele Baggio et al.
Revista Odonto Ciência , 2007,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi verificar a influência da imers o no desinfetante a base de ácido peracético 0,2% sobre a reprodu o de detalhes e compatibilidade com gesso dos elast meros: Silicona de Adi o, Silicona de Condensa o e Poliéter. Para a reprodu o de detalhes foram confeccionados 10 corpos de prova de cada material utilizando-se a matriz determinada pela especifica o n. 19 para Materiais de Impress o Elastoméricos N o-Aquosos da A. D. A. , sendo que 5 corpos de prova foram imersos no desinfetante por 10 minutos e os outros 5, utilizados como controle. A reprodu o de detalhes foi analisada pela visualiza o de uma linha de 30 mm de comprimento e 20 μm de espessura de forma completa e contínua em pelo menos duas de três impress es, segundo a especifica o. Para compatibilidade com gesso avaliou-se a reprodu o dos mesmo detalhes nos modelos vazados com gesso tipo IV sobre as referidas impress es. Todos os materiais utilizados apresentaram reprodu o de detalhes e compatibilidade com gesso em 100% dos corpos de prova. Concluiu-se que a imers o no desinfetante a base de ácido peracético n o alterou as propriedades avaliadas destes materiais.
Thermal behavior of direct resin composites: glass transition temperature and initial degradation analyses = Comportamento térmico de resinas compostas de uso direto: temperatura de transi o vítrea e temperatura de degrada o inicial
Santana, Ivone Lima et al.
Revista Odonto Ciência , 2011,
Abstract: Objetivo: A associa o de resinas compostas de uso direto com tratamentos térmicos pode melhorar as propriedades mecanicas destes materiais. No entanto, a temperatura ideal de aplica o está na dependência do comportamento térmico individual, como a temperatura de transi o vítrea (Tg) e a temperatura inicial de degrada o. Com o objetivo de propor uma metodologia de aplica o do tratamento térmico, o objetivo deste trabalho foi caracterizar cinco resinas compostas de uso direto usando calorimetria exploratória diferencial (DSC) e termogravimetria (TGA). Metodologia: Corpos-de-prova cilíndricos (3×2 mm) foram fotoirradiados utilizando um aparelho de fotopolimeriza o (600 mW/cm2 – 40s). As análises térmicas foram realizadas nas temperaturas de 25 oC a 900 oC. Resultados: Os valores de Tg após análise de DSC foram: 130,6 oC para FillMagic, 129 oC para Glacier, 143,5 oC para Te-Econom, 147,5 oC para Prisma APH e 143,7 oC para Natural Look. Para todos os materiais estudados a degrada o iniciou-se por volta de 270 oC. Conclus o: Considerando a aplica o do tratamento térmico em resinas compostas de uso direto, é possível sugerir que a temperatura efetiva é dependente do material em uso.
Comparative assessment of the flow rate of root canal sealers =Estudo comparativo do escoamento de cimentos obturadores endod nticos
FariaJúnior, Norberto Batista de
Revista Odonto Ciência , 2010,
Abstract: Objetivo: Este estudo avaliou o escoamento do Acroseal, AH Plus, Endomethasone N, Sealapex e ActiV GP de acordo com a especifica o ISO 6876/2001. Metodologia: Um volume de 0,05 mL do cimento manipulado de acordo com as recomenda es do fabricante foi colocado numa placa de vidro. Aos 180±5 s após o início da espatula o, uma segunda placa de vidro foi colocada sobre o cimento, seguida por um peso de massa de 100 g para fazer um total de 120±2 g. Dez minutos após o come o da manipula o o peso foi removido e o valor do diametro do disco de cimento foi mensurado. A média de 3 mensura es para cada cimento foi tomada como o escoamento do material. Os dados foram comparados estatisticamente pelos testes ANOVA e Tukey. Resultados: Os escoamentos obtidos foram: Acroseal 21. ,4 mm, AH Plus 22,72 mm, ActiV GP 24,90 mm, Endomethasone N 18,76 mm e Sealapex 25,15 mm. Conclus o: Apenas o Endomethasone N n o se enquadrou na especifica o ISO a qual requer que o cimento tenha um diametro n o inferior a 20 mm. O Sealapex alcan ou o melhor escoamento, mas n o foi estatisticamente diferente do Activ GP e AH Plus (P>0,05).
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