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Redu o da proteína bruta da ra o para suínos machos castrados dos 15 aos 30 kg mantidos em termoneutralidade
Ferreira Rony Antonio,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Lopes Darci Clementino
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Um experimento foi conduzido para avaliar a influência da redu o da proteína bruta (PB) e suplementa o de aminoácidos sintéticos sobre o desempenho de suínos machos castrados mantidos em ambiente termoneutro (22masculineC). Foram utilizados 60 leit es mesti os (Landrace x Large White) com peso médio inicial de 15,0 kg e idade média de 53,1 dias, em delineamento inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos (18, 17, 16, 15 e 14% PB), seis repeti es e dois animais por unidade experimental. As ra es experimentais foram fornecidas à vontade até o final do experimento, quando os animais atingiram o peso médio de 30,2 kg. A temperatura média no interior da sala foi mantida em 22masculineC, com umidade relativa de 82,3%. O índice de Temperatura de Globo e Umidade calculado no período foi de 69,6. N o se observou efeito da redu o do nível de proteína bruta da ra o sobre as variáveis de desempenho (consumo de ra o, ganho de peso e convers o alimentar). As taxas de deposi o de proteína e gordura também n o foram influenciadas pela redu o da PB na ra o. Os tratamentos influenciaram os pesos absoluto e relativo do est mago e o peso absoluto do intestino, sendo os maiores valores observados em animais que receberam a ra o com maior nível de proteína bruta. Concluiu-se que o nível de PB da ra o pode ser reduzido de 18 para 14%, sem prejudicar o desempenho de suínos machos dos 15 aos 30 kg mantidos em ambiente termoneutro, desde que devidamente suplementadas com aminoácidos essenciais limitantes.
Efeito de dietas simples e complexas sobre a morfo-fisiologia gastrintestinal de leit es até 35 dias de idade
Teixeira Alexandre de Oliveira,Lopes Darci Clementino,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Um experimento foi realizado com o objetivo de verificar o efeito de dietas simples e complexas sobre a morfo-fisiologia gastrintestinal de leit es, nas fases de maternidade (7 aos 21 dias) e pós-desmame (21 aos 35 dias de idade). Utilizaram-se 96 leit es mesti os (machos e fêmeas), distribuídos em delineamento de blocos casualizados, com quatro tratamentos, seis repeti es e quatro leit es por unidade experimental. As dietas usadas foram: duas simples - uma com 16 e a outra 19% de proteína (PB) - e duas complexas - uma à base de milho, farinha de peixe, leite em pó e glúten de milho, sem o uso de farelo de soja (CSFS), e a outra à base de milho, farinha de peixe, leite em pó, farelo de soja e sem glúten de milho (CCFS), ambas com 19% de PB. Os leit es foram abatidos aos 14, 21, 28 e 35 dias de idade. Houve redu o dos pesos absoluto e relativo do fígado e do peso relativo do pancreas, com a utiliza o da dieta CSFS. O pH da ingesta estomacal e da digesta intestinal n o foi influenciado pelo tipo de dieta. Os animais que consumiram a dieta simples com 16% de PB e complexa CSFS obtiveram maior profundidade de cripta (PC) aos 21 e 35 dias de idade, respectivamente, n o tendo efeito sobre a altura das vilosidades (AV) e rela o vilosidade:cripta (RVC). A PC aumentou linearmente, enquanto a AV e RVC diminuíram quadraticamente até 27 e 30 dias de idade, respectivamente. As dietas simples ou complexa, em raz o da qualidade e quantidade dos ingredientes, afetaram a profundidade das criptas do intestino delgado e o peso dos órg os auxiliares da digest o, mas n o influenciaram o pH do conteúdo estomacal e intestinal de leit es desmamados aos 21 dias de idade.
Fontes e Níveis de Energia Digestível em Ra es para Suínos Machos Inteiros dos 60 aos 100 kg
Mascarenhas Alessandra Gimenez,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract:
Exigência de metionina mais cistina para codornas japonesas em postura
Pinto Rogério,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloízio Soares,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 360 codornas fêmeas, com idade inicial de 45 dias e peso médio de 137,0 g, durante quatro períodos de 28 dias. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com seis rela es metionina mais cistina digestível: lisina digestível (0,60, 0,65, 0,70, 0,75, 0,80 e 0,85) e seis repeti es de 10 animais cada. As variáveis estudadas foram: postura (%), peso do ovo (g), massa de ovos (g de ovos/codorna/dia), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g de ra o/g de ovos e g de ra o/dz de ovos), peso final (g) e porcentagem da casca do ovo (%). Os tratamentos experimentais n o influenciaram a convers o alimentar e o peso final das codornas, apresentando efeito quadrático sobre a taxa de postura, peso dos ovos, massa dos ovos e porcentagem da casca dos ovos e efeito linear para o consumo alimentar. A exigência em metionina mais cistina digestível foi estimada em 0,727%, para consumo diário de 164 mg de metionina mais cistina digestível, e a melhor rela o metionina mais cistina digestível: lisina digestível para as codornas japonesas em postura foi estimada em 0,80.
Níveis de proteína bruta em ra es para suínos machos castrados em fase inicial de crescimento, mantidos em ambiente de baixa temperatura
Saraiva Edilson Paes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloízio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract:
Exigência de lisina para codornas japonesas em postura
Pinto Rogério,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Silva Martinho de Almeida e
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 300 codornas fêmeas, com idade de 49 dias e peso médio de 138,0 g, durante quatro períodos experimentais de 28 dias. O delineamento experimental foi o em blocos ao acaso, contendo seis níveis de lisina digestível (0,80, 0,90, 1,00, 1,10, 1,20 e 1,30%) e cinco repeti es, com 10 animais cada. As variáveis estudadas foram: postura (%), peso do ovo (g), massa de ovo (g de ovos/codorna/dia), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g de ra o/g de ovos), peso final (g) e porcentagem da casca do ovo (%).Verificou-se efeito quadrático sobre a taxa de postura, massa de ovos e convers o alimentar, e efeito linear sobre o peso dos ovos e consumo alimentar, n o tendo sido verificado efeito significativo sobre o peso final das codornas. A exigência em lisina digestível, para codornas japonesas em postura, foi estimada em 1,117% da ra o, correspondendo ao consumo diário de 254 mg de lisina.
Exigência de metionina mais cistina para codornas japonesas em crescimento
Pinto Rogério,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 540 codornas fêmeas, com idade inicial de sete dias e peso médio de 21,50 g, durante 35 dias. O delineamento foi em blocos ao acaso, com cinco repeti es e 18 aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de seis rela es metionina mais cistina digestível: lisina digestível (0,48, 0,53, 0,58, 0,63, 0,68 e 0,75). Foram estudadas as variáveis peso final (g), ganho de peso (g), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g/g), empenamento (%), composi o química corporal (matéria seca, água, proteína e extrato etéreo) e deposi o de proteína e gordura corporais. Os tratamentos influenciaram de forma quadrática o consumo alimentar, a convers o alimentar, o empenamento, a composi o química (matéria seca, água, proteína e extrato etéreo) e a deposi o de proteína corporal, e linearmente o peso final e o ganho de peso das codornas. A melhor rela o metionina mais cistina digestível: lisina digestível para as codornas japonesas em crescimento foi de 0,66, sendo a exigência em metionina mais cistina digestível estimada em 0,758%, para consumo de 91,43 mg de metionina mais cistina digestível.
Predi o de curvas de crescimento de tecidos de fêmeas suínas por intermédio da fun o alométrica estendida
Dutra Jr. Wilson Moreira,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Euclydes Ricardo Frederico
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram utilizadas 48 fêmeas suínas para se determinarem as curvas de crescimento de tecidos, após abate e disseca o das carca as dos animais aos 50, 60, 70, 80, 90, 100, 110 e 120 kg. Os cortes realizados nas carca as foram feitos de acordo com aqueles utilizados pela indústria. Em cada corte, separaram-se as quantidades de músculo, gordura, ossos e pele, para o cálculo de rendimento de tecidos. Foi utilizada a fun o alométrica estendida, para estimar e ajustar as curvas de crescimento. A quantidade de músculo na carca a apresentou crescimento variando de 41,9 nos animais de 50 kg, a 44,1%, nos animais de 120 kg. A fun o alométrica estendida ajustou a curva para quantidade de músculo, com R2 = 0,68 e desvio-padr o residual de 1,42. Os valores de R2 para porcentagem de gordura foram de 0,80 e os de desvio-padr o residual, de 6,35, com aumento de 12,7 a 18,3% entre 50 e 120 kg. Quanto às curvas de crescimento para rendimento de cortes comerciais, os valores de R2 foram variáveis, porém com desvios-padr o residuais baixos. Concluiu-se que a fun o alométrica estendida é acurada para estimar curvas de crescimento de tecidos calculados, em porcentagens do peso de suínos vivos abatidos entre 50 e 120 kg de peso corporal; a deposi o de gordura é proporcionalmente maior que a deposi o de tecido muscular; e os suínos depositam, em termos proporcionais, tecido muscular e gordura de forma crescente.
Predi o de características quantitativas de carca as de suínos pela técnica de ultra-sonografia em tempo real
Dutra Jr. Wilson Moreira,Ferreira Aloízio Soares,Urdapilleta Tarouco Jaime,Donzele Juarez Lopes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram utilizadas 48 fêmeas suínas, para se determinar o rendimento de cortes comerciais, após abate e disseca o das carca as dos animais aos 50, 60, 70, 80, 90, 100, 110 e 120 kg. Foram tomadas medidas ultra-s nicas in vivo para área de olho de lombo e espessura de toucinho. Os preditores utilizados para estimar o rendimento de carne magra foram espessura de toucinho e área de olho de lombo, além das medidas feitas nos diferentes cortes, como peso do corte do pernil, peso do músculo do pernil, peso do músculo da paleta, peso do músculo do carré, peso do músculo da copa, e assim por diante, além dos dados de peso de músculo da carca a total, peso da gordura da carca a total, peso de ossos da carca a total e peso de pele da carca a total. Foram desenvolvidas equa es de predi o por meio de regress o linear simples e múltipla, a partir dos dados da disseca o e das medidas in vivo da área de olho de lombo, feitas por ultra-sonografia em tempo real. As equa es de predi o para quantificar os principais componentes dos cortes suínos tiveram ótimo ajuste, com R2 superiores a 0,84 para músculos e desvio-padr o residual de 0,62 a 0,94. A técnica de ultra-sonografia em tempo real apresenta alta correla o com as medidas tomadas nas carca as dos suínos e, por isso, estima a quantidade de carne na carca a e o rendimento dos cortes comerciais com grande precis o. Concluiu-se que a técnica de ultra-sonografia em tempo real é acurada para predizer as principais características das carca as dos suínos medidas in vivo.
Exigência de treonina para leitoas dos 15 aos 30 kg
Pozza Paulo Cesar,Gomes Paulo Cezar,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloísio Soares
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Foram utilizadas 40 leitoas, com peso médio inicial de 15,47 kg, distribuídas em um delineamento de blocos casualizados, com cinco tratamentos (0,49; 0,54; 0,59; 0,64; e 0,69% de treonina), quatro repeti es e dois animais por unidade experimental, com o objetivo de estimar a exigência de treonina digestível para leitoas de 15 a 30 kg. As ra es experimentais foram formuladas à base de milho, sorgo, farelo de soja e glúten de milho, suplementadas com minerais, vitaminas e aminoácidos, tendo sido fornecidas à vontade aos animais. No final do experimento, quando os animais atingiram o peso médio de 33,36 kg, foram coletadas amostras de sangue para análise de uréia no soro sangüíneo. A determina o da exigência de treonina total foi realizada com base nos parametros de desempenho e teor de uréia no soro sangüíneo e estimada por meio dos modelos quadrático e, ou, descontínuo LRP. Na determina o da exigência de treonina digestível verdadeira, foi utilizado um coeficiente de digestibilidade ileal verdadeira da treonina da ra o basal de 84,6%, em que a treonina sintética foi considerada 100% digestível. Observou-se efeito quadrático dos níveis de treonina sobre o consumo de ra o, a convers o alimentar e o teor de uréia no soro sangüíneo. Entretanto, para o teor de uréia no soro sangüíneo, o modelo descontínuo LRP permitiu melhor ajustamento dos níveis de treonina em rela o aos resultados obtidos. A exigência de treonina total foi estimada em 0,60% e a de treonina digestível verdadeira, em 0,53%.
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