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Exigência de metionina mais cistina para codornas japonesas em postura
Pinto Rogério,Donzele Juarez Lopes,Ferreira Aloízio Soares,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 360 codornas fêmeas, com idade inicial de 45 dias e peso médio de 137,0 g, durante quatro períodos de 28 dias. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com seis rela es metionina mais cistina digestível: lisina digestível (0,60, 0,65, 0,70, 0,75, 0,80 e 0,85) e seis repeti es de 10 animais cada. As variáveis estudadas foram: postura (%), peso do ovo (g), massa de ovos (g de ovos/codorna/dia), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g de ra o/g de ovos e g de ra o/dz de ovos), peso final (g) e porcentagem da casca do ovo (%). Os tratamentos experimentais n o influenciaram a convers o alimentar e o peso final das codornas, apresentando efeito quadrático sobre a taxa de postura, peso dos ovos, massa dos ovos e porcentagem da casca dos ovos e efeito linear para o consumo alimentar. A exigência em metionina mais cistina digestível foi estimada em 0,727%, para consumo diário de 164 mg de metionina mais cistina digestível, e a melhor rela o metionina mais cistina digestível: lisina digestível para as codornas japonesas em postura foi estimada em 0,80.
Exigência de metionina mais cistina para codornas japonesas em crescimento
Pinto Rogério,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram utilizadas 540 codornas fêmeas, com idade inicial de sete dias e peso médio de 21,50 g, durante 35 dias. O delineamento foi em blocos ao acaso, com cinco repeti es e 18 aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de seis rela es metionina mais cistina digestível: lisina digestível (0,48, 0,53, 0,58, 0,63, 0,68 e 0,75). Foram estudadas as variáveis peso final (g), ganho de peso (g), consumo alimentar (g), convers o alimentar (g/g), empenamento (%), composi o química corporal (matéria seca, água, proteína e extrato etéreo) e deposi o de proteína e gordura corporais. Os tratamentos influenciaram de forma quadrática o consumo alimentar, a convers o alimentar, o empenamento, a composi o química (matéria seca, água, proteína e extrato etéreo) e a deposi o de proteína corporal, e linearmente o peso final e o ganho de peso das codornas. A melhor rela o metionina mais cistina digestível: lisina digestível para as codornas japonesas em crescimento foi de 0,66, sendo a exigência em metionina mais cistina digestível estimada em 0,758%, para consumo de 91,43 mg de metionina mais cistina digestível.
Níveis de lisina mantendo a rela o aminoacídica para frangos de corte no período de 1 a 21 dias de idade, em diferentes ambientes térmicos
Cella Paulo Segatto,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram utilizados 480 pintos de corte, machos, Ross, com peso inicial de 43±0,2 g, no período de 1 a 21 dias de idade, distribuídos em um delineamento experimental em esquema fatorial 2 x 4, dois ambientes (conforto térmico e alta temperatura) e quatro níveis de lisina total (1,1; 1,2; 1,3; e 1,4%), com seis repeti es e 10 aves por unidade experimental. Verificou-se efeito do ambiente sobre o consumo de ra o (CR) e o ganho de peso (GP), que foram maiores no ambiente de conforto, enquanto a convers o alimentar (CA) e a eficiência de utiliza o de lisina foram melhores no ambiente de alta temperatura. No ambiente de conforto térmico, o GP e o consumo de lisina aumentaram com os níveis de lisina da ra o e a eficiência de utiliza o de lisina para GP melhorou de forma linear. Na alta temperatura, os níveis de lisina da ra o influenciaram o GP e o consumo de lisina, que aumentaram de forma linear, e melhoraram também, de forma linear, a eficiência de utiliza o de lisina para GP. A convers o alimentar melhorou de forma quadrática até o nível de 1,29% de lisina. Apesar do aumento linear, o modelo LRP foi o que melhor se ajustou aos dados de GP, estimando em 1,24% o nível de lisina, a partir do qual ocorreu um plat . A alta temperatura ambiente influenciou negativamente o GP e CR, embora tenha melhorado a CA. Frangos de corte de 1 a 21 dias exigiram 1,4 e 1,29% de lisina total, respectivamente, nos ambientes de conforto e alta temperatura.
Níveis de lisina digestível em ra es, em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica, para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade, mantidos em estresse por calor
Valerio Sandra Roseli,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Dois ensaios foram conduzidos para avaliar os efeitos de níveis de lisina digestível em ra es em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica sobre o desempenho de frangos de corte machos de 1 a 21 dias de idade, criados em alta temperatura. O delineamento experimental utilizado em ambos os ensaios foi o inteiramente casualizado. As aves, no ensaio 1, foram distribuídas em cinco tratamentos (0,92; 0,98; 1,04; 1,10 e 1,16% de lisina digestível em ra o convencional), oito repeti es e dez aves por repeti o. No ensaio 2, os frangos foram distribuídos em quatro tratamentos (1,04; 1,10; 1,16 e 1,22% de lisina digestível em ra es mantendo a rela o aminoacídica), oito repeti es e dez aves por repeti o. No ensaio 1, os tratamentos influenciaram quadraticamente o ganho de peso e o consumo de ra o, que aumentaram até os níveis de 1,14 e 1,09% de lisina, respectivamente. Embora a convers o alimentar tenha melhorado de forma linear, o modelo LRP foi o que melhor se ajustou aos dados, estimando em 1,097% o nível de lisina a partir do qual ocorreu um plat . N o houve efeito dos tratamentos sobre os pesos absolutos do cora o, fígado e intestinos, enquanto o peso absoluto da moela aumentou linearmente. O peso absoluto da carca a aumentou, enquanto os pesos relativos do cora o e do fígado reduziram quadraticamente com os tratamentos. No ensaio 2, os tratamentos influenciaram de forma linear crescente o ganho de peso e a convers o alimentar, enquanto o consumo de ra o n o variou. Os tratamentos influenciaram linearmente o peso absoluto da carca a, enquanto os pesos absoluto e relativo das vísceras n o variaram. Concluiu-se que frangos de corte machos, de 1 a 21 dias de idade, mantidos em estresse por calor, exigem, no mínimo, 1,14 e 1,22% de lisina digestível em ra o convencional e em ra o em que se manteve a rela o aminoacídica, respectivamente.
Planos de nutri o para frangos de corte no período de 1 a 49 dias de idade mantidos em condi es de conforto térmico
Cella Paulo Segatto,Donzele Juarez Lopes,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Utilizaram-se 240 frangos de corte machos Ross, com peso inicial médio de 43 ± 0,2 g, no período de 1 a 49 dias de idade, mantidos em condi es de conforto térmico (24,2 ± 3,52oC). O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado com quatro planos de nutri o PN1 (1,10; 1,00; e 0,85% de lisina total), PN2 (1,20; 1,10; e 0,95% de lisina total), PN3 (1,30; 1,20; e 1,05% de lisina total) e PN4 (1,40; 1,30; e 1,15% de lisina total), respectivamente, para as fases de 1 a 21, 22 a 41 e 42 a 49 dias de idade e seis repeti es de dez aves até os 41 dias de idade e de sete aves dos 42 aos 49 dias de idade. Avaliou-se o efeito dos níveis de lisina sobre desempenho, peso e rendimento de cortes nobres e vísceras comestíveis. O ganho de peso, a convers o alimentar e o consumo de ra o n o foram influenciados pelos tratamentos, entretanto, os pesos, absoluto e relativo, de peito, peito sem osso e fígado foram influenciados. Com base nos resultados de desempenho, qualquer dos planos avaliados atende às exigências de frangos de corte nas diferentes fases estudadas, quando mantidos em ambiente de conforto térmico, e, se considerados os dados de rendimentos de cortes nobres, os planos 2, 3 e 4 proporcionaram os melhores resultados.
Valores de energia metabolizável de farinhas de penas e de vísceras determinados com diferentes níveis de inclus?o e duas idades das aves
Nascimento, Adriana Helena do;Gomes, Paulo Cezar;Rostagno, Horacio Santiago;Albino, Luiz Fernando Teixeira;Donzele, Juarez Lopes;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2005, DOI: 10.1590/S1516-35982005000300020
Abstract: an experiment was carried out at universidade federal de vi?osa to determine the metabolizable energy values of different samples of feather meal and poultry by-product meal with different levels of inclusion and at different poultry ages. the ten treatments used to determine energy consisted of a reference diet and ten test diets, obtained with the replacement of reference diet by five levels (5, 10, 20, 30 and 40%) of feedstuffs. the metabolism trials (total fecal collection) were carried out in two periods (two poultry ages). the first period started when the chicks were 16 days old and the second one, with 30 days old. the feedstuffs energy values decreased as the inclusion level of test feed in the diet increased. the values of corrected apparent metabolizable energy of poultry offal meal mean were 3,442 and 3,209 kcal/kg and for feathers meal, 3,219 and 3,323 kcal/kg, when determined with chicks from 16 to 23 days and 30 to 38 days of age, respectively.
Exigências de treonina para frangos de corte machos nas fases de 1 a 20, 24 a 38 e 44 a 56 dias de idade
Atencio, Anel;Albino, Luiz Fernando Teixeira;Santiago Rostagno, Horacio;Oliveira, Jean Eduardo de;Vieites, Flávio Medeiros;Donzele, Juarez Lopes;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2004, DOI: 10.1590/S1516-35982004000400008
Abstract: three assays were carried out to determine the threonine requirement and the digestible threonine:lysine ratio of broiler males, avian farm, from 1 to 20, 24 to 38 and 44 to 56 days of age. a completely randomized design with five levels of threonine, six replicates and 20 birds per pen from 1 to 20 and 24 to 38, and 16 birds per pens from 44 to 56 were used in each experiment. the concentrations of digestible threonine were 0.684 to 0.870% (in increments of 0.047); 0.637 to 0.807% (in increments of 0.043); and 0.565 to 0.715 (in increments of 0.037) for 1-20, 24-38 and 44-56 days of age, respectively. a quadratic effect due to increasing digestible threonine levels were observed for feed consumption and body weight gain in the 1 to 20 day phase. using the broken line model, the digestible (total) threonine requirement and the digestible threonine:lysine ratio were 0.777 (0.890 total) and 67%, respectively, according to the results of body weight gain. not significant response for body weight gain and feed conversion in the second phase (24 to 38 days) showed that the lowest level of threonine met the birds requirement, but the minimum requirement should be lower. therefore, the digestible (total) threonine requirement and ratio were .637% (.731% total) and 60%, respectively. leg quarter yield responded linearly with the increase of the threonine level in the second phase (24 to 38). not significant response for performance, carcass and parts yields in the third phase (44 to 56 days) indicated that the lowest level of threonine met the birds requirement, but new studies should be conducted to determine the minimum requirement. therefore, the digestible (total) threonine requirement and ratio to maximize the performance were .565 (.650% total) and 60%, respectively.
Exigência de Lisina para Pintos de Corte Machos Mantidos em Ambiente com Alta Temperatura
Borges Aurélio Ferreira,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Foram utilizados 400 pintos de corte machos da linhagem Avian Farms, com peso médio de 35 ± 0,15 g, no período de 1 a 21 dias de idade, mantidos em ambiente com alta temperatura ( 29,1 ± 0,39oC), umidade relativa em 59,7 ± 3,16%, temperatura de globo negro em 28,9 ± 0,42oC e índice de temperatura de globo e umidade (ITGU) em 77,4 ± 0,59. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com cinco tratamentos (1,04; 1,10; 1,16; 1,22; e 1,28% de lisina total na ra o), oito repeti es e 10 aves por repeti o. Avaliou-se o efeito de níveis de lisina total sobre desempenho, consumo de lisina total, deposi es de proteína e gordura na carca a e pesos absoluto e relativo da gordura abdominal e do cora o, fígado e intestinos. O fornecimento de ra o e água foi à vontade. Os níveis de proteína bruta, minerais e vitaminas atenderam às exigências dos animais. Verificou-se efeito quadrático dos níveis de lisina total da ra o sobre o ganho de peso, que aumentou, e a convers o alimentar, que melhorou até os níveis de 1,20 e 1,24%, respectivamente. O consumo de ra o n o variou, enquanto o consumo de lisina total aumentou em raz o dos tratamentos. N o se observou efeito dos níveis de lisina da ra o sobre os pesos absoluto e relativo do cora o e do intestino e o peso relativo do fígado. No entanto, o peso absoluto do fígado aumentou de forma quadrática até o nível de 1,17% de lisina total da ra o. Com rela o à taxa de deposi o de proteína, constatou-se aumento quadrático até o nível de 1,26% de lisina total, enquanto a taxa de deposi o de gordura n o variou com o nível de lisina da ra o. Concluiu-se que frangos de corte machos no período de 1 a 21 dias de idade, submetidos à alta temperatura (29,1oC), exigem 1,20% de lisina total, correspondente a 1,02% de lisina digestível.
Dietas para leit es em aleitamento e pós-desmame
Ferreira Vanusa Patrícia de Araújo,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Duzentos leit es mesti os (Landrace × Large White) foram distribuídos em delineamento em blocos ao acaso, com quatro tratamentos e cinco repeti es, com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes dietas sobre o desempenho e os pesos relativos e absolutos de fígado e pancreas de leit es durante os períodos de aleitamento e pós-desmame, arra oados dos 14 a 56 dias de idade. Os tratamentos consistiram de quatro dietas, as quais foram fornecidas aos animais dos 14 aos 42 dias de idade, quando ent o foram substituídas por uma dieta simples (ra o de creche). Com base nos resultados, pode-se concluir que dietas contendo fontes de proteína de alta qualidade, como leite em pó integral e farinha de peixe, sem fonte suplementar de alimentos energéticos, como soro de leite, quando fornecidas a leit es dos 14 aos 42 dias de idade, proporcionaram os mesmos resultados de desempenho de leit es desmamados aos 28 dias de idade e recebendo ra es simples à base de milho e farelo de soja.
Exigência nutricional de lisina digestível para galinhas poedeiras de 54 a 70 semanas de idade
Cupertino, Edwiney Sebasti?o;Gomes, Paulo Cezar;Albino, Fernando Teixeira;Donzele, Juarez Lopes;Mello, Heloisa Helena de Carvalho;Schmidt, Marlene;Calderano, Arele Arlindo;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2009, DOI: 10.1590/S1516-35982009000300012
Abstract: an experiment was performed to determine the dietary digestible lysine requirement of hens (lohman lsl and lohman brown) from 54 to 70 weeks of age. three hundred and sixty hens were randomly assigned to 5 × 2 factorial arrangement (lys levels by hen strain), according to the dietary treatments withj six replicates (groups) of 6 birds. an experimental diet was formulated to contain deficient digestible lysine levels in order to be supplemented with lysine (l-lys-hcl,78%) originating the five dietary treatments (0.555; 0.605; 0.655; 0.705 and 0.755% of digestible lysine). the parameters analyzed were egg production, egg weight, egg mass, feed intake, lysine intake, feed conversion, albumen weight, yolk weight and shell weight, haugh unit, albumen index and yolk index, percentage of non-commercial eggs and body weight gain. there was linear effect of lysine levels to light laying hens on feed intake, lysine intake, yolk index, albumen weight, yolk weight and quadratic effect on egg production, egg weight, egg mass, feed conversion and shell weight. for brown-type laying hens, there was linear effect of lysine levels on lysine intake and egg weight and quadratic effect on egg production, egg mass, feed conversion and shell weight. the digestible lysine requirements were estimated through polynomial regression models. estimates of digestible lysine requirements were calculated as 0.724 and 0.692% for light laying hens and brown-type laying hens, respectively, which corresponds to 784 and 748 mg/hen/day and 14.9 and 14.5 g of digestible lysine/g egg mass produced, in the period from 54 to 70 weeks of age.
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