oalib

Publish in OALib Journal

ISSN: 2333-9721

APC: Only $99

Submit

Any time

2020 ( 2 )

2019 ( 69 )

2018 ( 99 )

2017 ( 97 )

Custom range...

Search Results: 1 - 10 of 71720 matches for " José Mauro;Chamone "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /71720
Display every page Item
Platelet aggregation and lipoprotein levels in a patient with familial hypercholescholesterolemia after selective LDL-apheresis
Pares, Madalena Nunes da Silva;D'Amico, Elbio Antonio;Kutner, José Mauro;Chamone, Dalton de Alencar Fischer;Bydlowski, Sergio Paulo;
Sao Paulo Medical Journal , 1997, DOI: 10.1590/S1516-31801997000300009
Abstract: platelet aggregation was studied in a patient with familial hypercholesterolemia immediately after aphereis selective for low-density lipoprotein (ldl), a lipid-lowering procedure.this treatment reduced plasmatic levels of total and ldl-cholesterol, apo b, and triglyceride. increased platelet aggregation was reduced immediately after the apheresis in whole blood as well as in platelet-rich plasma. however, aggregation in washed platelets remained unchanged after ldl-apheresis. in conclusion, in this patient reduction of ldl-cholesterol improved platelet function in the very short term.
Museu de ciência, divulga??o científica e hegemonia
Loureiro, José Mauro Matheus;
Ciência da Informa??o , 2003, DOI: 10.1590/S0100-19652003000100009
Abstract: this is an analysis of public scientific museum as informational field, taking into consideration the conditions of production and dissemination of information/museum object. it investigates the articulation of hegemony action, as developed by gramsci, in the representations of science presented on the scientific museum exhibition.
Luiz Felipe: o Médico de Família que fez a diferen a Luiz Felipe: the Family Doctor who made the difference Luiz Felipe: el Médico de Familia que hizo la diferencia
José Mauro Ceratti Lopes
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(25)680
Abstract: Luiz Felipe Cunha Mattos (21/02/1956 – 04/12/2012) “Se antes ajudava a construir a história da Medicina de Família, hoje é parte fundamental desta história.” Luiz Felipe formou-se em Medicina pela Universidade de Passo Fundo (UPF-RS), desde este período apresentava interesse pela saúde pública. Nas apresenta es e atividades, quando perguntado sobre qual o professor que marcara sua forma o, sempre se referia ao seu professor de saúde coletiva da UPF. Formado em 1981, e contrariando a “moda” da época, realizou sua Residência em Medicina Geral e Comunitária na Unidade Sanitária S o José do Murialdo (Porto Alegre, 1982-1983), sendo colega de Airton Stein, Elizabeth Wartchow, Magda Costa, Maria Teresa Pinho e Cristina Lemos, os quais - juntamente com ele e Wanda Loguércio, José Mauro C. Lopes e Hermes Cattani - em 1984 iriam compor o grupo dos primeiros médicos contratados da Unidade de Medicina de Família do Hospital Nossa Senhora da Concei o (HNSC). Este fato teve dois aspectos inovadores: foi, talvez, a primeira contrata o de médicos de família como tais, e realizada através de concurso que envolveu um processo seletivo rigoroso (prova da Associa o Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), entrevista e prova oral). Desde 26 de abril de 1984, Luiz Felipe atuou como médico da Unidade Concei o, “na ponta”, sem interrup es na atividade clínica, sendo um dos médicos de maior longitudinalidade no Brasil. Desde o início envolveu-se ativamente na constru o do Servi o de Saúde Comunitária, participando de sua expans o. Ocupou cargos como Chefe de Unidade, Preceptor e Supervisor da Residência em MFC e Coordenador da COREME do HNSC. Alguns destes cargos foram ocupados por vários mandatos. Uma de suas preocupa es constantes era com a qualifica o clínica do MFC, participando ativamente das discuss es e debates dos anos 80 e 90 sobre qual o perfil do MFC necessário para o Sistema de Saúde do Brasil. Um aspecto talvez desconhecido seja sua atua o - durante a fase da Reforma Sanitária – no Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre, como representante do HNSC, tendo feito parte de sua Camara Técnica. Fez especializa o em Saúde Pública pela Escola de Saúde Pública do RS, no final dos anos 80, tendo como tema de seu trabalho de conclus o “O paciente frequente”. Desde o início desempenhou importante papel nas atividades associativas, fazendo parte do grupo de MFCs que assumiu pela primeira vez o Departamento de Saúde Coletiva da Associa o Médica do Rio Grande do Sul (anos 80). Outra atividade pouco conhecida do Luiz Felipe foi participar nos anos 90, juntamente c
40 hours in the Family Health Program? 40 horas en el Programa de Salud de la Familia? 40 horas na ESF?
José Mauro C Lopes
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2011, DOI: 10.5712/rbmfc6(18)244
Abstract: Diante da polêmica estabelecida1, as perguntas a serem res-pondidas neste tema s o: 1-é necessário uma CH de 40 horas semanais para realizar um trabalho de qualidade na APS? 2-Uma CH de 40 horas permite uma qualidade de vida ao MFC? 3-é necessário um MFC trabalhar 40 horas semanais para justificar uma remunera o que permita ter uma vida com qualidade? 4-A APS é um cenário que permite um trabalho qualificado? 5-Cuidar da saúde, fazendo consultas e outras interven es, é como uma linha de montagem, onde cada atendimento é um produto que pode ser “confeccionado” oito horas por dia, cinco dias por semana? Ent o QUALIDADE é a palavra-chave. Qualidade do trabalho, qualidade de vida, remunera o qualificada. N o é a somente as 40 horas que determina a qualidade. O tempo é relativizado por diversas variáveis: a pessoa que o utiliza, a qualifica o individual, a equipe em que está inserido, as tarefas a serem executadas, a satisfa o que a atividade gera, o contexto em que estamos atuando, a complexidade das tarefas e as condi es disponibilizadas (como ser responsável por uma popula o de no máximo 2.200 pessoas). Talvez oferecer contratos opcionais de 30 e de 40 horas seja uma alternativa. A APS n o é cenário tranquilo. Cumprir 40 horas de trabalho efetivo em APS, com a diversidade da demanda e a responsabilidade que caracterizam a atua o do MFC, e as condi es usuais das Unidades é extremamente desgastante. Somos mais realistas que o Rei. Como temos uma “veia” ideológica e nos responsabilizamos por fazer as coisas darem certo, temos a tendência de nos tornar nossos próprios patr es, e com isso exigimos mais que eles de nós mesmos. O tempo é relativizado por diversas variáveis: a pessoa que o utiliza, as tarefas a serem executadas, a satisfa o que a atividade gera, o contexto em que estamos atuando, a complexidade da tarefa e as condi es disponibilizadas. Com tudo isso dizer que para trabalhar na APS e fazer um bom trabalho é necessário 20, 30 ou 40 horas é uma falácia. Como estas variáveis s o difíceis de estabelecer para cada local, o que sabemos e desejamos é que exista uma homogeneidade em todas elas, com uma remunera o aproximada. Ao longo de 27 anos de prática em regime CLT, passei por vários momentos. O primeiro foi do contrato por 24 horas semanais, pois nenhum médico tinha contrato por mais tempo que isso para poder ter seus três ou mais empregos. Nossos ideais como médicos emergentes na APS eram tempo integral e dedica o exclusiva com salário condizente, é claro ($ 8.000 era o almejado)! Só assim conseguiríamos fazer uma APS de qualidade. Conseg
STI571 (Glivecò), nova droga para o tratamento da leucemia mielóide cr nica
KUTNER JOSé MAURO
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2001,
Abstract:
Stigma Diagnosis and De-Institutionalization of the Mentally Ill Criminal: A Case Study  [PDF]
Francisco Ramos de Farias, José Mauro de Oliveira Braz
Psychology (PSYCH) , 2014, DOI: 10.4236/psych.2014.58095
Abstract:

This study focuses on issues concerning treatment in penal institutions determined by mandatory commitment and the problems relating to the release of adults with mental health disorders who have been committed. The analysis was based on the provisions of Act10216, which determines the end of hospitalization in psychiatric institutions. It then looks at the situation of Maria dos Anjos, a released person currently being sheltered at the Heitor Carrilho Hospital, a custodial institution in the city of Rio de Janeiro. These institutions are spaces of many contradictions, considering their hybrid setting: the coexistence of the medical apparatus, the security apparatus and the legal division. Treatment is often hindered by legal decisions and therefore in conflict with collective health policies. We have raised the following questions: How should these people be released considering the precarious situation of the mental health services? And what will happen to them with the end of these institutions?

Trauma torácico: importancia da antibioticoterapia sobre o tempo de interna??o
Fontelles, Mauro José;Mantovani, Mario;
Acta Cirurgica Brasileira , 2001, DOI: 10.1590/S0102-86502001000300004
Abstract: background. a great deal of controversy still exists about using antibiotic therapy in association with the tested efficacy of closed chest drainage.the authors studied 167 patients with isolated thoracic trauma to assess the importance of antibiotic therapy to the hospitalization period of post closed chest drainage cases. methods: a longitudinal prospective study of cohorts was conducted by randomly selecting two groups of patients. the control group consisted of 104 patients who were not given antibiotics and 63 patients in the experimental group were given cephalothin sodium during the post operative period. (500 mg iv - 6/6 hrs). results : the patients had suffered the following kinds of injuries: closed trauma -12 cases (7.2%); knife injuries - 98 cases (58.7%); firearm injuries - 41 cases (24.6%); lesions caused by other agents - 16 cases (9.6%). the results showed that the average period of hospitalization for the control group was 5.7±3.2 days and for the antibiotic group it was 5.7±2.9 days. conclusion: the results indicated that hospitalization period for the patients in the control group, who were not given antibiotics and who developed some kind of pleuropulmonary complication, was 3.2 days more than the others.
Incidence of infectious complications following tube thoracostomy with and without use of antibiotic therapy: meta-analysis study
Fontelles, Mauro José;Mantovani, Mario;
Acta Cirurgica Brasileira , 2001, DOI: 10.1590/S0102-86502001000400002
Abstract: objective - thoracic lesions and resulting complications have gained increased importance in literature because they present a serious problem despite the generalized use of antibiotic therapy. our study, therefore, aims at obtaining better estimates regarding the benefits obtained using antibiotic therapy in patients with isolated thoracic trauma and who have undergone closed chest drainage. methods - eight prospective and randomized studies were selected and meta-analysis was used to statistically associate the results. results - the results demonstrated a statistical significance which favored the use of antibiotic therapy in preventing pleural empyema and a 9.25 (ic 95% 2.85 - 30.01) total relative risk for patients who did not receive antibiotic therapy. the total risk regarding all the infectious complications that occurred was 4.29 (ic 95% 2.70 - 8.97). conclusion - the results of this meta-analysis study showed that antibiotic therapy effectively reduces the incidence of infectious complications in patients with isolated thoracic trauma, who have undergone closed pleural drainage.
Foi bom para você? Uma compara??o do valor hed?nico de compras feitas em diferentes tipos de varejistas
Hernandez, José Mauro da Costa;
RAM. Revista de Administra??o Mackenzie , 2009, DOI: 10.1590/S1678-69712009000200002
Abstract: this study compares, in three distinct studies, the hedonic value of purchases made at different retail merchants. in the first study it is compared the hedonic shopping value of purchases made at e-stores and brick-and-mortar merchants; the second compares large and small malls, and the third compares specialty stores and superstores. in general, the conclusion is that hedonic shopping value cannot be attributed to specific merchant classes since the main effects, whenever present, were of little significance. it is suggested that future studies should focus on looking into specific retail merchant characteristics and how they interact with individual characteristics in the creation of hedonic value.
Incidência de empiema pleural no trauma isolado do tórax com e sem uso da antibioticoterapia
Fontelles, Mauro José;Mantovani, Mario;
Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgi?es , 2001, DOI: 10.1590/S0100-69912001000300008
Abstract: background: the aim of this study was to evaluate the incidence of pleural empiema associated with tube thoracostomy on patients with isolated chest injury, with or without the use of associated antibiotic therapy. method: using cohorts accompaniment statistical model, the authors analysed 167 patients with blunt or penetrating chest trauma. two groups were selected for this study. control group included 104 (62.3%) patients without antibiotic therapy; the experimental group, 63 (37.7%) patients, received cefalotin postopertively (500mg iv; every 6 hours). results: twelve (7.2%) presented blunt trauma; 98 (58,7%) were stabbed, 41(24.6%) were wounded by fire arms; 16 (9.5%) injuries were associated with other type of accidents. the average length of stay for the control group in was 5.7±3.2 days, and for the antibiotic group was 5.7±2.9 days. the results showed that eight patients evolved with the pleural empyema, being seven cases from the control group, and only one from the experimental group (p=0.02). clotted hemotorax was the most frequent non infectious complication occurring on 21 (12.5%) patients. conclusions: the use of antibiotics were not effective on lowering the incidence of pleural empyema on patients that submitted to post-traumatic pleural drainage.
Page 1 /71720
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.