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Revis?o diagnóstica para a icnoespécie de tetrápode Mesozóico Brasilichnium elusivum (Leonardi, 1981) (Mammalia) da Forma??o Botucatu, Bacia do Paraná, Brasil
Adorna Fernandes,Marcelo; De Souza Carvalho,Ismar;
Ameghiniana , 2008,
Abstract: the brasilichnium elusivum ichnospecies was described for the first time in brazil by leonardi, in eocretaceous (neocomian) continental aeolian deposits from botucatu formation, paraná basin, and it corresponds to trackways of a small sized mammal. the tetrapod ichnofossils studied at the present work were identified and collected at the s?o bento quarry, located in the city of araraquara, s?o paulo state. the purpose of this study is to report some new data diagnosis to b. elusivum, due the occurrence of well preserved samples that could serve as base of comparison with the holotype and first paratype, and allowed to determine the ectaxonic character and the tetradactyly (digits ii-iii-iv-v) in semi-plantigrade condition of the hind footprints. the tetradactyly was also observed in the fore autopodia. the heteropody or the homopody, in the occurrence of mammal ichnofossils, was interpreted as the result of preservational conditions associated to distinctive locomotor responses of the same animal during its dislocation across the sand dunes of the botucatu paleodesert.
Aspectos Neoicnológicos dos Sedimentos da Plataforma do Amazonas
Ismar de Souza Carvalho,Antonio Carlos Sequeira Fernandes
Anuário do Instituto de Geociências , 1991,
Abstract:
Composi??o molecular e origem paleobotanica de ambares da bacia do Araripe, Forma??o Santana
Pereira, Ricardo;Carvalho, Ismar de Souza;Fernandes, Ant?nio Carlos Sequeira;Azevedo, Débora de Almeida;
Química Nova , 2009, DOI: 10.1590/S0100-40422009000600032
Abstract: the terpenoid composition of seven amber samples from araripe basin (santana formation, crato member) has been analyzed by gas chromatography-mass spectrometry to determine their botanical origin. the diterpenoids, which have been identified in the fossil resin extracts are derived primarily from the abietane class, e.g., dehydroabietane, 4-epidehydroabietol, 16,17,18-trisnorabieta-8,11,13-triene, 7-oxo-16,17,19-trisnorabieta-8,11,13-trieno, dehydroabietic acid, ferruginol, hinokiol and hinokione. their composition is certainly typical for conifers, and angiosperms can be excluded as the botanical source, as no triterpene was identified. the terpenoid characteristics strongly support a relationship to the araucariaceae or podocarpaceae families. in addition, the fossil record of the embedding sediments (pollen and fossil leaves) also supports the proposal of these paleobotanical origins for the ambers.
Novas Ocorrências de mbar Provenientes da Bacia do Araripe (Forma o Santana, Membro Crato).
Ricardo Pereira,Ismar de Souza Carvalho,Débora de Almeida Azevedo,Ant?nio Carlos Sequeira Fernandes
Anuário do Instituto de Geociências , 2007,
Abstract: O ambar é uma resina fóssil originada devegetais superiores, tanto gimnospermas quantoangiospermas. A análise de sua composi o molecularpermite que se determine a origem botanica domesmo, também apresentando importancia pela suaextraordinária capacidade de preserva o de inclus esorganicas, tais como insetos, pequenos vertebrados erestos vegetais. No Brasil, a Bacia do Araripe constituia bacia sedimentar mais prolífica em ambar, tendosido relatadas diversas ocorrências. Esses registross o todos provenientes do Membro Crato, Forma oSantana (Cretáceo Inferior, Aptiano), consistindosempre em gotas de material resinoso imersos emcamadas de calcário laminado. A análise químicade algumas dessas amostras indicou a famíliaAraucariaceae como a possível fonte botanica dessesambares. Na localidade de Nova Olinda, CE, foramencontrados três fragmentos de material resinosocom aspecto vítreo amarelado e diametro médiode 1 cm, constituindo um novo registro de ambarno Brasil. Os fragmentos encontram-se imersosem placas de calcário laminado, típico do MembroCrato. A superfície dos mesmos apresenta aspectotrincado, com morfologia semelhante a um padr ode fratura do tipo conchoidal. Seus eixos maioresencontram-se paralelos aos planos de estratifica odo sedimento, estando deformados nesse sentidoprovavelmente devido à compress o litostática. Nomomento, esses ambares est o sendo analisados porCromatografia Gasosa acoplada à Espectrometriade Massas para caracteriza o da composi omolecular e conseqüente estabelecimento da origembotanica dos mesmos.
Minera o versus Paleontologia: Uso e Ocupa o da Serra do Veadinho em Peirópolis - Uberaba, Estado de Minas Gerais (Brasil)
Wellington Francisco Sá dos Santos,Ismar de Souza Carvalho,Antonio Carlos Sequeira Fernandes
Anuário do Instituto de Geociências , 2010,
Abstract: Peirópolis é um bairro do município de Uberaba (Estado de Minas Gerais) que possui um extraordinário sítio paleontológico do Cretáceo Superior, rico em fósseis de vertebrados, destacando-se os dinossauros. A maioria dos fósseis tem sido encontrada em arenitos na serra do Veadinho. Entretanto, abaixo dos arenitos existe uma camada de calcário que foi explorada economicamente pela atividade mineradora de imigrantes europeus entre 1890 e 1960. Nesse período, a minera o realizou-se com técnicas manuais de extra o contribuindo com a descoberta dos fósseis. No entanto, no ano de 1987, a minera o passou a ser exercida através de técnicas mecanizadas de extra o, gerando impactos ambientais e destrui o dos fósseis. Assim, iniciou-se uma disputa judicial pelo uso e ocupa o da área entre a minera o, a popula o local e geocientistas. Atualmente o lugar é de uso exclusivo para pesquisas paleontológicas e futuramente atividades turísticas. Nesse contexto, realizou-se um resgate histórico da disputa pelo uso e ocupa o da serra do Veadinho, entre 1987 e 1992, para se analisar a compatibiliza o entre a minera o e as pesquisas paleontológicas.
Preserva o e Contexto Paleoambiental das Pegadas do Triássico Superior (Forma o Santa Maria) do Sul do Brasil.
Rafael Costa da Silva,Ismar de Souza Carvalho,Antonio Carlos Sequeira Fernandes,Jorge Ferigolo
Anuário do Instituto de Geociências , 2007,
Abstract: Na Forma o Santa Maria há registrospreliminares de pegadas fósseis, mas sua forma depreserva o e contexto paleoambiental permanecemdesconhecidos, sendo o objetivo deste trabalhoelucidar esses fatores. O material procede doafloramento Predebon, Município de S o Jo odo Polêsine, Rio Grande do Sul. As pegadas emestudo podem ser classificadas em cinco estágiosdiferentes em rela o ao conteúdo ou nível d’águano momento em que foram produzidas e à posteriorexposi o subaérea: pegadas subaquáticas, pegadassemi-aquáticas, pegadas semi-terrestres, pegadas emsubstrato encharcado e pegadas em substrato úmido.A presen a de pequenos canais temporários em climasazonal, onde as pegadas foram produzidas, implicaem por es com coluna d’água mais profunda,na parte central do canal, e outras mais rasas,nas margens, ambas sujeitas a um ressecamentogradativo. As por es mais profundas poderiam tergerado as pegadas subaquáticas e semi-aquáticas, aopasso que as por es mais próximas às margens emais sujeitas à exposi o subaérea teriam originadoas demais formas preservacionais. A influência daaltura da coluna d’água na preserva o tambémpode ser percebida, em especial nas pegadas semiterrestres:embora tenham sido produzidas comuma lamina d’água mais alta que nas pegadas emsubstrato encharcado, ambas apresentam gretasde ressecamento; as pegadas semi-terrestrespossivelmente foram produzidas próximas àsmargens, porém em um momento em que o canalapresentava uma coluna d’água mais alta, ao passo queaquelas em substrato encharcado seriam produzidasem um momento posterior, com nível d’água menor;após o ressecamento as pegadas de ambas as formasficariam igualmente expostas. Podemos constatarque a preserva o ocorreu como resultado de trêsetapas: (1) as pegadas foram produzidas tanto emsedimento úmido como subaquático; (2) com adiminui o do nível d’água, a superfície secou deforma diferencial, ficando levemente endurecida; (3)as pegadas foram soterradas por uma fina camada deareia, com baixa energia. Esses dados constituir oa base para a reconstitui o da forma do animalprodutor, seus hábitos de vida e rela o com opaleoambiente. Apoio CNPq.
Editorial do Anuário do Instituto de Geociências 2004
Ismar de Souza Carvalho
Anuário do Instituto de Geociências , 2004,
Abstract: Ano 2004 Volume 27 Editor: Ismar de Souza Carvalho Editorial ISSN: 0101-9759 Editorial O Anuário 2004 do Instituto de Geociências é uma publica o destinada à difus o dos resultados de pesquisas acadêmica e aplicada da comunidade de geocientistas. Disponível de forma impressa e em meio digital, através do endere o eletr nico www.anuario.igeo.ufrj.br, é uma publica o oficial da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, voltada para a divulga o da produ o científica de interesse amplo e caráter original relacionada com as Geociências. Os artigos publicados neste volume abordam temas pertinentes à geologia econ mica, meteorologia e paleontologia. No ambito da geologia econ mica s o relatados aspectos da mineraliza o de fluorita em rochas proterozóicas da Bacia de Macaia-Ijaci, Minas Gerais. Em outro artigo, a simula o do aumento de CO2 na atmosfera, através de um modelo meteorológico de circula o geral da atmosfera, possibilitou a avalia o de interferência no clima global. Já a descoberta de crocodilomorfos em rochas do Cretáceo Superior da Bacia Bauru relatam a relevancia destes fósseis para aspectos evolutivos e de interpreta o paleoclimática e paleoambiental. Ao final deste volume s o apresentados os resumos de disserta es de Mestrado e teses de Doutorado realizadas nos programas de pós-gradua o em Geografia e Geologia durante o ano de 2004. Ismar de Souza Carvalho Editor do Anuário 2004
Editorial do Anuário do Instituto de Geociências 2005/2
Ismar de Souza Carvalho
Anuário do Instituto de Geociências , 2005,
Abstract: Ano 2005 Volume 28 / 2 Editor: Ismar de Souza Carvalho Editorial ISSN: 0101-9759 O Anuário do Instituto de Geociências realiza a divulga o das atividades educacionais e científicas em diferentes ramos das Ciências da Terra, envolvendo aspectos relativos à Geografia, à Geologia e à Meteorologia. Dentro deste escopo, dá ciência da produ o acadêmica dos programas de pós-gradua o do Instituto de Geociências da UFRJ. N o obstante, trata-se de uma publica o aberta à toda comunidade de geocientistas do Brasil e de institui es estrangeiras. O volume 28 (2005) do Anuário inicia uma nova fase desta publica o, a partir da qual será constituído de dois números com periodicidade semestral, permitido assim responder ao crescente anseio de divulga o dos resultados originais e inéditos de pesquisas acadêmicas e aplicadas da comunidade de geocientistas. Disponível de forma impressa e em meio digital, através do endere o eletr nico www.anuario.igeo.ufrj.br, é uma publica o oficial da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza. Os artigos publicados neste número abordam temas pertinentes ao Meio Ambiente, Paleontologia, Geologia Econ mica e Meteorologia. No ambito de aspectos ambientais s o analisados os conceitos de riscos ambientais em Geografia. Em Paleontologia é avaliada a origem de bioconstru es algálicas e, também, o estudo de uma ictiofauna miocênica do norte do Brasil. No ambito da Geologia Econ mica s o relacionados temas de interesse da indústria de rochas ornamentais e, no tocante ao aspecto aplicado da Hidrogeologia, do uso de aqüífero aluvionar. No contexto dos temas das ciências atmosféricas, analisam-se simula es numéricas na forma o de ilhas-de-calor. Neste número do Anuário do Instituto de Geociências também s o apresentados os resumos de disserta es de Mestrado e teses de Doutorado dos programas de pós-gradua o dos departamentos de Geografia, Geologia e Meteorologia, realizadas durante o ano de 2005, numa ampla abrangência dos temas científicos em desenvolvimento na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ismar de Souza Carvalho Editor do Anuário 2005
Editorial do Anuário do Instituto de Geociências 2003
Ismar de Souza Carvalho
Anuário do Instituto de Geociências , 2003,
Abstract: Ano 2003 Volume 26 - Workshop Baía de Guanabara Editor: Ismar de Souza Carvalho Coordenadora: Claudia Gutteres Vilela: Editorial ISSN: 0101-9759 Os artigos publicados neste volume têm como unidade temática a baía de Guanabara, resultado das discuss es, conferências e trabalhos técnicos apresentados no simpósio "Workshop Baía", realizado em novembro de 2002 no Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trata-se de uma publica o que apresenta diversificados aspectos da história geológica, geográfica e biológica da baía de Guanabara reunindo os mais atualizados dados acerca dos aspectos ambientais desta regi o, contribuindo assim, para a elabora o de políticas públicas voltadas para a gest o e avalia o dos programas de manejo ambiental. A colabora o de pesquisadores de institui es de ensino e pesquisa nacionais e estrangeiras foi fundamental para o resultado alcan ado. O Anuário 2003 do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra-se assim como uma publica o dinamica, aberta a toda a comunidade de cientistas, voltada para a divulga o dos resultados das pesquisas acadêmica e aplicada na área de Ciências da Terra. Com o objetivo de amplificar a produ o acadêmico-científica de nossa Institui o, ao final deste volume, s o apresentados os resumos de disserta es de Mestrado e teses de Doutorado realizadas nos programas de pós-gradua o em Geografia e Geologia durante o ano de 2003. Ismar de Souza Carvalho Editor
Editorial do Anuário do Instituto de Geociências 2001
Ismar de Souza Carvalho
Anuário do Instituto de Geociências , 2001,
Abstract: Ano 2001 Volume 24 Editor: Ismar de Souza Carvalho Editorial ISSN: 0101-9759 O anuário de 2001 é dedicado ao Professor Ignácio Aureliano Machado Brito (1938-2001). Durante muitos anos as atividades desenvolvidas pelo Prof. Ignácio Brito em nossa institui o foram de enorme relevancia, possibilitando a implementa o de novas linhas de pesquisa, disciplinas na gradua o e pós-gradua o e forma o de novos profissionais. Sua participa o em diferentes aspectos da academia e seu espírito de colabora o na resolu o das quest es institucionais tornou-o uma referência para nosso Instituto. Neste volume, além da homenagem a ele dedicada, também s o apresentadas as disserta es de Mestrado e teses de Doutorado elaboradas nos programas de pós-gradua o em Geografia e Geologia, revelando parte da significativa produ o científica do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ismar de Souza Carvalho Editor
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